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Ransomware e phishing: como evitar?

A expansão do acesso a produtos e serviços na internet veio acompanhada de perigos muito bem elaborados pelos hackers. Sites falsos semelhantes a páginas de vendas ou de empresas financeiras se tornaram alvo de roubo de dados e geram um grande prejuízo para pessoas e empresas.

Quanto maior exposição, maior o risco. As ações em ciberataques estão mais sutis e muito mais danosas. Se antes era comum o disparo de vírus que deixavam o computador e outros dispositivos mais lentos, prejudicando o desempenho dos equipamentos com programas conhecidos como Cavalo de Tróia, hoje o alvo são os dados pessoais como e-mail e informações bancárias usados em golpes ainda maiores,  bem orquestrados e caros. Uma ameaça ainda mais séria para empresas a quem cabe proteger as informações de seus usuários e clientes e estão sujeitas às sanções da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Saiba a diferença

Os termos ransomware e phishing são pouco conhecidos, porém, seus efeitos desastrosos são bem populares. Vamos entender!

Ransomware

Ransomware é um tipo de software malicioso (malware) de sequestro dados pessoais. Os criminosos capturam as informações, bloqueiam o acesso com criptografia e exigem resgate para liberar novamente o acesso. Em geral, essa ferramenta de ciberataque é usada em sites e sistemas com banco de dados de instituições públicas e privadas, seja em servidores locais ou em nuvem.

Em 2017, o ransomware WannaCry, que atacou uma vulnerabilidade do Windows, ficou marcado como o pior da história. Em apenas quatro dias se espalhou na Europa gerando pelo menos 250 mil casos em 116 países. O alcance mundial foi possível por meio de golpes por e-mail e sites com links falsos. Os prejuízos calculados ultrapassaram US$ 4 bilhões e prejudicaram empresas como a Telefonica, Nissan, FedEx e Renault. Para liberar cada máquina, os criminosos exigiam pagamento de US$ 300 em criptomoedas.

Phishing

É comum que ações com ransomwares sejam efetivas a partir de phishing, uma técnica de fraude que captura dados sigilosos, como usuário, senha, números de contas bancárias e de cartões de crédito, por meio de mensagens atrativas de e-mail ou de aplicativos de comunicação – como redes sociais e Whatsapp – com links falsos, se passando por companhias aéreas, operadoras de cartão, bancos, lojas virtuais, entre outros. Estima-se que a taxa de sucesso dessas fraudes chegue a 5%. Com as informações em mãos, os cibercriminosos fazem compras online, transferências bancárias e adquirem empréstimos em nome das vítimas.

É possível evitar?

Para evitar ser alvo de ações de ranswomwares e phishing, siga algumas orientações de especialistas:

  • Mantenha um antivírus ativo em seus dispositivos, especialmente os que tenham acesso à internet;
  • Adote políticas de orientação e prevenção de ciberataques com os colaboradores de sua empresa;
  • Suspeite de mensagens que pareçam muito atrativas como promoções, sorteios e vantagens;
  • Tenha cuidado com mensagens que solicitem ações urgentes, como atualizações cadastrais ou bloqueio de acesso;
  • Não clique em links de qualquer natureza sem ter certeza da origem;
  • Desconfie de ligações dizendo que sua conta corrente está sob suspeita de ataque e que recomendam você transferir o valor para outra conta.

E no ambiente corporativo?

As soluções de ITSM (Information Technology Service Management), como as contidas na plataforma 4Biz, podem desempenhar um papel importante na prevenção de ações de ransomware e phishing em uma organização. Aqui estão algumas razões pelas quais os sistemas ITSM podem ajudar a evitar esses tipos de ataques:

Monitoramento de segurança

Os sistemas ITSM ajudam a monitorar a segurança da rede e dos dispositivos de uma organização, identificando possíveis vulnerabilidades que possam ser exploradas por ransomwares e phishing. Além disso, esses sistemas podem alertar a equipe de segurança sobre tentativas de invasão e atividades suspeitas, permitindo que medidas preventivas sejam tomadas imediatamente.

Gerenciamento de patches e atualizações

Ransomwares e phishing frequentemente se aproveitam de vulnerabilidades em sistemas operacionais e aplicativos para infectar dispositivos e redes. Os sistemas ITSM podem ajudar a gerenciar o processo de atualização de software e aplicação de patches em tempo hábil, garantindo que as correções de segurança mais recentes sejam instaladas em todos os dispositivos da organização.

Treinamento e conscientização de usuários

Phishing é frequentemente iniciado por meio de engenharia social, explorando a falta de conhecimento ou descuido dos usuários. Os sistemas ITSM e a Gestão de Base de Conhecimento podem ser usados para fornecer, informações, treinamento e conscientização em segurança cibernética aos usuários, ensinando-os a reconhecer e evitar ameaças como e-mails de phishing.

Monitoramento de ameaças

Os sistemas ITSM, ferramentas GRC+S e as soluções de Monitoramento Inteligente de Serviços Digitais podem ser combinados e configurados para monitorar fontes de ameaças à corporação, identificando possíveis riscos e informando a equipe de segurança. Isso pode ajudar a prevenir ataques de ransomware que podem ser iniciados por meio de vazamento de informações de identificação pessoal e outras informações confidenciais.

Gerenciamento de incidentes

Caso um ataque de ransomware ou phishing ocorra, a gestão de  incidentes (prática ITIL contida em sistemas ITSM relevantes como a Plataforma 4Biz), pode ajudar permitindo que a equipe de segurança responda rapidamente, isole a ameaça e tome medidas assertivas para evitar sua propagação.

Em resumo, os sistemas ITSM podem ajudar a evitar ações de ransomware e phishing por meio de uma combinação de monitoramento de segurança, gerenciamento de patches e atualizações, treinamento de usuários, monitoramento de ameaças, gerenciamento de incidentes e procedimentos de Governança, Risco, Conformidade e Segurança. A Run2biz disponibiliza, em seu portfólio, soluções tecnológicas que ajudam você a proteger sua empresa e os dados dos seus clientes e colaboradores, inclusive para evitar as multas da LGPD. Gostou deste artigo e quer contar com uma excelente parceria nesta jornada? Agende com um de nossos consultores e saiba mais.

Gestão de ativos de TI: solução para empresas eficientes.

Você sabe o que softwares, links de dados, servidores e sistemas têm em comum no mundo da TI? São alguns dos ativos fundamentais para as operações de quase todos os tipos de empresas e, por consequência, devem ter um modelo de gestão para cumprir a missão de servir ao negócio, um verdadeiro desafio para um contexto de atualizações cada vez mais rápidas e complexas.

A gestão de ativos de TI, também conhecida como ITAM, do inglês IT Asset Management, consiste na reunião de práticas corporativas que incorporam os ativos de TI nas unidades de negócios dentro da organização. Isso quer dizer, em outras palavras, que não se trata apenas de um inventário em uma planilha, mas de um monitoramento preciso que tem início antes mesmo do ativo ser adquirido.

Todos os componentes físicos e virtuais devem ser mapeados e organizados de tal maneira que se saiba a localização de cada notebook, que usuários usam determinadas licenças – e quando elas vão expirar, quais componentes estão interligados e até quando um novo data center deverá ser contratado para o aumento da demanda. É este mapeamento que gera o CMDB (Configuration Management Database).

Fazem parte das boas práticas de ITAM, além do mapeamento minucioso de cada ativo:

#1 – Controle do ciclo de vida

A gestão eficiente de softwares, hardwares e sistemas depende de compreender suas participações em cada fluxo de atribuições, localização e durabilidade. Saber e controlar o ciclo de vida gera uma previsibilidade de recursos financeiros que serão alocados, do planejamento ao descarte, para manter o bom funcionamento de toda a TI de uma empresa.

#2 – Automatização de alertas

A boa notícia é que grande parte do monitoramento pode ser automatizado a partir do ITAM, criando alertas que identifiquem qual ação é necessária ao tipo de ativo específicos, liberando a equipe para outras atividades e para chamados de suporte imprevistos.

#3 – Manutenções e suporte programados

Um dos objetivos de implementar o ITAM é a redução de custos com manutenções de urgência e de riscos com interrupções do funcionamento dos ativos. A prevenção é o caminho, fazendo manutenções e criando rotinas de suporte que mantenham tudo rodando bem. 

O ITAM não é uma solução que funciona isolada, muito pelo contrário. Para entregar tudo o que pretende deve estar vinculada a uma solução mais abrangente, como o ITSM (ou Gerenciamento de Serviços de TI). Enquanto o ITAM se concentra no gerenciamento dos aspectos financeiros, contratuais e logísticos de um ativo de TI ao longo de seu ciclo de vida, o ITSM se concentra na entrega de serviços.  

Para completar a infraestrutura, para lidar com as rotinas das atividades diárias, entra em cena um subconjunto de ITSM, o Gerenciamento de Operações de TI (ITOM), incluindo todas as tecnologias e aplicativos. O ITOM fica responsável por abarcar atividades como gerenciamento de aplicativos, gestão de mudança, gerenciamento de operações, processos e funções de controle, práticas escalonáveis, medições e controle, todas elencadas no ITIL (Information Technology Infrastructure Library), framework mais comum de soluções ITSM.

Benefícios

Conheça agora 4 benefícios que toda empresa pode obter a partir da Gestão de Ativos de TI:

  1. Redução de custos: a Gestão de Ativos de TI permite um controle mais preciso e eficiente dos ativos da empresa, evitando gastos desnecessários com softwares e hardwares que não estão sendo utilizados ou que estão próximos do vencimento.
  2. Melhoria da produtividade: ao contar com uma TI eficiente e bem gerenciada, os colaboradores têm acesso a tecnologias atualizadas e podem focar em suas atividades, sem ter que lidar com problemas de hardware e software desatualizados ou quebrados.
  3. Redução de riscos: a Gestão de Ativos de TI permite uma melhor visibilidade dos ativos da empresa e seu estado atual, minimizando os riscos de perda ou roubo de equipamentos, além de garantir a conformidade legal.
  4. Tomada de decisões estratégicas: com informações precisas sobre a infraestrutura de TI da empresa, os gestores podem tomar decisões mais bem embasadas e estratégicas para o negócio, garantindo que a TI esteja alinhada com os objetivos e necessidades da empresa.

Quer contar com uma excelente parceria nesta jornada? Conheça a plataforma 4Biz, desenvolvida pela Run2Biz, ela é a solução que sua empresa precisa para a melhor gestão de sua TI. Agende com um de nossos consultores e saiba mais.

MSP explicado: a importância dos Managed Service Providers

Empresas de todos os tipos de segmento oferecem aos seus clientes mil possibilidades e serviços por meio de sistemas informatizados e soluções tecnológicas. A disponibilidade e a segurança desses sistemas dependem da implementação, manutenção e monitoramento constantes para evitar a interrupção do acesso e até a ação nociva de hackers. Continue essa leitura e saiba tudo sobre Managed Service Providers (MSP)!

Por muito tempo, o time de TI voltado para o suporte tinha como missão apagar os incêndios que apareciam, o conhecido modelo break-fix. As ações reativas emergenciais tinham um alto custo para as empresas, com horas extras, providências manuais e investimentos não previstos em soluções que garantissem a retomada do funcionamento adequado no menor tempo possível, sem contar o custo de credibilidade e confiança dos clientes, que se sentem insatisfeitos todas as vezes que não conseguem acessar o serviço que precisam.

Novo modelo

O padrão break-fix está definitivamente ultrapassado. Não há mais espaço para agir somente quando o problema aparece e tão pouco permitir que as situações estressantes e improdutivas façam parte da rotina dos profissionais de TI. Também deixou de fazer sentido investir em soluções inovadoras e efetivas apenas quando não se tem espaço para planejamento e boas práticas. A norma agora é agir com previsibilidade e antecipação.

Foi nesse contexto de desafios, ainda na década de 1990, que emergiu no mercado de TI os Provedores de Serviços Gerenciados (ou Managed Service Providers – MSPs), empresas especializadas na oferta de soluções tecnológicas, serviços ligados à tecnologia, monitoramento proativo e prevenção de incidentes e riscos. Os MSPs têm equipes preparadas para atender às demandas que preservam a segurança e a continuidade da oferta de serviços, amparando negócios que não dispõem nem de um time capacitado, nem de recursos financeiros disponíveis para o mesmo tipo de necessidade. Trata-se de uma mudança de modelo de negócio, até porque os MSPs são mais que tecnologia: atuam diretamente e contribuem para a mudança de cultura das organizações que os contratam.

Os provedores são terceirizados para gerenciar remotamente a infraestrutura de TI de um cliente e os sistemas voltados aos usuários finais. É bastante comum, inclusive, que os MSPs sejam especializados, ou seja, atuem em segmentos específicos como o armazenamento de dados, administração remota de firewall ou até de impressão. O foco é ofertar serviços conforme a exigência do cliente naquele momento específico.

Benefícios oferecidos pelos MSPs

A contratação de MSPs têm diversas vantagens para negócios de todos os portes. Merecem destaque 5 benefícios:

1. Redução de custos com profissionais

A terceirização minimiza o custo de profissionais de TI especializados e em quantidade necessária para atender às demandas de monitoramento e solução de riscos iminentes.

2. Menores investimentos em serviços especializados

Ao invés de investir alto em sistemas e infraestrutura de backup, as empresas adquirem acesso aos serviços especializados com valores muito mais acessíveis.

3. Maior segurança e estabilidade de sistemas

É a garantia necessária para preservar a continuidade da oferta aos usuários finais e preservar a credibilidade e confiança deles em portais de serviço, e-commerce, intranet, ERP, entre outros.

4. Segurança na aplicação de tendências emergentes

Os times terceirizados empenhados nas soluções de questões inovadoras em outros cenários estão preparados para as alternativas mais eficazes e eficientes.

5. Fácil acesso a novidades do mercado de TI

Os profissionais de MSPs estão atualizados para apresentar as melhores práticas para cada tipo de necessidade e perfil de negócio.

Daniel Takai, da Ninecon, empresa MSP que disponibiliza ao mercado soluções da Run2biz explica melhor as vantagens. “As equipes especializadas conseguem ter maior agilidade no desenvolvimento de produtos e maior agilidade nas implementações, aumentando também a qualidade da entrega e a satisfação do cliente”, afirma Takai.


As equipes especializadas conseguem ter maior agilidade no desenvolvimento de produtos e maior agilidade nas implementações, aumentando também a qualidade da entrega e a satisfação do cliente.

Daniel Takai, Gerente de Marketing da Ninecon.

Por que contratar um MSP?

A principal diferença entre o modelo break-fix e MSP está na previsibilidade e antecipação diante de adversidades como indisponibilidade ou invasão de sistemas, por exemplo. No primeiro caso, o problema já está instalado, precisa de solução imediata e é bem provável que provocou a insatisfação do cliente.

No MSP, o monitoramento é constante e pode ser feito por meio da automação dos processos oferecidos, inclusive com o uso de recursos da Inteligência Artificial, Business Intelligence (BI) e Workflows, práticas rotineiras em soluções ITSM, muito utilizadas por MSPs. As manutenções programadas criam rotinas que identificam erros e instabilidades antes que se tornem problemas urgentes. De igual maneira possibilita o backup e a restauração sempre que necessários, garantindo a segurança dos dados e a estabilidade para o usuário final.

Por não estarem constantemente direcionados às funções imprevistas e urgentes, os profissionais – internos e terceirizados – podem investir no aprendizado e nas experiências das tendências e alternativas mais criativas e inovadoras, melhorando a experiência dos usuários. Sem contar que, quando se usa uma equipe externa, os gestores podem usar os recursos sobressalentes do modelo break-fix para investir em tecnologias mais modernas ou em melhorias nas outras áreas da empresa.

Segundo pesquisa recente da Apps Associates com líderes de TI, a contratação de MSP representou aumento na segurança em TI para 86% dos pesquisados. O mesmo percentual avaliou que a TI pode se concentrar nas inatividades críticas dos negócios. A migração para nuvem foi outro ponto avaliado positivamente por 84% dos participantes e 83% identificaram que o MSP permitiu a melhoria da moral e colaborou para a retenção da equipe interna de TI.

Como funciona a contratação?

Os serviços oferecidos por um MSP têm dois formatos principais: contrato por ocorrências/projetos avulsos ou por pacote de serviços, tal qual um sistema de assinatura. No primeiro caso, há um risco considerável de delay entre a solicitação e a resolução – algo que pode impactar diretamente na antecipação e previsibilidade. Um caminho para evitar as objeções é definir um pacote mínimo viável que compreenda as necessidades principais e, caso necessário, acrescente ocorrências excepcionais. Na segunda possibilidade, o escopo é mais abrangente.

O melhor formato de contrato deve ser definido a partir da análise do ambiente atual da organização. O diagnóstico vai apontar o espaço potencial para melhorias e a estratégia para apoiar adequadamente os objetivos do negócio. Neste momento são definidas as métricas de desempenho e entrega.

A melhor solução para os MSPs

A Plataforma 4Biz, desenvolvida pela Run2biz apoia o trabalho dos MSPs, contendo facilidades tecnológicas e processos que atendem um grande leque de necessidades dos seus vários clientes. Quer saber mais? Solicite agora mesmo uma conversa sem compromisso com nossos consultores e MSPs parceiros.

Enterprise Service Management (ESM) – Finalmente explicado!

Gestão é uma palavra de ordem para toda e qualquer empresa, seja em um processo de atendimento, venda e pós-venda, seja em assuntos mais administrativos, como controle de folha de pagamento e pagamento de impostos. A convergência entre a tecnologia com as demandas corporativa fez surtir o Enterprise Service Management (ESM), ou Gestão de Serviços Corporativos, em português.

Essa solução é uma aliada ilustre das corporações que estão preocupadas em criar fluxos de trabalho (workflows) consistentes e bem estruturados em todos os setores. E também daquelas que fazem a lição de casa, deixando tudo pronto para se adequar às reviravoltas de um crescimento sem correr o risco de se perder no meio de dados e processos não padronizados.

Na prática, usar o ESM significa incorporar à cada área da empresa recursos e habilidades do Gerenciamento de Serviços de TI , como: base de conhecimento, fluxos de atendimento – abertura e acompanhamento de tickets, estimativa de vazão de trabalho, entre outras possibilidades, podendo simplificar e automatizar diversas dessas atividades, monitorar os resultados de cada etapa e até prever gargalos de produção dos colaboradores. Sem contar que, uma vez que ações manuais repetitivas são atribuídas a sistemas automatizados, há uma incrível redução dos riscos de erros e imprevistos. Ou seja, há uma ampla aplicabilidade e um ganho considerável de produtividade e eficiência individual e coletivamente.

Três vantagens merecem destaque quando se trata de investir em Enterprise Service Management em sua empresa. Confira a seguir quais são:  

1. Redução de custos operacionais

Quando recursos de ITSM são aplicados às outras áreas da empresa que não sejam a TI passa a existir uma integração dos processos de cada uma delas com o todo, por consequência, simplifica a infraestrutura necessária e também os fluxos de trabalho. Por essas e outras razões, exigem menos investimentos como os direcionados a uma diversidade de plataformas, sem contar que representa menos tempo e energia que eram destinados à redundância de atividades. A redução de custos (financeiros ou não) colabora com o retorno sobre o investimento (ROI) nas soluções de ITSM/ESM. 

2. Governança padronizada e transparente

Historicamente, cada departamento adota os próprios métodos de gestão, um obstáculo considerável para a maturidade e crescimento esperados na evolução do negócio. A partir da boa implementação de ESM, a abordagem passa a ser padronizada e uniforme, facilitando a expansão e integração das áreas.

Outro ponto importante é a transparência na gestão, sonho de todo gestor. Com o ESM, não só a realização desse “sonho” é possível, como também se torna natural identificar brechas nos processos, conhecer e corrigir pontos críticos mais rapidamente e conhecer qual o valor agregado por cada colaborador e cada equipe. 

Atualmente, ferramentas ESM que usam padrões e notações globais de definição de processos de negócio facilitam e geram muito valor as empresas porque trazem o melhor de dois mundos: notações da área de processos e a agilidade da área de TI. Isso é possível porque o ESM substitui recursos de BPM (Business Process Management), de implementação complexa, por outros bem mais eficientes e de fácil entendimento para os usuários focados em negócios.

3. Melhoria nos canais de comunicação e suporte

O atendimento ao cliente é, certamente, o maior valor agregado do ESM. Quando uma empresa tem uma boa coordenação de processos em todos os departamentos e é transparente, a consequência natural é uma prestação de serviços mais adequada ao consumidor interno e externo. O foco está na boa experiência do usuário – a User Experience – é um diferencial significativo para qualquer corporação que queira prosperar e uma exigência do mercado atual. A central de suporte conecta positivamente demandas redundantes a informações consistentes e rápidas, deixando os colaboradores atenderem às solicitações mais complexas e que agregam mais valor.

Apesar de semelhantes, os dois tipos de processos têm diferenças importantes. O ITSM tem por objetivo aprimorar a maneira com que as empresas abordam, entregam e gerenciam os serviços de TI, ou seja, um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades do setor. Por outro lado, o ESM é bem mais abrangente, pois adota práticas análogas de governança de serviços em cada uma das áreas da empresa promovendo integração e convergência de resultados otimizados.

Apesar de ser uma aplicação mais ampla, o ESM tende a ter como ponto de partida o ITSM. A maioria das ferramentas de ITSM têm funcionalidades e processos robustos o suficiente para que sejam ajustados e integrados, facilitando a expansão para além do setor de TI, hoje ainda mais facilitada com a chegada do Low-Code. Uma relação harmônica sob o ponto de vista estratégico de unificar e padronizar as unidades de negócios, automatizando e simplificando serviços, monitorando entregas e resultados com mais celeridades, assertividade e eficiência. Ganha o cliente, com atendimento e suporte mais ágeis e eficientes; ganham os colaboradores com a organização dos fluxos de trabalho e produtividade; e ganha o negócio, com o monitoramento constante e a eficiência das entregas e resultados.

Adotar o ESM ou não, eis a questão

Se você ainda está em dúvida sobre investir ou não em ESM em sua empresa, vale lembrar que está diante de um questionamento sobre evoluir ou não o seu negócio e levá-lo a outro patamar. Muitos gestores se sentem inseguros em direcionar esforço para associar os serviços corporativos à tecnologia. Em grande parte das vezes, o bloqueio está em conhecer e compreender que a padronização e a automação – e mais recentemente, a hiperautomação com Inteligência Artificial –  demandam sim energia, mas garantem um retorno considerável e substancial em curto período de tempo.

A Run2biz tem como propósito facilitar a Gestão de Serviços para empresas que querem sobreviver à evolução do mercado, simplificando a Tecnologia da Gestão de Serviços na TI e outros departamentos. Se deseja que seu negócio seja competitivo agora e no futuro, conheça a solução de ESM disponível na plataforma 4Biz.

A Realidade da Automação de Workflows

As atividades rotineiras e estruturadas de uma empresa em seus diversos setores podem ser colocadas em fluxos de trabalho, os conhecidos workflows. As tecnologias inovadoras são aliadas na automação das diversas etapas de operações, alcançando um nível mais alto de eficiência (e precisão nos processos), e economizando recursos valiosos para qualquer negócio. Acompanhe este artigo que vamos te contar mais sobre a Realidade da Automação de Workflows.

Na automação dos processos de negócios, algumas ferramentas são utilizadas. Elas têm o propósito de agilizar o fluxo das tarefas, proporcionando a transmissão das informações de um colaborador para o outro, a fim de que as ações sejam cumpridas dentro do prazo e das boas práticas.

Todas as atividades manuais em fluxo são fortes candidatas à automação, entretanto, algumas delas têm maior potencial de serem beneficiadas pela automação: solicitar serviços, aprovar e arquivar documentos, integrar novos funcionários, gerar relatórios, enviar comunicados, alterar e gerenciar contrato de fornecedores, notificar alterações de documentos, processar e autorizar contas a pagar, gerenciar a retenção e armazenamento de registros, entre outros.

A automação de workflows (fluxos de trabalho), garante que todas as etapas de um processo se alinhem com mais fluidez, simplificando e agilizando cada fase. A coordenação desse processo pode ser aprimorada por meio do uso de ferramentas capazes de realizar esse gerenciamento de fluxos de trabalho, como a 4Biz Service Management, tornando o processo mais ágil, com mais transparência, controle e gestão à vista com métricas e dashboards em tempo real.

Não são apenas áreas de TI que se beneficiam da automação de workflows. No exemplo acima é mostrado dentro da plataforma 4Biz como se comporta um fluxo de aprovação financeira.

O maior benefício da automação de workflows é a otimização dos processos envolvidos que entregam um alto nível de eficiência operacional. Por consequência, também beneficia outros aspectos. Listamos quatro que merecem destaque:

1. Redução de custos

A economia de tempo e dinheiro é uma das vantagens da automação de workflows, uma vez que os recursos empregados são otimizados e o retrabalho é diminuído.

2. Escalabilidade do negócio

Uma vez que o fluxo de processos está automatizado, pondo fim a gargalos, tarefas desnecessárias e redundantes, a empresa tem espaço para escalar e ampliar sua presença no mercado sem ameaçar o bom funcionamento das atividades rotineiras.

3. Maior performance

Saber o que fazer, e quando fazer, é um recurso extraordinário na gestão de tarefas individuais. O engajamento, a colaboração e a satisfação da equipe também tendem a aumentar num ambiente com workflows bem definidos e automatizados.

4. Eficiência na comunicação

Os times são capazes de se comunicarem melhor e aumentam o compromisso com a empresa. Também se tornam mais responsáveis pelas próprias atividades, liberando os gestores do micro gerenciamento para outras atividades mais estratégicas.

A Run2biz é a fabricante do  4Biz Service Management, uma plataforma de ITSM / ESM Gestão de Fluxos da TI / Gestão de Fluxos Corporativos) para orquestrar os fluxos de trabalho da empresa com eficiência. Ela é baseada em governança e métodos ágeis e permite a automação de workflows não apenas na TI mas em qualquer área de negócio, com flexibilidade e velocidade de implantação.

Clique aqui e saiba mais sobre o 4Biz!

AIOps, NOC, SOC, SIEM… Entenda o que tem nessa sopa de letrinhas!

Quando se dá alguns passos no mundo da tecnologia não são os números binários ao estilo dos paredões da trilogia Matrix que despertam a certeza de que estamos em um contexto muito particular… São as siglas de nomes enormes de conceitos e soluções que oferecem um banquete de sopa de letrinhas (como AIOps, NOC, SIEM), e uma sutil pontada de desespero.

Mas calma, você tem companhia! Neste artigo vamos explicar, uma por uma, e tudo vai ficar bem. Até o final do texto você saberá o que é AIOps, APM, SOAR, SOC, NOC e SIEM e poderá fazer cara de costume sem receio quando estiver diante dessas siglas por aí.

Realidade dos tempos atuais

O crescimento exponencial do volume de dados de qualquer empresa torna o trabalho manual humanamente impossível. Entram em cena as automações de processos, os sistemas em nuvem (acessíveis de qualquer lugar), a Inteligência Artificial para monitorar o desempenho e a performance das operações, e uma dose considerável de ameaças que precisam estar sob controle para manter tudo funcionando bem. Uma orquestra em que cada instrumento precisa estar bem afinado para soar as melodias da produtividade e segurança.

AIOps – Artificial Intelligence for IT Operations

Nessa orquestra, o maestro são as aplicações de recursos de Inteligência Artificial para Operações em TI (ou Artificial Intelligence for IT Operations, em inglês). As AIOps funcionam com multicamadas capazes de captar, armazenar e digerir dados do ambiente digital com algoritmos especializados de machine learning e os transformar em ações úteis ou insights para a operação de TI. Possibilitam, ainda, o processamento de registros históricos e/ou gerados em tempo real ou ambos.

APM – Application Performance Management

Para rodar bem todas as aplicações, as empresas se valem dos softwares APM ou de Gerenciamento de Performance de Aplicativos (Application Performance Management, em inglês). Eles cuidam para que a empresa consiga monitorar todas as suas transações de negócio, em qualquer camada (do código ao usuário final) de suas plataformas integradas e automatizadas. Menos interferência humana, menos riscos de instabilidades e erros.

SOAR – Security Orchestration, Automation and Response

Uma vez com a linha de frente organizada, é preciso reforçar a segurança para evitar vazamentos ou furto de dados, cuidado ainda mais redobrado depois da vigência, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Para esse time de peso, quem dá o tom são as plataformas SOAR (Security Orchestration, Automation and Response ou, em tradução livre, orquestração de segurança, automação e resposta – em referência aos componentes da solução). Segundo a consultoria global Gartner, a SOAR coleciona tecnologias diferentes que abarcam coleta e tratamento de dados e alertas de segurança das mais diversas fontes.

SOC (Security Operations Center), NOC (Network Operations Center) e SIEM (Security Information and Event Management)

Grandes conhecidas quando o assunto é infraestrutura de TI e cibersegurança, SOC, NOC e SIEM tem suas diferenças que devem ser esclarecidas já que cada um cumpre seu papel de proteção.

O SOC é o Centro de Operações de Segurança (Security Operations Center, em inglês). Ele junta a infraestrutura e os profissionais que ficam de olho para que nada interfira na rede. Já o NOC é o Centro de Operações de Rede (Network Operations Center, em inglês) garante que a rede funcione sem interrupções, o que normalmente ocorre por ameaças ou incidentes relacionados à segurança.

Os profissionais de SOC e NOC são aqueles que você vai encontrar em salas confortáveis, repletas de telas de TV enormes, mas não é Netflix o que assistem: estes profissionais ficam de olho atentamente e medem performance de aplicações e picos de consumo, quantidade de usuários logados, latência de I/O, quantas tentativas de login malsucedidas, quantas tentativas de execução de código remoto nos servidores; e mais! Tarefas de muita responsabilidade e que não deixam sobrar tempo para a pipoca!

Como é MUITA informação de uma vez, aí entra o papel das ferramentas de AIOps, que podem filtrar uma enorme quantidade de dados, entregando aos técnicos somente aquilo que realmente importa para a operação: quais são os alertas mais importantes, que incidentes devem ter preferência sobre os outros. Além disso, a Inteligência Artificial ainda pode automatizar processos recorrentes, liberando tempo para que os profissionais possam agir naquelas tarefas mais importantes.

Por fim, o SIEM (Security Information and Event Management) fica a cargo do Gerenciamento e Correlação de Eventos de Segurança, gerando relatórios de log para identificar se alguma ação precisa ser acionada.

Orquestra afinada e sopa no ponto

Todas as siglas dessa sopa de letrinhas são muito importantes nas operações dos negócios que desejam estar à frente da concorrência. E agora que você degustou essa letra por letra na teoria, vem ver na prática como a tecnologia pode estar a favor da transformação em sua empresa.

Conheça Simon, a suíte de ferramentas AIOps contida na plataforma 4Biz. Ela é uma poderosa solução de observação que monitora a performance de infraestruturas de TI e das aplicações, mapeando dependências, correlacionando de eventos de forma autônoma, otimizando a análise de causas raiz, reduzindo o esforço humano das equipes e mitigando erros. Além disso, a utilização de Machine Learning possibilita ações proativas para as equipes de suporte, reduzindo downtime e outros indicadores importantes. Com o Simon, sua infraestrutura de TI pode ir de 3 mil para menos de 30 alertas diários! E se já usa ou pretende usar Big Panda, Zabbix, Dynatrace, Nagios ou DataDog: veja antes em nossa demo o que o Simon é capaz de fazer. Agende com um consultor agora mesmo e saiba como agregar muito mais valor à TI de sua empresa com essa tecnologia. 

3 razões para automatizar serviços corporativos

As palavras automação e hiperautomação estão estampadas para todos os lados. Aos olhos das empresas, padronizar processos, reduzir atividades repetitivas, otimizar tempo, energia e recursos financeiros têm sido meios de elevar a qualidade dos serviços prestados e dos produtos oferecidos aos seus clientes. Neste cenário, muitos gestores vivem o dilema entre um caminho sem volta e uma “moda” passageira. Aqui apresentaremos 3 razões para automatizar serviços corporativos, algo que se tornou uma necessidade.

Independente da área de atuação, todo negócio tem um vasto leque de funções administrativas que sustentam suas atividades: contabilidade, recursos humanos, logística, comunicação, serviços financeiros ou jurídicos, entre outros. Esses setores demandam muita atenção e têm diversos processos, cada vez mais integrados e mais sofisticados. Além de não existir mais espaço para fugir da modernização, se faz urgente a gestão de serviços corporativos (ou ESM, Enterprise Service Management, a sigla em inglês).

Em resumo, entre as razões que justificam a automação da gestão de serviços corporativos, estão: 

  1. Aumento na produtividade das equipes e processos;
  2. Redução de custos, tempo e esforço;
  3. Maior segurança nas transações e na confiança do workflow;

E uma razão bônus: Maior satisfação dos clientes atendidos e dos colaboradores envolvidos.

3 razões para automatizar serviços corporativos

Para entender melhor, um exemplo que ilustra bem o contexto: Sem a automação, o fluxo de trabalho ao gerir uma venda online e a entrega de um produto seria bastante trabalhosa – e suscetível a uma série de erros. O pedido seria recebido por um colaborador que encaminharia para outro no estoque, um terceiro separaria e embalaria manualmente. Em paralelo, um colega do setor de vendas emitiria a nota fiscal e a etiqueta de envio. Um quinto colaborador faria o despacho para transportadora, todos torcendo para que chegasse no destino sem extravio, porque não seria possível rastrear. Ao longo da trajetória, todos poderiam estar usando planilhas, conferindo os detalhes buscando evitar ruídos e erros, porém, a margem para desvios no procedimento seria considerável. 

Em uma cadeia que utiliza os conceitos de ESM, uma vez que a venda tenha sido confirmada, o próprio sistema aciona a emissão de nota fiscal, dispara o pedido para o estoque (que também pode ser automatizado), a transportadora é acionada e o pacote rastreado. Um padrão de plano de ação é executado com pouca ou nenhuma interferência humana até chegar ao destino final: o cliente satisfeito.

O exemplo traz consigo as três – de várias – razões para sua empresa não adiar mais a implementação de ESM e turbiná-la com automação. Sem a necessidade de uma quantidade considerável de profissionais direcionados para aquele fluxo de trabalho (workflow), as equipes ficam liberadas para atividades mais estratégicas (como o customer success), os erros humanos são minimizados (ou praticamente extintos), um padrão de atividades é estabelecido para todos os tipos de vendas semelhantes e se eleva a qualidade e a segurança na prestação de serviços.

A Run2biz tem como propósito facilitar a Gestão de Serviços para empresas que querem sobreviver à evolução do mercado, simplificando a Tecnologia da Gestão de Serviços na TI e outros departamentos para empresas que querem estar presentes no futuro. Clique aqui e conheça o 4Biz Service Management – a plataforma de ESM & ITSM desenvolvida pela Run2biz.

Soluções AIOps irão superar nossa inteligência?

O uso da Inteligência Artificial (AI) em TI é um caminho sem volta, a questão do momento é saber gerenciar adequadamente as aplicações para extrair o melhor que elas têm a oferecer ao invés de ser atropelado por essa tecnologia emergente. Isso nos leva a um questionamento: as soluções AIOps irão superar nossa inteligência?

Apesar de brilharem os olhos com as possibilidades da AI, gestores de TI ainda encontram empecilhos na busca por parceiros e soluções estratégicas personalizadas.

As aplicações AIOps (Artificial Inteligente for IT Operations, em inglês, ou Inteligência Artificial para Operações de TI) são estruturas em multicamadas, reunindo em um mesmo sistema soluções que envolvem big data, advanced analytics e machine learning.

Além de possibilitar conexão e gestão simultânea de múltiplas fontes de dados e diversos dispositivos, auxilia as empresas a impedir potenciais interrupções e problemas de desempenho que causem impacto negativo nas operações, na experiência do cliente e nos resultados financeiros.

Diante dos desafios de velocidade, escala e complexidade da transformação digital, com muitos recursos em monitoramento à disposição, existem algumas demandas que a AIOps pode auxiliar a partir da elaboração aprimorada de estratégias em informações correlacionadas.

O cuidado está em escolher adequadamente a infraestrutura que será adotada e personalizada às necessidades e demandas do seu negócio.

Cenário promissor, mas complexo

O cenário é promissor, porém, a adoção de AIOps está engatinhando. Dados recentes da Loom Systems indicam que apenas 5% das organizações investiram nessa tecnologia até 2019, e 58% das empresas estão explorando o mercado. O fato é que a projeção de implantação de aplicações AIOps atingir 40% dos negócios até 2023 já foi superada, segundo pesquisa Global AI Adoption Index 2021, elaborada pela IBM.

Muitos potenciais clientes dessa tecnologia ainda esbarram em pontos como a fragmentação de oferta do mercado e o ceticismo com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Outro ponto relevante é a falta de clareza em como dar os primeiros passos para começar a jornada de automação: ampliar o conhecimento sobre AI, aplicar provas de conceito, solicitar colaboração das diversas áreas da empresa, fazer análise e gestão de dados, preparar a infraestrutura, visualizar a evolução.

Desafios superados, ganhos garantidos

A partir do momento em que alavancam as AIOps, as empresas percebem a relevância de mudar de sistemas que rodam análises e projeções para os que tomam decisões de maneira autônoma. Para funcionar adequadamente, a melhor prática é integrar a infraestrutura AIOps para poder encontrar e corrigir eventuais erros e distorções.

Seguindo os passos necessários, os ganhos aparecem: segundo pesquisa da Enterprise Management Associates, 81% dos negócios que adotaram AIOps relataram retorno positivo sobre o investimento e 42% afirmaram que o valor entregue pelas aplicações excede “drasticamente” os custos.

A verdade é que as soluções AIOps não irão superar nossa inteligência. Elas vão, sim, nos apoiar cada vez mais para trabalhar de maneira assertiva e colocando nosso esforço e sensibilidade humanas nas atividades estratégicas onde a máquina nunca será capaz de nos alcançar.

Conheça a solução Simon, da plataforma 4Biz e saiba como revolucionar a TI de sua empresa com o apoio de AIOps.

O que o mercado espera da prestação de serviços de TI

A prestação de serviços de TI deixou de ser meramente operacional antes mesmo da pandemia da Covid-19. A urgência da transformação digital e a elevada necessidade de digitalização de processos e fluxos de trabalho têm trazido bons ventos à área, tendência que deve continuar nos próximos anos sob uma perspectiva cada vez mais estratégica do que a TI oferece para o negócio.

Provas disso estão demonstradas em números. A demanda por soluções que promovessem melhorias de performance em nuvem, o gerenciamento de carga de trabalho em ambiente híbrido e o controle de custos fez o faturamento da prestação de serviços de TI atingir R$ 40 bilhões em 2019, um crescimento de 6,4% em relação ao ano anterior, segundo a IDC Brasil.

As incertezas sanitárias e econômicas – como a alta do dólar –, provocaram uma retração no consumo de equipamentos e componentes. A saída foi investir em ampliar e modernizar a infraestrutura existente, agindo com cautela e ponderação. O resultado foi o avanço menor de receita em 2020, 3,5%, de acordo com a pesquisa IDC Semiannual Service Tracker.

O avanço da vacinação e a reabertura de lojas e escritórios trouxeram mais otimismo para a área de prestação de serviços de TI. Inicialmente, a expectativa era de fechar o período de 2021 com alta no faturamento em torno de 5%. Projeção que foi atualizada para cerca de 11%.

Os focos atuais estão na adaptação do trabalho remoto e colaborativo definitivo, além da virtualização dos ambientes e da migração permanente do modelo de negócios físicos para online. Por essa razão, tem sido preciso investir na modernização das aplicações, no cloud computing, segurança de dados, análise avançadas (advanced analytics) e soluções estruturadas em Inteligência Artificial.

Prepare-se com ITSM

Mais do que nunca, as empresas devem ter um setor de TI bem preparado e competente, capaz de convergir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas.

Aliás, esse é o ponto mais importante do ITSM (Information Technology Service Management, em inglês, ou gerenciamento de serviços de TI): gerar valor e dar governança. Em toda situação de crise há uma oportunidade e a Covid-19 trouxe a aceleração necessária que o ITSM ganhe níveis de maturidade que vão permanecer positivamente nos negócios.  

O que é ITSM?

O ITSM é um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo das atividades de um determinado setor – e, consequentemente, da empresa -, com objetivo aprimorar a maneira com que se aborda, entrega e gerencia os serviços de TI.

Adaptado às demandas que emergiram na pandemia, é possível ter o ITSM em nuvem e oferecer aos colaboradores acesso e celeridade mesmo no trabalho home office. Isso quer dizer que todas as tarefas manuais, repetitivas e de retrabalho podem ser automatizadas ou digitalizadas para otimizar o fluxo de atividades, dando suporte para inovação e colaboração de todos os setores das empresas.

A Run2biz oferece aos seus clientes a plataforma 4Biz Service Management, capaz de suportar as muitas necessidades de sua empresa, não só da área de TI. Trata-se um poderoso ITSM que leva governança e eficiência para todas as áreas de negócio.

Quer saber mais? Agende seu horário com um de nossos consultores.

Como transformar os desafios dos clientes em alegrias

A pandemia da Covid-19 provocou um aumentou no orçamento para a transformação digital e levou empresas a mudar seus modelos de negócios para se adaptar à nova realidade do mercado. Ao contrário do que ocorria antes, não são as empresas as protagonistas da mudança, a condução está sendo feita pelos clientes e suas demandas.

A alteração do foco não é novidade, estava acontecendo gradualmente e ganhou impulso com o contexto pandêmico. Acompanhe a leitura deste artigo e terá ótimos insights!

Ser ou não ser Tecnologia: eis a questão

A tecnologia passou a ser o meio de relacionamento mais importante das corporações. Segundo a Sirius Decisions, 67% da jornada do comprador é realizada por meios digitais e a experiência do cliente se tornou um diferencial superior ao preço ou o produto/serviço ofertado.

Em pesquisa recente, a CEI Survey concluiu que 86% dos clientes pagam mais para ter uma experiência positiva. Portanto, não há outra alternativa que não seja promover a transformação digital consistente em todos os setores da empresa.

A essencial presença no digital

Muitas organizações entenderam o recado do mercado e passaram a investir. Entre 2018 e 2021, os investimentos em transformação digital atingiram US$ 7 trilhões, em todo o mundo, de acordo com o IDC. A expectativa é que esse volume cresça ainda mais em razão das adaptações urgentes promovidas pela crise da covid-19.

E a jornada do cliente dita a estratégia. Para acompanhar esse novo tipo consumidor, sua empresa deve adotar a Tecnologia com mais zelo para oferecer uma experiência inigualável ao cliente.

Os especialistas são unânimes em afirmar que não se trata só de fidelizar, mas engajar a ponto de transformar o comprador em um ativo de divulgação.

E esses clientes têm maior probabilidade de:

  • Experimentar um novo produto ou serviço de sua marca preferida;
  • Indicar sua marca para seus amigos, familiares e conexões;
  • Fazer uma compra com sua marca preferida, mesmo quando um concorrente tem um produto ou preço melhor.

Para transformar o desafio em oportunidades para empresa e alegrias para o cliente você precisa entender alguns pontos:

O novo cliente (digitalmente) consciente

As novas tecnologias digitais causaram uma mudança nas expectativas dos clientes, resultando em um novo tipo de comprador moderno. Os consumidores de hoje estão constantemente conectados, são nativos e sabem o que podem fazer com a tecnologia.

Por esse motivo, eles costumam avaliar as organizações em primeiro lugar pela experiência digital e depois pelo produto.

Reestruture a jornada do cliente

Com os clientes ganhando controle sobre a forma como as empresas oferecem as experiências, é hora de construir novas vivências que atendam às suas demandas.

Uma vez que toda jornada impacta na percepção geral de uma marca, adotar uma abordagem que se concentre no relacionamento com os clientes é uma medida acertada.

Personalize a experiência do cliente

Os compradores desejam que as organizações os tratem como pessoas importantes e conheçam suas preferências pessoais e histórico de compras. De acordo com a Accenture, 75% dos clientes admitem ter maior probabilidade de comprar de uma empresa que:

  • Reconhece-os pelo seu nome;
  • Conhece seu histórico de compras;
  • Recomenda produtos com base em suas compras anteriores.

Ofereça uma experiência multicanal

A tecnologia capacitou os clientes a conseguirem o que desejam, quando e como desejam. Mais da metade de todos os consumidores agora espera uma resposta do atendimento ao cliente dentro de uma hora, mesmo aos fins de semana. 

Com tudo acontecendo em tempo real, estar disponível por meio de multicanais é um diferencial competitivo com alta possibilidade de retorno.

A Run2biz desenvolve facilidades tecnológicas que ajudam sua empresa a ter, na infraestrutura de TI, o necessário para oferecer melhores experiências aos clientes, seja no ITSM, na automação de workflows, Inteligência Artificial preditiva, entre outros. Navegue em nossa seção “Soluções” e saiba mais.