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5 desafios no Autoatendimento

5 desafios no autoatendimento

O atendimento é um pilar primordial das empresas sustentáveis e promissoras. O autoatendimento, por sua vez, é um avanço da modalidade e pressupõe que o próprio usuário ative a demanda e seja auxiliado por assistentes virtuais, chatbots ou tenha acesso a uma ajuda humana que dispõe de todas as informações e soluções em poucos passos. Se este tema é importante para você, continue a leitura e conheça 5 desafios no autoatendimento.

Velocidade e satisfação

Oferecer respostas rápidas e assertivas aumenta consideravelmente a satisfação e engajamento dos clientes – sejam eles internos, como os colaboradores, e os externos. Apesar dos benefícios significativos, muitos são os desafios da equipe de TI dentro de casa. Neste artigo listamos cinco desses desafios e explicamos como driblá-los.

O trabalho híbrido provocou um salto na implementação do autoatendimento no service desk, razão pela qual tem representado um catalizador da transformação digital e da automação dentro das empresas.

Possibilitar que os próprios usuários encontrem as soluções para suas demandas foi considerada a mudança mais recorrente na carga de trabalho por três anos seguidos, alavancado pelo trabalho híbrido, segundo The Hackett Group 2022 Key Issues Study.

Já em um levantamento do Gartner, foi constatado que cerca de 65% dos CIOs observaram aumento no uso de assistentes virtuais e chatbots e 79% consideram que a tendência é de crescimento.

Confira os 5 desafios principais do autoatendimento

#1 – Educar os colaboradores

Nem sempre o santo de casa faz milagres. Implantar o autoatendimento entre os colaboradores requer um período de divulgação e comunicação constante para doutrina-los a encontrar as soluções de suas demandas por meio do autoatendimento. Para sanar esse gap, podem ser elaborados tutoriais ou um FAQ que dê acesso ao catálogo de serviços para manter todos na mesma página, além de usar a inteligência artificial a favor da plataforma.

#2 – Acessibilidade

Os colaboradores esperam ter a mesma satisfação que o cliente quando se trata de autoatendimento: respostas rápidas e assertivas. Longos tutoriais, artigos e documentos de suporte criam ruído na comunicação que podem ser evitados com um autoatendimento recheado de conhecimentos objetivos e completos em uma plataforma intuitiva e acessível de qualquer lugar ou ambiente.

5 desafios no autoatendimento

#3 – Personalização ao público

A linguagem do suporte de TI nem sempre é acessível a todos os colaboradores. A apresentação das informações também pode ser confusa a ponto de dificultar o entendimento e colocar a perder os objetivos do autoatendimento. Uma boa pesquisa para saber as demandas frequentes e um layout intuitivo e segmentado vão ajudar a engajar todos os usuários e resolver esse desafio.

#4 – Base de conhecimento atualizada

À medida que a complexidade do negócio avança, a base de conhecimento do suporte deve ser atualizada para continuar correspondendo às expectativas, o que nem sempre acontece. O risco de tornar o autoatendimento obsoleto deve ser evitado tratando as informações de suporte em um elemento vivo e em constante evolução. Ferramentas de machine learning colaboram para essa demanda.

#5 – Monitoramento da plataforma

A plataforma de autoatendimento de colaboradores é um hub de serviços compartilhados e, por isso, oferece um grande leque de dados que costumam ser ignorados pela equipe de TI. Informações preciosas para garantir o propósito de produtividade tanto do setor de tecnologia quanto dos colaboradores das demais áreas. Com os dados gerados é possível otimizar o serviço prestado e encontrar melhorias para as métricas estratégicas do negócio.

Por onde começar?

Quer saber como ter um portal de autoatendimento aí na sua empresa? Confira as soluções contidas na plataforma 4Biz e implemente uma central de requisições para os departamentos, assistente virtual, notícias, conhecimentos, sistemas, e-mail e documentos em um único lugar!

4 fases do ciclo de geração de valor pela IA nas empresas

A mídia tem falado muito sobre Inteligência Artificial, principalmente em como as empresas precisam fazer uso desta nova onda tecnológica. Só que no meio deste tanto de informação, ainda falta clareza sobre um ponto: como gerar valor real para minha empresa e atingir os resultados desejados? Se você quer conhecer exemplos práticos, continue a leitura deste post que vamos mostrar 4 fases do ciclo de geração de valor pela IA nas empresas!

No artigo da MITSloan Magazine “How Leading Organizations Are Getting the Most Value From IT” (em português: “Como as organizações líderes estão obtendo o máximo valor da TI”), é dito o seguinte: “Muitas das decisões de investimento mais importantes que os CEOs enfrentam atualmente estão relacionadas à tecnologia. Esse não foi o caso há alguns anos. Mas agora toda empresa é, de fato, uma empresa de tecnologia e todo CEO, um CEO de tecnologia.”

Hoje, decisões de tecnologia não são mais exclusivas dos executivos de TI, envolvem toda a organização, não só na decisão, mas na execução também. A transformação digital não é exclusiva da TI, é uma necessidade de toda a organização.

Então, continue lendo, pois independente de sua posição, Inteligência Artificial é assunto para todos.

APRENDA, MELHORE, INOVE E ENGAJE

Aprender, melhorar, inovar e engajar são as quatro fases que lhe permitirão ir ao infinito e além!

APRENDA – Análise de grande volume de dados e produção de insights

Com certeza um dos pontos mais importantes da IA é sua incrível capacidade de gerar valor pelo insight de grande volume de dados. Essa capacidade, obviamente apoiada pelo conceito de Big Data, pode ser usada para entender o comportamento de consumidores, individualmente, em grupos ou o todo. Com isso podemos prever situações e comportamentos e melhorar produtos, ou seja, podemos potencializar nossa capacidade operacional de acordo com os insights obtidos, e isso com o intuito de além de melhorar desempenho, obter maior lucratividade e se posicionar melhor em segmentos competitivos.

Em si, apesar de estarmos falando do potencial e dos valores gerados pela IA, uma coisa é fundamental: dados. Sem os dados não existe IA que funcione, então, antes de iniciar qualquer projeto de IA, verifique se possui ou conseguirá produzir os dados necessários para que se consiga gerar valor com seus projetos de IA.

Um dos pontos importantes neste processo de aprendizagem é descobrir sua relação com seus clientes, identifique quem entrega maior retorno e passe a atendê-los com mais atenção. Descubra quem tem potencial de comprar mais e crie modelos de engajamento. Enfim, aprenda para se tornar mais eficiente.

MELHORE – Transformação das cadeias de valor (transformação operacional)

Primeiramente, é importante entender o conceito de cadeia de valor: Uma cadeia de valor representa o conjunto de atividades desempenhadas por uma organização desde as relações com os fornecedores e ciclos de produção e de venda até à fase da distribuição final. 

O valor entregue a um cliente, seja ele através de produto ou de serviço é, portanto, o resultado do trabalho de toda uma cadeia, ou seja, todos que participaram com atividades ou insumos (desde matéria prima, fabricação ou transformação, embalagens, marketing, venda, suporte, atendimento ao cliente, entre outras) e que no final faz da saída algo que tem sentido para o cliente e representa grande valor.

Agora que você entendeu o que representa a cadeia de valor, imagine o potencial de utilização de IA neste contexto. São inúmeras as possibilidades, desde o uso de ferramentas de workflows cognitivos que fazem uso de algoritmos de machine learning, ajudando em cada etapa do processo produtivo, até o uso de computação visual para validação de etapas ou a própria qualidade do produto. 

Há um grande potencial de ampliação da competitividade e diferenciação pela transformação das atividades operacionais com o uso de IA. Todas as atividades operacionais podem ter apoio por IA, independentemente do tipo de atividade. Melhorias podem ser aplicadas desde a completa automação até o apoio ao ser humano envolvido.

INOVE – Transformação nos modelos de negócio 

Reunindo todos os insights com a análise de dados e com o poder transformacional na operação, surgem agora possibilidades de inovação. O processo de experimentação e validação, com apoio de IA, é mais eficiente e permite que novos modelos sejam testados rapidamente. E é o que os novos consumidores estão esperando pois estão sedentos por novidades, bem como estão mais exigentes, querendo produtos de melhor qualidade.

Um exemplo interessante da transformação no modelo de negócio é a Nike, que lançou em 2018 a loja Nike House of Innovation, na Quinta Avenida em Manhattan, onde busca mexer com as emoções, cativando e envolvendo todos os sentidos de seus clientes. Além também de a Nike criar inúmeros aplicativos que são integrados a sensores nos tênis e demais artigos esportivos, que mais tarde combinam essas capturas em grandes “Big Datas” que são processados por Machine Learning e, no final, oferecem experiências além de uma simples fabricante de artigos esportivos. Esse é sem dúvida um exemplo da transformação de um modelo de negócio baseado em artigos esportivos que migra para um modelo de negócio das experiências.

Independentemente de qual seja seu modelo de negócio, a inovação é algo que pode ser atingido com o uso adequado de ferramentas certas.

ENGAJE – Melhores experiências aos clientes (transformação da experiência)

As experiências serão transformadas. Com os insights produzidos pela análise de dados, bem como o aprendizado em tempo real adquirido com os usuários e clientes a medida que usam apps, web sites ou sites de vendas, podemos moldar ofertas e descontos, criando maior engajamento e não só ampliando as possibilidades de vendas, mas a fidelização e o encantamento de clientes e usuários.

As experiências são o poder atual de diferenciação no mercado competitivo, e existem várias formas de oferecer experiências, seja no momento da compra, seja no atendimento ao usuário, seja no pós-venda, ou no outbound (ações proativas de acesso aos compradores), mas principalmente oferecendo canais rápidos, simples e eficientes de o próprio usuário realizar seus serviços (trocas, devoluções, etc.) e suas interações com a empresa.

O uso de chatbots é um canal inicial para conectar de forma fácil e eficiente essa experiência com o cliente. Tenha em mente que o uso de chatbot não é apenas para a redução de custos operacionais – apesar de ser um benefício importante – não deve ser o objetivo principal, pois de nada resolve reduzir custos piorando a experiência do cliente. Alinhe ambas as estratégias, mas foque em oferecer experiência adequada ao seu cliente.

Também é importante entender que chatbot é o caminho que muitas empresas estão usando atualmente como ponto de partida, mas a jornada de experiência do cliente é maior e mais completa e envolve muitos outros fatores que devem se somar, para promover melhores experiências, como exemplo: soluções adequadas de atendimento ao usuário sob o conceito de multicanais, fluxos internos de trabalho integrados à toda a cadeia de valor, machine learning preditivo influenciando gostos e formas de interação, entre outros. 

Várias técnicas de IA podem ser somadas para alcançar o objetivo de engajar o cliente com sua empresa ou marca.

Conclusão

A inteligência é o ativo mais importante nas organizações modernas, e digo isso, pois a inteligência humana combinada com a inteligência artificial, trazem hoje infinitas possibilidades. Seja pela entrega da capacidade de predição e precisão da IA que potencializam significativamente as ações proativas, seja pela capacidade criativa do ser humano, que através de insights, consegue propor novos modelos e validá-los rapidamente com apoio de dados. 

Estamos iniciando a era da Inteligência, a soma de IH + IA. Use esse poder com moderação!

Gostou das dicas? Visite o nosso site e conheça mais sobre a plataforma 4Biz para melhoria de desempenho de sua organização

Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz

Chatbot: conheça 3 maneiras de implantar em sua empresa

O atendimento rápido e assertivo é uma das qualidades mais esperadas de uma empresa, não importa o setor que atue. Seja para informar o horário de atendimento, agendar uma consulta ou, ainda, resetar uma senha de acesso, os chatbots se tornaram uma solução de produtividade e de satisfação na experiência de clientes e de fornecedores. Se você quer conhecer 3 maneiras de implantar chatbot em sua empresa, acompanhe a leitura deste post que vamos te explicar!

Esses assistentes virtuais são programados com base nas competências da Inteligência Artificial (AI) e têm sido capazes de mudar a maneira com que as empresas se comunicam e se relacionam. Os chatbots podem participar de toda a jornada do cliente: na recepção e educação de potenciais consumidores, na decisão de compra, no processo de venda e no suporte de usuários. Ao simular o atendimento humano, por meio de textos ou voz, é possível oferecer desde respostas pontuais e objetivas até tutoriais e informações completas que sequer foram pensadas inicialmente por quem requisitou. 

As pessoas são insubstituíveis, entretanto, os chatbots são aliados para que as empresas possam atender ao seu público em escala e com mais qualidade. Quanto mais a programação do fluxo de mensagens estiver alinhada com a linguagem e com as necessidades personalizadas, mais eficiente será o engajamento e a entrega de resultados dos assistentes virtuais. A partir da capacidade de machine learning, eles são capazes de identificar potenciais fraudes, aprender com padrões de comportamento de consumo, perceber sentimentos a partir de mensagens de texto e, a partir daí, oferecer as soluções adequadas.

Confira 3 maneiras de implantar chatbot em sua empresa: 

Interação proativa com os clientes

Os chatbots podem ser programados para iniciar conversas com prospects e clientes, a qualquer hora do dia ou da noite, de maneira proativa, personalizada e envolvente. Em um mercado tão competitivo, oferecer ativamente conhecimento, soluções e interações são um diferencial significativo em todas as etapas da jornada do cliente. 

Suporte sempre disponível

Garantir uma boa experiência do cliente é um dos grandes ativos que a sua empresa pode ter. Com os chatbots, o suporte está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, não importa onde o usuário esteja navegando: seja no site, aplicativo ou plataforma da empresa, seja nas redes sociais e aplicativos de mensagens (WhatsApp, Twitter ou Facebook Messenger). 

Economia de recursos de TI e Service Desk

Boa parte das solicitações recebidas pelo setor de Service Desk são de baixa complexidade e os chatbots são capazes de resolvê-las sem a necessidade de ocupar mão-de-obra. Os casos mais complexos podem ser recebidos e encaminhados para o atendimento humano. A disponibilidade e a agilidade no suporte provocam impacto positivo, reduzem o volume de demandas e, por consequência, otimizam os recursos de TI e facilitam a transformação digital de sua empresa.

Run2biz oferece a seus clientes, na plataforma 4Biz, a solução Helper que simula o atendimento humano, de qualquer setor, de maneira que o usuário terá solicitações rapidamente resolvidas e consequentemente maior satisfação com os serviços da sua empresa. Conheça tudo o que os chatbots da Helper têm a oferecer, entre em contato.