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8 livros que todo gestor de TI deveria ler

É certo que, na grande maioria das vezes, as inovações começam nas aplicações tecnológicas. Por isso, todo profissional de TI que deseja se manter na vanguarda do mercado precisa estar sempre antenado nas tendências que estão para eclodir no mundo e se preparar para as que virão nos próximos anos. Tendo em vista a era da Transformação Digital que estamos vivendo, elencamos os principais livros que não podem faltar na prateleira do gestor de TI que almeja o sucesso em sua carreira e na da sua empresa.

São obras que abordam vários assuntos, desde a Governança de TI, agilidade de validação de ideias, métodos de inovação, estratégia, vantagem competitiva e o mais importante: geração de valor para o cliente. Lembramos que todos os livros mencionados estão disponíveis na Amazon Kindle!

Preparado? Vamos às sugestões:

Liderando na era digital: Como utilizar tecnologia para transformação de seus negócios (George WestermanDidier BonnetAndrew McAffe)

O livro traz a reflexão de que a próxima fase eminente da adoção da transformação digital – guiada pela convergência de mobilidade, analytics, mídias sociais, cloud computing e múltiplos dispositivos – fará com que tudo o que aconteceu até hoje não passe de um prenúncio do que ainda está por vir.

Muito além da vantagem competitiva (Todd Zenger)

O livro enseja que a vantagem Competitiva não é suficiente. Os investidores querem ser surpreendidos pelas empresas com um valor inesperado. Isso significa que só é possível superar as expectativas do mercado se o líder souber identificar, criar e entregar uma série de múltiplas propostas de valor.

A Estratégia das 3 Caixas: Um modelo para fazer a inovação acontecer ( Vijay Govindarajan)

Este livro ensina, passo a passo e com base em casos reais, a lidar com as três caixas, detalhando as abordagens de liderança, as habilidades, as métricas, os métodos e as mentalidades necessários para isso. O livro é muito didático: repassa as principais lições no final de cada capítulo e compartilha ferramentas que facilitam a aplicação do modelo.

Sprint (Jake KnappJohn ZeratskyBraden Kowitz

O livro é indicassímo para equipes de todos os tamanhos, de pequenas startups até os maiores conglomerados, e pode ser aplicado por qualquer um que tenha uma grande oportunidade, problema ou ideia e precise começar a trabalhar de forma imediata.

Gestão Estratégica da Tecnologia da Informação (Eduardo Augusto de Andrade RamosLuiz Antonio JoiaCid Carvalho Miranda JuniorAndré Antunes Nogueira da Silva)

O livro busca mostrar que, além de saber utilizar adequadamente a TI, é preciso buscar resultados significativo, seja na inovação de algum processo produtivo ou na criação de um novo produto. Além disso, explicita como gerir a informação e suas tecnologias associadas de forma estratégica, visando à melhoria substancial de desempenho de uma empresa, na busca de vantagens competitivas mais sustentáveis.

Desvendando a Cadeia de Valor do Cliente (Thales Teixeira)

O livro mostra como e por que as indústrias de consumo sofrem disrupção e o que as empresas já estabelecidas podem fazer a respeito, além de ressaltar as estratégias específicas que potenciais startups estão atraindo clientes devido ao rompimento dos elos da Cadeia de Valor do Cliente (CVC), que é como os consumidores descobrem, compram e usam produtos e serviços.

Governança Digital 4.0 (Aguinaldo Aragon FernandesVladimir Ferraz de AbreuJose Luis Diniz

No contexto de transformação digital, foi desenvolvido um modelo de governança e gestão, que faz a integração do COBIT® e da ITIL® 4, em suas versões mais recentes, e é totalmente convergente com os processos de inovação, com os métodos ágeis e com as abordagens Lean e de MVP (Minimun Viable Product).

Value Proposition Design: Como Construir Propostas de Valor Inovadoras (Alex OsterwalderGreg BernardaYves PigneurAlan Smith)

Com os mesmos formato e visual que os autores usaram no best-seller Business Model Generation, o livro explica como usar o Quadro de Proposta de Valor, uma ferramenta prática para desenvolver, testar, criar e gerenciar produtos e serviços que os clientes realmente querem. O livro é indicado para todos que se frustram com reuniões sem fim, achismos e intuições que resultam em lançamentos de produtos caros que desaparecem ou que, simplesmente, desapontam os consumidores.

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Gestão à vista: entenda o que é e tire suas dúvidas

A gestão, em seu conceito mais puro, é o ato de gerenciar pessoas, processos, ativos e estratégias de maneira alinhada e direcionada a atingir os objetivos desejados. Atualizando o significado e contextualizando ao universo corporativo, esse gerenciamento pressupõe a transparência, comunicação assertiva, automação e engajamento de todos os envolvidos. 

A dinâmica acelerada das empresas traz à tona a necessidade de um acompanhamento constante de cada movimento para garantir a boa performance da equipe e o atendimento adequado aos clientes. 

Dessa realidade surge a Gestão à Vista. Acompanhe o texto até o final e saberá não só o que significa como conhecerá as vantagens para implementar o quanto antes em sua empresa.

O que é Gestão à vista?

Que tal enxergar os dados atualizados e os fluxos de trabalho quando eles acontecem? Que tal identificar gargalos e potenciais prejuízos quando dão os primeiros sinais? Se parece bom para o seu negócio então a gestão à vista merece sua atenção. 

Trata-se de um modelo de gerenciamento que permite aos colaboradores e líderes a visualização de seus resultados em tempo real. Pode ser aplicada em um só departamento ou em toda a empresa, de maneira sistemática. É uma grande aliada na comunicação e no engajamento dos profissionais que passam a ter acesso aos indicadores da área de atuação, status de projetos e tendências, sejam positivas ou negativas. 

Aliada às plataformas de gestão de serviços, a gestão à vista se torna ainda mais efetiva, pois facilita o trânsito das informações online. A partir dos gráficos e indicadores gerados automaticamente, o modelo colabora com o controle, o acompanhamento e o processo de tomada de decisão. 

Vantagens da Gestão à vista

A Gestão à vista se alinha com o processo orgânico de começo, meio e fim e integra o colaborador e seus colegas de maneira equivalente em prol de um objetivo único. Por essas e outras razões, esse modelo tem várias vantagens competitivas. Algumas merecem destaque: 

1 – Aumenta a clareza de processos 

A maneira mais eficiente de evitar os ruídos de comunicação e os riscos de falhas por falta de conhecimento é aumentando a transparência e a clareza dos processos. A cultura de gestão e de pertencimento é estimulada com a exposição de informações e fatos. Há um ganho considerável quando o profissional sabe como o seu trabalho se encaixa no fluxo da empresa, quais impactos provoca e que resultados gera. 

2 – Potencializa o compromisso com trabalho em equipe

Quando um colaborador conhece a relevância de suas atividades e a influência que elas têm sobre a equipe e todo o projeto, cria-se nele um sentimento de importância e de comprometimento com os pares. No conjunto, institui na empresa a cultura de valores compartilhados e fortalece a relação positiva de todos os envolvidos.

3 – Agilidade na tomada de decisão

A tomada de decisão se torna mais ágil e célere quando todos os dados e ações relevantes estão expostas em tempo real em um painel de fácil leitura. Dessa maneira, ações podem ser tomadas aos primeiros sinais críticos, seja por identificar riscos eminentes ou perceber ameaças aos resultados – com precisão e segurança.  

4 – Acompanhamento preciso de metas

Na Gestão à Vista há um exercício minucioso na elaboração do planejamento, das métricas, das metas e da estratégia. Sem ele, toda proposta se torna ineficiente. Em contrapartida, com a tarefa de casa bem feita, é possível acompanhar com todos os detalhes o desempenho dos colaboradores, a evolução do projeto numa disposição simplificada. Aspecto muito positivo para o gestor, que pode direcionar o tempo de consulta a cada participante para focar em ofícios mais produtivos. 

Gestão à vista na prática 

Se gostou dos propósitos da Gestão à vista e está pensando em como ela funciona efetivamente, chegou a hora de atender à sua curiosidade. Algumas técnicas têm se tornado cada vez mais conhecidas na prática desse modelo de gerenciamento. 

1 – Kanban

Uma folha de papel (ou até uma parede) e cartões já seriam uma maneira para aplicar essa técnica japonesa conhecida mundialmente como sistema de produção da marca Toyota. A partir do desenho de três colunas – fazer, fazendo e feito – o gestor organiza as tarefas ou os projetos em cartões. A metodologia pode ser aplicada em qualquer segmento, individualmente ou em equipe, para uma só área ou para empresa por completo. 

O princípio é identificar as ações e posicioná-las conforme a prioridade e a evolução. O resultado é o aumento da produtividade tendo em vista que quem adota o Kanban segue uma ordem de urgência/importância e tem acesso ao que está sendo realizado. 

2 – Dashboards

Na versão analógica ou digital, os painéis de gestão (dashboards) podem funcionar de forma semelhante ao Kanban ou incluir outros elementos como o controle de metas individuais e do time. Também pode ter gráficos dinâmicos com os indicadores de desempenho mais relevantes. Com todas as informações reunidas em uma visão global, economiza-se tempo no monitoramento e nas tomadas de decisão.

3 – ERPs

Se alternativas simplificadas já geram bons frutos, imagine se a gestão à vista for implementada com soluções de alta tecnologia? É o que você vai conhecer agora:

Enterprise Resource Planning (ERP) ou planejamento de recursos corporativos é um sistema integrado de gestão empresarial que cai como uma luva no modelo de Gestão à vista. Resultado da constante transformação digital, nos ERPs, as rotinas de departamentos como Administrativo, Recursos Humanos, Financeiro e tantos outros ficam mais organizadas, automatizadas e gerenciáveis. 

A solução está em sua 4ª geração, também conhecida como ERP pós-moderno, absorvendo as funcionalidades de orquestrar aspectos que são próprios deste momento e das tendências: machine learning, Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial (AI). 

Um upgrade de inovação em prol do fim do desperdício de tempo, retrabalhos, redundâncias, burocracias, estresse das equipes, improdutividade, desvio de foco e função. 

Agora que você sabe o que é a Gestão à vista, conhece seus benefícios e como aplicar imediatamente em sua empresa e como ter ainda mais resultados investindo nas inovações de modelo de gestão associado à alta tecnologia, está convidado(a) a conhecer o 4Biz Service Management, a plataforma de Gestão de Serviços que apoia o trabalho inteligente de seu negócio, tendo como ponto de partida a transformação digital do setor de TI e expandindo para as demais áreas. O uso da 4Biz Service Management promove maior controle, satisfação e engajamento de clientes, fornecedores e colaboradores. Agende um bate-papo com nossos consultores agora mesmo e conheça mais!

6 passos para desenvolver uma cultura de inovação na empresa

cultura de inovação

São semelhantes os problemas que muitas empresas enfrentam: produtividade baixa, falta de automação, processos não integrados, dados que se perdem, custos altos demais, etc. Para solucionar essas questões, é preciso se render à inovação e buscar melhorias constantes nos diversos setores. Já no tocante a inovar de maneira constante e organizada, a empresa deve desenvolver uma cultura voltada para esse propósito.

Essa cultura vai facilitar o desenvolvimento de ideias, de modo que as mudanças não sejam tão custosas. Com isso, a companhia consegue mudanças rápidas e efetivas nas operações, de modo a conquistar os resultados desejados com o apoio de todos os membros.

Tem interesse em entender o assunto? Saiba o que é esse conceito e como explorá-lo nos próximos tópicos.

O que é cultura de inovação?

A cultura de inovação é um ambiente no qual os gargalos às mudanças são eliminados, havendo estímulos constantes para a criação de novas soluções. Dessa forma, a própria visão da companhia incentiva a produção de novos insights, que se tornam ferramentas poderosas na geração de novos resultados. Além disso, permite que a organização chegue a níveis melhores de maneira frequente e rotineira.

Uma cultura não é somente um momento específico em que a gestão incentiva a busca por inovação. É o ato de tornar isso parte dos processos internos, de maneira a oferecer a estrutura necessária na hora de implementar as novas tecnologias. Esse é o principal atalho para quem precisa ingressar na transformação digital e digitalizar suas operações por completo.

Depois da implantação, a cultura se encarrega de analisar os resultados, em busca de encaixar melhor a solução no contexto da empresa. Com o tempo, novidades são sondadas para que a organização se mantenha sempre atualizada com o que está surgindo de novo.

Assim, é preciso reavaliar os resultados constantemente, bem como as crenças, os valores e a missão, com o objetivo de alinhar tudo isso à evolução contínua. O foco é chegar a eliminar o retrabalho, construir a base para a automação, melhorar a produtividade, otimizar as performances internas e, geralmente, buscar novas formas de lidar com os problemas internos.

Quais as principais etapas para implantar uma Cultura de Inovação?

Acompanhe as subseções a seguir e veja como é possível implantar a cultura de inovação no negócio.

1. Melhore os processos de seleção e recrutamento

Não há evolução tecnológica sem um esforço conjunto de todos. Para isso, é preciso que o corpo de membros seja melhor, com funcionários mais capacitados nas demandas de inovação e evolução. Comece melhorando os processos de seleção e recrutamento, visando já contratar pessoas dispostas a contribuir com a expansão da empresa.

Avalie pela criatividade e capacidade de resolução de problemas, bem como a comunicação. É imprescindível que cada novo colaborador esteja alinhado com a missão e com a visão inovadora. Desse modo, o trabalho fluirá de um modo mais natural e esse novo membro conseguirá se adaptar mais facilmente à rotina.

2. Estabeleça o propósito

Inovar não é simplesmente buscar resultados aleatórios. É necessário mirar em algum alvo e tentar chegar a um nível definido. Por isso, defina os propósitos e saiba o que você quer com os processos inovadores. Pense no que é preciso para otimizar o dia a dia e como sanar as principais dores da organização. 

A organização deve trabalhar com objetivos e metas claras e mensuráveis, utilizando KPIs para alcançar o nível de visibilidade e controle necessários. Com os indicadores, os gestores dispõem de dados sempre disponíveis na hora de checar e analisar com clareza a performance . Com isso, fica mais fácil entender o rumo que o negócio está tomando.

Por meio da análise, é possível saber o que está acontecendo e tomar melhores decisões. Essa visão é essencial para a melhoria contínua que é requerida pela cultura, com a avaliação do que já foi implantado em comparação com as metas traçadas. 

3. Invista na capacitação contínua

Mesmo depois das contratações, treinar e capacitar os funcionários é importante. Desse modo, a gestão assegura que eles estejam sempre crescendo e evoluindo para que sejam protagonistas nessa evolução e fortaleçam a base de inovação internamente. Nesse sentido, os colaboradores devem estar em contato contínuo com as novas tendências.

4. Ofereça autonomia e cultive lideranças

Outro grande fundamento da cultura é a autonomia que é dada a todas as pessoas. Para que ideias nasçam e sejam exploradas com liberdade, é crucial que os funcionários tenham a autonomia de tentar, experimentar, se arriscar e discutir. Eles precisam saber o que estão fazendo e devem estar alinhados com os propósitos gerais também.

Dessa forma, o ideal é eliminar as restrições e o rigor da liderança, de modo a deixar que todos se sintam à vontade para contribuir. Com a variedade de perspectivas, de pessoas de diferentes cargos e especialidades, é possível chegar a soluções ricas e eficientes.

5. Estimule o trabalho em equipe

Já vimos que a cultura depende de cada pessoa, porém precisamos acrescentar que ela depende também do esforço coletivo. É necessário fazer com que todos se comuniquem, se integrem e que haja choque de visões. Assim, é possível que surja algo novo e diferente.

Por esse motivo, incentive o trabalho em equipe e as interações frutíferas entre os colaboradores para que isso seja a base de sustentação da inovação.

Sessões de brainstorming, com a livre discussão de ideias para chegar a um consenso e filtragem: é um bom exemplo do que estamos falando. O esforço dos grupos, devidamente treinados e alinhados com as políticas e propostas da companhia, será o combustível da mudança constante. 

6. Não permita que o passado atrapalhe o futuro

Essa “armadilha do sucesso” normalmente surge não da desatenção deliberada, mas do enorme poder que o sucesso proporcionado pelo passado (ou pela atualidade) exerce. Mas o que é isso? No livro “A estratégia das 3 caixas” de Vijay Govindarajan, cuja adoção é feita por várias empresas ao redor do mundo (como por exemplo: GE, Hasbro e muitas outras), traz o poder da cultura e da excelência operacional como fatores que podem expelir qualquer tentativa de se criar ou experimentar algo novo.

Como tudo que envolve futuro também envolve incerteza, geralmente empresas que estão no nível de excelência operacional não aceitam com facilidade ter que passar por incertezas ou algo que possa atrapalhar o seu desempenho conquistado após muito trabalho duro.

Neste caso é importante que sejam criados times, orçamentos e ambientes que permitam a inovação acontecer e que não gerem, num primeiro, momento nenhuma influência no ambiente atual de excelência operacional. Assim, apenas depois de provado que funcionou e gerou resultados, é feita a transição para o ambiente de excelência operacional.

Quais os benefícios?

A cultura de inovação é, sobretudo, extremamente benéfica para as empresas. Uma das vantagens é a maior competitividade.

Uma vez que a companhia consegue inovar de forma rotineira e consolidada, é possível sempre se destacar da concorrência no mercado. Em outras palavras, a empresa é capaz de oferecer um valor especial para os seus clientes, de modo a fidelizá-los e ser a primeira opção em que eles pensam quando precisam de uma solução.

Com isso, melhoram a reputação e a credibilidade do negócio externamente. Ser adepto à inovação faz com que o nome da marca seja sempre associado com melhorias e crescimento, aspectos positivos valorizados por todos. 

A retenção de talentos também vale menção. Uma empresa que dá espaço para participação dos colaboradores e aproveita suas ideias sem preconceitos consegue se tornar um ambiente saudável, onde eles querem estar. Dessa forma, os profissionais permanecem por mais tempo e esse aspecto atrai novos nomes no mercado.

Por fim, temos que mencionar a eficiência. A cultura ajuda a gerar aproveitamento dos recursos da empresa, de forma a otimizar o uso dos componentes e dos equipamentos. As tecnologias serão bem utilizadas ao suscitar novas soluções tecnológicas. Assim, o retorno sobre cada investimento será sempre satisfatório para a liderança.

A cultura de inovação deve ser cultivada continuamente nas empresas. Pois, essa rotina tornará a expansão da companhia mais natural e servirá para gerar menos custos nas buscas por melhorias. Com isso, será possível facilitar a automação, melhoria de processos, integração, bem como outros resultados, com um ambiente que faz a retenção de talentos e que torna a empresa ainda mais competitiva e sólida.

Gostou do conteúdo e deseja continuar aprofundando seus conhecimentos? Então, conheça 5 tendências de inovação para otimizar a gestão dos negócios.

Conheça três vantagens do Enterprise Service Management (ESM)

Foi o tempo em que o departamento de tecnologia era chamado de Centro de Processamento de Dados (CPD) e cuidava, particularmente, dos computadores ou corrigindo bugs de programas. Agora, a equipe de Tecnologia da Informação (TI) participa das estratégias e das soluções mais eficientes e produtivas de outras áreas das empresas. 

Em plena era da transformação digital, diversos setores podem se beneficiar das melhores práticas de TI para otimizar processos e maximizar o desempenho. É o chamado Enterprise Service Management (ESM), ou, em português, governança em serviços. 

Na prática, trata-se da aplicação dos conceitos, ferramentas, processos e até da filosofia do Gerenciamento dos Serviços de TI (ITSM – Information Technology Service Management) em departamentos como recursos humanos, marketing, contabilidade, vendas, jurídico, entre outros. O que antes era considerado como práticas exclusivas dos técnicos de TI, agora dão suporte para alavancar todo ambiente de trabalho.

As crescentes demandas e exigências dos consumidores – internos e externos – exigiram que as organizações repensassem como atender bem, com celeridade e eficiência. A partir da boa experiência do ITSM, surge a iniciativa de levar a inovação para além das paredes do antigo CPD. O resultado é a criação de vantagens competitivas aos departamentos e seus funcionários e, por consequência, colaborar com a entrega e o atendimento dos clientes com a melhoria do suporte, a automação dos fluxos de atividades, tanto administrativas quanto burocráticas. 

Conheça três vantagens em investir em Enterprise Service Management em sua empresa. 

1. Redução de custos operacionais

As estruturas de ITSM aplicadas às outras áreas da empresa permitem uma integração dos processos de cada uma delas, simplificando a estrutura e os fluxos. Sendo assim, exige menos investimentos em plataformas diversas e reduz o gasto de tempo e energia com redundância de atividades. O encolhimento dos gastos também colabora com o retorno sobre o investimento (ROI) nas soluções de ITSM em toda a empresa.  

2. Governança padronizada e transparente 

Historicamente, cada departamento adota seus próprios métodos de gestão, um obstáculo considerável, em especial, quando a empresa cresce. A partir da boa implementação de ESM, a abordagem passa a ser padronizada e uniforme nos fluxos de trabalhos, facilitando, inclusive, a integração das áreas.

Outro ponto importante é a transparência na gestão, sonho de todo gestor. Com o ESM, não só a realização desse “sonho” é possível, como também identificar brechas nos processos, conhecer e corrigir pontos críticos mais rapidamente, e conhecer qual o valor agregado por cada colaborador e cada equipe.  

Atualmente, ferramentas ESM que usam padrões e notações globais de definição de processos de negócio facilitam e geram muito valor as empresas porque trazem o melhor de dois mundos: notações da área de processos e a agilidade da área de TI. Isso é possível porque o ESM substitui recursos de BPM (Business Process Management), de implementação complexa, por outros bem mais eficientes e de fácil entendimento para os usuários focados em negócios. 

3. Melhoria nos canais de comunicação e suporte

O atendimento ao cliente é, certamente, o maior valor agregado do ESM. Quando uma empresa tem uma boa coordenação de processos em todos os departamentos e é transparente, a consequência natural é uma prestação de serviços mais adequada ao consumidor final. O foco está na boa experiência do usuário – a User Experience – é um diferencial significativo para qualquer corporação que queira prosperar. A central de suporte conecta positivamente demandas redundantes a informações consistentes e rápidas, deixando os colaboradores atenderem às solicitações mais complexas e que agregam mais valor. 

A Run2biz se preocupa em oferecer aos seus clientes os recursos tecnológicos mais eficientes para aprimorar as operações em toda a empresa e aumentar a performance e a produtividade. Confira mais artigos no nosso blog

Por que você deve fugir de projetos de automação sem clareza de objetivos? Descubra!

Empresa trabalhando com business process automation

Cada vez mais os gestores de TI são cobrados em termos de alta disponibilidade de servidores e serviços, eficiência, otimização de recursos e sucesso nos projetos de automação. Entretanto, é preciso ter em mente que a tecnologia, sozinha, não é uma ferramenta capaz de conquistar bons resultados. Ela precisa ser aliada a uma boa estratégia.

Nesse sentido, a importância de fugir de propostas desse tipo sem uma noção clara do que está sendo buscado se destaca. É essencial que o gestor conheça as expectativas em questão, alinhe-as às capacidades tecnológicas, em especial diferenciando a automação da orquestração.

Se você deseja saber mais acerca de cada um desses pontos, continue a leitura deste artigo até o final!

Qual é a importância da clareza nos projetos de automação?

William Edwards Deming, estatístico, professor universitário, autor, palestrante e consultor estadunidense, é proprietário de uma célebre frase que fala sobre o assunto. Ele diz que “o que não é medido não pode ser gerenciado”. Da mesma maneira, não é possível automatizar processos dos quais não se tem um claro entendimento sobre o que eles representam em termos práticos.

Em outras palavras, sem uma equipe alinhada, sem valores organizacionais que caminham junto à tecnologia e sem uma análise aprofundada do que se espera com essa atitude, as chances de sucesso são minimizadas. Nessa hora, um termo se destaca: a integração de sistemas.

Integrar os sistemas não fomenta apenas a presença de uma gestão mais unificada, mas também otimiza os processos internos. Na intenção de entender por completo os seus efeitos, é preciso conhecer alguns equívocos. Eles costumam ser cometidos pelos gestores no momento de construir projetos de automação. Confira a seguir.

Quais são os principais equívocos para o sucesso?

Três pontos se destacam. Eles falam sobre as falhas resultantes de projetos que não contam com o planejamento adequado, bem como uma definição imprecisa do papel dessa tecnologia. Ao conhecê-los, os gestores se tornam capazes de garantir uma maior organização de processos.

Tarefas mal definidas

A automação é uma das melhores formas de levar praticidade e agilidade aos processos. Isso é essencial, uma vez que otimiza-se o tempo e o dinheiro no orçamento das empresas. Entretanto, elas tendem a contar com um efeito rebote caso essas tarefas sejam mal definidas. Afinal, se você programa um equipamento para executar uma função equivocada, ele o fará repetidamente até que seja impedido.

Pensar sobre isso na hora de iniciar os projetos de automação é imperativo. O processo está corretamente alinhado? Ele faz sentido na melhoria contínua da empresa? Há algo a ser corrigido? É somente com a certeza de que a atividade em questão está definida e certeira em termos de funcionalidade que automatizá-la será uma boa ideia. Caso contrário, ela gerará ainda mais custos e impactar, negativamente, o gerenciamento de tempo da equipe.

Falta de transparência

Esse ponto é fundamental tanto para a imagem externa das organizações quanto no bom andamento dos times internos. Sem compreender o que está por trás de um projeto desse tipo — e quais são os impactos esperados — os colaboradores não terão os meios de executá-lo corretamente.

Na mente de muitos, basta que os gestores e líderes entendam o sentido por trás de processos inovadores dentro das empresas. Em geral, esse pensamento costuma custar literalmente caro. Isso é dito uma vez que resulta em falhas, gargalos e retrabalhos. Para evitá-los, é preciso colocar toda a equipe no mesmo ritmo, abrindo a motivação e a expectativa do projeto.

Falta de ferramentas apropriadas

Nem todo sistema disponível será o ideal ao negócio. Se não há consonância entre a ferramenta usada e o que se espera dela em termos de desempenho, a implementação da tecnologia vai deixar a desejar. É imprescindível entender qual é a meta a ser batida por meio dos projetos de automação. Somente após esse passo será possível escolher a opção ideal para concretizá-la.

Quais atitudes tomar?

Sabendo o que deve ser evitado em termos de clareza de objetivos, é hora de saber quais passos devem ser tomados por parte dos gestores de TI. É importante reforçar a necessidade de repassá-los a toda a equipe, a fim de que haja transparência e alinhamento.

Desenvolver com clareza os objetivos e necessidades

Sente-se com os times para definir todos os pontos referentes à implementação de projetos de automação. Eles vão desde o uso adequado até o que se espera como resultado final. É essencial, também, capacitar a equipe, de forma que ela faça o melhor uso possível das ferramentas em mãos.

Mapear os processos que necessitam de automação, orquestração ou integração

Por mais que sejam confundidos por alguns, esses são conceitos diferentes. Integrar é conectar todos os recursos digitais da empresa (sistemas, ERPs, etc.) para que funcionem melhor e realizem melhores entregas junto com ganhos de produtividade.

Já o termo orquestrar diz respeito à automação da parte de execução do processo — e não ao ato de tornar algo automático, em si. Em outras palavras, orquestra-se o que necessita da tecnologia e também o que não precisa. Os pontos que não se tornaram otimizados devem continuar com a execução manual por parte dos colaboradores porém com rastreabilidade e monitoramento.

Sem entender quais setores e sistemas devem ser integrados, bem como se os processos serão beneficiados com a autoexecução e as atividades que ainda precisam ser alinhadas antes de serem automatizadas, minimizam-se as chances de sucesso.

Aplicar as tecnologias certas e os sistemas adequados

É fundamental que o gestor reflita em relação à sua realidade cotidiana. Somente ao conhecer suas necessidades, objetivos, metas e tarefas diárias, é que ele será capaz de usar as ferramentas certas para facilitar o encontro com todos os esses pontos.

Os projetos de automação tendem a ser excelentes formas de agilizar e maximizar resultados, além de reduzir custos e aprimorar a gestão de tempo. Mas sem um objetivo claro por trás, será bem difícil lograr êxito. Nessa hora, contar com uma boa parceria é essencial e ampara qualquer ação cujo objetivo é aprimorar a transformação digital. Busque os profissionais, as práticas e as ferramentas certas!

Se você deseja saber mais sobre ferramentas centralizadoras que simplificam a gestão de TI e aprimoram os negócios relacionados a ele, acesse o site da Run2biz!

Conheça 6 erros na gestão de TI que devem ser evitados

Equipe evitando erros na gestão de ti

Você sabia que erros na gestão de uma área de TI podem ser evitados? Para tanto, os gestores devem entender sobre os mais variados processos úteis na manutenção da produtividade da equipe, bem como oferecer um serviço de qualidade ao cliente.

Atentar-se aos possíveis erros na gestão de TI que podem ser cometidos é fundamental, especialmente quando você é responsável pela tecnologia da empresa, uma vez que eles podem custar muito caro para a companhia e gerar consequências negativas para mais departamentos.

Pensando em ajudá-lo a evitar esse tipo de situação, separamos 6 erros comuns na gestão de TI para o nosso papo. Se você deseja conhecer mais sobre eles, continue a leitura deste post que vamos apresentar todos os detalhes!

1. Não avaliar diferentes fornecedores

Uma relação duradoura e saudável com um fornecedor é algo de grande importância. Entretanto, existe o perigo de o gestor perder o controle acerca dos processos internos do negócio, uma vez que isso ocorre em virtude da expansão na atuação do fornecedor, sendo que essa é uma tendência natural e que, portanto, requer a atenção do gestor de TI.

Dessa maneira, é fundamental ter atenção quanto aos fornecedores e avaliar por conta própria a real necessidade de determinado produto ou serviço, assim como o seu custo benefício. Além disso, é importante que o responsável pela gestão de TI avalie frequentemente os seus fornecedores e, nos casos em que encontrar uma proposta mais vantajosa, não hesite em realizar a troca.

Outro ponto importante é considerar que nem sempre vir de um grande fabricante ou possuir muitos anos no mercado fará de uma solução tecnológica a mais vantajosa para sua área da TI. A exemplo, hoje muitos clientes da CA Technologies estão preocupados com a continuidade do serviço de seus investimentos após a compra da companhia pela Broadcom.

2. Não contar com ferramentas de gestão

Um erro comum na área de TI é o gestor não se atentar ao panorama do setor. Por essa razão, há o risco de ele deixar passar oportunidades que poderiam melhorar a qualidade da empresa, bem como os seus serviços ou produtos. Nesse sentido, a inovação é fundamental, especialmente porque a área de TI vive em constante mudança. Afinal, tendências surgem e desvanecem o tempo todo.

No intuito de ajudar o gestor a exercer a sua função de forma mais qualificada, hoje em dia existem diferentes ferramentas sofisticadas que, dentre muitas vantagens, agilizam a execução de processos, evitando que erros sejam cometidos.

3. Não delegar tarefas de forma inteligente

Não saber como delegar tarefas é uma questão que está diretamente relacionada à gestão de pessoas. Com o intuito de realizar essa atividade com excelência, é preciso que o gestor tenha um olhar atento e tome decisões com base em critérios e fatos.

Nesse sentido, é fundamental alocar as pessoas certas nos locais adequados. Para tanto, é preciso analisar de maneira cuidadosa os pontos fortes e fracos de cada um dos membros do time. Nessa hora, obter métricas e dados vindos de uma ferramenta de gestão confiável dá mais embasamento à identificação de gargalos e tomada de decisões.

4. Trabalhar o orçamento de tecnologia de forma negligente

Por fim, mais uma questão que deve ser observada é o orçamento da área. Em geral, todos os valores que são gastos por uma empresa com serviços e sistemas da tecnologia da informação são conhecidos pelo termo orçamento de TI, incluindo até mesmo as despesas relacionadas à construção e manutenção de sistemas e serviços corporativos, assim como a remuneração dos profissionais.

Nesse sentido, trabalhar com esse orçamento de forma negligente é capaz de gerar incontáveis despesas para uma empresa, sendo papel do gestor utilizá-lo com inteligência e prudência. A melhor maneira de evitar gastos em excesso é realizar manutenções preventivas, automatizar processos repetitivos, facilitar atendimentos e chamados, virtualizar servidores e integrar sistemas legados, entre outros.

5. Trabalhar com um planejamento inadequado

Apesar de o planejamento ser um dos procedimentos mais básicos, muitas vezes ele apresenta erros na gestão da TI. Nos casos em que há falhas, toda a performance da área pode ser comprometida.

Dessa maneira, um planejamento adequado deve definir prazos e os responsáveis por cumpri-los, bem como indicar os meios de execução das tarefas e, ainda, apresentar metas e apontar os indicadores de monitoramento.

Os referidos pontos são importantes porque o planejamento deve fornecer meios para que o gestor identifique pontos a serem melhorados de forma mais ágil e eficaz, de modo que ele tenha sempre o controle da situação. Um exemplo de prejuízo causado por falhas no planejamento ocorre quando a equipe de Service Desk não consegue atender adequadamente os clientes, deixando-os com problemas não resolvidos.

Apesar do fato de que montar um planejamento em um primeiro momento pareça algo fácil, esse procedimento jamais deve ser algo tratado como trivial, uma vez que os impactos de realizá-lo de maneira inadequada serão sentidos em toda a companhia.

6. Focar apenas em projetos e não em operações

É claro que os projetos são muito importantes, mas um outro erro é focar apenas neles e deixar de lado as operações — o gerenciamento operacional diário do ambiente. Gerenciar o ambiente é uma das áreas mais críticas e, muitas vezes, os colaboradores que contam com uma maior capacidade técnica são designados para trabalhar na área de projetos e, com isso, o ramo operacional é deixado nas mãos de uma equipe com menos qualificação.

Além disso, ao considerarmos a questão técnica, a área operacional é a força vital do negócio, uma vez que, quando há quedas nas operações, as principais funções da empresa são interrompidas — fator que recebe um indesejado e elevado nível de visibilidade.

Para resolver essa situação, é fundamental que o gestor conceda às questões operacionais a atenção que elas merecem, pensando em suas etapas e encontrando possíveis problemas, a fim de corrigi-los e mitigar o risco deles se repetirem futuramente.

Agora que você já conhece 6 erros na gestão de TI que devem ser evitados a todo momento pelos gestores, coloque as dicas que foram apresentadas em prática. Vale ainda lembrar sobre a importância de sempre utilizar as ferramentas adequadas para auxiliar na gestão da melhor forma possível.

Se você necessitar de apoio para um diagnóstico em sua TI, entre em contato com a equipe da Run2Biz e veja como podemos ajudá-lo!

O que é Service Desk? Entenda!

Colaborador usando plataforma Service Desk

Hoje em dia, existem diferentes soluções de TI e formas de se atender um cliente no mercado, certo? Contudo, entre todas as maneiras existentes, você já procurou conhecer e entender o funcionamento do atendimento em Service Desk?

Entender sobre o tema é relevante porque a TI é um fator determinante para o sucesso das organizações, uma vez que a tecnologia é uma das melhores maneiras de apresentar um diferencial competitivo no mercado.

Se você quer aprender sobre Service Desk de maneira prática e objetiva, acompanhe o post, pois apresentaremos todos os detalhes sobre o tema. Continue a leitura e confira!

O que é Service Desk e qual é a sua importância?

O Service Desk é um conceito que tem como principal finalidade reunir e centralizar as necessidades de uma empresa em um único lugar. Com isso, é gerado o apoio operacional aos usuários de um sistema e suas interações são registradas para o controle e monitoramento da companhia.

Dessa maneira, o Service Desk é parte essencial da estrutura de TI e costuma funcionar de 3 maneiras, são elas:

  • virtual: quando não apresenta localização física, mas conta com diferentes pontos de suporte e usuários em locais distintos;
  • local: nos casos em que os usuários do sistema e o Service Desk compartilham o mesmo espaço físico;
  • centralizado: quando sua localização física se encontra em um ponto central e os usuários conseguem enviar suas requisições de diversos locais.

O Service Desk é estratégico, proativo e procura auxiliar o usuário a melhorar os seus processos. Além disso, ele conta com caráter preventivo, pois monitora e analisa o ambiente constantemente a fim de adotar as ações preventivas que se fizerem necessárias.

Quais são as principais diferenças entre Service Desk e Help Desk?

O Help Desk é uma das soluções de TI mais conhecidas que utiliza um sistema de gerenciamento de tickets, também chamado de sistema de tickets de suporte técnico ou sistema de atendimento ao cliente.

Dessa maneira, o Help Desk é um ponto de contato entre o prestador de serviços e seus usuários e, nessa modalidade, é possível acompanhar, encaminhar para outros setores ou atender tickets (chamados) realizados pelos usuários.

Já o Service Desk, por sua vez, é capaz de ir além do suporte técnico. Nesse caso, há uma abordagem mais completa de atendimento, que permite que o suporte além de estar à disposição dos clientes, também realize intervenções por meio do gerenciamento de serviços.

Assim, um time que trabalha utilizando o Service Desk consegue agir até mesmo antes de ser solicitado, já que ele consegue realizar o acompanhamento e, com isso, ver possíveis oportunidades de auxiliar seu contratante.

Nos casos em que o Service Desk é aplicado, é possível focar os serviços na operação de uma empresa sem medir esforços em melhorar a rotina do usuário e, inclusive, atuando na prevenção de incidentes ao mesmo tempo em que melhorias são propostas.

O foco do Service Desk, em geral, é construir uma estratégia para acompanhar e otimizar serviços e atividades a fim de prevenir erros. Para tanto, costuma precisar de softwares e ferramentas mais robustas para auxiliar nas atividades profissionais.

Quais são as principais vantagens de um bom Service Desk?

Um Service Desk de qualidade conta com diferentes benefícios tanto para a área de TI quanto para a empresa como um todo. Veja, a seguir, mais detalhes sobre suas vantagens!

Facilitar o Trabalho para a TI

O Service Desk deve facilitar o trabalho do provedor de serviços de TI ao receber, filtrar e encaminhar os chamados (incidentes e requisições) ao departamento/equipe responsável por atender cada um deles, além de promover o tratamento dos que são possíveis de serem atendidos remotamente.

Melhoria de processos internos

No Service Desk o profissional consegue perceber e propor melhorias nos processos do cliente, com o objetivo de gerar ao usuário diversas novas possibilidades.

Dessa maneira, o operador, além de reagir a pedidos, também apresenta opções de evolução para a empresa contratante com propostas que podem ser relativas, por exemplo, a metodologias, novos sistemas ou tecnologias, entre outros que facilitam a operação da TI ou negócio.

Padronização

Uma equipe de TI bem-estruturada conta com padrões de softwares, lista de softwares autorizados para uso, blacklist, padrões de documentos, entre outros. Nesse sentido, a equipe de Service Desk é capaz de gerenciar e auxiliar a padronização de ferramentas e modelos diversos (documentos, processos, etc).

Promover automação: integração de sistemas e ferramentas

Uma equipe de Service Desk analisa os procedimentos, assim como as dificuldades frequentes e os objetivos dos usuários e, com base nessas informações, ela propõe possibilidades de integração de novos sistemas e ferramentas aos processos já existentes. Tudo isso alinhado à estratégia maior da TI de automação e digitalização da empresa.

Melhoria na gestão dos serviços

Uma equipe de Service Desk qualificada usa todas as ferramentas possíveis para melhorar os serviços da companhia, tanto em fluxos de atendimento quanto de produção atuando na gestão dos serviços.

Nesse caso, os profissionais procuram identificar formas de realizar o gerenciamento de efetividade, métricas, entre outros fatores que possibilitam melhorias.

Apoio no monitoramento de recursos e ações preventivas

O ideal é que todas as ferramentas tecnológicas sejam monitoradas para que a equipe de TI tenha uma real noção sobre cada uma delas. Esse tipo de monitoramento evita que máquinas e servidores atinjam o seu pico de utilização da memória e gerem problemas aos usuários, por exemplo.

A melhorar maneira de evitar esse tipo de incidente é a realização do monitoramento contínuo de ativos, uma vez que com isso é possível perceber quando erros e problemas podem surgir e adotar ações preventivas antes que eles, de fato, ocorram e evitando que a produtividade da empresa seja prejudicada.

E neste caso, as ferramentas de monitoramento podem encaminhar automaticamente tickets para a equipe de Service Desk, e os colocar na fila de tratamento. E o Service Desk pode realizar o tratamento junto às equipes de Nível 2, Nível 3 ou resolver as situações que são possíveis de serem feitas remotamente.

Agora que você já sabe o que é Service Desk, deve ter percebido que muitas soluções em TI podem ser implementadas com a utilização de uma plataforma eficiente e que melhorará o Service Desk. É o caso, por exemplo, da plataforma 4Biz, desenvolvida pela Run2biz que melhora a organização da TI e permite ganhos de produtividade com menos interrupções de serviços!

Se você deseja conhecer mais detalhes sobre a plataforma 4Biz e seus benefícios, entre em contato com a equipe da Run2biz que esclareceremos todas as suas dúvidas!

5 passos para começar a transformação digital na sua equipe

equipe discutindo transformação digital

Saber como começar a transformação digital em sua equipe muitas vezes não é uma tarefa fácil, uma vez que exige esforço e planejamento. Todavia, realizar esse processo o quanto antes é fundamental para manter o negócio lucrativo e competitivo.

A transformação digital está diretamente atrelada à utilização da tecnologia com o objetivo de melhorar o desempenho de uma empresa e, por essa razão, a área deTI é um departamento chave nesse processo. Se você deseja conhecer mais sobre o tema e descobrir como começar a transformação digital e preparar a sua equipe, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Confira!

Quais são os impactos da transformação digital em uma organização?

Você sabia que já existem ao menos 14 bilhões de dispositivos móveis sendo utilizados ao redor do mundo? Com base nessa informação podemos ter uma real noção do quanto a tecnologia está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas.

Como resultado, as empresas também tiveram que ir em busca da transformação digital no intuito de se manterem competitivas, ampliando a sua oferta de produtos e serviços para a Internet e até mesmo transformando lojas físicas em virtuais.

Assim, especialmente em razão das mudanças que ocorreram no mundo e do avanço da tecnologia, investir na digitalização dos processos de uma empresa deixou de ser um diferencial e é, na realidade, uma forma de fazer a companhia sobreviver.

Nesse sentido, os impactos da transformação digital em uma organização costumam ser muito positivos e apresentam benefícios como:

  • aumento do reconhecimento da marca;
  • melhora no relacionamento com o cliente;
  • aumento das vendas;
  • melhora dos produtos e/ou serviços;
  • economia de recursos;
  • aumento da eficiência e da produtividade;
  • melhora na tomada de decisões.

Quais são os principais desafios da transformação digital nas empresas?

Começar a transformação digital pode não ser um processo simples, uma vez que, além de adotar novas tecnologias, também é necessário alterar a cultura da empresa. Em geral, os principais desafios enfrentados por uma companhia no momento na hora de colocar esse processo em prática são:

  • limitação de orçamento;
  • falta de conhecimento técnico dos líderes e das equipes;
  • necessidade de alterar a cultura da organização;
  • burocracia interna;
  • tecnologia defasada, como a utilização de equipamentos antigos.

De maneira geral, os principais desafios estão relacionados à limitação de orçamento e falta de conhecimento técnico. No tocante à parte financeira, é fundamental que o gestor não veja o processo da transformação digital como um gasto. De fato, o uso de soluções tecnológicas é uma necessidade para as companhias que visam melhorar os seus resultados e, portanto, consiste na verdade em um investimento.

Já no que diz respeito à falta de conhecimento técnico e demais burocracias, a transformação digital também exige treinamento para que todos os colaboradores saibam como usar as novas tecnologias, de forma que seja possível adotá-las, de fato, em uma posição estratégica na empresa.

Como começar a transformação digital em sua equipe?

Para iniciar a transformação digital, é preciso preparar a sua equipe. Se você deseja conhecer 5 dicas que te ajudarão a realizar essa tarefa com excelência, confira a seguir!

1. Realize um diagnóstico e decida por quais processos começar

Inicialmente, o primeiro passo deve ser o de realizar um diagnóstico a fim de analisar quais são as reais necessidades da sua empresa. Trata-se de um processo fundamental, especialmente para definir por quais processos começar.

Nesse momento, é preciso definir quais as ações que são essenciais ao início da implementação da transformação digital. É possível citar, por exemplo, a utilização da Inteligência Artificial, útil na criação de chatbots que respondem os usuários de um site, bem como o uso de um sistema de gestão integrada (ERP), entre outros.

Além disso, é nesse momento que devem ser decididas quais são as necessidades que apresentam mais urgência, a fim de que seja desenvolvido um plano de ação para a implementação de tecnologias que possam supri-las a um ROI que começa a ser enxergado mais rapidamente.

2. Invista no desenvolvimento e capacitação da equipe

Muitas das vezes, não é eficaz elaborar uma estratégia de transformação digital e colocá-la em prática se os colaboradores ainda não estão preparados devidamente. Por essa razão, investir no desenvolvimento e na capacitação dos colaboradores é fundamental para que as tecnologias sejam utilizadas da forma adequada e, com isso, os resultados esperados são atingidos.

ponto relevante é que há, inclusive, a necessidade de comunicar a todas as equipes e colaboradores os processos da transformação digital e os reais impactos que eles terão na cultura da companhia, uma vez que, ao adotar essa medida, a tendência é que a transição seja melhor recepcionada por todos, pois eles já sabem o que esperar dela.

Nessa nova fase, além da adoção de Tecnologias se faz importante a implementação de um mindset ágil e novas técnicas de comunicação, colaboração e produtividade entre as equipes.

3. Aplique indicadores para analisar o impacto das ações

Depois de implementar a transformação digital em sua equipe, é necessário saber se foi possível obter o resultado esperado, não é mesmo? Nesse momento, é comum que os gestores tenham dúvidas de como obter esses dados.

A melhor maneira para analisar, de fato, o real impacto das ações que implementaram a transformação digital é, sem dúvidas, a utilização de indicadores de desempenho, uma vez que, por meio deles, é possível analisar diversas informações empresariais.

4. Foque na experiência do cliente

Foque inicialmente suas estratégias de transformação digital na cadeia de valor que envolve a experiência do cliente. Pense em jornadas e não em canais. Quando você consegue unir as jornadas físicas com as jornadas virtuais (vindas do Website, das redes sociais, do WhatsApp, ou por e-mail) você gera um melhor relacionamento com seus clientes e eles passam a perceber que, independentemente de onde venha o contato, a continuidade de atendimento e resolução de problemas é a mesma. Aos poucos e de forma natural, irão migrar 100% para o digital e você terá feito uma transição suave, usufruindo dos benefícios da economia de trazer os clientes para o digital. É importante que todo esse movimento tenha sido estudado antes, entendendo as jornadas atuais (físicas e o que já houver de digital) e focar nelas, e aos poucos trazendo todas para o digital, completamente integradas.

5. Lembre-se de investir em infraestrutura

Conforme visto aqui, um dos principais problemas que são enfrentados pelas empresas está relacionado com a utilização de equipamentos antigos. Nesse sentido, a transformação digital necessita de uma infraestrutura de qualidade, sendo necessário, portanto, investir em itens como sistemas, armazenamento em nuvem, equipamentos etc.

Existem sistemas que são capazes de auxiliar bastante a sua equipe, por serem adaptáveis às necessidades do seu negócio e melhoram a organização da TI. Além disso, essas soluções diminuem o tempo de resolução dos problemas mais comuns e aumentam a produtividade, como a plataforma de Gestão de Serviços 4Biz.

Agora que você já conhece todos os detalhes sobre o tema e os 5 passos para começar a transformação digital na sua equipe, coloque-as em prática, no intuito de atingir os resultados desejados. Lembre-se, no entanto, de que a fase de transição é fundamental e decisiva, em que todos os passos devem ser adotados sob cautela e planejamento.

Se você gostou deste post e deseja se aprofundar mais no assunto, leia o nosso guia TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DO ZERO: Passo a passo para a implementação!

Desvenda 6 mitos sobre a adoção de tecnologia nas empresas

adoção de tecnologia

A importância dos recursos tecnológicos é cada vez mais evidente. Vários segmentos de mercado passam por um momento de transformação digital, a fim de adequar à Revolução 4.0 e tornar a adoção de tecnologia um caminho benéfico a longo prazo. Entretanto, há vários mitos propagados e o gestor precisa verificar a veracidade deles.

Todos já devem saber que a ajuda de softwares e demais tecnologias trazem grandes melhorias nos fluxos de trabalho dos departamentos e tornam o time produtivo. Apesar dela ser totalmente necessária nos dias de hoje, é interessante estudar a fundo o quanto essa implementação trará modificações na corporação.

Para esclarecer as suas dúvidas e dialogar de maneira prática, apresentaremos e explicaremos esses fatos nos tópicos a seguir. Portanto, continue conosco e tenha uma boa leitura!

1. Longas horas de trabalho para o sucesso dos projetos

Este é um mito bastante conhecido nos departamentos de TI e em outras empresas que acreditam nesse tipo de pensamento. Mesmo com a adoção de tecnologia, alguns gestores insistem na preservação desse comportamento nos membros do time. Entretanto, essa é uma prática errada e nada saudável.

O cansaço não é nada motivador, principalmente em momentos de crise ou em épocas delicadas na economia. Se você deseja que bons trabalhos sejam feitos, a saída é ajudar o profissional a modificar a gestão do tempo e priorizar certas etapas de um projeto, no intuito que as entregas não prejudiquem a continuidade do trabalho do outro.

Uma solução interessante é implantar a metodologia ágil, onde as delegações das tarefas serão feitas de um modo mais eficiente. Com isso, os processos ficarão claros, sem gaps e retrabalhos que geram atrasos e outros malefícios à equipe. A transformação digital permite que o gestor tenha acesso a outros assuntos que agregam valor e, consequentemente, melhoram o conjunto de atividades que compõe o gerenciamento de projetos nessa área.

2. Uma estratégia muito cara

Alguns acham que a adoção de tecnologia é uma estratégia que implicará muitos gastos. Vale ressaltar, no entanto, que se for verificada a quantidade de perdas e custos adquiridas pela ausência de melhorias nos processos, será visto que um bom orçamento foi desperdiçado por falta de atenção e resistência à transformação digital.

Com esse investimento, o setor terá os meios de fazer a automatização de processos, a coleta e a organização de dados por meio de um sistema, bem como permitir uma melhor performance de máquinas, pessoas, processos e departamentos. Apesar de serem medidas que precisam ser bem planejadas, elas geram benefícios a longo prazo e trazem a inovação necessária além de economia.

3. Ausência de investimento na capacitação dos profissionais

A sua rede de talentos é tão importante quanto a adoção de uma tecnologia. Sem eles, seus objetivos não serão alcançados de maneira eficiente e a cultura de feedback, que tanto auxilia no aprimoramento do comportamento profissional, não tem a oportunidade de existir. Logo, é necessário investir na qualificação desses profissionais.

Hoje em dia, as máquinas fazem grande parte dos trabalhos manuais e repetitivos de antes. Entretanto, é interessante lembrar que elas surgiram a fim de promover uma parceria, que consiste em uma chance de o trabalhador focar em tarefas que aumentaram a rentabilidade de uma corporação. Portanto, é papel do líder fazer esse tipo de engajamento.

Procure estimulá-los a participar de cursos, palestras e até eventos em que os envolvidos terão condições de aprimorar os seus conhecimentos em relação aos temas relacionados com a área. O mesmo deve ser feito com a capacitação em tendências que trarão um grande auxílio no dia a dia da empresa, como a Inteligência Artificial e o omnichannel, com o objetivo de melhorar a performance dos atendimentos.

4. Equipamentos antigos precisam ser substituídos

Outro argumento usado na resistência da adoção de tecnologia é o fato dos gestores acharem que os equipamentos antigos devem ser substituídos por novos. Todavia, se você for analisar, a Indústria 4.0 veio com a proposta de aprimorar o que já foi apresentado na revolução passada.

Pessoas e máquinas devem trabalhar de uma forma inteligente. Eles devem estabelecer uma relação que atinja as metas estabelecidas e coloque a empresa no posicionamento desejado. Logo, nem sempre será necessário mudar os equipamentos, e sim trazer os recursos que permitirão o desenvolvimento dos processos.

Vale lembrar que certas ferramentas ou soluções só precisam do acesso à Internet para rodarem. É o caso do Software as a Service (SaaS), uma importante forma de agregar novas tecnologias que facilita os fluxos de trabalho por meio da cloud computing, gerando mais segurança e mais economia, entre outros benefícios. Além disso, o modelo SaaS já é adotado por grandes companhias de diversos segmentos de negócios.

5. Investimento destinado apenas às grandes empresas

Outro argumento é que a adoção de tecnologia consiste em uma estratégia voltada apenas às organizações de grande porte e multinacionais. Na verdade, os recursos tecnológicos têm ajudado em diferentes segmentos e portes variados de negócios.

Muitas startups, por exemplo, começaram a prestação de serviços com a ajuda de softwares e boas táticas do marketing digital. Portanto, não se deixe levar por este pensamento. Uma companhia que procura melhorias não deve ignorar o apoio que máquinas e softwares darão na performance do seu time.

6. Responsabilidade apenas da TI

Apesar de o setor de TI prover muitos benefícios, a responsabilidade pela transformação digital da corporação é de todos os que a constituem. Afinal, é necessário que os demais colaboradores estejam comprometidos e em sinergia, no intuito de oferecer um modelo de negócio voltado à inteligência e inovação. Vale ainda salientar que essa medida promove melhorias e modificações significativas na cultura organizacional.

Durante a leitura deste artigo você percebeu a importância da adoção de tecnologia e o quanto ela beneficiará a sua empresa como um todo. Portanto, já que os principais mitos foram esclarecidos, não deixe de iniciar o seu processo de transformação digital e obter ganhos ligados, por exemplo, à otimização de processos e automatização de rotinas.

A Run2biz é uma empresa que desenvolve soluções tecnológicas ágeis para otimizar o trabalho das pessoas e trazer mais eficiência operacional no dia a dia das empresas.

Essas soluções estão contidas na plataforma 4Biz Service Management. Hoje, a 4Biz concentra tudo que empresas respeitadas precisam para trabalhar com mais agilidade, produtividade e inteligência, em um único lugar, sem puxadinho ou improviso. Clique aqui e conheça as nossas soluções.

Como dashboards podem ajudar na tomada de decisão da empresa? Descubra agora!

Pessoa analisando dashboard para tomada de decisão na empresa

Na gestão, um grande problema a superar é o volume muito alto de informações dispersas para analisar. Quando isso ocorre, certamente, a tomada de decisão da empresa será comprometida, uma vez que haverá menos clareza e consistência para uma escolha. A probabilidade de uma ação que não contemple todas as nuances é muito grande.

Diante disso, surgiu a necessidade de centralizar dados e visualizá-los de uma forma mais acessível para decisões rápidas do dia a dia. Nesse sentido, as companhias começaram a prestar atenção ao poder dos dashboards e à sua capacidade de realizar esse processamento dos muitos dados gerados rotineiramente.

Se quiser aumentar produtividade de sua equipe, otimizar processos, bem como gerar automação para as rotinas, entenda como optar pelas melhores decisões com a ajuda de dashboards.

O que é dashboard?

Um dashboard é um painel que ajuda na visualização e concentração de informações para otimizar a tomada de decisão em uma empresa. O sistema é alimentado por diversas fontes diferentes, internas ou externas, e processa esses dados para gerar valor a partir deles.

Então, consegue desenvolver gráficos e relatórios que ajudam na detecção dos pontos relevantes. Esse tipo de sistema automatiza a coleta dos dados, de modo a gerar menos problemas nessa questão. Assim, a companhia pode ter certeza de que conseguirá analisar um caso de diversos pontos de vista, com uma série de diferentes fontes e perspectivas.

Além disso, os dashboards são cruciais para análise de indicadores e métricas, que destacam a performance de um negócio em um dado período. Desse modo, a gestão consegue otimizar a sua capacidade de monitoramento, ao analisar diversos números em busca de uma conclusão.

Com essa investigação sobre a saúde das operações, é possível chegar a decisões a fim de ajustar o que não estiver ideal. Esse monitoramento é a base para a melhoria constante de uma empresa que deseja crescer e alcançar solução de seus principais problemas. Uma vez que é possível identificar os gargalos produtivos e suas causas, tudo fica mais fácil para os líderes. 

Um fator crucial para otimizar o acompanhamento é o fato de dashboards serem atualizados em tempo real. Assim, a organização não perderá nenhuma informação relevante e poderá analisar os dados no momento exato, bem como tomar as melhores decisões de maneira urgente. Em casos como a logística ou a segurança da informação, em que o tempo é sempre um aspecto crítico, o sistema é fortemente efetivo.

Funcionalidades

A grande vantagem dos dashboards é a diversidade de formas de visualização que elas proporcionam. Não se trata somente de apresentar dados em formatos acessíveis, mas de permitir personalização do design para permitir uma visão que engloba todos os aspectos importantes.

Assim, cada usuário consegue configurar o dashboard de acordo com sua preferência. É possível dispor diversas informações em uma única tela, bem como utilizar filtros, de modo a investigar casos específicos. Desse modo, o gestor consegue visualizar informações por unidade da empresa, por setor, por equipe, entre outras variáveis. 

Dashboards são utilizados, atualmente, como parte de sistemas de Business Intelligence, que tem como objetivo a coleta, o processamento e a análise dos dados para transformá-los em informação, de modo a viabilizar a tomada de decisão. Essa estratégia tem se tornado cada vez mais comum em companhias que desejam um método seguro para evitar utilizar a intuição como principal base para ações.

De onde vêm os dados?

Em um dashboard, os dados vêm de diversas fontes. O ideal é analisar uma variedade interessante para obter uma visão ainda mais completa e adequada da situação avaliada.

É possível importar dados de planilhas existentes, que já os relacionem de alguma forma. Do mesmo jeito, é viável obter entrada dos sistemas internos, tanto os operacionais quanto os estratégicos, como ERPs e CRMs.

A lista não para com esses softwares citados: podem ser combinados dados de sistema IoT, de redes sociais, de ferramentas de segurança, de sistemas operacionais, entre outros. Indicadores de todos os setores podem ser centralizados para gerar uma imagem geral e também específica, filtrada, se necessário.

Existe, também, a possibilidade de cruzar os dados internos, dos sistemas já mencionados, com informações públicas. Isso permite uma análise ainda mais inteligente e contextualizada.

Quais as vantagens dos dashboards?

Entenda os principais benefícios dos dashboards, nos próximos subtópicos. 

Análise personalizada

Uma das principais vantagens é, justamente, a personalização da análise, que já comentamos anteriormente. Essa funcionalidade permite que a empresa perca menos tempo com uma visão que não é relevante.

Também, do que não é apropriado para o momento em que ela está. Desse modo, há maior eficiência na investigação, o que contribui com a precisão das decisões.

Correção de falhas

O dashboard é muito importante para que a companhia obtenha uma visão corretiva de seus erros. É possível verificar os dados e buscar respostas neles para os principais problemas, que podem ser gargalos produtivos ou ruídos de comunicação, por exemplo.

Como a gestão é capaz de entender as origens e o contexto do problema, consegue chegar às correções efetivas em menos tempo. Dessa forma, torna-se viável reduzir os impactos negativos dessas falhas.

Identificação de tendências

Os painéis de análise também oferecem uma visão que desperta a proatividade e a capacidade de prever padrões. A partir da visualização dos dados em gráficos fáceis de entender e assimilar, os usuários e analistas são capazes de enxergar algumas tendências e compreender para onde a empresa está indo. Desse modo, dá para se preparar para cenários futuros.

Análise dos clientes

Essas plataformas ajudam a concentrar dados de diversos tipos de sistema, inclusive os que lidam com os perfis e preferências dos clientes. Quando esses dados são importados ao painel, torna-se possível efetuar uma análise aprofundada sobre os hábitos de consumo deles, bem como das dores e problemas, a fim de otimizar a comunicação da organização e a experiência do cliente como um todo.

Com isso, é viável entender melhor como oferecer soluções para as necessidades de cada um dos consumidores, de forma a alcançar resultados mais precisos e impactantes.

Cultura data driven

Outro benefício dos dashboards é a implantação de uma cultura data driven em empresas. A partir disso, a companhia aprenderá a ouvir dados para extrair conclusões e insights, em vez de, simplesmente, se contentar com a intuição.

A cultura dos dados é imprescindível para que qualquer organização se mantenha sustentável no mundo de mudanças rápidas em que vivemos. Com ela, há menos erros, riscos e custos.

Dashboards são cruciais para otimizar a tomada de decisão da empresa. Com essas ferramentas, é possível centralizar e integrar dados de diversas fontes, conduzir análises aprofundadas e remover os pontos cegos dessas investigações. A partir disso, é possível chegar a soluções, a fim de expandir os negócios, agilizar o trabalho interno, bem como outros objetivos.

Nesse sentido, uma plataforma interessante é a plataforma 4Biz. Focada em gestão de serviços, ela oferece relatórios e dashboards em tempo real para otimizar essas análises, seja na TI ou em qualquer departamento. Dessa forma, a empresa garante um maior retorno sobre os investimentos realizados em Tecnologia.

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