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Gestão de ativos de TI: solução para empresas eficientes.

Você sabe o que softwares, links de dados, servidores e sistemas têm em comum no mundo da TI? São alguns dos ativos fundamentais para as operações de quase todos os tipos de empresas e, por consequência, devem ter um modelo de gestão para cumprir a missão de servir ao negócio, um verdadeiro desafio para um contexto de atualizações cada vez mais rápidas e complexas.

A gestão de ativos de TI, também conhecida como ITAM, do inglês IT Asset Management, consiste na reunião de práticas corporativas que incorporam os ativos de TI nas unidades de negócios dentro da organização. Isso quer dizer, em outras palavras, que não se trata apenas de um inventário em uma planilha, mas de um monitoramento preciso que tem início antes mesmo do ativo ser adquirido.

Todos os componentes físicos e virtuais devem ser mapeados e organizados de tal maneira que se saiba a localização de cada notebook, que usuários usam determinadas licenças – e quando elas vão expirar, quais componentes estão interligados e até quando um novo data center deverá ser contratado para o aumento da demanda. É este mapeamento que gera o CMDB (Configuration Management Database).

Fazem parte das boas práticas de ITAM, além do mapeamento minucioso de cada ativo:

#1 – Controle do ciclo de vida

A gestão eficiente de softwares, hardwares e sistemas depende de compreender suas participações em cada fluxo de atribuições, localização e durabilidade. Saber e controlar o ciclo de vida gera uma previsibilidade de recursos financeiros que serão alocados, do planejamento ao descarte, para manter o bom funcionamento de toda a TI de uma empresa.

#2 – Automatização de alertas

A boa notícia é que grande parte do monitoramento pode ser automatizado a partir do ITAM, criando alertas que identifiquem qual ação é necessária ao tipo de ativo específicos, liberando a equipe para outras atividades e para chamados de suporte imprevistos.

#3 – Manutenções e suporte programados

Um dos objetivos de implementar o ITAM é a redução de custos com manutenções de urgência e de riscos com interrupções do funcionamento dos ativos. A prevenção é o caminho, fazendo manutenções e criando rotinas de suporte que mantenham tudo rodando bem. 

O ITAM não é uma solução que funciona isolada, muito pelo contrário. Para entregar tudo o que pretende deve estar vinculada a uma solução mais abrangente, como o ITSM (ou Gerenciamento de Serviços de TI). Enquanto o ITAM se concentra no gerenciamento dos aspectos financeiros, contratuais e logísticos de um ativo de TI ao longo de seu ciclo de vida, o ITSM se concentra na entrega de serviços.  

Para completar a infraestrutura, para lidar com as rotinas das atividades diárias, entra em cena um subconjunto de ITSM, o Gerenciamento de Operações de TI (ITOM), incluindo todas as tecnologias e aplicativos. O ITOM fica responsável por abarcar atividades como gerenciamento de aplicativos, gestão de mudança, gerenciamento de operações, processos e funções de controle, práticas escalonáveis, medições e controle, todas elencadas no ITIL (Information Technology Infrastructure Library), framework mais comum de soluções ITSM.

Benefícios

Conheça agora 4 benefícios que toda empresa pode obter a partir da Gestão de Ativos de TI:

  1. Redução de custos: a Gestão de Ativos de TI permite um controle mais preciso e eficiente dos ativos da empresa, evitando gastos desnecessários com softwares e hardwares que não estão sendo utilizados ou que estão próximos do vencimento.
  2. Melhoria da produtividade: ao contar com uma TI eficiente e bem gerenciada, os colaboradores têm acesso a tecnologias atualizadas e podem focar em suas atividades, sem ter que lidar com problemas de hardware e software desatualizados ou quebrados.
  3. Redução de riscos: a Gestão de Ativos de TI permite uma melhor visibilidade dos ativos da empresa e seu estado atual, minimizando os riscos de perda ou roubo de equipamentos, além de garantir a conformidade legal.
  4. Tomada de decisões estratégicas: com informações precisas sobre a infraestrutura de TI da empresa, os gestores podem tomar decisões mais bem embasadas e estratégicas para o negócio, garantindo que a TI esteja alinhada com os objetivos e necessidades da empresa.

Quer contar com uma excelente parceria nesta jornada? Conheça a plataforma 4Biz, desenvolvida pela Run2Biz, ela é a solução que sua empresa precisa para a melhor gestão de sua TI. Agende com um de nossos consultores e saiba mais.

MSP explicado: a importância dos Managed Service Providers

Empresas de todos os tipos de segmento oferecem aos seus clientes mil possibilidades e serviços por meio de sistemas informatizados e soluções tecnológicas. A disponibilidade e a segurança desses sistemas dependem da implementação, manutenção e monitoramento constantes para evitar a interrupção do acesso e até a ação nociva de hackers. Continue essa leitura e saiba tudo sobre Managed Service Providers (MSP)!

Por muito tempo, o time de TI voltado para o suporte tinha como missão apagar os incêndios que apareciam, o conhecido modelo break-fix. As ações reativas emergenciais tinham um alto custo para as empresas, com horas extras, providências manuais e investimentos não previstos em soluções que garantissem a retomada do funcionamento adequado no menor tempo possível, sem contar o custo de credibilidade e confiança dos clientes, que se sentem insatisfeitos todas as vezes que não conseguem acessar o serviço que precisam.

Novo modelo

O padrão break-fix está definitivamente ultrapassado. Não há mais espaço para agir somente quando o problema aparece e tão pouco permitir que as situações estressantes e improdutivas façam parte da rotina dos profissionais de TI. Também deixou de fazer sentido investir em soluções inovadoras e efetivas apenas quando não se tem espaço para planejamento e boas práticas. A norma agora é agir com previsibilidade e antecipação.

Foi nesse contexto de desafios, ainda na década de 1990, que emergiu no mercado de TI os Provedores de Serviços Gerenciados (ou Managed Service Providers – MSPs), empresas especializadas na oferta de soluções tecnológicas, serviços ligados à tecnologia, monitoramento proativo e prevenção de incidentes e riscos. Os MSPs têm equipes preparadas para atender às demandas que preservam a segurança e a continuidade da oferta de serviços, amparando negócios que não dispõem nem de um time capacitado, nem de recursos financeiros disponíveis para o mesmo tipo de necessidade. Trata-se de uma mudança de modelo de negócio, até porque os MSPs são mais que tecnologia: atuam diretamente e contribuem para a mudança de cultura das organizações que os contratam.

Os provedores são terceirizados para gerenciar remotamente a infraestrutura de TI de um cliente e os sistemas voltados aos usuários finais. É bastante comum, inclusive, que os MSPs sejam especializados, ou seja, atuem em segmentos específicos como o armazenamento de dados, administração remota de firewall ou até de impressão. O foco é ofertar serviços conforme a exigência do cliente naquele momento específico.

Benefícios oferecidos pelos MSPs

A contratação de MSPs têm diversas vantagens para negócios de todos os portes. Merecem destaque 5 benefícios:

1. Redução de custos com profissionais

A terceirização minimiza o custo de profissionais de TI especializados e em quantidade necessária para atender às demandas de monitoramento e solução de riscos iminentes.

2. Menores investimentos em serviços especializados

Ao invés de investir alto em sistemas e infraestrutura de backup, as empresas adquirem acesso aos serviços especializados com valores muito mais acessíveis.

3. Maior segurança e estabilidade de sistemas

É a garantia necessária para preservar a continuidade da oferta aos usuários finais e preservar a credibilidade e confiança deles em portais de serviço, e-commerce, intranet, ERP, entre outros.

4. Segurança na aplicação de tendências emergentes

Os times terceirizados empenhados nas soluções de questões inovadoras em outros cenários estão preparados para as alternativas mais eficazes e eficientes.

5. Fácil acesso a novidades do mercado de TI

Os profissionais de MSPs estão atualizados para apresentar as melhores práticas para cada tipo de necessidade e perfil de negócio.

Daniel Takai, da Ninecon, empresa MSP que disponibiliza ao mercado soluções da Run2biz explica melhor as vantagens. “As equipes especializadas conseguem ter maior agilidade no desenvolvimento de produtos e maior agilidade nas implementações, aumentando também a qualidade da entrega e a satisfação do cliente”, afirma Takai.


As equipes especializadas conseguem ter maior agilidade no desenvolvimento de produtos e maior agilidade nas implementações, aumentando também a qualidade da entrega e a satisfação do cliente.

Daniel Takai, Gerente de Marketing da Ninecon.

Por que contratar um MSP?

A principal diferença entre o modelo break-fix e MSP está na previsibilidade e antecipação diante de adversidades como indisponibilidade ou invasão de sistemas, por exemplo. No primeiro caso, o problema já está instalado, precisa de solução imediata e é bem provável que provocou a insatisfação do cliente.

No MSP, o monitoramento é constante e pode ser feito por meio da automação dos processos oferecidos, inclusive com o uso de recursos da Inteligência Artificial, Business Intelligence (BI) e Workflows, práticas rotineiras em soluções ITSM, muito utilizadas por MSPs. As manutenções programadas criam rotinas que identificam erros e instabilidades antes que se tornem problemas urgentes. De igual maneira possibilita o backup e a restauração sempre que necessários, garantindo a segurança dos dados e a estabilidade para o usuário final.

Por não estarem constantemente direcionados às funções imprevistas e urgentes, os profissionais – internos e terceirizados – podem investir no aprendizado e nas experiências das tendências e alternativas mais criativas e inovadoras, melhorando a experiência dos usuários. Sem contar que, quando se usa uma equipe externa, os gestores podem usar os recursos sobressalentes do modelo break-fix para investir em tecnologias mais modernas ou em melhorias nas outras áreas da empresa.

Segundo pesquisa recente da Apps Associates com líderes de TI, a contratação de MSP representou aumento na segurança em TI para 86% dos pesquisados. O mesmo percentual avaliou que a TI pode se concentrar nas inatividades críticas dos negócios. A migração para nuvem foi outro ponto avaliado positivamente por 84% dos participantes e 83% identificaram que o MSP permitiu a melhoria da moral e colaborou para a retenção da equipe interna de TI.

Como funciona a contratação?

Os serviços oferecidos por um MSP têm dois formatos principais: contrato por ocorrências/projetos avulsos ou por pacote de serviços, tal qual um sistema de assinatura. No primeiro caso, há um risco considerável de delay entre a solicitação e a resolução – algo que pode impactar diretamente na antecipação e previsibilidade. Um caminho para evitar as objeções é definir um pacote mínimo viável que compreenda as necessidades principais e, caso necessário, acrescente ocorrências excepcionais. Na segunda possibilidade, o escopo é mais abrangente.

O melhor formato de contrato deve ser definido a partir da análise do ambiente atual da organização. O diagnóstico vai apontar o espaço potencial para melhorias e a estratégia para apoiar adequadamente os objetivos do negócio. Neste momento são definidas as métricas de desempenho e entrega.

A melhor solução para os MSPs

A Plataforma 4Biz, desenvolvida pela Run2biz apoia o trabalho dos MSPs, contendo facilidades tecnológicas e processos que atendem um grande leque de necessidades dos seus vários clientes. Quer saber mais? Solicite agora mesmo uma conversa sem compromisso com nossos consultores e MSPs parceiros.

AIOps, NOC, SOC, SIEM… Entenda o que tem nessa sopa de letrinhas!

Quando se dá alguns passos no mundo da tecnologia não são os números binários ao estilo dos paredões da trilogia Matrix que despertam a certeza de que estamos em um contexto muito particular… São as siglas de nomes enormes de conceitos e soluções que oferecem um banquete de sopa de letrinhas (como AIOps, NOC, SIEM), e uma sutil pontada de desespero.

Mas calma, você tem companhia! Neste artigo vamos explicar, uma por uma, e tudo vai ficar bem. Até o final do texto você saberá o que é AIOps, APM, SOAR, SOC, NOC e SIEM e poderá fazer cara de costume sem receio quando estiver diante dessas siglas por aí.

Realidade dos tempos atuais

O crescimento exponencial do volume de dados de qualquer empresa torna o trabalho manual humanamente impossível. Entram em cena as automações de processos, os sistemas em nuvem (acessíveis de qualquer lugar), a Inteligência Artificial para monitorar o desempenho e a performance das operações, e uma dose considerável de ameaças que precisam estar sob controle para manter tudo funcionando bem. Uma orquestra em que cada instrumento precisa estar bem afinado para soar as melodias da produtividade e segurança.

AIOps – Artificial Intelligence for IT Operations

Nessa orquestra, o maestro são as aplicações de recursos de Inteligência Artificial para Operações em TI (ou Artificial Intelligence for IT Operations, em inglês). As AIOps funcionam com multicamadas capazes de captar, armazenar e digerir dados do ambiente digital com algoritmos especializados de machine learning e os transformar em ações úteis ou insights para a operação de TI. Possibilitam, ainda, o processamento de registros históricos e/ou gerados em tempo real ou ambos.

APM – Application Performance Management

Para rodar bem todas as aplicações, as empresas se valem dos softwares APM ou de Gerenciamento de Performance de Aplicativos (Application Performance Management, em inglês). Eles cuidam para que a empresa consiga monitorar todas as suas transações de negócio, em qualquer camada (do código ao usuário final) de suas plataformas integradas e automatizadas. Menos interferência humana, menos riscos de instabilidades e erros.

SOAR – Security Orchestration, Automation and Response

Uma vez com a linha de frente organizada, é preciso reforçar a segurança para evitar vazamentos ou furto de dados, cuidado ainda mais redobrado depois da vigência, no Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Para esse time de peso, quem dá o tom são as plataformas SOAR (Security Orchestration, Automation and Response ou, em tradução livre, orquestração de segurança, automação e resposta – em referência aos componentes da solução). Segundo a consultoria global Gartner, a SOAR coleciona tecnologias diferentes que abarcam coleta e tratamento de dados e alertas de segurança das mais diversas fontes.

SOC (Security Operations Center), NOC (Network Operations Center) e SIEM (Security Information and Event Management)

Grandes conhecidas quando o assunto é infraestrutura de TI e cibersegurança, SOC, NOC e SIEM tem suas diferenças que devem ser esclarecidas já que cada um cumpre seu papel de proteção.

O SOC é o Centro de Operações de Segurança (Security Operations Center, em inglês). Ele junta a infraestrutura e os profissionais que ficam de olho para que nada interfira na rede. Já o NOC é o Centro de Operações de Rede (Network Operations Center, em inglês) garante que a rede funcione sem interrupções, o que normalmente ocorre por ameaças ou incidentes relacionados à segurança.

Os profissionais de SOC e NOC são aqueles que você vai encontrar em salas confortáveis, repletas de telas de TV enormes, mas não é Netflix o que assistem: estes profissionais ficam de olho atentamente e medem performance de aplicações e picos de consumo, quantidade de usuários logados, latência de I/O, quantas tentativas de login malsucedidas, quantas tentativas de execução de código remoto nos servidores; e mais! Tarefas de muita responsabilidade e que não deixam sobrar tempo para a pipoca!

Como é MUITA informação de uma vez, aí entra o papel das ferramentas de AIOps, que podem filtrar uma enorme quantidade de dados, entregando aos técnicos somente aquilo que realmente importa para a operação: quais são os alertas mais importantes, que incidentes devem ter preferência sobre os outros. Além disso, a Inteligência Artificial ainda pode automatizar processos recorrentes, liberando tempo para que os profissionais possam agir naquelas tarefas mais importantes.

Por fim, o SIEM (Security Information and Event Management) fica a cargo do Gerenciamento e Correlação de Eventos de Segurança, gerando relatórios de log para identificar se alguma ação precisa ser acionada.

Orquestra afinada e sopa no ponto

Todas as siglas dessa sopa de letrinhas são muito importantes nas operações dos negócios que desejam estar à frente da concorrência. E agora que você degustou essa letra por letra na teoria, vem ver na prática como a tecnologia pode estar a favor da transformação em sua empresa.

Conheça Simon, a suíte de ferramentas AIOps contida na plataforma 4Biz. Ela é uma poderosa solução de observação que monitora a performance de infraestruturas de TI e das aplicações, mapeando dependências, correlacionando de eventos de forma autônoma, otimizando a análise de causas raiz, reduzindo o esforço humano das equipes e mitigando erros. Além disso, a utilização de Machine Learning possibilita ações proativas para as equipes de suporte, reduzindo downtime e outros indicadores importantes. Com o Simon, sua infraestrutura de TI pode ir de 3 mil para menos de 30 alertas diários! E se já usa ou pretende usar Big Panda, Zabbix, Dynatrace, Nagios ou DataDog: veja antes em nossa demo o que o Simon é capaz de fazer. Agende com um consultor agora mesmo e saiba como agregar muito mais valor à TI de sua empresa com essa tecnologia. 

Como era o mundo antes do ITSM?

Era uma vez um mundo em que os profissionais do Centro de Processamento de Dados (CPD) conviviam com enormes máquinas, em salas geladas, isolados de todos os demais departamentos e sendo chamados constantemente para resolver urgências, instalar softwares, fazer reparos, esclarecer dúvidas dos usuários e performar tarefas mecânicas e repetitivas.

Os desafios

Naquele tempo, a programação dos sistemas ainda era muito manual e bastante burocrática. Já a gestão de serviços era um pesadelo para os times – não era feita de maneira coordenada e centralizada, e os grandes times de TI lidavam com questões como:

  • Trocar monitores, HDs e demais hardwares;
  • Instalar softwares e sistemas operacionais;
  • Formatar computadores;
  • Substituir impressoras, cartuchos e tonners;
  • Eliminar vírus propagados desde a época dos disquetes;
  • Configurar redes e resolver problemas de conectividade;
  • Esclarecer dúvidas de usuários (incluído o famoso “eu não estou conseguindo imprimir”); entre outros.
Como era o mundo antes do ITSM

Felizmente, o departamento de CPD (agora Data Centers e Departamentos de TI das empresas) evoluiu, e os processos de trabalho também. A carapuça de bombeiros até então adotada nas empresas foi deixada de lado e as equipes de TI se tornaram tão estratégicas que, em muitos casos, são protagonistas dos bons resultados nos negócios.

Isso quer dizer que as organizações foram se tornando cada vez mais dependentes TI para conseguir alcançar suas metas de negócios. Isso levou a uma necessidade crescente de se ter prestação de serviços de TI de qualidade e que atenda aos requisitos e expectativas dos clientes.

Ao longo dos anos, a ênfase mudou do desenvolvimento de aplicativos de TI para o Gerenciamento de Serviços de TI. Uma aplicação de TI (ou sistema de informação) só contribui para os objetivos de uma organização se estiver disponível para os usuários e se – em caso de interrupções, interrupções e/ou alterações – for suportada por processos.

Surge o ITIL

As soluções tecnológicas também amadureceram e não é possível falar sobre as novas maneiras de Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) sem conhecer o passado do ITIL (Information Tecnology Infrastructure Library), ainda que sejam bem diferentes. No fim dos anos 1980, na Grã-Bretanha, surgiram as primeiras publicações sobre ITIL com o objetivo de começar a padronizar as práticas que envolvem os processos e serviços de TI e, assim, criar processos gerenciais ágeis e mais eficientes.

A proposta deu certo e nas décadas seguintes surgiram atualizações até chegar na versão 4, a mais recente, lançada em 2019. O modelo de framework nos moldes adotados hoje é da edição de 2007, o ITIL 3, quando foram agrupados 26 processos e funções em cinco volumes (versus os 30 volumes da primeira edição), cada qual correspondente a um estágio do ciclo de vida do serviço de ITIL.

Com o upgrade para o atual ITIL 4, foram explicadas novas formas de trabalho, como Agile, DevOps e Lean sob uma perspectiva mais holística conforme sete princípios orientadores: foco no valor, comece onde você está, otimize e automatize, mantenha-o simples e prático, pense e trabalhe de forma holística, colabore e promova a visibilidade e progrida interativamente com feedback.

O ITIL é o alicerce que possibilitou ao Gerenciamento de Serviços de TI se tornar tão relevante para as empresas atualmente. Afinal, o ITIL é a estrutura mais popular para gerenciamento de serviços e é um fato que não pode ser ignorado, ainda que associada a outras bases.

Esse conjunto de políticas, processos e procedimentos para a entrega de bens e serviços de TI orientam os usuários e oferecem suporte aos serviços de TI centrados nos clientes. Os processos mais críticos de governança corporativa incluem o gerenciamento de disponibilidade dos sistemas, de mudanças de serviço, de incidentes (para evitar interrupções tão prejudiciais), de liberação, de problemas e de ativos (sejam esses componentes de hardwares ou licenças de softwares).

Gestão de tickets ou chamados

Ao longo das últimas décadas, migrou-se também da solicitação de reparos por telefone ou nos corredores da empresa para as requisições via Ticket (ou o popular “chamado”). Ou seja, hoje um ticket aberto no help desk de TI não é só um pedido por solução rápida e assertiva. Ele representa a centralização de informações e inclui uma série de processos e workflows que são atendidos conforme as boas práticas do ITIL. A boa gestão de tickets e chamados é a garantia de desempenho das equipes e satisfação dos clientes.

lista de tickets na plataforma 4biz
A plataforma 4Biz permite fazer a boa gestão dos seus chamados de incidente e requisições com controle de SLA automatizado, bem como a gestão das filas de atendimento de todas as suas equipes

Sistemas e plataformas para ITSM

Tudo isso hoje se encontra à disposição dos negócios em sistemas ou plataformas de Gestão de Serviços de TI (ITSM) como a plataforma 4Biz Service Management, desenvolvida pela Run2biz. Estes sistemas contêm os fluxos de trabalho e regras de negócio (workflows), e fazem uso de automação/hiperautomação combinadas a outras tecnologias para conseguir abarcar uma grande quantidade de demandas mais simples e previsíveis, deixando a equipe de TI liberada para as questões mais complexas e estratégicas.

Uma vez bem implementado o processo de Gestão de Serviços de TI, os bons resultados são impressionantes e com incontáveis benefícios. Esses resultados, colhidos ao longo do tempo, criam o cenário adequado para cada vez mais a TI agrupar e convergir um catálogo maior de oferta de serviços, contemplando os mais diversos setores das empresas.

Para isso, é crucial contar com um bom parceiro de implementação e, claro, uma ótima plataforma. Agende o seu horário com um de nossos consultores e entenda como podemos transformar a Gestão da sua TI para o alcance dos melhores resultados!

3 razões para automatizar serviços corporativos

As palavras automação e hiperautomação estão estampadas para todos os lados. Aos olhos das empresas, padronizar processos, reduzir atividades repetitivas, otimizar tempo, energia e recursos financeiros têm sido meios de elevar a qualidade dos serviços prestados e dos produtos oferecidos aos seus clientes. Neste cenário, muitos gestores vivem o dilema entre um caminho sem volta e uma “moda” passageira. Aqui apresentaremos 3 razões para automatizar serviços corporativos, algo que se tornou uma necessidade.

Independente da área de atuação, todo negócio tem um vasto leque de funções administrativas que sustentam suas atividades: contabilidade, recursos humanos, logística, comunicação, serviços financeiros ou jurídicos, entre outros. Esses setores demandam muita atenção e têm diversos processos, cada vez mais integrados e mais sofisticados. Além de não existir mais espaço para fugir da modernização, se faz urgente a gestão de serviços corporativos (ou ESM, Enterprise Service Management, a sigla em inglês).

Em resumo, entre as razões que justificam a automação da gestão de serviços corporativos, estão: 

  1. Aumento na produtividade das equipes e processos;
  2. Redução de custos, tempo e esforço;
  3. Maior segurança nas transações e na confiança do workflow;

E uma razão bônus: Maior satisfação dos clientes atendidos e dos colaboradores envolvidos.

3 razões para automatizar serviços corporativos

Para entender melhor, um exemplo que ilustra bem o contexto: Sem a automação, o fluxo de trabalho ao gerir uma venda online e a entrega de um produto seria bastante trabalhosa – e suscetível a uma série de erros. O pedido seria recebido por um colaborador que encaminharia para outro no estoque, um terceiro separaria e embalaria manualmente. Em paralelo, um colega do setor de vendas emitiria a nota fiscal e a etiqueta de envio. Um quinto colaborador faria o despacho para transportadora, todos torcendo para que chegasse no destino sem extravio, porque não seria possível rastrear. Ao longo da trajetória, todos poderiam estar usando planilhas, conferindo os detalhes buscando evitar ruídos e erros, porém, a margem para desvios no procedimento seria considerável. 

Em uma cadeia que utiliza os conceitos de ESM, uma vez que a venda tenha sido confirmada, o próprio sistema aciona a emissão de nota fiscal, dispara o pedido para o estoque (que também pode ser automatizado), a transportadora é acionada e o pacote rastreado. Um padrão de plano de ação é executado com pouca ou nenhuma interferência humana até chegar ao destino final: o cliente satisfeito.

O exemplo traz consigo as três – de várias – razões para sua empresa não adiar mais a implementação de ESM e turbiná-la com automação. Sem a necessidade de uma quantidade considerável de profissionais direcionados para aquele fluxo de trabalho (workflow), as equipes ficam liberadas para atividades mais estratégicas (como o customer success), os erros humanos são minimizados (ou praticamente extintos), um padrão de atividades é estabelecido para todos os tipos de vendas semelhantes e se eleva a qualidade e a segurança na prestação de serviços.

A Run2biz tem como propósito facilitar a Gestão de Serviços para empresas que querem sobreviver à evolução do mercado, simplificando a Tecnologia da Gestão de Serviços na TI e outros departamentos para empresas que querem estar presentes no futuro. Clique aqui e conheça o 4Biz Service Management – a plataforma de ESM & ITSM desenvolvida pela Run2biz.

Soluções AIOps irão superar nossa inteligência?

O uso da Inteligência Artificial (AI) em TI é um caminho sem volta, a questão do momento é saber gerenciar adequadamente as aplicações para extrair o melhor que elas têm a oferecer ao invés de ser atropelado por essa tecnologia emergente. Isso nos leva a um questionamento: as soluções AIOps irão superar nossa inteligência?

Apesar de brilharem os olhos com as possibilidades da AI, gestores de TI ainda encontram empecilhos na busca por parceiros e soluções estratégicas personalizadas.

As aplicações AIOps (Artificial Inteligente for IT Operations, em inglês, ou Inteligência Artificial para Operações de TI) são estruturas em multicamadas, reunindo em um mesmo sistema soluções que envolvem big data, advanced analytics e machine learning.

Além de possibilitar conexão e gestão simultânea de múltiplas fontes de dados e diversos dispositivos, auxilia as empresas a impedir potenciais interrupções e problemas de desempenho que causem impacto negativo nas operações, na experiência do cliente e nos resultados financeiros.

Diante dos desafios de velocidade, escala e complexidade da transformação digital, com muitos recursos em monitoramento à disposição, existem algumas demandas que a AIOps pode auxiliar a partir da elaboração aprimorada de estratégias em informações correlacionadas.

O cuidado está em escolher adequadamente a infraestrutura que será adotada e personalizada às necessidades e demandas do seu negócio.

Cenário promissor, mas complexo

O cenário é promissor, porém, a adoção de AIOps está engatinhando. Dados recentes da Loom Systems indicam que apenas 5% das organizações investiram nessa tecnologia até 2019, e 58% das empresas estão explorando o mercado. O fato é que a projeção de implantação de aplicações AIOps atingir 40% dos negócios até 2023 já foi superada, segundo pesquisa Global AI Adoption Index 2021, elaborada pela IBM.

Muitos potenciais clientes dessa tecnologia ainda esbarram em pontos como a fragmentação de oferta do mercado e o ceticismo com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Outro ponto relevante é a falta de clareza em como dar os primeiros passos para começar a jornada de automação: ampliar o conhecimento sobre AI, aplicar provas de conceito, solicitar colaboração das diversas áreas da empresa, fazer análise e gestão de dados, preparar a infraestrutura, visualizar a evolução.

Desafios superados, ganhos garantidos

A partir do momento em que alavancam as AIOps, as empresas percebem a relevância de mudar de sistemas que rodam análises e projeções para os que tomam decisões de maneira autônoma. Para funcionar adequadamente, a melhor prática é integrar a infraestrutura AIOps para poder encontrar e corrigir eventuais erros e distorções.

Seguindo os passos necessários, os ganhos aparecem: segundo pesquisa da Enterprise Management Associates, 81% dos negócios que adotaram AIOps relataram retorno positivo sobre o investimento e 42% afirmaram que o valor entregue pelas aplicações excede “drasticamente” os custos.

A verdade é que as soluções AIOps não irão superar nossa inteligência. Elas vão, sim, nos apoiar cada vez mais para trabalhar de maneira assertiva e colocando nosso esforço e sensibilidade humanas nas atividades estratégicas onde a máquina nunca será capaz de nos alcançar.

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Elimine os gaps do NOC com uso de AIOps

Elimine os gaps do NOC

As empresas e seus colaboradores dependem diretamente da estabilidade da acesso aos sistemas. Essa máxima sempre foi uma realidade e se tornou um ponto crítico para a equipe de TI com a transformação digital acelerada provocada pela pandemia da Covid-19. Se eliminar os gaps do NOC com uso de AIOps é um tema do seu interesse, continue a leitura que vamos te contar tudo!

Com um time enxuto e remoto, o Network Operations Center (NOC), o centro de comando de operações, passou a ser questionado como a melhor alternativa para manter todo o fluxo funcionando bem.

Elimine os gaps do NOC

Tradicionalmente, os data centers demandam uma quantidade significativa de operadores e infraestrutura, além, claro, de um monitoramento constante de alto custo. As soluções que se valem da Inteligência Artificial (AI) ganharam embalo e eficiência ao ponto da decisão de gestão de TI ser categórica: elimine os gaps do NOC de seu negócio com AIOps!

Surgem as soluções AIOps

As soluções de Inteligência Artificial para as Operações em TI (AIOps) são aplicações em multicamadas que reúnem, em um mesmo sistema, soluções como machine learning, big data e analytics. Dessa maneira é possível conectar e gerir simultaneamente múltiplas fontes de dados e diversos dispositivos. Atualmente, a melhor alternativa para manter ambientes disponíveis, seguros e em atividade contínua.

Por outro lado, as pessoas são o cérebro do NOC. Isso quer dizer que estão suscetíveis a todo o ruído que as ferramentas fazem ao compilar e analisar o que está acontecendo. Identificam a causa raiz de um problema e encontram o reparo a ser feito, procurando impedir ou minimizar uma ameaça potencial. Tarefas que uma solução de AIOps bem implementada pode solucionar com mais assertividade e desempenho.

As implicações do AIOps vão muito além da recente crise provocada pela pandemia. Como muito do impulso na atividade de TI tem sido no sentido de desenvolver, dimensionar e dar suporte à IA em suas empresas, é natural que surjam constantes atualizações na aplicabilidade da próxima geração de IA. 

O objetivo final das AIOps é minimizar a interrupção de TI da organização e permitir que o time se concentre em atividades estratégicas. Poupe tempo para identificar um problema e resolvê-lo e você terá uma organização melhor administrada. 

6 benefícios em adotar soluções AIOps

  1. Detecção de disfunções: Uma vez integrados, o monitoramento de dados se torna mais coeso, beneficiando a detecção de padrões e correção de disfunções e falhas com maior agilidade e sem qualquer esforço manual.
  2. Identificação de tendências: As ferramentas de AIOPs são aliadas na gestão estratégica de equipe de TI ao criar insights cognitivos e constatar tendências que levem a possíveis desafios e gargalos de infraestrutura e aplicações e evitar eventuais fadigas do sistema.
  3. Correlação de dados: As análises esperadas são complexas e tanto as ferramentas do passado quanto os processos manuais são ineficazes para atender às demandas. As soluções de AIOps tornam as análises complexas em uma tarefa corriqueira com resultados precisos e rápidos. 
  4. Redução de pessoal: Um dos grandes benefícios de automação é a redução de custos com equipe de monitoramento, gestão e correção de anomalias. As máquinas com habilidades de IA são mais eficientes, ágeis e assertivas, liberando o time para outras tarefas estratégicas
  5. Segurança do negócio: Mais do que saber como lidar com os dados, os sistemas de TI precisam garantir a segurança das informações. As soluções de AIOPs são capazes de perceber mais rapidamente comportamentos suspeitos, tentativas de invasões de hackers e outras ameaças que geralmente são imperceptíveis às pessoas da equipe. De igual maneira, são ágeis em prol da defesa do sistema com alta eficiência, protegendo dados sensíveis de vazamentos. 
  6. Otimização de desempenho: Investir em aplicações adequadas de Inteligência Artificial significa aprimorar toda a cadeia de processos de TI e estar preparado para os desafios da transformação digital agora e no futuro. As soluções de AIOPs garantem um salto na eliminação de erros humanos e ruídos, garantindo uma base sólida de automação e processamento. 

Conheça a solução Simon, da plataforma 4Biz e saiba como revolucionar a TI de sua empresa com o apoio de AIOps.  

Hiperautomação & Inteligência Artificial na prática

A Hiperautomação e a Inteligência Artificial são alguns dos maiores benefícios do uso da tecnologia da informação em todos os tipos de ambientes: pessoal ou corporativo. Essa capacidade permitiu que, ao longo das décadas, a Inteligência Artificial (IA) se tornasse cada vez mais viável e ampliou o limite de aplicabilidade da TI e da automação de processos.

O Gartner identificou, já em 2020, a hiperautomação como a primeira na lista das 10 tendências tecnológicas do momento até 2030. Se você quer entender como a Hiperautomação e a Inteligência Artificial são peças fundamentais para redefinir os limites da sua TI, continue a leitura que vamos trazer todos os detalhes.

Redefinindo os limites da TI

A hiperautomação se concentra em maximizar o potencial de automação inteligente na organização com objetivo de aumentar a produtividade e a lucratividade – aspectos estratégicos e determinantes para competitividade no mundo dos negócios imersos com resultados exponenciais. As áreas de TI, por sua vez, possuem a oportunidade de conduzirem esses processos nas mãos.

Na prática, o “kit de ferramentas” de hiperautomação combina, além das soluções de Inteligência Artificial para operações de TI (AIOps), a Automação Robótica de Processos (RPA) e Machine Learning (ML), promovendo uma verdadeira transformação digital.

Benefícios da hiperautomação

Diversos são os benefícios da hiperautomação para os negócios, entre eles estão:

  • Aceleração de processos complexos: aumento do envolvimento e da contribuição da equipe;
  • Aumento no desempenho e produtividade dos colaboradores com “trabalhadores digitais”, capazes de gerir dados estruturados ou não, analisar informações, tomar decisões precisas e seguras, analisar ameaças e identificar oportunidades de automação;
  • Expõe processos invisíveis passíveis de automação com gêmeo digital da organização (DTO), diferencial competitivo que soma RPA e IA.

Por que trilhar o caminho da hiperautomação?

A tecnologia emergente, como a automação, muitas vezes traz o medo da mudança, no entanto, a pandemia global de coronavírus deixou muitas organizações enfrentando desafios sem precedentes não apenas na geração de receita, mas também na operação de seus negócios principais. Um aumento da carga de trabalho durante as medidas de isolamento social se mostrou, para muitos, difícil de gerenciar.

À primeira vista é possível pensar que o limite da hiperautomação está vinculado às atividades repetitivas. Ledo engano. Todas as rotinas que necessitam ser analisadas e ter decisões a partir das perspectivas de dados podem ter ganhos, como folha de pagamento, controle de estoque, ordens de serviços, alteração de dados cadastrais.

Aos poucos, as empresas estão começando a entender que uma estratégia robusta de engenharia de IA é a chave para facilitar o desempenho, escalabilidade, interpretabilidade e confiabilidade dos modelos de Inteligência Artificial.

Se o objetivo é explorar ainda mais as potencialidades da tecnologia em favor dos negócios da empresa em uma verdadeira transformação digital, a hiperautomação é o caminho mais indicado.

Afinal, empresas que ainda são muito dependentes do trabalho manual estão sujeitas a manter os custos altos e ter que investir em sistemas de segurança e soluções bem mais complexas e trabalhosas, além do alto investimento em pessoal altamente qualificado e disponível para monitorar e atender às demandas, tanto dos clientes internos quanto externos. É importante que você conheça a solução de AIOps Simon, da Run2Biz, e entenda como dar os primeiros passos para hiperautomação com ganhos imediatos. Solicite o contato de um de nossos consultores e saiba mais sobre o Simon.

O que o mercado espera da prestação de serviços de TI

A prestação de serviços de TI deixou de ser meramente operacional antes mesmo da pandemia da Covid-19. A urgência da transformação digital e a elevada necessidade de digitalização de processos e fluxos de trabalho têm trazido bons ventos à área, tendência que deve continuar nos próximos anos sob uma perspectiva cada vez mais estratégica do que a TI oferece para o negócio.

Provas disso estão demonstradas em números. A demanda por soluções que promovessem melhorias de performance em nuvem, o gerenciamento de carga de trabalho em ambiente híbrido e o controle de custos fez o faturamento da prestação de serviços de TI atingir R$ 40 bilhões em 2019, um crescimento de 6,4% em relação ao ano anterior, segundo a IDC Brasil.

As incertezas sanitárias e econômicas – como a alta do dólar –, provocaram uma retração no consumo de equipamentos e componentes. A saída foi investir em ampliar e modernizar a infraestrutura existente, agindo com cautela e ponderação. O resultado foi o avanço menor de receita em 2020, 3,5%, de acordo com a pesquisa IDC Semiannual Service Tracker.

O avanço da vacinação e a reabertura de lojas e escritórios trouxeram mais otimismo para a área de prestação de serviços de TI. Inicialmente, a expectativa era de fechar o período de 2021 com alta no faturamento em torno de 5%. Projeção que foi atualizada para cerca de 11%.

Os focos atuais estão na adaptação do trabalho remoto e colaborativo definitivo, além da virtualização dos ambientes e da migração permanente do modelo de negócios físicos para online. Por essa razão, tem sido preciso investir na modernização das aplicações, no cloud computing, segurança de dados, análise avançadas (advanced analytics) e soluções estruturadas em Inteligência Artificial.

Prepare-se com ITSM

Mais do que nunca, as empresas devem ter um setor de TI bem preparado e competente, capaz de convergir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas.

Aliás, esse é o ponto mais importante do ITSM (Information Technology Service Management, em inglês, ou gerenciamento de serviços de TI): gerar valor e dar governança. Em toda situação de crise há uma oportunidade e a Covid-19 trouxe a aceleração necessária que o ITSM ganhe níveis de maturidade que vão permanecer positivamente nos negócios.  

O que é ITSM?

O ITSM é um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo das atividades de um determinado setor – e, consequentemente, da empresa -, com objetivo aprimorar a maneira com que se aborda, entrega e gerencia os serviços de TI.

Adaptado às demandas que emergiram na pandemia, é possível ter o ITSM em nuvem e oferecer aos colaboradores acesso e celeridade mesmo no trabalho home office. Isso quer dizer que todas as tarefas manuais, repetitivas e de retrabalho podem ser automatizadas ou digitalizadas para otimizar o fluxo de atividades, dando suporte para inovação e colaboração de todos os setores das empresas.

A Run2biz oferece aos seus clientes a plataforma 4Biz Service Management, capaz de suportar as muitas necessidades de sua empresa, não só da área de TI. Trata-se um poderoso ITSM que leva governança e eficiência para todas as áreas de negócio.

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Como transformar os desafios dos clientes em alegrias

A pandemia da Covid-19 provocou um aumentou no orçamento para a transformação digital e levou empresas a mudar seus modelos de negócios para se adaptar à nova realidade do mercado. Ao contrário do que ocorria antes, não são as empresas as protagonistas da mudança, a condução está sendo feita pelos clientes e suas demandas.

A alteração do foco não é novidade, estava acontecendo gradualmente e ganhou impulso com o contexto pandêmico. Acompanhe a leitura deste artigo e terá ótimos insights!

Ser ou não ser Tecnologia: eis a questão

A tecnologia passou a ser o meio de relacionamento mais importante das corporações. Segundo a Sirius Decisions, 67% da jornada do comprador é realizada por meios digitais e a experiência do cliente se tornou um diferencial superior ao preço ou o produto/serviço ofertado.

Em pesquisa recente, a CEI Survey concluiu que 86% dos clientes pagam mais para ter uma experiência positiva. Portanto, não há outra alternativa que não seja promover a transformação digital consistente em todos os setores da empresa.

A essencial presença no digital

Muitas organizações entenderam o recado do mercado e passaram a investir. Entre 2018 e 2021, os investimentos em transformação digital atingiram US$ 7 trilhões, em todo o mundo, de acordo com o IDC. A expectativa é que esse volume cresça ainda mais em razão das adaptações urgentes promovidas pela crise da covid-19.

E a jornada do cliente dita a estratégia. Para acompanhar esse novo tipo consumidor, sua empresa deve adotar a Tecnologia com mais zelo para oferecer uma experiência inigualável ao cliente.

Os especialistas são unânimes em afirmar que não se trata só de fidelizar, mas engajar a ponto de transformar o comprador em um ativo de divulgação.

E esses clientes têm maior probabilidade de:

  • Experimentar um novo produto ou serviço de sua marca preferida;
  • Indicar sua marca para seus amigos, familiares e conexões;
  • Fazer uma compra com sua marca preferida, mesmo quando um concorrente tem um produto ou preço melhor.

Para transformar o desafio em oportunidades para empresa e alegrias para o cliente você precisa entender alguns pontos:

O novo cliente (digitalmente) consciente

As novas tecnologias digitais causaram uma mudança nas expectativas dos clientes, resultando em um novo tipo de comprador moderno. Os consumidores de hoje estão constantemente conectados, são nativos e sabem o que podem fazer com a tecnologia.

Por esse motivo, eles costumam avaliar as organizações em primeiro lugar pela experiência digital e depois pelo produto.

Reestruture a jornada do cliente

Com os clientes ganhando controle sobre a forma como as empresas oferecem as experiências, é hora de construir novas vivências que atendam às suas demandas.

Uma vez que toda jornada impacta na percepção geral de uma marca, adotar uma abordagem que se concentre no relacionamento com os clientes é uma medida acertada.

Personalize a experiência do cliente

Os compradores desejam que as organizações os tratem como pessoas importantes e conheçam suas preferências pessoais e histórico de compras. De acordo com a Accenture, 75% dos clientes admitem ter maior probabilidade de comprar de uma empresa que:

  • Reconhece-os pelo seu nome;
  • Conhece seu histórico de compras;
  • Recomenda produtos com base em suas compras anteriores.

Ofereça uma experiência multicanal

A tecnologia capacitou os clientes a conseguirem o que desejam, quando e como desejam. Mais da metade de todos os consumidores agora espera uma resposta do atendimento ao cliente dentro de uma hora, mesmo aos fins de semana. 

Com tudo acontecendo em tempo real, estar disponível por meio de multicanais é um diferencial competitivo com alta possibilidade de retorno.

A Run2biz desenvolve facilidades tecnológicas que ajudam sua empresa a ter, na infraestrutura de TI, o necessário para oferecer melhores experiências aos clientes, seja no ITSM, na automação de workflows, Inteligência Artificial preditiva, entre outros. Navegue em nossa seção “Soluções” e saiba mais.