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Agile Change Management na prática

As mudanças no mundo dos negócios nos últimos anos não são mais novidade. O que a pandemia da Covid-19 impulsionou foi a velocidade que as empresas precisam se adaptar às transformações para não sucumbirem. Os riscos são consideráveis e é preciso estar atento aos ajustes finos para escapar das ameaças e manter a competitividade.

A união do Ágil com o ITIL 4: mais eficiência para sua empresa

As iniciativas de modernização estão surgindo de todos os lados. Por isso que o Agile Change Management (gestão de mudança ágil, em tradução livre) tem ganhado espaço no planejamento estratégico das empresas. O Agile permite que sejam definidas metas em curto prazo alinhadas às necessidades do momento de um determinado negócio. Com toda a equipe convergindo na mesma direção, e orientada em promover mudanças em movimento, resultam maior produtividade, eficiência e assertividade.  

Na prática, significa ajustar o roteiro para um workflow mais flexível e integrado. É neste ponto que entram as soluções fomentadas pelo ITIL 4, indicadas para melhoria e maior desenvoltura dos processos, impactando na gestão de serviços.

Ao mesmo tempo, essa conexão constante também significa que os benefícios do ITIL 4 podem ser vistos não apenas em TI, mas também em áreas tangenciais do negócio.

Por que investir em Agile Change Management?

Investir nessa metodologia pode mudar completamente o modo como a empresa lida com as demandas do mercado e de seus clientes. Os impactos passam por todo o ambiente de trabalho, o que exige atenção para reduzir riscos e garantir engajamento das equipes. Entre os benefícios e melhorias esperadas estão:

  • priorizar a satisfação do cliente em todos os processos internos;
  • flexibilizar os fluxos de mudanças em projetos ou nas rotinas diárias;
  • definir entregas de resultados mais frequentes;
  • entender e atender as demandas de clientes com mais habilidade;
  • criar um ambiente de trabalho com alta colaboração e inovação;
  • estabelecer comunicações diretas e em mais canais;
  • ter mais produtividade em todas as etapas da cadeia de trabalho;
  • ter menos dificuldades para executar rotinas diárias.

Em um contexto de mudanças, o ITIL 4 continua sendo uma estrutura recomendada como referência de boas práticas para soluções ágeis, ainda que o entendimento esteja voltado a percebê-lo vinculado a processos. Ao analisar o ITIL 4 sob a conhecida perspectiva SWOT, podem ser percebidas:

Forças (S)

O ITIL 4 contribui para maneira formal de solicitar mudanças às equipes e a avaliar os riscos da solicitação. Essa característica é o principal ponto de convergência com o Agile Change Management.

Fraquezas (W)

Os processos e as ferramentas de Agile Change Management podem afetar a eficiência do time de TI, gerando uma sobrecarga em função da necessidade de aprendizagem sobre o gerenciamento de mudanças.

Oportunidades (O)

Duas oportunidades se destacam: a geração de documentação com riscos, resultados e benefícios a cada mudança solicitada e a melhoria na comunicação da TI com as demais áreas de negócio.

Ameaças (T)

A urgência nas demandas que provocam mudanças pode limitar a quantidade de pessoas envolvidas na avaliação dos riscos e, por consequência, gera ameaças a outros processos e serviços já consolidados.

Atualização constante

Com o ITIL 4, a melhoria contínua é categorizada como uma prática de gerenciamento geral com o propósito de garantir que a empresa aprenda com os sucessos e os fracassos. A revisão da implementação e o processo de encerramento de mudanças são uma fonte de grande valor de dados que (retro)alimenta o processo de melhoria contínua.

Outro ponto que chama a atenção foi a inclusão da prática “Gestão de Mudanças Organizacionais” nesta última versão, ou seja, o destaque que os mantenedores do ITIL quiseram dar ao assunto “mudanças” no contexto da organização como um todo (e não apenas na TI). 

A Run2Biz está preparada para ajudar você e sua empresa a estruturar e implementar o Agile Change Management de maneira efetiva e personalizada, alcançando a excelência operacional e oferecendo uma experiência envolvente para seus colaboradores e seus clientes. 

Se este assunto é interessante para você, baixe agora mesmo nosso Guia Definitivo sobre Gestão da Mudança e continue expandindo seus conhecimentos sobre o tema.

Gestão de mudanças: importância e benefícios

A transformação digital se somou às necessidades provocadas pela pandemia para acelerar o que toda e qualquer empresa – de TI ou não – já estava percebendo há alguns anos: é preciso mudar. E não é alterar algumas coisas uma vez e criar um estado estático de longa permanência. Exatamente o contrário: é mudar a todo o tempo, ter a transformação como um processo de melhoria contínua e constante.

A mudança pressupõe transformar de um estado para outro diferente. Nas corporações, uma transição de como as tarefas e os processos são feitos hoje para como serão feitos amanhã. O universo de TI importou um conceito da Administração que se encaixa como luva: gestão de mudança.

O que é gestão de mudança?

Por definição, gestão de mudança é uma aplicação estruturada aliada a um conjunto de ferramentas que coordenam as pessoas envolvidas – gestores e demais colaboradores – para leva-las até o estado desejado e alinhado com os objetivos do negócio.

A gestão de mudança deve ser inclusa estrategicamente em situações como troca de lideranças, adoção de novos sistemas e ferramentas – como ocorreu abruptamente com a migração do trabalho presencial para o remoto logo no começo da pandemia –, fusão com outra empresa, implementação de procedimentos e processos novos, mudança de posicionamento no mercado, contratação de novos colaboradores, novas maneiras de comercializar produtos e serviços, ou projetos que envolvam vários departamentos.

5 motivos para implementar gestão de mudança

Um ponto central para promover a gestão de mudança está em melhorar a empresa, minimizar riscos ou qualquer impacto negativo sobre ela enquanto (e depois) que a transição ocorre. Tendo isso em mente, listamos alguns bons motivos (mas não únicos) para investir em gestão de mudança em seu negócio:

  • Adaptar às evoluções aceleradas do mercado
  • Preservar a produtividade dos colaboradores
  • Promover um clima organizacional positivo
  • Contribuir para redução de atritos em quem tem resistência à mudança
  • Gerar maior engajamento das equipes

Por que implementar gestão de mudança em sua empresa?

A gestão de mudança está no cerne da sobrevivência das empresas em qualquer lugar do mundo, mas muitas ainda não se deram conta dessa verdade. Um exemplo do universo de TI ilustra bem o que está chegando.

De acordo com Gartner, em 2023, 80% das equipes de ITSM (Information Technology Service Management, ou Gestão de Serviços de TI) que não adotaram uma abordagem ágil descobrirão que suas práticas de ITSM serão ignoradas ou contornadas, como resultados da adoção de formas mais ágeis de trabalho em outras partes da organização.

Trocando em miúdos, é o seguinte: o “modelo tradicional” de gestão de mudanças não serve mais. O que até então seria uma abordagem eficiente de implementação de ITSM não vai gerar o resultado desejado porque existirão outras opções bem mais adequadas em muito pouco tempo.

“As transformações de negócios digitais aumentam o volume, a frequência e a complexidade das mudanças enfrentadas pelas organizações e seus recursos”, garante Gartner. Ou seja, se as demandas se tornaram mais elaboradas e com maior urgência de respostas, é natural e esperado que do outro lado do balcão aconteça o mesmo. E, claro, que a TI possa dar apoio e suporte em todo arcabouço.

Gestão de mudança na TI

No “modelo tradicional” de gestão de mudanças, a equipe de TI se concentrava em elaborar seus projetos, executá-los e oferecer “serviços” internos às demais áreas da empresa. Todo o banco de conhecimentos e soluções de TI estavam sob o guarda-chuva daquele grupo seleto de colaboradores.

A tendência é que a transformação digital se descentralizar daqui por diante e seja transferida para as unidades de negócios. A TI não será mais a unidade centralizadora do processo de inovação. A inovação é um processo que deve acontecer por todas as áreas e cada qual terá seu próprio processo (e orçamento). Em contrapartida, a TI (que tem cada vez menos orçamento para aplicação plena) vai funcionar como apoio e suporte.

Neste cenário, as equipes de TI trabalharam como change enablers – habilitadores de mudança –, não mais são os gerentes de projetos. O mais provável será encontrar esses gerentes nas suas respectivas áreas.

Gestão de mudança na prática

Os primeiros passos são: priorizar, planejar e realizar testes. A tríade clássica de todo tipo de implementação de uma nova tecnologia. Genérico? Nem tanto. A aplicabilidade da gestão de mudança é bastante ampla e adaptável.

Competências que causam confusão para quem acaba de ingressar nesse universo. Gartner identificou que quase 70% das organizações aceleraram suas iniciativas de negócios digitais após a interrupção da pandemia, aumentando assim o volume, a frequência e a complexidade das mudanças.

Algumas foram muito bem-sucedidas. Outras escolheram frameworks ágeis que nem de longe conseguiram atingir as expectativas, por se manterem focados no desenvolvimento do produto e ignorarem os constantes processos de transição, das operações continuadas.

Para solucionar a questão, é preciso ter uma biblioteca de melhores práticas para TI que esteja alinhada com a transformação digital, a inovação constante e o aumento da agilidade das empresas, como ocorre com a versão 4 da ITIL, lançada em 2019.

O arcabouço da estrutura mais popular de ITSM ampliou o leque para 34 práticas incluindo a o controle de mudanças (no grupo de práticas de gerenciamento de serviços) e mudança organizacional (no grupo de práticas gerais). As pessoas estão no centro da Cadeia de Atividades de Valor de Serviço (Service Value Chain Activities – SVC), que são plano, designer e transição, entrega e suporte, produtos e serviços, engajamento, melhoria e construção e ganho.

Com a ITIL 4, a melhoria contínua é categorizada como uma prática de gerenciamento geral com o propósito de garantir que a empresa aprenda com os sucessos e os fracassos. A revisão da implementação e o processo de encerramento de mudanças são uma fonte de grande valor de dados que (retro)alimenta o processo de melhoria contínua. Outro ponto que chama a atenção foi a inclusão da prática “Gestão de Mudanças Organizacionais” nesta última versão, ou seja, o destaque que os mantenedores do ITIL quiseram dar ao assunto “mudanças” no contexto da organização como um todo (e não apenas na TI).

A Run2Biz está preparada para ajudar você e sua empresa a estruturar e implementar a gestão de mudança de maneira efetiva e personalizada, alcançando a excelência operacional e oferecendo uma experiência envolvente para seus colaboradores e seus clientes. Então, se este assunto é interessante para você, baixe agora mesmo nosso Guia Definitivo sobre Gestão da Mudança e continue expandindo seus conhecimentos sobre o tema.

6 Tendências tecnológicas para 2022

Os anos de 2020 e 2021 colocaram em debate (e em prática) mudanças que muitos acreditavam que demorariam a se tornar realidade. Ficou provado que “novo normal” está conectado à tecnologia, a novos hábitos de consumo e inovações realmente fora da caixa.

A Transformação Digital é a locomotiva que ganhou velocidade carregando as tendências de TI e negócios para esse e os próximos anos. Algumas empresas saíram na frente, prepararam os times e investiram em infraestrutura de TI e terão mais chances de durar no mercado, outras precisarão de um esforço extra na corrida de adaptação.

David Groombridge, VP Analista do Gartner, recentemente declarou: “Os CEOs sabem que devem acelerar a adoção de negócios digitais e estão buscando rotas digitais mais diretas para se conectar com seus clientes. Mas, de olho nos riscos econômicos futuros, eles também querem ser eficientes e proteger as margens e o fluxo de caixa.”

Todos os anos, o Gartner identifica tendências de tecnologia que são indispensáveis para os negócios. Para 2022, as palavras de ordem são flexibilidade, digitalização, mobilidade e eficiência. 

Essas tendências estratégicas permitirão aos CEOs oferecer crescimento, digitalização e eficiência – e posicionar CIOs e executivos de TI como parceiros estratégicos na organização.

Acompanhe a leitura deste artigo que vamos falar sobre as 6 principais tendências para 2022. A número 6 é a mais falada no momento!

#1 Malha de segurança cibernética

Nunca se falou tanto sobre Cybersecurity como nos últimos tempos. Assim, a malha de segurança cibernética surge como uma arquitetura flexível e combinável que integra serviços de segurança amplamente distribuídos e díspares.

Ela permite que as melhores soluções de segurança autônomas trabalhem juntas para melhorar a segurança geral enquanto aproxima os pontos de controle dos ativos que protegem. Pode também verificar de forma rápida e confiável a identidade, o contexto e a conformidade nos ambientes (cloud ou internos).

#2 Computação que aprimora a privacidade

A computação que aprimora a privacidade protege o processamento de dados pessoais em ambientes não confiáveis – o que é cada vez mais crítico devido à evolução das leis de privacidade e proteção de dados, bem como às crescentes preocupações dos consumidores.

Ela utiliza uma variedade de técnicas de proteção da privacidade para permitir que o valor seja extraído dos dados, ao mesmo tempo que atende aos requisitos de conformidade.

#3 Plataformas nativas em nuvem

As plataformas nativas em nuvem são tecnologias que permitem construir novas arquiteturas de aplicativos resilientes, elásticas e ágeis – permitindo que você responda mais rapidamente às mudanças digitais.

Elas melhoram a abordagem tradicional de mudança para a nuvem, que hoje falha em aproveitar todos os benefícios da cloud e com frequência acabam adicionando complexidade à manutenção.

#4 Inteligência de Decisão

Trata-se de uma abordagem prática para melhorar a tomada de decisão organizacional. Ele modela cada decisão como um conjunto de processos, usando inteligência e análises para informar, aprender e refinar as decisões.

A inteligência de decisão pode apoiar e aprimorar a tomada de decisão humana e, potencialmente, automatizá-la por meio do uso de análises aumentadas, simulações e IA.

#5 Gestão de Mudança

Gestão de mudanças (do inglês Change Management) é o suporte automatizado para desenvolvimento, implementação e manutenção de componentes do sistema (a exemplo da regeneração inteligente, versionamento, controle de estado, controle de biblioteca, gerenciamento de configuração, gerenciamento de rotatividade, entre outros).

O “modelo tradicional” de gestão de mudanças não serve mais. O que até então seria uma abordagem eficiente de implementação de ITSM não vai gerar o resultado desejado porque existirão outras opções bem mais adequadas em muito pouco tempo. É urgente que as empresas olhem para a Gestão de Mudança (e para as melhorias trazidas pela ITIL v4), a fim de minimizar riscos ou qualquer impacto negativo no processo enquanto (e depois) que as mudanças ocorrem.

#6 Hiperautomação

Tão falada e talvez a principal tendência para 2022, a Hyperautomation permite escalabilidade, operação remota e disrupção do modelo de negócios.

A hiperutomação é uma abordagem disciplinada e orientada a negócios que as organizações estão usando para identificar, examinar e automatizar com velocidade o maior número possível de processos de negócios e TI. Ela envolve o uso orquestrado de várias tecnologias, ferramentas e plataformas (IA, Machine Learning, RPA, ferramentas low-code/no-code, entre outras).

A Run2biz é uma empresa que simplifica a Tecnologia da Gestão de Serviços na TI e outros departamentos para empresas que querem estar presentes no futuro. Sempre de olho nas tendências, oferecemos na plataforma 4Biz o que há de melhor em soluções tecnológicas simplificadas, modernas, inteligentes e que são eficientes e econômicas para os negócios que desejam durar. Clique aqui e conheça a Run2biz.

4 vantagens da terceirização na TI

A transformação digital foi acelerada pela pandemia. Empresas que apenas planejavam a digitalização tiveram que antecipar seus projetos e outras precisaram investir para continuar funcionando. O resultado foi uma conta que não fecha: um grande volume de vagas nas áreas de TI e um baixo volume de profissionais qualificados. A saída foi procurar soluções de terceirização para não parar no tempo e perder competitividade.

O gap foi contabilizado pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Em 2019, antes da crise sanitária provocada pela Covid-19, a tendência de crescimento na procura por profissionais com perfil tecnológico era de 8% a 9% por ano. Assim, na projeção daquele momento, seriam necessários 421 mil especialistas para ocupar todas as vagas que seriam abertas nos cinco anos seguintes, ou seja, até 2024. Para atender a essa expectativa seria necessário que 70 mil estudantes se formassem na área por ano, porém, apenas 46 mil estavam sendo capacitados anualmente e sem a experiência necessária para complexidade das funções.

Se a escassez já era considerável, a partir de 2020, o gargalo afunilou ainda mais e as empresas têm tido dificuldade em conquistar e reter os profissionais disponíveis no mercado. Por isso lançam mão da contratação para projetos pontuais, também chamado de outsourcing.

Os gestores muitas vezes encontram uma resistência à terceirização em razão do sentimento de perda do controle. Mas nos casos em que a parceria é bem estruturada, isso não deve ocorrer. Basta selecionar de maneira criteriosa os serviços a serem terceirizados.

Vantagens da terceirização

Conheça as principais vantagens da terceirização das equipes de TI:

1. Redução de custos

Seja para oferecer mão de obra especializada ou ferramentas de hardwares ou softwares, as empresas terceirizadas – e remotas – representam uma redução de custos operacionais, como recrutamento e treinamento de equipe ou, ainda, compra e manutenção de equipamentos – opção que pode representar uma economia em torno de 25% nesse quesito.

2. Acesso a profissionais qualificados

Empresas de TI que terceirizam seus serviços têm um quadro de profissionais mais qualificado e atualizado. Com o Agile e o ITIL v4 em alta, esses especialistas certificados estarão à disposição, oferecendo o melhor de seus conhecimentos por custos pré-definidos em contrato.

3. Foco no core business

Negócios de sucesso precisam direcionar todo o esforço para suas atividades fins. Assim, a terceirização em projetos ou para atividades meios são uma excelente alternativa, em especial para empresas de pequeno e médio porte que encontram o melhor custo benefício “alugando” equipes e equipamentos de TI.

4. Aumento da produtividade

Com uma equipe dedicada e altamente capacitada a atender demandas específicas de TI com agilidade, os demais setores se tornam mais produtivos e eficientes, inclusive o time de TI que poderá direcionar esforços para aspectos estratégicos, deixando o operacional para a empresa terceirizada.

E se essa provedora de Tecnologia está antenada com as novidades, o cliente se beneficiará da automação e hiperautomação de atividades com todo o suporte que IA e Machine Learning trouxeram para o momento pós-covid19.

Agora que você já sabe quais são as principais vantagens da terceirização da TI para seu negócio, agende um horário com um de nossos consultores e conheça as soluções que a Run2Biz oferece aos seus clientes com a chancela das melhores práticas de mercado e a implantação por nossos respeitados parceiros.

Do fracasso ao sucesso em projetos de ITSM

Empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação desejam ter uma solução de TI capaz de reunir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas. Entretanto, boa parte delas lidam com a frustração do fracasso em seus projetos de ITSM (Gestão de Serviços de TI).  

O ITSM é um conjunto de estratégias e ferramentas que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades da área de TI e, consequentemente, do negócio, com objetivo de aprimorar a maneira com que se entrega e se gerenciam os serviços de TI, podendo inclusive contar com a utilização de softwares especializados. 

Um dos principais objetivos das empresas, ao utilizar soluções de ITSM, é assegurar, entre tantos elementos, que os processos, os colaboradores e as tecnologias se alinhem de forma devida aos objetivos do negócio e seja criado um ciclo contínuo e saudável de geração de valor. Resumidamente, estamos falando de sair de uma TI reativa para uma TI diretamente ligada à estratégia de negócios da empresa.

As intenções de boa governança são as melhores, entretanto, há alguns gargalos e pontos críticos que podem colocar tudo a perder. Conheça alguns dos principais desafios a serem superados para levar projetos de ITSM ao sucesso:  

1 – Ceticismo

Toda mudança, principalmente organizacional, implica em romper padrões e crenças, e não seria diferente com um projeto de ITSM. Assim como todo processo de diagnóstico, planejamento e implantação pode esbarrar na suspeita de que será mais uma situação fracassada, em especial, se outras tentativas de gestão de serviços já tenham sido feitas.  

2 – Plano idealizado

As potencialidades de um projeto de ITSM fazem brilhar os olhos de qualquer CIO e é comum que o leque seja explorado além da própria capacidade de aplicação. Como se trata de uma escolha estratégica – como todas que envolvem a TI – e com aplicação e melhoria contínua, surge a necessidade de se desapegar de um plano idealizado. 

3 – Mito da solução rápida

As boas perspectivas de atender às necessidades primárias do negócio criam uma ansiedade para que o ITSM seja uma solução de rápida implantação nas organizações que não possuem uma estrutura de gestão de serviços. Este imediatismo vai contra a necessidade de um planejamento detalhado e minucioso dos objetivos e metas, levando em consideração a infraestrutura e as demandas atuais da empresa, além do escopo que será atendido pelo ITSM.

4 – Implementação definitiva

Outro equívoco que sabota as potencialidades do ITSM é considerar que, uma vez implementado, o projeto está concluído. Nada poderia estar mais distante da realidade. Ainda que as etapas de diagnóstico e planejamento tenham sido feitas com maestria, surgirão demandas após a implementação.  

5 – Hábitos sem atualização

É importante se conectar às novidades e atualizações nas melhores práticas. O ITIL 4, por exemplo, surgiu como uma maneira de melhor atender organizações que pretendem automatizar, simplificar e implementar (com sucesso), projetos de ITSM. As práticas Agile e DevOps, agora incorporadas ao framework, estão resultando em um processo experimental contínuo e focados na Gestão de Serviços e entrega de valor ao usuário final.

Rumo ao sucesso

Você já percebeu que diversas são as barreiras que podem levar projetos de ITSM ao fracasso, e ainda existem outras. O importante é ter em mente que na atual corrida frenética pela transformação digital, será um diferencial competitivo de grande valor aproveitar-se de estruturas que aumentam a produtividade e a entrega de valor e de resultados na Gestão de Serviços.   

Se você viu semelhanças entre os cinco pontos trazidos neste material e a realidade em seu trabalho ou empresa, recomendamos a leitura do e-book 6 Motivos que levam Projetos de ITSM ao Fracasso. Clique no banner abaixo e faça o download do seu guia completo!   

Motivos para ter ferramentas de ITSM na sua empresa nos próximos anos

A corrida pela transformação digital se tornou ainda mais frenética, razão pela qual, as organizações devem aproveitar melhor os benefícios de estruturas que já dispõem para aumentar a qualidade e a eficiência, como o gerenciamento de serviços de TI (ITSM – Information Technology Service Management, em inglês). À primeira vista pode não parecer, mas, na prática, todos os tipos de empresas passaram a usar soluções de ITSM a partir do momento em que os computadores começaram a fazer parte da infraestrutura dos negócios ainda que a estrutura atual não atenda aos objetivos esperados. Se você quer conhecer os motivos para contar com o apoio das ferramentas de ITSM, continue a leitura que vamos lhe contar tudo.

O que é ITSM?

O ITSM é um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades de um determinado setor – e, consequentemente, da empresa -, com objetivo aprimorar a maneira com que se aborda, entrega e gerencia os serviços de TI. Ou seja, a diferença agora é que atender ao telefone da TI ou configurar um novo recurso na base de dados passam a ser tarefas muito rasas e simplórias para tudo o que o ITSM pode e deve oferecer para os resultados das corporações. 

Independentemente do campo de atuação ou de seu tamanho, as empresas necessitam dispor de um setor de TI bem preparado e competente, capaz de convergir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas. Aliás, esse é o ponto mais importante do ITSM: gerar valor e dar governança. O gargalo está na configuração do ITSM que, não raro, está aquém das necessidades desejadas e, ainda quando bem implementado, costuma deixar de prever adaptações necessárias do planejamento original para o dinamismo das diversas áreas e perfis de usuários que atende. 

Roteiros dinâmicos e fim das lacunas

Os desafios podem ser superados com uma implementação de ITSM que preencha as lacunas por meio de roteiros dinâmicos alinhados às estratégias do negócio. O processo de ITSM é desenhado em razão das necessidades e perspectivas do usuário. Portanto, as solicitações são mais bem conectadas, a assistência é aperfeiçoada e os resultados se expandem. É um procedimento que procura um panorama sobre o todo. Desse modo, os profissionais de TI disponibilizam às organizações transparência em contextos como a conexão de serviços, as soluções ágeis e satisfatórias e a proteção de dados. 

Enquanto em diversas empresas a TI ainda é conceituada como o serviço encarregado por apagar incêndios, o ITSM a ergue a um grau mais preventivo e programado, devendo chegar ao estratégico. Isto é, o ITSM retira os profissionais da tecnologia do habitual “danificou – reparou” e os posicionam como fundamentais para a estratégia das empresas. Isso se torna possível com a consolidação de sistemas e ferramentas pulverizados em processos automatizados e coordenados com as necessidades, metas e objetivos de cada setor e da corporação como um todo.  

Dessa maneira, a equipe de TI pode assumir atividades como:

  • administrar a produção dos recursos vigentes e supervisioná-los para ações preventivas de suporte e/ou manutenção; 
  • esquematizar o desenvolvimento da empresa e suas receitas de maneira econômica e competente;
  • apresentar dissoluções particulares e tecnológicas para novos produtos;
  • unificar os divergentes setores de uma empresa e seus processos de trabalho, coordenando e gerenciando o conjunto de fluxos de geração de valor entre os diversos setores.

Novidade no mercado

A Run2biz oferece aos seus clientes a plataforma 4Biz Service Management, capaz de suportar as muitas necessidades das empresas, não só da área de TI. A plataforma 4Biz surgiu em 2020, como uma excelente alternativa de ITSM e ESM para o mercado brasileiro e internacional (a exemplo de outros produtos de mercado).  Com a 4Biz é possível otimizar a conexão entre colaboradores e tecnologias para o gerenciamento eficaz de serviços, melhorando os resultados do negócio. Quer saber mais? Agende seu horário com um de nossos consultores. 

Conheça três vantagens do Enterprise Service Management (ESM)

Foi o tempo em que o departamento de tecnologia era chamado de Centro de Processamento de Dados (CPD) e cuidava, particularmente, dos computadores ou corrigindo bugs de programas. Agora, a equipe de Tecnologia da Informação (TI) participa das estratégias e das soluções mais eficientes e produtivas de outras áreas das empresas. 

Em plena era da transformação digital, diversos setores podem se beneficiar das melhores práticas de TI para otimizar processos e maximizar o desempenho. É o chamado Enterprise Service Management (ESM), ou, em português, governança em serviços. 

Na prática, trata-se da aplicação dos conceitos, ferramentas, processos e até da filosofia do Gerenciamento dos Serviços de TI (ITSM – Information Technology Service Management) em departamentos como recursos humanos, marketing, contabilidade, vendas, jurídico, entre outros. O que antes era considerado como práticas exclusivas dos técnicos de TI, agora dão suporte para alavancar todo ambiente de trabalho.

As crescentes demandas e exigências dos consumidores – internos e externos – exigiram que as organizações repensassem como atender bem, com celeridade e eficiência. A partir da boa experiência do ITSM, surge a iniciativa de levar a inovação para além das paredes do antigo CPD. O resultado é a criação de vantagens competitivas aos departamentos e seus funcionários e, por consequência, colaborar com a entrega e o atendimento dos clientes com a melhoria do suporte, a automação dos fluxos de atividades, tanto administrativas quanto burocráticas. 

Conheça três vantagens em investir em Enterprise Service Management em sua empresa. 

1. Redução de custos operacionais

As estruturas de ITSM aplicadas às outras áreas da empresa permitem uma integração dos processos de cada uma delas, simplificando a estrutura e os fluxos. Sendo assim, exige menos investimentos em plataformas diversas e reduz o gasto de tempo e energia com redundância de atividades. O encolhimento dos gastos também colabora com o retorno sobre o investimento (ROI) nas soluções de ITSM em toda a empresa.  

2. Governança padronizada e transparente 

Historicamente, cada departamento adota seus próprios métodos de gestão, um obstáculo considerável, em especial, quando a empresa cresce. A partir da boa implementação de ESM, a abordagem passa a ser padronizada e uniforme nos fluxos de trabalhos, facilitando, inclusive, a integração das áreas.

Outro ponto importante é a transparência na gestão, sonho de todo gestor. Com o ESM, não só a realização desse “sonho” é possível, como também identificar brechas nos processos, conhecer e corrigir pontos críticos mais rapidamente, e conhecer qual o valor agregado por cada colaborador e cada equipe.  

Atualmente, ferramentas ESM que usam padrões e notações globais de definição de processos de negócio facilitam e geram muito valor as empresas porque trazem o melhor de dois mundos: notações da área de processos e a agilidade da área de TI. Isso é possível porque o ESM substitui recursos de BPM (Business Process Management), de implementação complexa, por outros bem mais eficientes e de fácil entendimento para os usuários focados em negócios. 

3. Melhoria nos canais de comunicação e suporte

O atendimento ao cliente é, certamente, o maior valor agregado do ESM. Quando uma empresa tem uma boa coordenação de processos em todos os departamentos e é transparente, a consequência natural é uma prestação de serviços mais adequada ao consumidor final. O foco está na boa experiência do usuário – a User Experience – é um diferencial significativo para qualquer corporação que queira prosperar. A central de suporte conecta positivamente demandas redundantes a informações consistentes e rápidas, deixando os colaboradores atenderem às solicitações mais complexas e que agregam mais valor. 

A Run2biz se preocupa em oferecer aos seus clientes os recursos tecnológicos mais eficientes para aprimorar as operações em toda a empresa e aumentar a performance e a produtividade. Confira mais artigos no nosso blog

4 fases do ciclo de geração de valor pela IA nas empresas

A mídia tem falado muito sobre Inteligência Artificial, principalmente em como as empresas precisam fazer uso desta nova onda tecnológica. Só que no meio deste tanto de informação, ainda falta clareza sobre um ponto: como gerar valor real para minha empresa e atingir os resultados desejados? Se você quer conhecer exemplos práticos, continue a leitura deste post que vamos mostrar 4 fases do ciclo de geração de valor pela IA nas empresas!

No artigo da MITSloan Magazine “How Leading Organizations Are Getting the Most Value From IT” (em português: “Como as organizações líderes estão obtendo o máximo valor da TI”), é dito o seguinte: “Muitas das decisões de investimento mais importantes que os CEOs enfrentam atualmente estão relacionadas à tecnologia. Esse não foi o caso há alguns anos. Mas agora toda empresa é, de fato, uma empresa de tecnologia e todo CEO, um CEO de tecnologia.”

Hoje, decisões de tecnologia não são mais exclusivas dos executivos de TI, envolvem toda a organização, não só na decisão, mas na execução também. A transformação digital não é exclusiva da TI, é uma necessidade de toda a organização.

Então, continue lendo, pois independente de sua posição, Inteligência Artificial é assunto para todos.

APRENDA, MELHORE, INOVE E ENGAJE

Aprender, melhorar, inovar e engajar são as quatro fases que lhe permitirão ir ao infinito e além!

APRENDA – Análise de grande volume de dados e produção de insights

Com certeza um dos pontos mais importantes da IA é sua incrível capacidade de gerar valor pelo insight de grande volume de dados. Essa capacidade, obviamente apoiada pelo conceito de Big Data, pode ser usada para entender o comportamento de consumidores, individualmente, em grupos ou o todo. Com isso podemos prever situações e comportamentos e melhorar produtos, ou seja, podemos potencializar nossa capacidade operacional de acordo com os insights obtidos, e isso com o intuito de além de melhorar desempenho, obter maior lucratividade e se posicionar melhor em segmentos competitivos.

Em si, apesar de estarmos falando do potencial e dos valores gerados pela IA, uma coisa é fundamental: dados. Sem os dados não existe IA que funcione, então, antes de iniciar qualquer projeto de IA, verifique se possui ou conseguirá produzir os dados necessários para que se consiga gerar valor com seus projetos de IA.

Um dos pontos importantes neste processo de aprendizagem é descobrir sua relação com seus clientes, identifique quem entrega maior retorno e passe a atendê-los com mais atenção. Descubra quem tem potencial de comprar mais e crie modelos de engajamento. Enfim, aprenda para se tornar mais eficiente.

MELHORE – Transformação das cadeias de valor (transformação operacional)

Primeiramente, é importante entender o conceito de cadeia de valor: Uma cadeia de valor representa o conjunto de atividades desempenhadas por uma organização desde as relações com os fornecedores e ciclos de produção e de venda até à fase da distribuição final. 

O valor entregue a um cliente, seja ele através de produto ou de serviço é, portanto, o resultado do trabalho de toda uma cadeia, ou seja, todos que participaram com atividades ou insumos (desde matéria prima, fabricação ou transformação, embalagens, marketing, venda, suporte, atendimento ao cliente, entre outras) e que no final faz da saída algo que tem sentido para o cliente e representa grande valor.

Agora que você entendeu o que representa a cadeia de valor, imagine o potencial de utilização de IA neste contexto. São inúmeras as possibilidades, desde o uso de ferramentas de workflows cognitivos que fazem uso de algoritmos de machine learning, ajudando em cada etapa do processo produtivo, até o uso de computação visual para validação de etapas ou a própria qualidade do produto. 

Há um grande potencial de ampliação da competitividade e diferenciação pela transformação das atividades operacionais com o uso de IA. Todas as atividades operacionais podem ter apoio por IA, independentemente do tipo de atividade. Melhorias podem ser aplicadas desde a completa automação até o apoio ao ser humano envolvido.

INOVE – Transformação nos modelos de negócio 

Reunindo todos os insights com a análise de dados e com o poder transformacional na operação, surgem agora possibilidades de inovação. O processo de experimentação e validação, com apoio de IA, é mais eficiente e permite que novos modelos sejam testados rapidamente. E é o que os novos consumidores estão esperando pois estão sedentos por novidades, bem como estão mais exigentes, querendo produtos de melhor qualidade.

Um exemplo interessante da transformação no modelo de negócio é a Nike, que lançou em 2018 a loja Nike House of Innovation, na Quinta Avenida em Manhattan, onde busca mexer com as emoções, cativando e envolvendo todos os sentidos de seus clientes. Além também de a Nike criar inúmeros aplicativos que são integrados a sensores nos tênis e demais artigos esportivos, que mais tarde combinam essas capturas em grandes “Big Datas” que são processados por Machine Learning e, no final, oferecem experiências além de uma simples fabricante de artigos esportivos. Esse é sem dúvida um exemplo da transformação de um modelo de negócio baseado em artigos esportivos que migra para um modelo de negócio das experiências.

Independentemente de qual seja seu modelo de negócio, a inovação é algo que pode ser atingido com o uso adequado de ferramentas certas.

ENGAJE – Melhores experiências aos clientes (transformação da experiência)

As experiências serão transformadas. Com os insights produzidos pela análise de dados, bem como o aprendizado em tempo real adquirido com os usuários e clientes a medida que usam apps, web sites ou sites de vendas, podemos moldar ofertas e descontos, criando maior engajamento e não só ampliando as possibilidades de vendas, mas a fidelização e o encantamento de clientes e usuários.

As experiências são o poder atual de diferenciação no mercado competitivo, e existem várias formas de oferecer experiências, seja no momento da compra, seja no atendimento ao usuário, seja no pós-venda, ou no outbound (ações proativas de acesso aos compradores), mas principalmente oferecendo canais rápidos, simples e eficientes de o próprio usuário realizar seus serviços (trocas, devoluções, etc.) e suas interações com a empresa.

O uso de chatbots é um canal inicial para conectar de forma fácil e eficiente essa experiência com o cliente. Tenha em mente que o uso de chatbot não é apenas para a redução de custos operacionais – apesar de ser um benefício importante – não deve ser o objetivo principal, pois de nada resolve reduzir custos piorando a experiência do cliente. Alinhe ambas as estratégias, mas foque em oferecer experiência adequada ao seu cliente.

Também é importante entender que chatbot é o caminho que muitas empresas estão usando atualmente como ponto de partida, mas a jornada de experiência do cliente é maior e mais completa e envolve muitos outros fatores que devem se somar, para promover melhores experiências, como exemplo: soluções adequadas de atendimento ao usuário sob o conceito de multicanais, fluxos internos de trabalho integrados à toda a cadeia de valor, machine learning preditivo influenciando gostos e formas de interação, entre outros. 

Várias técnicas de IA podem ser somadas para alcançar o objetivo de engajar o cliente com sua empresa ou marca.

Conclusão

A inteligência é o ativo mais importante nas organizações modernas, e digo isso, pois a inteligência humana combinada com a inteligência artificial, trazem hoje infinitas possibilidades. Seja pela entrega da capacidade de predição e precisão da IA que potencializam significativamente as ações proativas, seja pela capacidade criativa do ser humano, que através de insights, consegue propor novos modelos e validá-los rapidamente com apoio de dados. 

Estamos iniciando a era da Inteligência, a soma de IH + IA. Use esse poder com moderação!

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Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz

Conheça as principais tendências tecnológicas para os próximos anos

A Deloitte na 11ª edição do estudo anual Tech Trends 2020, traz um resumo interessante das tendências tecnológicas para os anos que virão, sendo elas classificadas em “Facilitadoras”, “Fundação”, “Disruptoras” e “Emergentes no Horizonte”.

Já o Gartner no artigo “Top 10 Strategic Technology Trends for 2020: A Gartner Trend Insight Report”, traduzido para “As 10 principais tendências estratégicas de tecnologia para 2020: um relatório do Gartner Trend Insight” traz uma distribuição de tendências em 2 partes: uma centrada nas pessoas e outra centrada nos espaços inteligentes. 

Líderes de todos os setores agora elevam a tecnologia rotineiramente a uma prioridade estratégica de negócios. A capacidade de uma organização de explorar a tecnologia a seu favor determinará sua sobrevivência.

Se você deseja conhecer os pontos mais importantes extraídos destes 2 documentos e as principais tendências tecnológicas, continue a leitura do nosso post!

1. Tendências Facilitadoras

As tendências facilitadoras são forças capacitadoras que apoiam e permitem impulsionar a ruptura de negócios, modelos operacionais e mercados.

Experiência digital e Multiexperiência

Segundo o Gartner “até 2028, a experiência do usuário passará por uma mudança significativa na maneira como os usuários percebem o mundo digital e como eles interagem com ele”.

Segundo a Deloitte, “a experiência digital continua sendo um fator crítico da transformação da empresa – de fato, 64% dos participantes da pesquisa global de CIO da Deloitte em 2018 dizem que as tecnologias digitais afetarão seus negócios nos próximos três anos”.

Essa tendência concentra-se fortemente na criação de interações mais centradas no ser humano – incluindo funcionários, parceiros de negócios e clientes. A experiência multissensorial, multidispositivo e multitoque, conectando o físico com o digital está alinhado ao futuro da multiexperiência. Essa é a tendência real, o design orientado ao humano, não necessariamente as tecnologias que o habilitarão, mas o design corporativo que se estabelecerá para atender essa orientação.

Com a ajuda de várias tecnologias conectadas e da extração de dados, incluindo Inteligência Artificial, com Machine Learning e computação visual, conseguiremos criar experiências digitais personalizadas e emocionalmente inteligentes com base no comportamento, preferências e emoções dos indivíduos.

Cloud Computing / Distributed Cloud

Conforme indicado pela Deloitte, “Como previmos em 2017, o uso da nuvem, que se estende além da infraestrutura, deu origem a tudo como serviço, permitindo que qualquer função de TI se torne um serviço baseado em nuvem para consumo corporativo”.

E como previsto pelo Gartner, “o provedor de nuvem pública assume a responsabilidade pela operação, governança, manutenção e atualizações”. 

Nesse mundo híbrido, onde temos o melhor das tecnologias ofertadas como serviço, há o blockchain, Machine Learning, computação visual, orquestração de conteiners, serverless, entre outros tantos recursos tecnológicos, tudo isso representando fontes de inovação avançada e acelerada, que nos convidam a ser estratégicos e focar nos objetivos de negócio que precisam ser atendidos, no curto, médio e longo prazo. 

Em si, o que a Cloud habilita são meios rápidos para a inovação, os recursos que antes demorariam tempo, hoje estão disponíveis rapidamente e podem ser usados quando, onde e pelo tempo que forem necessários.

2. Tendências de Fundação

Negócios de Tecnologia (Reengenharia da Tecnologia “com T maiúsculo”)

Segundo a Deloitte, “o negócio da tecnologia – a maneira como a TI opera – está evoluindo à medida que a tecnologia e as estratégias de negócios convergem. À medida que as empresas buscam cada vez mais reengenharia de TI, não apenas para oferecer excelência operacional, mas também em parceria com funções de negócios para impulsionar a criação de valor, muitas equipes de TI estão mudando seu foco da entrega de projeto para resultados de produtos e negócios e adotando metodologias de desenvolvimento que permitem a colaboração, como Agile e DevOps.”

Esse é um movimento importante, visto que se trata da fundação da nova forma de alinhamento da TI, e neste ponto surge um conceito importante: “Governança Digital”, onde a governança não é vista apenas como “padronizadora”, mas agora tem as funções importantes: padronização, automação e aceleração. Ela é condutora. O livro “Liderando na Era Digital” (dos autores George Westerman, Didier Bonet e Andrew McAfee) introduz este conceito e explica como grandes empresas tradicionais estão usando o digital para obter vantagens estratégicas e competitivas.

Modernização Central (Remodelando o coração dos negócios)

Segundo a Deloitte, “A modernização do núcleo reflete as pressões contínuas que a transformação digital, as expectativas do usuário e os algoritmos de uso intensivo de dados exercem sobre os sistemas principais nos setores de front, mid e back office. Seja em finanças digitais, uma cadeia de suprimentos em tempo real ou um sistema de gerenciamento de relacionamento com clientes, os principais sistemas suportam os principais processos de negócios”.

As organizações de TI precisam reduzir suas dívidas técnicas e os sistemas legados não permitem agilidade para inovar e escalar. Muitas organizações estão partindo para o conceito do ERP de próxima geração, ERP pós-moderno ou modernização das plataformas legadas. Essa é uma tendência importante, e de fundação, pois independentemente do termo adotado pelo mercado, estamos falando de capacidades tecnológicas corporativas, e da habilidade que a empresa terá de responder as questões de mercado que se tornam cada vez mais urgentes e dinâmicas.

Democratização da tecnologia

Segundo o Gartner, “democratização é proporcionar às pessoas acesso a conhecimentos técnicos ou de domínio de negócios por meio de uma experiência radicalmente simplificada e sem a necessidade de treinamento extensivo e dispendioso”. O incremento de sistemas de desenvolvimento de baixo código, assistentes virtuais baseados em IA e modelos de tomada de decisão de fácil uso são aspectos importantes da democratização.

O alvo da tendência de democratização pode ser qualquer pessoa, dentro ou fora da empresa, incluindo clientes, parceiros de negócios, executivos, vendedores, colaboradores, desenvolvedores de aplicativos ou profissionais de operações de TI. A ideia é ampliar liberdade e empoderamento, permitindo maior eficiência e agilidade em escala aberta dentro da cadeia de valor.

3. Tendências Disruptoras (ou transformadoras)

Tecnologias cognitivas / Hiperautomação

Segundo a Deloitte, “Tecnologias cognitivas, como aprendizado de máquina, redes neurais, automação de processos robóticos, bots, processamento de linguagem natural, redes neurais e o domínio mais amplo da IA, têm o potencial de transformar quase todos os setores. Essas tecnologias personalizam e contextualizam a interação humano-tecnologia, permitindo que as empresas forneçam informações e serviços personalizados baseados em linguagem e imagem com o mínimo – ou nenhum – envolvimento humano.”

Segundo o Gartner, “A hiperautomação concentra-se em tarefas, processos e automação organizacional usando uma variedade de ferramentas. Um estado futuro hiperautomatizado pode ser alcançado apenas por meio de práticas e ferramentas de trabalho hiperágil”. O uso da hiperautomação depende da arquitetura de TI adotada e liberada.

As tecnologias cognitivas e a hiperautomação de fato tem um poder transformador nas empresas, pois a ideia é trazer ganhos de produtividade internos e ao mesmo tempo liberar atenção e apoiar o foco no humano, principalmente nas interações com clientes, permitindo inclusive possibilidades de reajuste em modelos de negócio já existentes.

Aprimoramento humano

Segundo o Gartner, “O aprimoramento humano explora como a tecnologia pode ser usada para fornecer aprimoramentos cognitivos e físicos como parte integrante da experiência humana. Em vez de computadores e aplicativos serem algo fora da experiência humana normal, eles se tornam uma parte natural –  e às vezes necessária – da experiência humana cotidiana. O aprimoramento humano também inclui fatores de bioengenharia que vão além da exploração de computadores e aplicativos”.

Tecnologias wearables, IA, alto-falantes inteligentes, computação visual, voice interfaces, speech recognition são exemplos que demonstram a já iniciada aplicação real neste sentido.

Blockchain prático

De acordo com o Gartner, “Um blockchain é um tipo de livro distribuído. Um livro distribuído é uma lista cronologicamente expandida de registros transacionais irrevogáveis ​​assinados criptograficamente e compartilhados por todos os participantes de uma rede”.

O Blockchain é uma prioridade de tecnologia crítica para mais da metade dos participantes da Pesquisa Global de Blockchain de 2019 da Deloitte, um aumento de 10 pontos em relação a 2018. Ele permite uma arquitetura de confiança distribuída que possibilita às partes não confiáveis ​​a realização de transações comerciais com mecanismos de validação descentralizados.

4. Tendências Emergentes no Horizonte

Computação Quântica

A Deloitte preconiza que “Para a computação quântica, as propriedades especiais desses bits quânticos, ou qubits, têm o potencial de criar mudanças exponenciais. Ao manipular partículas individuais, os computadores quânticos poderão resolver certos problemas altamente complexos que são muito grandes e confusos para os supercomputadores atuais – da ciência de dados à ciência dos materiais”.

Já de acordo com o Gartner, “A tendência emergente da computação quântica pode ter um impacto significativo na inteligência artificial, aprendizado de máquina e negócios”. O futuro da computação quântica é computadores capazes de resolver tarefas cada vez mais complexas em tempos cada vez menores, abrindo um horizonte de infinitas possibilidades.

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Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz

Como reduzir o estresse com a gestão de TI? Saiba mais!

gestão de ti

Reduzir o estresse com a gestão de TI é o desejo e até mesmo o sonho de muitos gestores. Atingir esse objetivo, no entanto, muitas vezes parece ser algo distante, especialmente em razão da grande complexidade que é inerente a essa área.

Mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, é possível diminuir o estresse com a gestão de TI, sendo que, para tanto, é necessário buscar as melhores estratégias capazes de trazer melhorias na área, a fim de reais ganhos dentro da empresa como um todo.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema e descobrir quais estratégias podem ser adotadas para diminuir o estresse com a gestão de TI, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Veja!

Automatizar e orquestrar processos

Uma maneira rápida e eficaz de diminuir o estresse com a gestão de TI é por meio da automação e orquestração de processos. Nesse caso, há a substituição das atividades humanas realizadas de forma repetitiva por automação de software.

Ao automatizar e orquestrar processos, o risco de erro humano é reduzido drasticamente e, ainda, níveis melhores de agilidade são atingidos. Com isso, o gestor tem mais tempo para realizar atividades de maior relevância e valor agregado.

Dessa maneira, a automatização dos processos é capaz de aumentar a performance de toda a equipe, bem como satisfazer às necessidades dos clientes, uma vez que é possível atuar de forma mais rápida no aprimoramento da qualidade dos serviços.

Integrar os sistemas da empresa

Uma outra forma de reduzir o estresse com a gestão de TI é realizando a integração entre os sistemas da empresa. Trata-se, na realidade, de uma forma de apoiar a automação e a orquestração de processos — fator que possibilita ganhos como a modernização de interfaces e a diminuição de erros.

Vale salientar, no entanto, que nesse caso não é preciso que a companhia lance mão de investimentos extras, uma vez que a ideia principal é justamente manter e potencializar os investimentos que já foram feitos em sistemas e softwares diversos.

Realizar a terceirização de toda ou parte da TI

A terceirização da TI, seja em parte ou totalmente, é uma medida que altera a rotina da companhia positivamente, uma vez que a deixa mais produtiva, flexível e ágil. Além disso, ainda é capaz de proporcionar uma significativa redução de custos.

Cada empresa deve analisar as suas necessidades, especialmente se deve e qual área a ser terceirizada. De forma geral, esse tipo de procedimento costuma gerar grandes benefícios. A terceirização faz com que tanto o gestor quanto o colaborador da empresa contratante tenham mais tempo para focar no que é prioridade — o que é capaz de diminuir os custos do negócio e aumentar o desempenho da área.

Essa medida, inclusive, é uma excelente opção para momentos de crise, uma vez que os colaboradores e seus encargos não estão sob a responsabilidade da empresa que contrata a terceirização. Com isso, a companhia economiza bastante no tocante aos custos trabalhistas, que por sinal são bem elevados no Brasil.

Promover o autosserviço

Mais uma boa maneira de reduzir o estresse com a gestão de TI é por meio do autosserviço, uma vez que a necessidade de indivíduos serem contratados para receberem pedidos de algumas ações e executá-las em outras posições mais produtivas é eliminada.

O próprio solicitante preenche as informações de que precisa, especialmente em razão da utilização de automações e integrações, na maior parte das vezes já se torna possível completar a operação desejada. Essa medida, além de reduzir o estresse com TI, gera economia, pois não é necessário ter uma pessoa para realizar essa função, além de ser mais rápido e satisfatório ao solicitante que, por sua vez, não precisa esperar por muito tempo.

Autoatendimento e chatbots

Vale ressaltar ainda que o autosserviço é bastante útil dentro de toda a cadeia de valor. Por essa razão, pode ser aplicado, por exemplo, para fornecedores, colaboradores e clientes. Dentro do conceito do autosserviço também há o autoatendimento que, por sua vez, é capaz de reduzir do estresse com o setor. No setor de TI muitas pessoas entram em contato não apenas na solicitação de serviços, mas também na resolução de dúvidas.

Para solucionar esse problema, é possível utilizar um software eficaz que utiliza ferramentas de diálogo automatizadas. Também conhecidas por chatbots, essas soluções ajudam a guiar o usuário e, nos casos em que são integradas às automações, elevam consideravelmente o seu desempenho. 

Virtualize servidores

A virtualização consiste em uma técnica que tem como objetivo a execução de trocar um ou mais servidores físicos por virtuais. Um exemplo que ajuda a entender melhor a virtualização é a utilização da nuvem, uma vez que os dados que eram guardados em um servidor físico são transferidos para um ambiente virtual. Este, por sua vez, conta com diferentes vantagens, como a possibilidade de backup automático, bem como a criptografia dos dados.

A Cloud Computing, por exemplo, conta com serviços importantes que apoiam na automação e, sem dúvidas, diminuem o estresse com a gestão de TI. Isso ocorre porque o risco de perder dados diminui consideravelmente e, por outro lado, a segurança dos dados é aumentada. Além disso, mais um de seus benefícios é a redução de custos relacionados com armazenamento e os dispositivos de hardware necessários ao servidor físico.

SaaS

Dentre desse conceito também há o SaaS (Software as a Service). Essa é mais uma opção interessante de diminuir o estresse com TI, passando a pagar por aquilo que efetivamente é utilizado em um sistema de gestão de serviços da TI (ITSM). Isso acaba de uma só vez com preocupações com servidores, bancos de dados, módulos de sistemas, etc.

Agora que você já sabe como reduzir o estresse com a gestão de TI, deve ter percebido que se trata de uma tarefa mais simples do que você imaginava, não mesmo? Então, coloque as nossas dicas em prática o quanto antes para que seja possível usufruir de todos os seus benefícios e atingir o resultado desejado.

Se você gostou do assunto deste post e também deseja saber como reduzir os custos na área da TI, continue em nosso blog e confira todos os detalhes sobre o tema!