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Agile Change Management na prática

As mudanças no mundo dos negócios nos últimos anos não são mais novidade. O que a pandemia da Covid-19 impulsionou foi a velocidade que as empresas precisam se adaptar às transformações para não sucumbirem. Os riscos são consideráveis e é preciso estar atento aos ajustes finos para escapar das ameaças e manter a competitividade.

A união do Ágil com o ITIL 4: mais eficiência para sua empresa

As iniciativas de modernização estão surgindo de todos os lados. Por isso que o Agile Change Management (gestão de mudança ágil, em tradução livre) tem ganhado espaço no planejamento estratégico das empresas. O Agile permite que sejam definidas metas em curto prazo alinhadas às necessidades do momento de um determinado negócio. Com toda a equipe convergindo na mesma direção, e orientada em promover mudanças em movimento, resultam maior produtividade, eficiência e assertividade.  

Na prática, significa ajustar o roteiro para um workflow mais flexível e integrado. É neste ponto que entram as soluções fomentadas pelo ITIL 4, indicadas para melhoria e maior desenvoltura dos processos, impactando na gestão de serviços.

Ao mesmo tempo, essa conexão constante também significa que os benefícios do ITIL 4 podem ser vistos não apenas em TI, mas também em áreas tangenciais do negócio.

Por que investir em Agile Change Management?

Investir nessa metodologia pode mudar completamente o modo como a empresa lida com as demandas do mercado e de seus clientes. Os impactos passam por todo o ambiente de trabalho, o que exige atenção para reduzir riscos e garantir engajamento das equipes. Entre os benefícios e melhorias esperadas estão:

  • priorizar a satisfação do cliente em todos os processos internos;
  • flexibilizar os fluxos de mudanças em projetos ou nas rotinas diárias;
  • definir entregas de resultados mais frequentes;
  • entender e atender as demandas de clientes com mais habilidade;
  • criar um ambiente de trabalho com alta colaboração e inovação;
  • estabelecer comunicações diretas e em mais canais;
  • ter mais produtividade em todas as etapas da cadeia de trabalho;
  • ter menos dificuldades para executar rotinas diárias.

Em um contexto de mudanças, o ITIL 4 continua sendo uma estrutura recomendada como referência de boas práticas para soluções ágeis, ainda que o entendimento esteja voltado a percebê-lo vinculado a processos. Ao analisar o ITIL 4 sob a conhecida perspectiva SWOT, podem ser percebidas:

Forças (S)

O ITIL 4 contribui para maneira formal de solicitar mudanças às equipes e a avaliar os riscos da solicitação. Essa característica é o principal ponto de convergência com o Agile Change Management.

Fraquezas (W)

Os processos e as ferramentas de Agile Change Management podem afetar a eficiência do time de TI, gerando uma sobrecarga em função da necessidade de aprendizagem sobre o gerenciamento de mudanças.

Oportunidades (O)

Duas oportunidades se destacam: a geração de documentação com riscos, resultados e benefícios a cada mudança solicitada e a melhoria na comunicação da TI com as demais áreas de negócio.

Ameaças (T)

A urgência nas demandas que provocam mudanças pode limitar a quantidade de pessoas envolvidas na avaliação dos riscos e, por consequência, gera ameaças a outros processos e serviços já consolidados.

Atualização constante

Com o ITIL 4, a melhoria contínua é categorizada como uma prática de gerenciamento geral com o propósito de garantir que a empresa aprenda com os sucessos e os fracassos. A revisão da implementação e o processo de encerramento de mudanças são uma fonte de grande valor de dados que (retro)alimenta o processo de melhoria contínua.

Outro ponto que chama a atenção foi a inclusão da prática “Gestão de Mudanças Organizacionais” nesta última versão, ou seja, o destaque que os mantenedores do ITIL quiseram dar ao assunto “mudanças” no contexto da organização como um todo (e não apenas na TI). 

A Run2Biz está preparada para ajudar você e sua empresa a estruturar e implementar o Agile Change Management de maneira efetiva e personalizada, alcançando a excelência operacional e oferecendo uma experiência envolvente para seus colaboradores e seus clientes. 

Se este assunto é interessante para você, baixe agora mesmo nosso Guia Definitivo sobre Gestão da Mudança e continue expandindo seus conhecimentos sobre o tema.

6 Tendências tecnológicas para 2022

Os anos de 2020 e 2021 colocaram em debate (e em prática) mudanças que muitos acreditavam que demorariam a se tornar realidade. Ficou provado que “novo normal” está conectado à tecnologia, a novos hábitos de consumo e inovações realmente fora da caixa.

A Transformação Digital é a locomotiva que ganhou velocidade carregando as tendências de TI e negócios para esse e os próximos anos. Algumas empresas saíram na frente, prepararam os times e investiram em infraestrutura de TI e terão mais chances de durar no mercado, outras precisarão de um esforço extra na corrida de adaptação.

David Groombridge, VP Analista do Gartner, recentemente declarou: “Os CEOs sabem que devem acelerar a adoção de negócios digitais e estão buscando rotas digitais mais diretas para se conectar com seus clientes. Mas, de olho nos riscos econômicos futuros, eles também querem ser eficientes e proteger as margens e o fluxo de caixa.”

Todos os anos, o Gartner identifica tendências de tecnologia que são indispensáveis para os negócios. Para 2022, as palavras de ordem são flexibilidade, digitalização, mobilidade e eficiência. 

Essas tendências estratégicas permitirão aos CEOs oferecer crescimento, digitalização e eficiência – e posicionar CIOs e executivos de TI como parceiros estratégicos na organização.

Acompanhe a leitura deste artigo que vamos falar sobre as 6 principais tendências para 2022. A número 6 é a mais falada no momento!

#1 Malha de segurança cibernética

Nunca se falou tanto sobre Cybersecurity como nos últimos tempos. Assim, a malha de segurança cibernética surge como uma arquitetura flexível e combinável que integra serviços de segurança amplamente distribuídos e díspares.

Ela permite que as melhores soluções de segurança autônomas trabalhem juntas para melhorar a segurança geral enquanto aproxima os pontos de controle dos ativos que protegem. Pode também verificar de forma rápida e confiável a identidade, o contexto e a conformidade nos ambientes (cloud ou internos).

#2 Computação que aprimora a privacidade

A computação que aprimora a privacidade protege o processamento de dados pessoais em ambientes não confiáveis – o que é cada vez mais crítico devido à evolução das leis de privacidade e proteção de dados, bem como às crescentes preocupações dos consumidores.

Ela utiliza uma variedade de técnicas de proteção da privacidade para permitir que o valor seja extraído dos dados, ao mesmo tempo que atende aos requisitos de conformidade.

#3 Plataformas nativas em nuvem

As plataformas nativas em nuvem são tecnologias que permitem construir novas arquiteturas de aplicativos resilientes, elásticas e ágeis – permitindo que você responda mais rapidamente às mudanças digitais.

Elas melhoram a abordagem tradicional de mudança para a nuvem, que hoje falha em aproveitar todos os benefícios da cloud e com frequência acabam adicionando complexidade à manutenção.

#4 Inteligência de Decisão

Trata-se de uma abordagem prática para melhorar a tomada de decisão organizacional. Ele modela cada decisão como um conjunto de processos, usando inteligência e análises para informar, aprender e refinar as decisões.

A inteligência de decisão pode apoiar e aprimorar a tomada de decisão humana e, potencialmente, automatizá-la por meio do uso de análises aumentadas, simulações e IA.

#5 Gestão de Mudança

Gestão de mudanças (do inglês Change Management) é o suporte automatizado para desenvolvimento, implementação e manutenção de componentes do sistema (a exemplo da regeneração inteligente, versionamento, controle de estado, controle de biblioteca, gerenciamento de configuração, gerenciamento de rotatividade, entre outros).

O “modelo tradicional” de gestão de mudanças não serve mais. O que até então seria uma abordagem eficiente de implementação de ITSM não vai gerar o resultado desejado porque existirão outras opções bem mais adequadas em muito pouco tempo. É urgente que as empresas olhem para a Gestão de Mudança (e para as melhorias trazidas pela ITIL v4), a fim de minimizar riscos ou qualquer impacto negativo no processo enquanto (e depois) que as mudanças ocorrem.

#6 Hiperautomação

Tão falada e talvez a principal tendência para 2022, a Hyperautomation permite escalabilidade, operação remota e disrupção do modelo de negócios.

A hiperutomação é uma abordagem disciplinada e orientada a negócios que as organizações estão usando para identificar, examinar e automatizar com velocidade o maior número possível de processos de negócios e TI. Ela envolve o uso orquestrado de várias tecnologias, ferramentas e plataformas (IA, Machine Learning, RPA, ferramentas low-code/no-code, entre outras).

A Run2biz é uma empresa que simplifica a Tecnologia da Gestão de Serviços na TI e outros departamentos para empresas que querem estar presentes no futuro. Sempre de olho nas tendências, oferecemos na plataforma 4Biz o que há de melhor em soluções tecnológicas simplificadas, modernas, inteligentes e que são eficientes e econômicas para os negócios que desejam durar. Clique aqui e conheça a Run2biz.

4 vantagens da terceirização na TI

A transformação digital foi acelerada pela pandemia. Empresas que apenas planejavam a digitalização tiveram que antecipar seus projetos e outras precisaram investir para continuar funcionando. O resultado foi uma conta que não fecha: um grande volume de vagas nas áreas de TI e um baixo volume de profissionais qualificados. A saída foi procurar soluções de terceirização para não parar no tempo e perder competitividade.

O gap foi contabilizado pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Em 2019, antes da crise sanitária provocada pela Covid-19, a tendência de crescimento na procura por profissionais com perfil tecnológico era de 8% a 9% por ano. Assim, na projeção daquele momento, seriam necessários 421 mil especialistas para ocupar todas as vagas que seriam abertas nos cinco anos seguintes, ou seja, até 2024. Para atender a essa expectativa seria necessário que 70 mil estudantes se formassem na área por ano, porém, apenas 46 mil estavam sendo capacitados anualmente e sem a experiência necessária para complexidade das funções.

Se a escassez já era considerável, a partir de 2020, o gargalo afunilou ainda mais e as empresas têm tido dificuldade em conquistar e reter os profissionais disponíveis no mercado. Por isso lançam mão da contratação para projetos pontuais, também chamado de outsourcing.

Os gestores muitas vezes encontram uma resistência à terceirização em razão do sentimento de perda do controle. Mas nos casos em que a parceria é bem estruturada, isso não deve ocorrer. Basta selecionar de maneira criteriosa os serviços a serem terceirizados.

Vantagens da terceirização

Conheça as principais vantagens da terceirização das equipes de TI:

1. Redução de custos

Seja para oferecer mão de obra especializada ou ferramentas de hardwares ou softwares, as empresas terceirizadas – e remotas – representam uma redução de custos operacionais, como recrutamento e treinamento de equipe ou, ainda, compra e manutenção de equipamentos – opção que pode representar uma economia em torno de 25% nesse quesito.

2. Acesso a profissionais qualificados

Empresas de TI que terceirizam seus serviços têm um quadro de profissionais mais qualificado e atualizado. Com o Agile e o ITIL v4 em alta, esses especialistas certificados estarão à disposição, oferecendo o melhor de seus conhecimentos por custos pré-definidos em contrato.

3. Foco no core business

Negócios de sucesso precisam direcionar todo o esforço para suas atividades fins. Assim, a terceirização em projetos ou para atividades meios são uma excelente alternativa, em especial para empresas de pequeno e médio porte que encontram o melhor custo benefício “alugando” equipes e equipamentos de TI.

4. Aumento da produtividade

Com uma equipe dedicada e altamente capacitada a atender demandas específicas de TI com agilidade, os demais setores se tornam mais produtivos e eficientes, inclusive o time de TI que poderá direcionar esforços para aspectos estratégicos, deixando o operacional para a empresa terceirizada.

E se essa provedora de Tecnologia está antenada com as novidades, o cliente se beneficiará da automação e hiperautomação de atividades com todo o suporte que IA e Machine Learning trouxeram para o momento pós-covid19.

Agora que você já sabe quais são as principais vantagens da terceirização da TI para seu negócio, agende um horário com um de nossos consultores e conheça as soluções que a Run2Biz oferece aos seus clientes com a chancela das melhores práticas de mercado e a implantação por nossos respeitados parceiros.

Os 5 principais benefícios do ITSM para empresas que vivem apagando incêndio

Faz bem pouco tempo que a área de TI de uma empresa era entendida como um setor coadjuvante, de ação reativa, de suporte e que se ocupava principalmente em deixar todos os computadores e sistemas funcionando para que as demais funções da empresa rodassem bem.

Nos últimos anos, com a intensa transformação digital – em especial provocada pela pandemia da Covid-19 – a imagem e as funções da TI mudaram drasticamente e passaram a ser um dos pilares estratégicos mais relevantes dos negócios.

Um setor de TI deve ser bem-preparado e competente, capaz de convergir bem processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas. Razões que fizeram as empresas deixarem os serviços de TI tradicionais para trás e adotassem a metodologia definida como ITSM (Information Technology Service Management, em inglês, ou Gerenciamento de Serviços de Tecnologia da Informação).

Enquanto em diversas empresas a TI ainda é conceituada como o serviço encarregado por apagar incêndios, o ITSM a ergue a um grau mais preventivo e programado. Isto é, o ITSM retira os profissionais da Tecnologia do habitual “danificou – reparou” e os posicionam como fundamentais para a estratégia das empresas.

Isso se torna possível com a consolidação de sistemas e ferramentas pulverizados em processos automatizados e coordenados com as necessidades, metas e objetivos de cada setor e da corporação como um todo. 

A seguir, conheça mais detalhes sobre o ITSM e entenda sua importância para os negócios atuais.

O que é ITSM?

O ITSM é um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades de um determinado setor – e, consequentemente, da empresa –, com objetivo de aprimorar a maneira com que se aborda, entrega e gerencia os serviços de TI.

O processo de ITSM é desenhado em razão das necessidades e perspectivas do usuário. Portanto, as solicitações são melhor conectadas, a assistência é aperfeiçoada e os resultados se expandem. É um procedimento que procura um panorama sobre o todo. Desse modo, os profissionais de TI disponibilizam às organizações transparência em contextos como a conexão de serviços, as soluções ágeis e satisfatórias e a proteção de dados.

Benefícios

São alguns dos benefícios de um bom ITSM para os negócios:

  • Administrar a produção dos recursos vigentes e supervisioná-los para ações preventivas de suporte e/ou manutenção;
  • Esquematizar o desenvolvimento da empresa e suas receitas de maneira econômica e competente;
  • Sair do modo “reativo/operacional” e ir para o modo “estratégico” alinhado aos interesses da organização;
  • Apresentar dissoluções particulares e tecnológicas para novos produtos;
  • Unificar os divergentes setores de uma empresa e seus processos de trabalho, coordenando e gerenciando o conjunto de fluxos de geração de valor entre os diversos setores.

Uma boa escolha na solução de ITSM pode otimizar as estratégias de gestão de TI de empresas modernas e antenadas com o futuro. Para que os processos estejam alinhados às suas demandas de negócio, é importante que você trabalhe com um parceiro especializado, que disponibilize essa ferramenta ideal.

A Run2biz oferece aos seus clientes a plataforma 4Biz Service Management, capaz de suportar as muitas necessidades de sua empresa, não só da área de TI. Quer saber mais? Agende seu horário com um de nossos consultores.

Os 16 processos ITIL da Plataforma 4Biz Service Management

Equipe de tecnologia olhando a tela de um computador

ITIL, ou Information Technology Infrastructure Library, é um conjunto de boas práticas que pode ser aplicado na gestão de TI de uma organização. Ela é composta de uma série de procedimentos que dizem respeito à infraestrutura, operação e manutenção dos serviços de departamentos de Tecnologia.

A biblioteca ITIL tem por objetivo a melhoria da qualidade dos serviços de Tecnologia aliando Gestão à Experiência do Cliente. O trabalho consiste em processos e procedimentos de Governança que têm como benefícios trazer mais eficiência, economia e transparência.

A Run2biz, fabricante da plataforma 4Biz para gestão de TI, está homologada pela PinkVERIFY™ no nível mais alto: com 16 processos ITIL certificados.

Conheça, a seguir, cada um destes processos. Ou, se preferir, você pode assistir no formato de vídeo clicando aqui.

1. Gerenciamento do Cumprimento de Requisição

Request Fulfillment

Segundo a ITIL, o objetivo do processo Cumprimento de Requisição é “prover um canal para que os usuários requisitem e recebam serviços padronizados, obtenham informações, reclamem ou elogiem o Provedor de Serviços”.

Importante observar a clara referência à Central de Serviços, como o canal de solicitação e a ausência da referência a TI. Ou seja, você precisa ter um meio fácil e acessível para que os clientes indiquem suas necessidades e então organizar, distribuir, acompanhar e atender todas as requisições feitas.

Transformamos processos com diferentes níveis de serviço, fluxos de atendimento, equipes, clientes, contratos, procedimentos e ferramentas em tarefas simplificadas.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Gestão de várias equipes, contratos e fornecedores;
  • Utiliza conceito de workflow digital e automação de processos no padrão BPMN2;
  • Colaboração entre os envolvidos (equipes, clientes e até fornecedores se necessário);
  • Gestão da satisfação dos clientes;
  • Personalização de formulários para atender as várias necessidades dos múltiplos contratos;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI;
  • Gestão georreferenciada para times de campo (Field Services Management);
  • Modelos de tickets prontos para uso;
  • Regras de escalonamento;
  • Atendimento por diversos canais de relacionamento (omnichannel).

2. Gerenciamento de Incidentes

Incident Management

No processo de Gerenciamento de Incidentes, a ITIL preconiza que seu objetivo é “restaurar o mais rápido possível a operação normal do serviço, minimizando os impactos adversos nos processos de negócio. A ‘operação normal’ é definida como a entrega do serviço dentro das metas dos Acordos de Nível de Serviço”.

Como incidentes produzem interrupções na entrega de serviços e, por consequência, prejuízo para nós e nossos clientes, precisamos agir o mais rápido possível para restaurar a operação normal.

É crucial definir qual é a expectativa de restauração da operação (ou seja, o que é agir o mais rápido possível? – Resolver em 2, 4, 20, 40 horas? / Se houver vários incidentes ao mesmo tempo, qual é a prioridade? / E o que é a operação normal? – 24 horas por dia com 1000 acessos simultâneos ou somente durante o expediente normal com 10 acessos?

Todos estes pontos são fundamentais para o correto gerenciamento de incidentes e atendimento das expectativas corporativas.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Regras de escalonamento;
  • Atendimento omnichannel;
  • Análise de tendências;
  • Gestão proativa com apoio de AIOps;
  • Gestão de várias equipes, contratos e fornecedores;
  • Utiliza conceito de workflow digital e automação de processos no padrão BPMN2;
  • Colaboração entre os envolvidos (equipes, clientes e até fornecedores se necessário);
  • Gestão da satisfação dos clientes;
  • Personalização de formulários para atender as várias necessidades dos múltiplos contratos;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI;
  • Gestão georreferenciada para times de campo (Field Services Management);
  • Modelos de tickets prontos para uso;

3. Gerenciamento do Conhecimento

Knowledge Management

De acordo com a ITIL, o objetivo do processo Gerenciamento do Conhecimento é “aperfeiçoar a habilidade da organização em tomar decisões gerenciais assegurando que a informação, segura e confiável, está disponível em todo ciclo de vida do serviço”.

O que isto quer dizer? Imagine que você precisa atravessar uma rua e a única informação que você possui é uma foto desta rua a 5 minutos atrás. Você atravessaria?

Tomar decisões é parte do cotidiano da grande maioria dos profissionais e sem informação confiável e acessível, como decidir?

Ou seja, é preciso assegurar que a informação correta esteja disponível, no momento certo e para a pessoa certa.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Portal do conhecimento;
  • Indicação de conhecimentos necessários para equipes;
  • Colaboração sobre o conhecimento;
  • Fluxos de aprovação de conhecimento;
  • Indicação de conhecimentos dentro do Workflow Digital (indicação dos procedimentos e regras a medida que as tarefas são orquestradas);
  • Utilização de vários tipos de conhecimentos;
  • Gestão de notificações e aviso as partes interessadas;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

4. Gerenciamento do Portfólio

Service Portfolio Management

O objetivo do processo Gerenciamento do Portfólio é “prover um método dinâmico para administrar investimentos em serviços de TI para obter valor para a organização, bem como, nos processos do Gerenciamento de Serviços”.

E como este processo te ajuda a administrar seus investimentos? Fornecendo ferramentas como a Análise de Impacto no Negócio e diversos pontos de avaliação sobre o desempenho do serviço. Além disto, ele integra os demais processos como o gerenciamento financeiro e a melhoria contínua.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Gestão dos vários serviços de negócio;
  • Gestão dos vários serviços de apoio;
  • Gestão do funil de serviços;
  • Controle de permissionamento dos serviços e atividades;
  • Vinculação de contratos necessários ao provimento do serviço;
  • Gestão dos casos de negócio;
  • Configuração de toda a estrutura de serviços, atividades de requisições e atividades de respostas a incidentes;
  • Configuração dos atributos de demanda;
  • Visualização de toda a estrutura financeira apropriada ao serviço (investimentos, previsões, despesas e receitas);
  • Visualização de toda estrutura de ICs (itens de configuração e Ativos vinculados ao serviço);
  • Gestão dos perfis, recursos e conhecimentos necessários para suportar o serviço;
  • Indicadores dos planos de capacidade necessários ao serviço;
  • Indicação de conhecimentos necessários;
  • Possibilidade multilíngue de disponibilização do portfólio;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

5. Gerenciamento do Catálogo de Serviço

Service Catalog Management

A finalidade do processo Gerenciamento do Catálogo de Serviço é “Garantir que o Catálogo de Serviço é produzido, mantido e suas informações são precisas para todos os serviços operacionais e os que estão em preparação para entrar em produção”.

Imagine você indo a um restaurante e, ao consultar o cardápio, o garçom lhe informa que “os preços estão errados”, “o seu prato preferido, está na lista, mas não fazemos mais” e ao final da refeição, “o cardápio não informa, mas só aceitamos pagamento em dinheiro”. Frustrante, não?

Seus clientes esperam obter as informações dos seus serviços de uma maneira rápida, simples e direta para tomarem a decisão de investir na sua organização.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Gestão da disponibilização dos serviços aos consumidores;
  • Gestão do consumo dos serviços;
  • Portal de Serviços Multilíngue;
  • Uso do Catálogo de Serviços dentro dos Digital Workplaces (Espaços de trabalho digitais);
  • Requisições de aprovação facilitada no Portal de Serviços e Digital Workplace;
  • Acompanhamento de minhas requisições no Digital Workplace;
  • Disponibilizar o Catálogo de Serviços dentro do Assistente Virtual;
  • Permite a colaboração entre os consumidores e os operadores;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI;

6. Gerenciamento de Nível de Serviço

Service Level Management

De acordo com a ITIL, o objetivo do processo Gerenciamento de Nível de Serviço é “negociar, acordar e documentar as metas apropriadas para os serviços de TI com os representantes das áreas de negócios, e então monitorar e produzir relatórios sobre a capacidade do provedor de entregar os níveis de serviços acordados”.

Negociação é a palavra-chave deste processo. Um ciclo para identificar as necessidades dos clientes, a capacidade do fornecedor, documentar as metas e então monitorar os indicadores de qualidade e desempenho.

Você já se perguntou se sabe mesmo quais são as expectativas dos seus clientes? Os seus indicadores as refletem? Você reporta os números rotineiramente?

Principais diferenciais no 4Biz

  • Gestão das metas de atendimento;
  • Gestão dos acordos de disponibilidade (índice de disponibilidade);
  • Gestão dos requisitos de níveis de serviços;
  • Plano de melhoria;
  • Aplicação de SLAs aos vários serviços dentro dos contratos;
  • Aplicação de custos aos SLAs/serviços;
  • Gestão dos incidentes e requisições dentro dos SLAs vinculados;
  • Avaliação dos índices de disponibilidade conforme SLAs vinculados;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

7. Gerenciamento de Problema

Problem Management

Por conceito, o objetivo do processo Gerenciamento de Problema é “prevenir que problemas e os seus incidentes resultantes venham acontecer, eliminar a recorrência de incidentes e minimizar o impacto de incidentes que não possam ser prevenidos”.

Nesta definição, aprendemos que os problemas são a origem dos incidentes que afetam os nossos serviços. Portanto, ao resolvermos os nossos problemas, também reduzimos os nossos incidentes. Precisa de mais argumentos para começar a gerenciar os seus problemas?

Principais diferenciais no 4Biz

  • Migração da Gestão Reativa para a Gestão Proativa de problemas;
  • Análise de tendências e criação de registro de problemas;
  • Utiliza conceito de workflow digital e automação de processos no padrão BPMN2;
  • Gestão do diagnóstico, permitindo criar projetos ágeis e distribuir atividades;
  • Gestão da solução, permitindo criar projetos ágeis e distribuir atividades;
  • Gestão de problemas críticos;
  • Vinculação de serviços impactados pelo problema (e a devida gestão);
  • Lições aprendidas;
  • Vinculação dos vários incidentes ao problema;
  • Vinculação das mudanças necessárias para uma resolução de problema;
  • Gestão de fechamento do problema;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

8. Gerenciamento de Mudança

Change Management

Segundo a ITIL, o objetivo do processo Gerenciamento de Mudança é “garantir que todas as mudanças são registradas e então avaliadas, autorizadas, priorizadas, planejadas, testadas, implementadas, documentadas e revisadas de uma maneira controlada”.

Mudanças são inevitáveis em qualquer organização. Novas oportunidades, avanços tecnológicos e ações dos seus concorrentes são exemplos de mudanças no ambiente de negócios que exigem a nossa adaptação.

Este é definitivamente um dos processos mais importantes da ITIL, pois habilita a sua organização a lidar, de maneira eficiente, com todas as mudanças (planejadas ou não) e evoluir consistentemente.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Gestão de vários portfolios de mudança;
  • Permite a criação de OCM (Organizacional Change Management);
  • Utiliza conceito de workflow digital e automação de processos no padrão BPMN2;
  • Análise de impacto;
  • Análise de riscos da mudança (completa ou ágil);
  • Planejamento das ações (projetos, ações, notificações, documentos e anotações);
  • Planejamento da reversão, caso seja necessário (projetos, ações, notificações, documentos e anotações);
  • Lições aprendidas;
  • Vinculação de problemas, incidentes, requisições, ICS e serviços impactados;
  • Papéis e responsabilidades dos envolvidos;
  • Votação da mudança;
  • Gestão de fechamento da mudança;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

9. Gerenciamento de Liberação e Implantação

Release & Deployment Management

A finalidade do processo Gerenciamento de Liberação e Implantação é “implantar liberações em ambiente produtivo e estabelecer o efetivo uso do serviço, de forma a entregar valor para os clientes e transferindo a responsabilidade aos processos de Operações do Serviço”.

É a hora de brilhar e de mostrar aos seus clientes todo o resultado de um trabalho de planejamento e desenvolvimento do seu serviço. Não dá para pisar na bola, não é?

Estabelecer o uso efetivo do seu serviço envolve muito mais do que “colocar no ar”. Você treinou as equipes? Distribuiu os recursos? Testou tudo? Está pronto se algo der errado?

Principais diferenciais no 4Biz

  • Gestão de vários portifólios de liberação;
  • Liberação de pacotes de mudança;
  • Utiliza conceito de workflow digital e automação de processos no padrão BPMN2;
  • Planejamento da liberação e implantação (projetos, ações, notificações, documentos e anotações);
  • Vinculação de problemas, incidentes, requisições, ICS (o que é?) e mudanças;
  • Papéis e responsabilidades dos envolvidos;
  • Liberação das mídias definitivas de software;
  • Gestão de fechamento da liberação;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI;

10. Gerenciamento de Configuração

Service Asset & Configuration Management

De acordo com a ITIL, o objetivo do processo Gerenciamento de Configuração é “identificar, controlar, registrar, reportar, auditar e verificar os serviços e outros itens de configuração, incluindo versões, linhas de base, componentes, seus atributos e relacionamentos”.

Mesmo uma organização pequena tem dezenas de serviços e seus componentes. A complexidade aumenta exponencialmente conforme a quantidade de serviços cresce. Agora imagine identificar, anotar, manter atualizado e publicar informações de todos os componentes dos seus serviços.

Quantos servidores temos? O que está na nuvem e o que está na empresa? Quantas licenças daquele software temos direito? Aquele notebook ainda está na garantia? Perguntas que atormentam os gestores de TI! Não é a toa que o gerenciamento de configuração é conhecido por ser um dos processos mais desafiadores.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Configuração dos elementos que são partes do CMDB;
  • Realizar e manter inventários dos Itens de Configuração;
  • Realizar validação e disparar eventos no processo de inventário;
  • Agrupamento dos ICs;
  • Gestão de todas as vinculações nos ICs (incidentes, requisições, problemas, mudanças, liberações, conhecimentos, impactos, anexos, eventos, atributos financeiros, atributos de demanda, garantias, softwares, ICs vinculados, serviços, entre outros);
  • Gestão dos vários tipos de IC e seus atributos de informação;
  • Criação dos mapas de relacionamentos e impactos;
  • Visualização por vários filtros;
  • Exportar e Importar CMDB;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

11. Gerenciamento de Ativos de Serviço

Asset Management

No processo de Gerenciamento de Ativos de Serviço temos como objetivo “assegurar que os ativos sobre controle da TI estão identificados, controlados e devidamente mantido durante todo o seu ciclo de vida”.

Expandindo o escopo de controle do gerenciamento de configuração e dos itens de configuração para todos os ativos. Este processo inclui qualquer ativo que é usado pela TI na sua operação. Ativos como automóveis, peças de reposição de hardware e até aquela máquina de café que mantem a equipe motivada.

Mas porque temos que gerenciar ativos que não são de TI? Porque foram feitos investimentos nestes ativos, há despesas recorrentes para sua manutenção e os seus serviços, e principalmente a satisfação dos seus clientes, dependem deles, direta ou indiretamente.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Configuração do Ciclo de vida;
  • Gestão do Ciclo de vida de cada Ativo;
  • Gestão das garantias;
  • Gestão financeira do Ativo;
  • Visualização por vários filtros;
  • Gestão da criticidade e do período de criticidade;
  • Gestão do calendário e do time zone do Ativo;
  • Gestão dos custos de indisponibilidade do Ativo;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

12. Gerenciamento de Eventos

Event Management

Segundo a ITIL, o objetivo do processo Gerenciamento de Eventos “detecta, correlaciona e determina o controle apropriado dos eventos que ocorrem no ambiente operacional”.

Assim como o corpo humano, serviços de TI são compostos de diversas partes e cada uma delas pode emitir sinais vitais. Se soubermos monitorar, registrar e interpretar estes sinais corretamente, podemos antecipar ou diagnosticar problemas assim como a Medicina.

Como vai o processamento dos servidores? Quantas pessoas estão aguardando para serem atendidas na Central de Serviços? Quantos pedidos foram concluídos? Qual é a audiência dos seus sites e redes sociais?

Principais diferenciais no 4Biz

  • Integração com diversas ferramentas de monitoração;
  • Gestão de regras de monitoramento;
  • Gestão de várias ações automáticas;
  • Abertura automática de incidentes;
  • Monitoramento de ações de negócio;
  • Vinculação e correlação de eventos;
  • Integração com solução de AIOps;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

13. Gerenciamento de Capacidade

Capacity Management

A finalidade do processo Gerenciamento de Capacidade é “garantir que a capacidade suficiente exista em todas as áreas da TI, a um custo justificável, e que esta atenda, em tempo hábil, todos os requisitos acordados, atuais e futuros, dos processos de negócio”.

Adoraríamos ter um carro potente, com um belo design e com grande capacidade de carga. Mas e o custo? É justificado? E ele atende as nossas necessidades atuais e futuras?

O que este processo propõe é que o investimento em capacidade seja justificado e planejado ao longo do tempo, para que sempre haja capacidade suficiente e sem desperdício.

Principais diferenciais no 4Biz

  • Criação de indicadores de capacidade;
  • Criação de limites de aceitação de capacidade;
  • Visualização das capacidades diretamente na funcionalidade de CMDB/ITAM;
  • Verificação Visual dos limites de capacidade;
  • Verificação Automática dos limites de capacidade com possibilidade de vinculação de ações automáticas;
  • Visualização dos indicadores de capacidade diretamente no mapa de ativos;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

14. Gerenciamento de Disponibilidade

Availability Management

Por conceito, o objetivo do processo Gerenciamento de Disponibilidade é “prover um ponto focal e de gerenciamento para todas as questões relacionadas com a disponibilidade, relacionadas com os recursos ou serviços, garantindo que as metas de disponibilidade são mensuradas e alcançadas”.

A disponibilidade é, sem dúvida, o principal fator de satisfação dos clientes. De que adianta todo investimento, planejamento, desenvolvimento e publicação de um serviço, se este estiver indisponível?

Você sabe qual a disponibilidade desejada e necessária para atender os negócios da sua organização? Quanto custa manter os serviços operacionais? E qual o impacto se o serviço ficar indisponível? Tem informações para saber onde e quando investir em melhorias? Consegue monitorar e registrar continuamente a disponibilidade?

Principais diferenciais no 4Biz

  • Vinculação de SLAs de disponibilidade diretamente em ICs ou Serviços;
  • Criação de grupos para apuração de disponibilidade;
  • Apuração dos indicadores de disponibilidade por várias visões;
  • Informações gráficas sobre disponibilidade e validação dos SLAs;
  • Verificação das ocorrências de indisponibilidade;
  • Vinculação de conhecimentos para apoio aos processos de recuperação;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

15. Gerenciamento de Continuidade de Serviços de TI

IT Service Continuity Management

Sua finalidade é “suportar o processo de Continuidade de Negócio da organização, garantindo que os recursos de TI podem ser recuperados dentro do tempo requerido e acordado”.

Crises são eventos raros, mas certamente podem ocorrer. A sua natureza é diversa, como um incêndio, depressão econômica, sabotagem ou a perda de contratos essenciais. Quando ela aparece, é preciso responder rapidamente – é a hora de agir.

Você está preparado para um evento que pode impactar seriamente suas operações? Sabe quais riscos está exposto e como mitigá-los? Seus planos de continuidade estão alinhados com os planos da organização?

Principais diferenciais no 4Biz

  • Gestão dos planos de continuidade;
  • Gestão de cada política de continuidade;
  • Vinculação das funções vitais do negócio;
  • Análise de impacto ao negócio (BIA);
  • Avaliação de risco;
  • Gestão de riscos e ameaças;
  • Gestão de vários cenários de riscos e ameaças;
  • Planos de tratamento a riscos e ameaças;
  • Planejamento organizacional;
  • Estratégias de simulação e testes;
  • Plano de execução de treinamentos;
  • Acompanhamento real em caso de ocorrência de incidente maior;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI;

16. Gerenciamento Financeiro

Financial Management

Por conceito, o objetivo do processo Gerenciamento Financeiro é “fornecer ao negócio e à TI a quantificação, em termos financeiros, do valor dos serviços de TI, do valor dos ativos que suportam esses serviços e a qualificação da previsão operacional financeira”.

A operação da organização é um modelo de boas práticas: os serviços estão em uso pelos seus usuários; equipe técnica mantem tudo em ordem; todos os equipamentos funcionando corretamente; clientes satisfeitos; novos negócios surgem constantemente.

Mas quanto custa tudo isso? A sua operação é sustentável a médio ou longo prazo? A sua cobrança é justa?

Principais diferenciais no 4Biz

  • Criação de ciclos financeiros;
  • Gestão dos lançamentos financeiros (planilha financeira por ciclo);
  • Criação de categorias para lançamentos financeiros;
  • Lançamentos de investimentos, orçamentos, previsões, despesas e receitas;
  • Rateio de lançamentos por Serviços, ICs, Projetos, Contas Contábeis, Unidades de Negócio e Centros de Resultados;
  • Planilha de avaliação de custos, investimentos e definição de preços;
  • Apuração financeira do período;
  • Baixa de pagamentos e recebimentos;
  • Consumos de orçamentos;
  • Fluxos para aprovação financeira;
  • Integração com todos os módulos da gestão de TI.

Conclusão

Os profissionais mais experientes do setor de TI e os fornecedores de software de service management (ITSM) sabem da importância do selo PinkVERIFY™ para as ferramentas que apoiam a TI. Estamos falando de uma certificação global e que alinha a ferramenta com as melhores práticas da ITIL necessárias para suportar processos específicos, por meio de seus fluxos de trabalho, funcionalidades e documentação. 

As certificações PinkVERIFY™ garantem que a ferramenta de ITSM passou por rigorosos testes de validação e compliance com a ITIL (Information Technology Infrastructure Library) e que um dos maiores especialistas mundiais no assunto, a empresa global Pink Elephant, validou todos as funcionalidades da ferramenta frente aos requisitos de governança.

Na teoria, pode parecer algo difícil de se implementar mas não se engane! Uma vez bem implementado o processo de governança (não apenas na TI mas como em outros departamentos) os resultados são impressionantes e com incontáveis benefícios. Para isso, é crucial contar com um bom parceiro de implementação e, claro, uma ótima plataforma. Agende o seu horário com um de nossos consultores e entenda como podemos transformar a sua TI para o alcance dos melhores resultados!

Leia este e-book e descubra os piores erros que a sua equipe de TI pode cometer na implantação de um ITSM e como evitá-los.

A importância da Governança de TI no planejamento estratégico da sua empresa

O papel meramente operacional dos profissionais de informática deixou de existir. A Tecnologia da Informação (TI) está em todas as áreas da empresa e é parte fundamental da estratégia de um negócio. Como parte da governança corporativa está a governança em TI, estabelecendo mecanismos de controle, políticas e regras com o propósito de garantir a segurança das informações e a gestão adequada dos recursos tecnológicos. 

Sob essa ótica que a governança em TI participa do planejamento estratégico específico por meio da análise dos ambientes interno e externo, da formulação de estratégias alinhadas com a visão de futuro da empresa, da elaboração do plano de ação, do monitoramento da execução e da realização de ajustes. Isso quer dizer que, assim como os processos de TI precisam estar sintonizados com as demandas organizacionais, o inverso se torna verdadeiro: a transformação digital e as decisões da governança em TI vão gerar resultados e ampliar as possibilidades competitivas da corporação. 

Alguns dos benefícios da implantação da governança em TI são: 

Maior segurança das informações

A segurança dos dados é um dos pontos chave da governança em TI. A padronização dos processos e a implantação de boas práticas e métricas garantem a confiança necessária para proteção dos processos da empresa em todos os seus setores. 

Otimização de processos:

Os recursos operacionais são melhor aproveitados quando há um padrão de ação e automação de fluxos de trabalho. A governança em TI possibilita um melhor gerenciamento dos serviços prestados para o público interno e externo, tornando possível automatizar e priorizar demandas, bem como aproveitar melhor os recursos disponíveis. 

Redução de custos e riscos:

Toda a estrutura proposta por uma boa governança em TI implica, necessariamente, em redução de custos operacionais e redução de riscos e retrabalho. O constante monitoramento a partir das regras e políticas estabelecidas previamente faz com que os esforços da equipe de TI – e das demais áreas – seja direcionado para o crescimento e promoção de resultados para a empresa. 

Saiba como implementar a governança de TI na sua empresa: 

Análise do cenário atual

O primeiro passo é fazer um levantamento de todos os processos para expor com transparência o cenário atual e quais as necessidades que precisam ser atendidas. 

Identifique qual metodologia será implementada

O mercado oferece uma diversidade de metodologias – ou frameworks – de governança e TI, como ITIL4, COBIT, TOGAF, SAFe, Lean, capazes de se adequar aos objetivos e perfil de cada empresa e equipes. 

Estruture o plano de ação

Qualquer plano estratégico de governança em TI precisa estar alinhado com o plano estratégico da empresa e ser executado a partir de ações de curto, médio e longo prazo. É uma estruturação necessária para atingir os objetivos desejados. 

Estabeleça um sistema de métricas e monitoramento

A aplicação da governança em TI não se concretiza de um dia para o outro. Os controles precisam ser bem pensados para gerar as métricas assertivas que serão monitoradas. Os sistemas de ITSM (Information Technology Service Management) colaboram para orquestrar essa etapa da governança e as soluções AIOps (Artificial Intelligence for IT Operations) são indicadas para monitorar infraestruturas e entregar mais segurança. 

Em semanas, tenha a gestão da TI funcionando a todo vapor, totalmente organizada e mais produtiva. Conheça a plataforma 4Biz!

A plataforma 4Biz Service Management, da Run2biz, está alinhada aos melhores frameworks para apoiar a transformação digital e ajudar sua empresa a entregar a melhor experiência ao cliente. Agende um horário com um de nossos consultores e saiba como podemos ajudar empresas como a sua. 

Do fracasso ao sucesso em projetos de ITSM

Empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação desejam ter uma solução de TI capaz de reunir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas. Entretanto, boa parte delas lidam com a frustração do fracasso em seus projetos de ITSM (Gestão de Serviços de TI).  

O ITSM é um conjunto de estratégias e ferramentas que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades da área de TI e, consequentemente, do negócio, com objetivo de aprimorar a maneira com que se entrega e se gerenciam os serviços de TI, podendo inclusive contar com a utilização de softwares especializados. 

Um dos principais objetivos das empresas, ao utilizar soluções de ITSM, é assegurar, entre tantos elementos, que os processos, os colaboradores e as tecnologias se alinhem de forma devida aos objetivos do negócio e seja criado um ciclo contínuo e saudável de geração de valor. Resumidamente, estamos falando de sair de uma TI reativa para uma TI diretamente ligada à estratégia de negócios da empresa.

As intenções de boa governança são as melhores, entretanto, há alguns gargalos e pontos críticos que podem colocar tudo a perder. Conheça alguns dos principais desafios a serem superados para levar projetos de ITSM ao sucesso:  

1 – Ceticismo

Toda mudança, principalmente organizacional, implica em romper padrões e crenças, e não seria diferente com um projeto de ITSM. Assim como todo processo de diagnóstico, planejamento e implantação pode esbarrar na suspeita de que será mais uma situação fracassada, em especial, se outras tentativas de gestão de serviços já tenham sido feitas.  

2 – Plano idealizado

As potencialidades de um projeto de ITSM fazem brilhar os olhos de qualquer CIO e é comum que o leque seja explorado além da própria capacidade de aplicação. Como se trata de uma escolha estratégica – como todas que envolvem a TI – e com aplicação e melhoria contínua, surge a necessidade de se desapegar de um plano idealizado. 

3 – Mito da solução rápida

As boas perspectivas de atender às necessidades primárias do negócio criam uma ansiedade para que o ITSM seja uma solução de rápida implantação nas organizações que não possuem uma estrutura de gestão de serviços. Este imediatismo vai contra a necessidade de um planejamento detalhado e minucioso dos objetivos e metas, levando em consideração a infraestrutura e as demandas atuais da empresa, além do escopo que será atendido pelo ITSM.

4 – Implementação definitiva

Outro equívoco que sabota as potencialidades do ITSM é considerar que, uma vez implementado, o projeto está concluído. Nada poderia estar mais distante da realidade. Ainda que as etapas de diagnóstico e planejamento tenham sido feitas com maestria, surgirão demandas após a implementação.  

5 – Hábitos sem atualização

É importante se conectar às novidades e atualizações nas melhores práticas. O ITIL 4, por exemplo, surgiu como uma maneira de melhor atender organizações que pretendem automatizar, simplificar e implementar (com sucesso), projetos de ITSM. As práticas Agile e DevOps, agora incorporadas ao framework, estão resultando em um processo experimental contínuo e focados na Gestão de Serviços e entrega de valor ao usuário final.

Rumo ao sucesso

Você já percebeu que diversas são as barreiras que podem levar projetos de ITSM ao fracasso, e ainda existem outras. O importante é ter em mente que na atual corrida frenética pela transformação digital, será um diferencial competitivo de grande valor aproveitar-se de estruturas que aumentam a produtividade e a entrega de valor e de resultados na Gestão de Serviços.   

Se você viu semelhanças entre os cinco pontos trazidos neste material e a realidade em seu trabalho ou empresa, recomendamos a leitura do e-book 6 Motivos que levam Projetos de ITSM ao Fracasso. Clique no banner abaixo e faça o download do seu guia completo!   

Motivos para ter ferramentas de ITSM na sua empresa nos próximos anos

A corrida pela transformação digital se tornou ainda mais frenética, razão pela qual, as organizações devem aproveitar melhor os benefícios de estruturas que já dispõem para aumentar a qualidade e a eficiência, como o gerenciamento de serviços de TI (ITSM – Information Technology Service Management, em inglês). À primeira vista pode não parecer, mas, na prática, todos os tipos de empresas passaram a usar soluções de ITSM a partir do momento em que os computadores começaram a fazer parte da infraestrutura dos negócios ainda que a estrutura atual não atenda aos objetivos esperados. Se você quer conhecer os motivos para contar com o apoio das ferramentas de ITSM, continue a leitura que vamos lhe contar tudo.

O que é ITSM?

O ITSM é um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades de um determinado setor – e, consequentemente, da empresa -, com objetivo aprimorar a maneira com que se aborda, entrega e gerencia os serviços de TI. Ou seja, a diferença agora é que atender ao telefone da TI ou configurar um novo recurso na base de dados passam a ser tarefas muito rasas e simplórias para tudo o que o ITSM pode e deve oferecer para os resultados das corporações. 

Independentemente do campo de atuação ou de seu tamanho, as empresas necessitam dispor de um setor de TI bem preparado e competente, capaz de convergir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas. Aliás, esse é o ponto mais importante do ITSM: gerar valor e dar governança. O gargalo está na configuração do ITSM que, não raro, está aquém das necessidades desejadas e, ainda quando bem implementado, costuma deixar de prever adaptações necessárias do planejamento original para o dinamismo das diversas áreas e perfis de usuários que atende. 

Roteiros dinâmicos e fim das lacunas

Os desafios podem ser superados com uma implementação de ITSM que preencha as lacunas por meio de roteiros dinâmicos alinhados às estratégias do negócio. O processo de ITSM é desenhado em razão das necessidades e perspectivas do usuário. Portanto, as solicitações são mais bem conectadas, a assistência é aperfeiçoada e os resultados se expandem. É um procedimento que procura um panorama sobre o todo. Desse modo, os profissionais de TI disponibilizam às organizações transparência em contextos como a conexão de serviços, as soluções ágeis e satisfatórias e a proteção de dados. 

Enquanto em diversas empresas a TI ainda é conceituada como o serviço encarregado por apagar incêndios, o ITSM a ergue a um grau mais preventivo e programado, devendo chegar ao estratégico. Isto é, o ITSM retira os profissionais da tecnologia do habitual “danificou – reparou” e os posicionam como fundamentais para a estratégia das empresas. Isso se torna possível com a consolidação de sistemas e ferramentas pulverizados em processos automatizados e coordenados com as necessidades, metas e objetivos de cada setor e da corporação como um todo.  

Dessa maneira, a equipe de TI pode assumir atividades como:

  • administrar a produção dos recursos vigentes e supervisioná-los para ações preventivas de suporte e/ou manutenção; 
  • esquematizar o desenvolvimento da empresa e suas receitas de maneira econômica e competente;
  • apresentar dissoluções particulares e tecnológicas para novos produtos;
  • unificar os divergentes setores de uma empresa e seus processos de trabalho, coordenando e gerenciando o conjunto de fluxos de geração de valor entre os diversos setores.

Novidade no mercado

A Run2biz oferece aos seus clientes a plataforma 4Biz Service Management, capaz de suportar as muitas necessidades das empresas, não só da área de TI. A plataforma 4Biz surgiu em 2020, como uma excelente alternativa de ITSM e ESM para o mercado brasileiro e internacional (a exemplo de outros produtos de mercado).  Com a 4Biz é possível otimizar a conexão entre colaboradores e tecnologias para o gerenciamento eficaz de serviços, melhorando os resultados do negócio. Quer saber mais? Agende seu horário com um de nossos consultores. 

Conheça as principais tendências tecnológicas para os próximos anos

A Deloitte na 11ª edição do estudo anual Tech Trends 2020, traz um resumo interessante das tendências tecnológicas para os anos que virão, sendo elas classificadas em “Facilitadoras”, “Fundação”, “Disruptoras” e “Emergentes no Horizonte”.

Já o Gartner no artigo “Top 10 Strategic Technology Trends for 2020: A Gartner Trend Insight Report”, traduzido para “As 10 principais tendências estratégicas de tecnologia para 2020: um relatório do Gartner Trend Insight” traz uma distribuição de tendências em 2 partes: uma centrada nas pessoas e outra centrada nos espaços inteligentes. 

Líderes de todos os setores agora elevam a tecnologia rotineiramente a uma prioridade estratégica de negócios. A capacidade de uma organização de explorar a tecnologia a seu favor determinará sua sobrevivência.

Se você deseja conhecer os pontos mais importantes extraídos destes 2 documentos e as principais tendências tecnológicas, continue a leitura do nosso post!

1. Tendências Facilitadoras

As tendências facilitadoras são forças capacitadoras que apoiam e permitem impulsionar a ruptura de negócios, modelos operacionais e mercados.

Experiência digital e Multiexperiência

Segundo o Gartner “até 2028, a experiência do usuário passará por uma mudança significativa na maneira como os usuários percebem o mundo digital e como eles interagem com ele”.

Segundo a Deloitte, “a experiência digital continua sendo um fator crítico da transformação da empresa – de fato, 64% dos participantes da pesquisa global de CIO da Deloitte em 2018 dizem que as tecnologias digitais afetarão seus negócios nos próximos três anos”.

Essa tendência concentra-se fortemente na criação de interações mais centradas no ser humano – incluindo funcionários, parceiros de negócios e clientes. A experiência multissensorial, multidispositivo e multitoque, conectando o físico com o digital está alinhado ao futuro da multiexperiência. Essa é a tendência real, o design orientado ao humano, não necessariamente as tecnologias que o habilitarão, mas o design corporativo que se estabelecerá para atender essa orientação.

Com a ajuda de várias tecnologias conectadas e da extração de dados, incluindo Inteligência Artificial, com Machine Learning e computação visual, conseguiremos criar experiências digitais personalizadas e emocionalmente inteligentes com base no comportamento, preferências e emoções dos indivíduos.

Cloud Computing / Distributed Cloud

Conforme indicado pela Deloitte, “Como previmos em 2017, o uso da nuvem, que se estende além da infraestrutura, deu origem a tudo como serviço, permitindo que qualquer função de TI se torne um serviço baseado em nuvem para consumo corporativo”.

E como previsto pelo Gartner, “o provedor de nuvem pública assume a responsabilidade pela operação, governança, manutenção e atualizações”. 

Nesse mundo híbrido, onde temos o melhor das tecnologias ofertadas como serviço, há o blockchain, Machine Learning, computação visual, orquestração de conteiners, serverless, entre outros tantos recursos tecnológicos, tudo isso representando fontes de inovação avançada e acelerada, que nos convidam a ser estratégicos e focar nos objetivos de negócio que precisam ser atendidos, no curto, médio e longo prazo. 

Em si, o que a Cloud habilita são meios rápidos para a inovação, os recursos que antes demorariam tempo, hoje estão disponíveis rapidamente e podem ser usados quando, onde e pelo tempo que forem necessários.

2. Tendências de Fundação

Negócios de Tecnologia (Reengenharia da Tecnologia “com T maiúsculo”)

Segundo a Deloitte, “o negócio da tecnologia – a maneira como a TI opera – está evoluindo à medida que a tecnologia e as estratégias de negócios convergem. À medida que as empresas buscam cada vez mais reengenharia de TI, não apenas para oferecer excelência operacional, mas também em parceria com funções de negócios para impulsionar a criação de valor, muitas equipes de TI estão mudando seu foco da entrega de projeto para resultados de produtos e negócios e adotando metodologias de desenvolvimento que permitem a colaboração, como Agile e DevOps.”

Esse é um movimento importante, visto que se trata da fundação da nova forma de alinhamento da TI, e neste ponto surge um conceito importante: “Governança Digital”, onde a governança não é vista apenas como “padronizadora”, mas agora tem as funções importantes: padronização, automação e aceleração. Ela é condutora. O livro “Liderando na Era Digital” (dos autores George Westerman, Didier Bonet e Andrew McAfee) introduz este conceito e explica como grandes empresas tradicionais estão usando o digital para obter vantagens estratégicas e competitivas.

Modernização Central (Remodelando o coração dos negócios)

Segundo a Deloitte, “A modernização do núcleo reflete as pressões contínuas que a transformação digital, as expectativas do usuário e os algoritmos de uso intensivo de dados exercem sobre os sistemas principais nos setores de front, mid e back office. Seja em finanças digitais, uma cadeia de suprimentos em tempo real ou um sistema de gerenciamento de relacionamento com clientes, os principais sistemas suportam os principais processos de negócios”.

As organizações de TI precisam reduzir suas dívidas técnicas e os sistemas legados não permitem agilidade para inovar e escalar. Muitas organizações estão partindo para o conceito do ERP de próxima geração, ERP pós-moderno ou modernização das plataformas legadas. Essa é uma tendência importante, e de fundação, pois independentemente do termo adotado pelo mercado, estamos falando de capacidades tecnológicas corporativas, e da habilidade que a empresa terá de responder as questões de mercado que se tornam cada vez mais urgentes e dinâmicas.

Democratização da tecnologia

Segundo o Gartner, “democratização é proporcionar às pessoas acesso a conhecimentos técnicos ou de domínio de negócios por meio de uma experiência radicalmente simplificada e sem a necessidade de treinamento extensivo e dispendioso”. O incremento de sistemas de desenvolvimento de baixo código, assistentes virtuais baseados em IA e modelos de tomada de decisão de fácil uso são aspectos importantes da democratização.

O alvo da tendência de democratização pode ser qualquer pessoa, dentro ou fora da empresa, incluindo clientes, parceiros de negócios, executivos, vendedores, colaboradores, desenvolvedores de aplicativos ou profissionais de operações de TI. A ideia é ampliar liberdade e empoderamento, permitindo maior eficiência e agilidade em escala aberta dentro da cadeia de valor.

3. Tendências Disruptoras (ou transformadoras)

Tecnologias cognitivas / Hiperautomação

Segundo a Deloitte, “Tecnologias cognitivas, como aprendizado de máquina, redes neurais, automação de processos robóticos, bots, processamento de linguagem natural, redes neurais e o domínio mais amplo da IA, têm o potencial de transformar quase todos os setores. Essas tecnologias personalizam e contextualizam a interação humano-tecnologia, permitindo que as empresas forneçam informações e serviços personalizados baseados em linguagem e imagem com o mínimo – ou nenhum – envolvimento humano.”

Segundo o Gartner, “A hiperautomação concentra-se em tarefas, processos e automação organizacional usando uma variedade de ferramentas. Um estado futuro hiperautomatizado pode ser alcançado apenas por meio de práticas e ferramentas de trabalho hiperágil”. O uso da hiperautomação depende da arquitetura de TI adotada e liberada.

As tecnologias cognitivas e a hiperautomação de fato tem um poder transformador nas empresas, pois a ideia é trazer ganhos de produtividade internos e ao mesmo tempo liberar atenção e apoiar o foco no humano, principalmente nas interações com clientes, permitindo inclusive possibilidades de reajuste em modelos de negócio já existentes.

Aprimoramento humano

Segundo o Gartner, “O aprimoramento humano explora como a tecnologia pode ser usada para fornecer aprimoramentos cognitivos e físicos como parte integrante da experiência humana. Em vez de computadores e aplicativos serem algo fora da experiência humana normal, eles se tornam uma parte natural –  e às vezes necessária – da experiência humana cotidiana. O aprimoramento humano também inclui fatores de bioengenharia que vão além da exploração de computadores e aplicativos”.

Tecnologias wearables, IA, alto-falantes inteligentes, computação visual, voice interfaces, speech recognition são exemplos que demonstram a já iniciada aplicação real neste sentido.

Blockchain prático

De acordo com o Gartner, “Um blockchain é um tipo de livro distribuído. Um livro distribuído é uma lista cronologicamente expandida de registros transacionais irrevogáveis ​​assinados criptograficamente e compartilhados por todos os participantes de uma rede”.

O Blockchain é uma prioridade de tecnologia crítica para mais da metade dos participantes da Pesquisa Global de Blockchain de 2019 da Deloitte, um aumento de 10 pontos em relação a 2018. Ele permite uma arquitetura de confiança distribuída que possibilita às partes não confiáveis ​​a realização de transações comerciais com mecanismos de validação descentralizados.

4. Tendências Emergentes no Horizonte

Computação Quântica

A Deloitte preconiza que “Para a computação quântica, as propriedades especiais desses bits quânticos, ou qubits, têm o potencial de criar mudanças exponenciais. Ao manipular partículas individuais, os computadores quânticos poderão resolver certos problemas altamente complexos que são muito grandes e confusos para os supercomputadores atuais – da ciência de dados à ciência dos materiais”.

Já de acordo com o Gartner, “A tendência emergente da computação quântica pode ter um impacto significativo na inteligência artificial, aprendizado de máquina e negócios”. O futuro da computação quântica é computadores capazes de resolver tarefas cada vez mais complexas em tempos cada vez menores, abrindo um horizonte de infinitas possibilidades.

Agora que você conhece as principais tendências tecnológicas para os próximos anos, não deixe de visitar o nosso site e conhecer a plataforma 4Biz que pode impulsionar o desempenho de sua organização.

Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz

Como reduzir o estresse com a gestão de TI? Saiba mais!

gestão de ti

Reduzir o estresse com a gestão de TI é o desejo e até mesmo o sonho de muitos gestores. Atingir esse objetivo, no entanto, muitas vezes parece ser algo distante, especialmente em razão da grande complexidade que é inerente a essa área.

Mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, é possível diminuir o estresse com a gestão de TI, sendo que, para tanto, é necessário buscar as melhores estratégias capazes de trazer melhorias na área, a fim de reais ganhos dentro da empresa como um todo.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema e descobrir quais estratégias podem ser adotadas para diminuir o estresse com a gestão de TI, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Veja!

Automatizar e orquestrar processos

Uma maneira rápida e eficaz de diminuir o estresse com a gestão de TI é por meio da automação e orquestração de processos. Nesse caso, há a substituição das atividades humanas realizadas de forma repetitiva por automação de software.

Ao automatizar e orquestrar processos, o risco de erro humano é reduzido drasticamente e, ainda, níveis melhores de agilidade são atingidos. Com isso, o gestor tem mais tempo para realizar atividades de maior relevância e valor agregado.

Dessa maneira, a automatização dos processos é capaz de aumentar a performance de toda a equipe, bem como satisfazer às necessidades dos clientes, uma vez que é possível atuar de forma mais rápida no aprimoramento da qualidade dos serviços.

Integrar os sistemas da empresa

Uma outra forma de reduzir o estresse com a gestão de TI é realizando a integração entre os sistemas da empresa. Trata-se, na realidade, de uma forma de apoiar a automação e a orquestração de processos — fator que possibilita ganhos como a modernização de interfaces e a diminuição de erros.

Vale salientar, no entanto, que nesse caso não é preciso que a companhia lance mão de investimentos extras, uma vez que a ideia principal é justamente manter e potencializar os investimentos que já foram feitos em sistemas e softwares diversos.

Realizar a terceirização de toda ou parte da TI

A terceirização da TI, seja em parte ou totalmente, é uma medida que altera a rotina da companhia positivamente, uma vez que a deixa mais produtiva, flexível e ágil. Além disso, ainda é capaz de proporcionar uma significativa redução de custos.

Cada empresa deve analisar as suas necessidades, especialmente se deve e qual área a ser terceirizada. De forma geral, esse tipo de procedimento costuma gerar grandes benefícios. A terceirização faz com que tanto o gestor quanto o colaborador da empresa contratante tenham mais tempo para focar no que é prioridade — o que é capaz de diminuir os custos do negócio e aumentar o desempenho da área.

Essa medida, inclusive, é uma excelente opção para momentos de crise, uma vez que os colaboradores e seus encargos não estão sob a responsabilidade da empresa que contrata a terceirização. Com isso, a companhia economiza bastante no tocante aos custos trabalhistas, que por sinal são bem elevados no Brasil.

Promover o autosserviço

Mais uma boa maneira de reduzir o estresse com a gestão de TI é por meio do autosserviço, uma vez que a necessidade de indivíduos serem contratados para receberem pedidos de algumas ações e executá-las em outras posições mais produtivas é eliminada.

O próprio solicitante preenche as informações de que precisa, especialmente em razão da utilização de automações e integrações, na maior parte das vezes já se torna possível completar a operação desejada. Essa medida, além de reduzir o estresse com TI, gera economia, pois não é necessário ter uma pessoa para realizar essa função, além de ser mais rápido e satisfatório ao solicitante que, por sua vez, não precisa esperar por muito tempo.

Autoatendimento e chatbots

Vale ressaltar ainda que o autosserviço é bastante útil dentro de toda a cadeia de valor. Por essa razão, pode ser aplicado, por exemplo, para fornecedores, colaboradores e clientes. Dentro do conceito do autosserviço também há o autoatendimento que, por sua vez, é capaz de reduzir do estresse com o setor. No setor de TI muitas pessoas entram em contato não apenas na solicitação de serviços, mas também na resolução de dúvidas.

Para solucionar esse problema, é possível utilizar um software eficaz que utiliza ferramentas de diálogo automatizadas. Também conhecidas por chatbots, essas soluções ajudam a guiar o usuário e, nos casos em que são integradas às automações, elevam consideravelmente o seu desempenho. 

Virtualize servidores

A virtualização consiste em uma técnica que tem como objetivo a execução de trocar um ou mais servidores físicos por virtuais. Um exemplo que ajuda a entender melhor a virtualização é a utilização da nuvem, uma vez que os dados que eram guardados em um servidor físico são transferidos para um ambiente virtual. Este, por sua vez, conta com diferentes vantagens, como a possibilidade de backup automático, bem como a criptografia dos dados.

A Cloud Computing, por exemplo, conta com serviços importantes que apoiam na automação e, sem dúvidas, diminuem o estresse com a gestão de TI. Isso ocorre porque o risco de perder dados diminui consideravelmente e, por outro lado, a segurança dos dados é aumentada. Além disso, mais um de seus benefícios é a redução de custos relacionados com armazenamento e os dispositivos de hardware necessários ao servidor físico.

SaaS

Dentre desse conceito também há o SaaS (Software as a Service). Essa é mais uma opção interessante de diminuir o estresse com TI, passando a pagar por aquilo que efetivamente é utilizado em um sistema de gestão de serviços da TI (ITSM). Isso acaba de uma só vez com preocupações com servidores, bancos de dados, módulos de sistemas, etc.

Agora que você já sabe como reduzir o estresse com a gestão de TI, deve ter percebido que se trata de uma tarefa mais simples do que você imaginava, não mesmo? Então, coloque as nossas dicas em prática o quanto antes para que seja possível usufruir de todos os seus benefícios e atingir o resultado desejado.

Se você gostou do assunto deste post e também deseja saber como reduzir os custos na área da TI, continue em nosso blog e confira todos os detalhes sobre o tema!