Você sabe o que softwares, links de dados, servidores e sistemas têm em comum no mundo da TI? São alguns dos ativos fundamentais para as operações de quase todos os tipos de empresas e, por consequência, devem ter um modelo de gestão para cumprir a missão de servir ao negócio, um verdadeiro desafio para um contexto de atualizações cada vez mais rápidas e complexas.
A gestão de ativos de TI, também conhecida como ITAM, do inglês IT Asset Management, consiste na reunião de práticas corporativas que incorporam os ativos de TI nas unidades de negócios dentro da organização. Isso quer dizer, em outras palavras, que não se trata apenas de um inventário em uma planilha, mas de um monitoramento preciso que tem início antes mesmo do ativo ser adquirido.
Todos os componentes físicos e virtuais devem ser mapeados e organizados de tal maneira que se saiba a localização de cada notebook, que usuários usam determinadas licenças – e quando elas vão expirar, quais componentes estão interligados e até quando um novo data center deverá ser contratado para o aumento da demanda. É este mapeamento que gera o CMDB (Configuration Management Database).
Fazem parte das boas práticas de ITAM, além do mapeamento minucioso de cada ativo:
#1 – Controle do ciclo de vida
A gestão eficiente de softwares, hardwares e sistemas depende de compreender suas participações em cada fluxo de atribuições, localização e durabilidade. Saber e controlar o ciclo de vida gera uma previsibilidade de recursos financeiros que serão alocados, do planejamento ao descarte, para manter o bom funcionamento de toda a TI de uma empresa.
#2 – Automatização de alertas
A boa notícia é que grande parte do monitoramento pode ser automatizado a partir do ITAM, criando alertas que identifiquem qual ação é necessária ao tipo de ativo específicos, liberando a equipe para outras atividades e para chamados de suporte imprevistos.
#3 – Manutenções e suporte programados
Um dos objetivos de implementar o ITAM é a redução de custos com manutenções de urgência e de riscos com interrupções do funcionamento dos ativos. A prevenção é o caminho, fazendo manutenções e criando rotinas de suporte que mantenham tudo rodando bem.
O ITAM não é uma solução que funciona isolada, muito pelo contrário. Para entregar tudo o que pretende deve estar vinculada a uma solução mais abrangente, como o ITSM (ou Gerenciamento de Serviços de TI). Enquanto o ITAM se concentra no gerenciamento dos aspectos financeiros, contratuais e logísticos de um ativo de TI ao longo de seu ciclo de vida, o ITSM se concentra na entrega de serviços.
Para completar a infraestrutura, para lidar com as rotinas das atividades diárias, entra em cena um subconjunto de ITSM, o Gerenciamento de Operações de TI (ITOM), incluindo todas as tecnologias e aplicativos. O ITOM fica responsável por abarcar atividades como gerenciamento de aplicativos, gestão de mudança, gerenciamento de operações, processos e funções de controle, práticas escalonáveis, medições e controle, todas elencadas no ITIL (Information Technology Infrastructure Library), framework mais comum de soluções ITSM.
Benefícios
Conheça agora 4 benefícios que toda empresa pode obter a partir da Gestão de Ativos de TI:
Redução de custos: a Gestão de Ativos de TI permite um controle mais preciso e eficiente dos ativos da empresa, evitando gastos desnecessários com softwares e hardwares que não estão sendo utilizados ou que estão próximos do vencimento.
Melhoria da produtividade: ao contar com uma TI eficiente e bem gerenciada, os colaboradores têm acesso a tecnologias atualizadas e podem focar em suas atividades, sem ter que lidar com problemas de hardware e software desatualizados ou quebrados.
Redução de riscos: a Gestão de Ativos de TI permite uma melhor visibilidade dos ativos da empresa e seu estado atual, minimizando os riscos de perda ou roubo de equipamentos, além de garantir a conformidade legal.
Tomada de decisões estratégicas: com informações precisas sobre a infraestrutura de TI da empresa, os gestores podem tomar decisões mais bem embasadas e estratégicas para o negócio, garantindo que a TI esteja alinhada com os objetivos e necessidades da empresa.
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A pandemia provocada pelo novo coronavírus acelerou as transformações tecnológicas nas instituições de ensino. Usar recursos digitais nos processos de aprendizagem não é nenhuma novidade para Educação. Porém, o ensino híbrido – que mistura atividades presenciais com outras atividades remotas – ainda dava passos lentos e encontrava muita resistência. Esse paradigma precisou ser superado para que as aulas e o calendário escolar continuassem.
Esta nova realidade não dá qualquer pista de que irá embora junto com a vacinação em massa e o fim da pandemia. A tendência é exatamente o contrário, afinal, o uso de recursos inovadores de gamificação, machine learning, Inteligência Artificial (AI) e plataformas de ensino à distância e aulas remotas, mostraram sua eficiência dentro da sala de aula e da casa de alunos e professores. A adaptação precisou ser abrupta, mas, ainda assim, o upgrade do processo educacional veio para ficar e as instituições de ensino.
Transformação digital
Com a ruptura e a necessidade de adaptação, a transformação digital tomou conta da pauta de educadores, gestores e professores. O chamado blended learning, como também é chamada a educação híbrida com uso de tecnologias, passou de diferencial das instituições de ensino para essencial na sobrevivência no mercado tão competitivo.
Os recursos tecnológicos continuarão sendo importantes como meio de conexão entre os alunos e o aprendizado. Porém, a partir de agora, será possível perceber a ampliação e a consolidação da tecnologia nas estratégias de desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos estudantes, e caberá a cada instituição de ensino escolher entre ficar ou não parada no tempo.
Algumas tendências deste contexto merecem destaque em 2021. Confira:
1) Gamificação
Os jogos digitais são uma excelente solução para aumentar o engajamento dos estudantes – aspecto crítico no processo educacional. Por meio da gamificação são desenvolvidas e aperfeiçoadas habilidades como a criatividade, competitividade, resolução de problemas e trabalho em equipe.
2) Inteligência Artificial (AI)
A Inteligência Artificial tem múltiplas aplicações no contexto educacional. Além de colaborar para a oferta de conteúdos conforme o desenvolvimento do aluno, por exemplo, com o machine learning, ainda é capaz de ajudar os professores a se focarem no ensino individualizado e apoiá-los de maneira mais efetiva no processo de ensino-aprendizagem. Dessa maneira, pode deixar que as máquinas cuidem das tarefas repetitivas que tanto tomam tempo dos docentes.
Por outro lado, o gerenciamento de dados e de demandas administrativas também são atendidas com sistemas de gestão de serviços de TI, como AIOps (Artificial Inteligence for IT Operations), que mantém disponível a todos os sistemas e as ferramentas de TI necessárias em qualquer lugar e preservando a segurança das informações.
3) Tecnology Analytics
A tecnologia analítica une aplicativos e ferramentas diversas que convertem dados de maneira objetiva e em tempo real. Na área pedagógica, abre um leque de possibilidades de monitoramento do diagnóstico educacional para personalizar o ensino a partir dos dados do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Já na gestão administrativa, contribui para coordenar o uso dos recursos e automação de processos gerenciais.
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A pandemia da Covid-19 comprovou o que muitos profissionais de TI já sabem: preferem trabalhar em casa. De acordo com um relatório divulgado pelo grupo CyberEdge, uma empresa de pesquisa e marketing da indústria cibernética, cerca de 81% dos 600 executivos, gerentes e profissionais de segurança de TI consultados gostam do trabalho remoto.
Apesar dos desafios do home office, os participantes da pesquisa esperam continuar exercendo suas atividades à distância. O levantamento contou com a colaboração de profissionais que estão em organizações com pelo menos 1 mil funcionários, atuantes em 19 setores e sete países diferentes: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, França, Austrália e Japão.
O profissional de TI é conhecido por ter um perfil mais dinâmico, complexo e mais difícil de contratar e reter. O modelo híbrido oferece autonomia para os colaboradores decidirem como, onde e quando realizarem suas atividades da melhor forma possível. Dessa maneira, os profissionais podem optar entre cumprir as tarefas em home office, na sede da empresa ou em escritórios flexíveis. Além disso, esse formato gera mais comodidade e flexibilidade de horário. Por outro lado, as empresas têm a possibilidade de diminuir custos, melhorar a produtividade e os resultados e reduzir o turnover.
Além disso, o trabalho remoto também é vantajoso para as empresas ao reduzir custos próprios da estrutura física. Se bem utilizada, a prática pode oferecer numerosas vantagens para os funcionários, os clientes e o próprio negócio.
Benefícios do home office
Para a empresa:
Escolha de trabalho remoto todos os dias ou somente alguns dias da semana;
Redução com gastos de manutenção como limpeza e energia elétrica;
Redução de custos com espaço para acolher as equipes.
Para o colaborador:
Espaço mais calmo e mais tempo com a família;
Menos tempo gasto com deslocamentos até a empresa;
Redução do estresse em função do trânsito e busca de estacionamento;
Diminuição de despesas com alimentação, roupas e transporte.
Tecnologia aliada ao home office
Um dos grandes desafios para a área de TI é transformar as ferramentas e soluções acessíveis de qualquer lugar garantindo a produtividade dos colaboradores – que terão o suporte e recursos de que precisam para trabalhar – e a segurança dos sistemas utilizados.
Para atender bem a essas demandas, o ITSM (Information Technology Service Management, em inglês – ou gerenciamento de serviços de TI, em português) é bastante apropriado e indicado. Trata-se um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades de um determinado setor – e, consequentemente, da empresa -, com objetivo aprimorar a maneira com que se aborda, entrega e gerencia os serviços de TI.
Com sua implantação adequada e associada a soluções de AIOps (Artificial Intelligence for IT Operations ou Inteligência Artificial para operações de TI), automatizações se tornam possíveis garantindo ainda mais fluidez e monitoramento do fluxo de trabalho. Para completar o trio de recursos tecnológicos a favor dos bons resultados para a equipe e a empresa, a recomendação dos especialistas é o Service Desk que tem um papel fundamental de auxiliar a gestão de TI nas mais diversas áreas ou negócios.
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Alinhar os custos do setor de TI ao orçamento da empresa é um dos grandes desafios do gestores. O objetivo é sempre produzir mais, sem elevar os gastos e isso requer um bom planejamento e a adoção das ferramentas certas. Nas empresas que não têm a TI como core business, o orçamento disponibilizado para o setor tende a ser mais enxuto e pautado por um bom retorno. Nesse cenário, a margem de erros na gestão de custos da TI deve ser mínima.
Atransformação digital e o aumento da demanda por ativos de TI dentro das empresas deu ao setor um papel mais estratégico. Com isso, em vez de se pautar em cortes, a redução de custos deve estar alinhada com a otimização da produtividade.
Neste post, vamos entender os principais erros na gestão de custos de TI que estão ligados a falhas de planejamento. Confira!
Não integrar a TI ao resto da empresa
A integração entre TI e os demais setores é primordial por vários motivos, entre eles a otimização da gestão de custos. Quando o setor se comunica bem com o resto da empresa, as demandas de negócios são mais bem alinhadas, com menos gastos de tempo de trabalho com atividades que não darão retorno. Essa relação é primordial, também, para que não haja desperdício em licenças de softwares e tecnologias que não agregam valor.
Não virtualizar a sua estrutura de servidores
Uma das melhores maneiras de aproveitar melhor a infraestrutura de rede existente em uma empresa é com a virtualização dos servidores. Por meio desta, é possível alocar os recursos de acordo com a demanda da companhia, sem a necessidade de manter uma estrutura ociosa, que gera gastos sem retorno. A virtualização simplifica a manutenção e gera mais segurança.
Não aproveitar os benefícios da computação em nuvem
Um dos maiores gastos de TI que uma empresa pode ter é a manutenção de toda umainfraestrutura para manter os serviços em ordem. Um servidor dedicado físico, por exemplo, pode demandar grande parte do orçamento da organização, seja com energia elétrica, reparos, upgrades, disponibilidade e trocas de equipamentos.
Quando a companhia adota a computação em nuvem, ela consegue enxugar boa parte dessa infraestrutura, tornando-a virtual. O data center fica sob responsabilidade do provedor do serviço e sua empresa paga apenas pelos recursos que utilizar. Além da infraestrutura, a nuvem pode abrigar os sistemas de gestão da companhia, que podem ser migrados ou adquiridos no modelo SaaS.
Não automatizar os processos operacionais
Uma das maneiras mais eficazes de reduzir os custos do setor de TI é com aautomatização de processos. Quando a empresa transforma as tarefas repetitivas e manuais por sistemas, além de melhorar a qualidade e reduzir os erros, diminui o tempo gasto na execução das atividades.
Um processo automatizado garante a execução das tarefas sem problemas de ordem humana a que estamos todos sujeitos. Podemos citar como exemplo a distração, a fadiga e outros fatores que possam acontecer na execução de atividades repetitivas. Menos erros e retrabalhos, aliados ao aumento de produtividade, reduzem custos e entregam um ganho técnico com redirecionamento da equipe para a geração de valor.
Não utilizar bons equipamentos
Outro erro que as empresas cometem na gestão de custos de TI é o de tentar economizar utilizando equipamentos baratos, de baixo desempenho. Uma das justificativas para esse erro está no fato da adoção da computação em nuvem permitir o acesso remoto a sistemas e desktops virtuais. Em temos de produtividade, esse “barato” pode sair caro, afinal, o seu desempenho correrá o risco de ficar limitado por esses dispositivos.
Para atingir a transformação digital com qualidade e eficácia, o setor de TI deve investir nos melhores equipamentos, que consigam atender às demandas de negócios sem falhas técnicas. Somente assim, será possívelaumentar o desempenho da empresa, ter a base de automação dos processos operacionais, com menos erros, menos gastos no setor e uma melhor gestão de custos.
Não terceirizar alguns serviços
As pequenas e médias empresas podem ter dificuldades para tocar grandes projetos de TI e manter uma equipe interna. O que acontece é que muitos gestores ficam receosos com a possibilidade de terceirizar alguns serviços, com medo de perder o controle do setor.
Na verdade, além de não perder o controle, há um aumento da qualificação do setor, dos serviços e a otimização dos custos. A empresa passa a ter um custo fixo e programável para a TI e, ao mesmo tempo, ganha em qualidade eplanejamento.
Não fazer um inventário das licenças de software
Muitas empresas negligenciam com relação aos inventários de software e acabam com uma série de licenças ativas, sem utilizá-las. Isso significa que o orçamento de TI fica insuflado por aplicações que geram custos, sem dar nenhum retorno, por pura falha de gestão.
Para evitar essa situação, é importante que o gestor de TI programe inventários periódicos no intuito de avaliar todas as licenças de softwares ativas na empresa, com todos os detalhes da usabilidade e finalidade deles, além das datas em que elas expiram. Assim, será possível mapear a cada inventário, se esses softwares ainda estão em uso, se podem ser substituídos, descontinuados ou ter suas funções passadas para outro que já esteja em uso.
Uma boa solução que ajuda a monitorar licenças, ativos, requisições e fluxos é a adoção de sistemas de gestão de serviços, contratados no modelo SaaS — software como serviço — em que a companhia paga de acordo com os módulos necessários para os seus processos.
Neste post, vimos alguns erros na gestão de custos da TI que o seu negócio não pode cometer. Para evitar tais equívocos, você pode contar com a ajuda de uma empresa parceira especializada, como a Run2biz. Desenvolvemos produtos e soluções completas que melhoram a TI e a Transformação Digital das empresas. O objetivo é aprimorar os negócios por meio da gestão, com processos desenvolvidos e automatizados, gerandoretorno de investimento.
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A quarta revolução industrial, ou indústria 4.0, é um conceito que se refere ao uso de tecnologias para maior automação e inteligência das operações industriais com ganho de produtividade. Para tal, são usadas tecnologias como sensores, Internet das Coisas, Big Data, Machine Learning e computação em nuvem.
No site http://www.industria40.gov.br/, temos a seguinte definição: “A quarta revolução industrial se caracteriza por um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico.”
“O objetivo final da Indústria 4.0 é ter seu processo 100% autônomo e robotizado, sem a necessidade de interpretação humana sobre os processos. As mudanças e as atualizações poderão ser decididas e executadas pelas próprias máquinas e robôs.” — trecho retirado do artigo: A Quarta Revolução Industrial – Como ela afetará o seu negócio?
Apesar de não ser um termo novo, sendo usado pela primeira vez em 2012, se mostra bastante desconhecido no Brasil e carece de maior consciência nas empresas brasileiras. Segundo dados de 2018, apresentados pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), menos de 2% das organizações do país estão verdadeiramente inseridas nesse conceito, o qual tem capacidade para movimentar US$ 15 trilhões nos próximos 15 anos, também de acordo com a ABDI.
A digitalização do processo produtivo deve atingir 21,8% das indústrias brasileiras em uma década, de acordo com pesquisa realizada em 2017 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
A Inovação 4.0
O termo Inovação 4.0 reconhece um momento que demanda novos processos de gestão da inovação. Os processos de gestão da inovação já vêm sendo discutidos nos últimos anos, e sempre foi tema importante nos ambientes de startups, mas ganhou muita força ultimamente nas organizações ao redor do mundo. A crise causada pela pandemia deu uma “sacudida” em muitas empresas, forçando movimentos rumos à inovação e exigindo maior adaptação à experimentação e ao risco.
Inovação é a ação ou o ato de inovar, ou seja, modificar antigos costumes, manias, legislações, processos etc.; efeito de renovação ou criação de uma novidade.
O Consumidor 4.0
Esse novo consumidor 4.0 não quer apenas produtos, apesar de bons produtos serem fundamentais, ele quer algo mais completo, quer conveniência, quer melhor experiência (pois é mais conectado), tem relação fácil com a tecnologia e como consequência, é mais exigente.
Muitas empresas se dizem centradas no cliente, mas fundamentalmente, apenas afirmação e desejo não são suficientes para orientar empresas rumo ao novo desafio. Empresas realmente centradas no cliente são tecnologicamente capazes de observá-los de perto, conhecer suas jornadas, seus comportamentos — tudo isso analisando dados. Para isso, o uso de tecnologias como IoT, Big Data e Machine Learning são fundamentais.
A Transformação 4.0
A transformação 4.0 é o processo de adequação da experiência e conveniência esperada pelos novos comportamentos dos consumidores — por meio de monitoramento e análise — e trazendo maior compreensão do uso de produtos e serviços e das jornadas integradas (física e online), permitindo maior refinamento de suas ofertas e ajustes contínuos, garantindo ao mesmo tempo o foco na relação humana, tão importante neste processo.
ARevolução 4.0
O termo revolução 4.0 está muito ligado ao conceito da Indústria 4.0, mas é melhor conectar este termo a todo esse movimento 4.0 que surgiu, o que mostra um olhar mais amplo em um mundo que se transformou com a nova geração de consumidores, com novos comportamentos, com novas exigências e necessidades, com novas tecnologias exponenciais e transformadoras e, que com certeza, está mudando relações de consumo, bem como a forma e o futuro do trabalho.
A organização da TI na revolução 4.0
Agora que você conheceu um pouco mais sobre os componentes da revolução 4.0, descubra qual é o papel da TI nesta revolução. Continue a leitura.
Inovação e transformação digital não são papéis exclusivos da TI, elas servem como apoiadores, facilitadores e, com certeza, integradores. O papel de promoção da revolução 4.0 é da organização como um todo e os seus executivos devem disseminar uma cultura adequada.
Em um artigo da MITSloan Magazine, “Building Digital-ReadyCulture in TraditionalOrganizations”, cuja tradução mais adequada é Construindo uma cultura “pronta para o digital” nas organizações tradicionais, é dito que colocar a empresa em forma digital não significa abandonar tudo o que a fortaleceu, pois muitas empresas tradicionais confundem o processo de estarem prontas para o digital com processos de empresas nascidas digitais.
É importante entender as características de cada empresa e como elas operam, por exemplo:
Ao analisar simplesmente a operação da Amazone entendê-la como uma empresa que lança novos negócios rapidamente — e impulsiona repetidos ganhos de eficiência nas operações — é apenas um olhar sobre uma perspectiva, pois de outro ponto de vista, ela é menos admirada pelo que pode ser visto como uma relação intransigente com parceiros e colaboradores.
A Uber, se analisada igualmente, é reverenciada por sua capacidade de inovar serviços com agilidade. Mas muitos observadores estão consternados com a maneira que ela talvez explore motoristas.
O que já é forte nas empresas tradicionais deve ser potencializado com o digital, criando meios para alcançar consumidores mais exigentes e sedentos por conveniência e novas experiências. Um exemplo disso é a Nike, que lançou em 2018 a loja Nike House of Innovation, na Quinta Avenida, em Manhattan, onde busca mexer com as emoções, cativando e envolvendo todos os sentidos de seus clientes. Além do fato de a Nike criar inúmeros aplicativos que são integrados a sensores nos tênis e demais artigos esportivos, que mais tarde combinam essas capturas em grandes “Big Datas” que são processados por Machine Learning e no final oferecem experiências além de uma simples fabricante de artigos esportivos.
O papel da TI, neste contexto, é conectar a Industria 4.0 com o Consumidor 4.0, sendo o consolidador da transformação 4.0 e da cultura do “pronto para o digital”. Lembrando que este mindset é de toda organização, porém consolidado pela TI. É nela que são concentradas todas as estratégias de captura de dados, é ela a mantenedora dos dados, bem como promotora da automação inteligente, integração de legados e complementação dos gaps do ERP e CRM dentro da organização. Também, neste contexto, hoje possui papel estratégico fundamental como membro do conselheiro das empresas (das que precisam estar prontas para o digital).
Algumas adaptações na TI para promoção da revolução 4.0:
Entender os quatro principais valores da cultura digital: impacto, velocidade, abertura e autonomia.
Adotar ou refinar várias práticas críticas, incluindo experimentação rápida, auto-organização, tomada de decisão baseada em dados e uma obsessão por clientes e resultados.
Acima, podemos ver como a TI se organiza na revolução 4.0
Apoiar e promover conveniência e maior experiência aos clientes, melhorando o desempenho operacional, alinhado às expectativas e necessidades dos clientes e suportando inovação e transformação por meio da experimentação e feedback como forma contínua de cocriação de valor. Esse é, sem dúvida, um resumo da orientação da TI nesta revolução. E neste contexto, vamos batizá-la de TI 4.0.
Premissas e previsões a serem consideradas
Abaixo listamos algumas premissas e previsões do Gartner(artigo: Predicts 2020 – Resilience in Industrie 4.0 for Advanced Manufacturing Builds on Data andCollaborationModels), que são importantes para a indústria 4.0 e para o momento de pandemia.
Até 2024, após a pandemia da COVID-19, mais de 30% dos fabricantes (indústrias) terão mudado seus modelos de negócios, em comparação com apenas 10% antes da crise.
Até 2022, metade de todos os programas de transformação da Indústria 4.0 falharão porque não estarão vinculados, acompanhados e medidos por estratégias de gerenciamento de mudanças pela liderança.
Em 2023, metade de todas as implementações bem-sucedidas de inteligência artificial (IA) na indústria serão conduzidas por uma colaboração do CIO (ChiefInformation Officer) com o CDO (Chief Data Officer).
Até 2021, metade dos fabricantes (indústrias) não terão se recuperado dos impactos da pandemia do COVID-19 devido à análise inconsistente das dependências do ecossistema.
Conclusão
A transição ou mudança de cultura é um ponto de muita atenção. Pode ser o sucesso ou a falha de muitas empresas, principalmente neste momento de pandemia e depois dela.
A revolução 4.0 é a revolução do “valor”. Para promover valor as empresas precisarão tornar suas operações eficientes e focar a energia que antes estava direcionada na operação, em cuidar agora da compreensão do cliente, permitindo a inovação e adequação/transformação rápida e constante como forma de pensar e agir.
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A transformação digital tão necessária no momento COVID-19 e, principalmente, no pós-covid, será prioridade nas organizações. Ao mesmo tempo, isso parecerá impossível, pois o momento gerou fragilidade na economia e, portanto, além de promover a transformação digital, será necessário também promover redução de custos simultaneamente. Então, apesar da transformação digital e redução de custos andarem em caminhos opostos, iremos explicar neste artigo, que isso tudo é possível sim.
Primeiramente, vamos entender os 4 grandes pilares da transformação digital, que são:
O pilar mais importante no processo de redução de custos é com certeza o pilar da “Transformação Operacional”. Neste sentido da redução temos alguns segredos para revelar:
Automatize processos
É um caminho rápido de alcançar economia. Substitua as atividades repetitivas humanas por automação de software. Libere esse tempo extra para atividades de maior valor agregado. Além de eliminar o risco humano do erro, a automação traz níveis de agilidade importantes para o setor alvo.
Orquestre processos
É uma forma de alinhar as atividades agora automatizadas ou robotizadas juntamente com as atividades humanas de maior valor agregado. A orquestração garante que não exista desperdício de recursos e tempo (conceito Lean), portanto a orquestração é fundamental, além de alinhar necessidades de prazos e SLAs (Service Level Agreement) que o negócio necessita.
Integração de sistemas legados/softwares diversos
É uma maneira de apoiar a automação e orquestração de processos, o que permite ganhos com a modernização de interfaces e redução de erros. Além de não necessitar de investimentos adicionais, pois a ideia principal é manter investimentos já realizados em sistemas legados/softwares diversos.
Terceirização de TI
É uma forma que muda a rotina da empresa, deixando-a mais rápida, flexível e produtiva, além de proporcionar uma significativa redução de custos. Óbvio que depende de empresa para empresa, principalmente em decidir o que terceirizar, mas o processo em si traz grandes benefícios. A terceirização de partes ou áreas da TI, permite que colaboradores e gestores da contratante foquem naquilo que é prioridade, elevando o desempenho, além de reduzir custos e também por poder negociar condições melhores em tempos de crise, pois os funcionários e encargos não estão sob sua responsabilidade.
Economize utilizando nuvem
É uma forma rápida de usar recursos computacionais sob demanda. Utilizar o que, quando, como e pelo tempo que precisar, é um benefício que se obtém com a Cloud Computing. Além de oferecer serviços importantes que apoiam na automação, podem ser feitos de imediato e desligados quando não mais necessários. Óbvio que necessita cuidado, e depende de uma análise da demanda, mas sem dúvida, cloud computing é importante na redução de custos. Dentro deste conceito, o SaaS (Software as a Service) é uma opção muito interessante, pois num único pacote de serviço, elimina-se a preocupação com armazenamento em bancos de dados, servidores de aplicação, entre outros, e você pode pagar pela quantidade de usuários que precisa e incrementar de acordo com seu crescimento.
Estabeleça indicadores de desempenho
Os indicadores dão o caminho para o gestor sobre os rumos estabelecidos de seus objetivos, principalmente os objetivos de redução de custos e aumento de desempenho. De preferência, tenha soluções que gerenciem sua operação como um todo, que traga informações de cumprimento de SLAs, de satisfação do cliente/usuário, de efetividade dos processos, bem como demais operações dentro do setor, principalmente do setor de TI. No caso da TI, uma solução de ITSM (gerenciamento dos serviços de TI) bem implementada oferece uma visão operacional completa, além de trazer controles estratégicos de alinhamento ao negócio. Também, as ferramentas de ITSM modernas oferecem o conceito de ESM e facilitam enormemente as opções indicadas anteriormente de automação e orquestração de processos, pois essas ferramentas trazem como “core” de suas soluções, poderosas ferramentas de workflow e integração com legados.
Obviamente, além do pilar de transformação operacional, temos os demais e podemos gerar redução de custos também nos pilares “Transformação Cultural” e “Transformação da Experiência”:
Promova o Self-Service
É uma excelente forma de reduzir custos, pois aloca pessoas com a simples função de receber pedidos de algumas ações e executá-las em outras posições mais produtivas. Com o Self-Service, a própria pessoa solicitante preenche as informações de que precisa e, na maioria das vezes, com o uso de automações e integrações já é possível até completar a operação desejada. Além de trazer economia, traz agilidade e maior satisfação para quem solicita, pois uma nova geração de usuários está cada vez mais apta com relação a tecnologia e quer respostas mais rápidas. Esse conceito pode ser aplicado a clientes, colaboradores e fornecedores. Self-Service é para toda a cadeia de valor.
Dentro do conceito de Self-Service o “self–healing” (autocura) é também um conceito poderoso na redução de custos, pois além de serviços, muitas pessoas entram em contato com a TI ou departamentos que provem serviços para resolver dúvidas. E neste caso, um bom software que guia o usuário, usando conhecimentos registrados ou “chatbots” (assistentes virtuais) são extremamente poderosos na redução de custos e, se integrados às automações, elevam exponencialmente o desempenho.
A redução de custos alcançada de forma consistente e duradoura é por si uma grande vantagem competitiva, pois os custos menores é uma forma de se destacar da concorrência, conquistar mais competitividade e espaço no mercado. Isso permite a empresa o preparo para boas oportunidades no futuro, pois uma empresa enxuta e flexível tem maior autonomia e liberdade de ação em seus negócios.
Em suma, a transformação digital é sem dúvida a transformação do desempenho. O digital deve facilitar e empoderar. Faça do digital o maior aliado de sua empresa. Bem-vindo à nova economia, bem-vindo ao sucesso!
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Agilidade e eficiência são características fundamentais para alcançar resultados exitosos na moderna economia. Conheça 6 importantes estratégias que irão apoiar sua TI da melhor forma e, assim, potencializar os resultados do negócio.
1. Seja proativo
É importante ter informações e meios que permitem se antecipar as situações que ocorrem na TI. Entender o que ocorre no ambiente interno da TI, principalmente no que tange aos elementos que constituem os serviços providos aos clientes, formam ferramentas de visualização antecipada dos impactos nos ambientes de negócio.
Independentemente do nível de maturidade da TI, a gestão de eventos ou a implantação do Centro de Operações e Rede (NOC) é fundamental para se manter níveis adequados de respostas a incidentes, mantendo os Acordos de Nível de Serviço (Ou SLA – Service Level Agreement) de disponibilidade nos limites necessários (e acordados) ao negócio.
Outro ponto importante é criar planos de continuidade, principalmente para serviços críticos que sustentam funções vitais para o negócio. Esses planos precisam ser validados e testados periodicamente, e verificado se todas as condições e ações necessárias para manter a continuidade e disponibilidade dos serviços seguem de acordo com o especificado.
2. Facilite a comunicação e a colaboração
Suas equipes precisam estar alinhadas a colaborarem em prol de objetivos em comum. Tenha ferramentas de trabalho que facilitem a comunicação e a colaboração. Promova uma cultura que foque nos objetivos de forma coletiva e que o conhecimento seja armazenado e divulgado. De preferência, use ferramentas ágeis e com conceitos fáceis, como ferramentas de Kanban que permitem comentários e colaboração entre a força de trabalho; ou ferramentas de ITSM, que permeiem toda a cadeia de valor e experiências dos contratos de fornecedores aos usuários e clientes.
3. Aproxime-se do cliente e entregue valor periodicamente
O principal objetivo da TI moderna é, fundamentalmente, satisfazer o cliente com entregas contínuas e de valor. A TI não é mais sobre tecnologia, mas sim sobre “valor”, que é obtido pelo uso da tecnologia.
Faça o uso de frameworks que alinhem a TI na criação periódica de valor. Dentre estes frameworks está o ITIL4, Lean, DEVOPS, Kanban e Design Thinking.
4. Elimine desperdícios e burocracia
É importante ter um olhar “Lean”. Encontrar seus pontos de desperdício de tempo ou recurso e ajustar rapidamente. Elimine burocracias, remova gargalos de suas operações e ajude outros setores a fazerem o mesmo.
Essa eliminação pode ser feita usando ferramentas modernas de Workflows Digitais que permitem a automação e integração, removendo acúmulos de atividades humanas repetitivas. As atividades humanas repetitivas podem trazer riscos de entrada de dados errados, o que se faz necessário o uso de mecanismos de auditoria e qualidade e torna cada vez mais caro o processo. A automação por Workflows Digitais além de resultar em mais rapidez, economia, confiabilidade e segurança na operação, libera mão de obra para atividades de maior valor agregado.
5. Obtenha Feedback e Adapte-se
Na economia moderna, aprender e adaptar práticas é a verdadeira arma competitiva de uma organização. Entenda o que ocorre no ambiente de suas entregas, saiba como seus clientes e usuários estão usando suas aplicações e serviços e promova constantemente adaptações em busca de melhorias. Além de ser parte da “customer experience”, é também parte da entrega constante de valor, pregado por vários frameworks modernos, permitindo e facilitando a cocriação de valor.
6. Promova Gestão à Vista
Gestão à Vista é a prática de colocar à disposição de todos, informações relevantes da empresa ou departamento, dados de performance, indicadores operacionais e de gestão.
As vantagens de se adotar a gestão à vista são:
Consciência da importância de cada um para os resultados da empresa;
Conhecimento das prioridades por todos os colaboradores;
Aumento do engajamento e da produtividade;
Foco no que importa.
Utilize ferramentas que permitem a visualização em tempo real, ligando as atividades operacionais aos indicadores.
Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz.
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