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8 histórias inspiradoras de mulheres na TI

Embora saibamos que todo dia é dia das mulheres de nossas vidas, neste Dia Internacional da Mulher, preparamos este post especial para homenagear as mulheres que marcaram a evolução da TI ao longo dos anos. São 8 histórias inspiradoras que quebraram as barreiras do preconceito e que nos mostra que ideias criativas e inovadoras independem de gênero. Veja a seguir algumas delas.

Condessa de Lovelace – A mãe da programação

Ada Augusta, conhecida como condessa de Lovelace, era matemática e se tornou a primeira programadora de computadores da nossa história. Sua maior contribuição foi enxergar o computador mecânico além de uma simples calculadora avançada, a condessa acreditava que era possível fazer outras operações além de cálculos matemáticos, então, inventou o conceito de sub-rotina, uma sequência de instruções que pode ser usada várias vezes, o loop, uma instrução que permite a repetição de uma sequência de cartões perfurado, e do salto condicional, que permite saltar algum cartão caso uma condição seja satisfeita.

As notas da condessa a respeito da máquina analítica de Babbage foram republicadas em 1953, quase cem anos após sua morte. Essa máquina foi reconhecida como o primeiro modelo de computador já construído, e as notas da matemática ficaram marcadas como a primeira descrição de um computador e de um software.

Margaret Hamilton – A responsável pelo Apollo 11

A Apollo 11 foi a missão que permitiu aos astronautas pisar, pela primeira vez, no solo lunar. Contudo, por muito pouco o pouso na lua não chegou a ser abortado, mas foi justamente graças ao software desenvolvido por Hamilton e sua equipe que a missão obteve sucesso.

Sendo assim, podemos dizer que o homem somente conseguiu chegar à Lua graças a uma mulher. Isso porque quando faltavam apenas três minutos para o pouso no satélite natural da Terra, vários alarmes do módulo lunar começaram a tocar, e o computador ficou sobrecarregado com atividades do radar de aproximação. No entanto, a arquitetura robusta do software desenvolvido por Margaret permitiu que o sistema continuasse funcionando ao priorizar as atividades essenciais, interrompendo as menos importantes, pois a desenvolvedora, que tinha escrito o código, sabia exatamente como ele seria capaz de ser manipulado emergencialmente para que a nave da Apollo 11 realizasse o pouso.

Hedy Lamarr – A protagonista do Wi-Fi

Nascida em Viena, a filha de pais judeus era parte de uma família de classe média cuja mãe era uma pianista e o pai, diretor bancário. Lamarr estudou piano até os dez anos de idade e, mais tarde, foi considerada pelo diretor Max Reinhardt “a mais bela mulher da Europa”. Ainda adolescente, a jovem atriz interpretou diversos papéis em filmes alemães, contracenando com atores famosos da época.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Hedy Lamarr criou junto com o compositor e também inventor George Antheil um sofisticado aparelho de interferência em rádio para despistar radares nazistas, cuja patente foi feita em 1940 usando seu nome de registro (Hedwig Eva Maria Kiesler). A ideia surgiu quando a dupla estava fazendo um dueto ao piano e começaram a “conversar” entre si alterando os controles do instrumento. Ou seja, Lamarr descobriu que, se o emissor e o receptor mudassem constantemente de frequência, somente os dois poderiam se comunicar sem medo de serem interceptados pelo inimigo. Assim nascia o que hoje conhecemos como conexão Wi-Fi.

Ann Hardy – A precursora da internet

Em meados da década de 1950, por sugestão de um amigo de infância, Hardy fez um teste de aptidão em programação de computador. Passando com louvor, ela fez um curso de seis semanas e foi bem no exame final. Os 10% melhores da classe receberam a promessa de um emprego em vendas, o auge da IBM, mas a alta gerência acabou decidindo que isso não se aplicava às mulheres. Em vez disso, ela se tornou uma programadora da IBM, onde Hardy experimentou pela primeira vez a então nova abordagem de compartilhamento de tempo para a computação.

Hardy trabalhou em alguns dos primeiros sistemas de compartilhamento de tempo e redes de computadores, usados ​​por uma variedade de corporações e agências governamentais. Embora fosse a única responsável por escrever o código do produto de compartilhamento de tempo, Hardy sofreu com o preconceito de seus colegas homens, que presumiram que seu marido havia escrito o sistema operacional. Apenas quando ela estava no hospital dando à luz seu primeiro filho, e seus colegas de trabalho encontraram problemas que não sabiam como resolver, que começaram a considerá-la a especialista no sistema que ela havia escrito.

Karen Sparck Jones – A mentora do Google

Karen desenvolveu pesquisa na área de linguagem automática e processamento de informações desde o final dá década de 1950. Em 1972, criou e introduziu o conceito da Frequência de Documentos Inversa (IDF). O IDF é uma medida estatística usada para avaliar a importância de uma palavra para um documento, sendo frequentemente usada pelos mecanismos de pesquisa modernos para classificar a relevância de um documento para uma consulta de pesquisa.

Trata-se de um sistema de recuperação de informações que minera de forma extremamente veloz os dados em um conjunto de documentos. A busca é feita pelos termos que mais aparecem nos textos, que quando cruzados com um sistema de filtragem, mostram a relevância de diferentes temas. É o que define, de forma básica, se uma página, por exemplo, está falando sobre a influência das mulheres no mundo da tecnologia ou se apenas cita as palavras “mulheres” e “tecnologia”, mas em um contexto completamente diferente.

Grace Hopper – A madrinha do bug

Sua história mais famosa é a que remonta à popularização do termo “bug” para indicar problemas em software. Em uma anedota jamais confirmada, ela teria resolvido um problema de processamento de dados ao remover uma mariposa que estava criando ninho dentro de um computador, indicando que um “debugging”, ou a remoção de um “inseto” é o melhor caminho para resolver falhas de funcionamento.

Uma de suas principais frases se tornou não apenas um bastião feminista, mas também o principal mote para as mulheres que lutam por representatividade na indústria da tecnologia: “é mais fácil pedir perdão do que permissão”. Além do COBOL, uma linguagem de programação para bancos de dados comerciais, Hopper também criou linguagens de programação para o UNIVAC, o primeiro computador comercial fabricado nos Estados Unidos.

Susan Kare – A designer que revolucionou a experiência do usuário

llustradora, pintora e designer gráfica, seus ícones e fontes criados para o Macintosh original foram revolucionários. Eles deram a um computador sem vida o calor e a personalidade que perduram no Mac moderno até hoje e são copiados pelos concorrentes.

A designer desenvolveu diversos tipos de fonte, ícones e criou até mesmo materiais de marketing para a campanha do Macintosh original, e algumas ferramentas que usamos atualmente em softwares de design e tratamento de imagens têm seus ícones com origem nas criações de Susan Kare. Por exemplo, os ícones da ferramenta de seleção de área em formato de laço, da ferramenta com a “mãozinha”, da lata de lixo, e do balde de tinta para pintar áreas selecionadas, foram originalmente concebidos por Kare e os softwares gráficos seguem usando desenhos de um laço, de uma mão, de uma latinha de lixo e de um balde de tinta até hoje.

Mitchell Baker – A embaixadora do código aberto

Cofundadora do projeto Mozilla e presidente da fundação Mozilla, Mitchell Baker iniciou sua jornada a favor do software de código aberto em 1998 quando criou a licença Open Source da Netscape. O crescente uso do Firefox – o navegador gratuito e aberto da Mozilla – provou que a web não deveria pertencer a uma empresa ou a um sistema.

Baker tem sido amplamente reconhecida por seu trabalho em defesa do software de código aberto. Em 2005, a revista Time a nomeou uma das 100 pessoas mais influentes. Ela também foi incluída no Hall da Fama da Internet Society.

O que achou da nossa lista? Sentiu falta de alguma mulher que tenha te inspirado em sua carreira na TI? Compartilhe conosco e comente em nossas redes sociais!

Três tendências inovadoras para a sua instituição de ensino

A pandemia provocada pelo novo coronavírus acelerou as transformações tecnológicas nas instituições de ensino. Usar recursos digitais nos processos de aprendizagem não é nenhuma novidade para Educação. Porém, o ensino híbrido – que mistura atividades presenciais com outras atividades remotas – ainda dava passos lentos e encontrava muita resistência. Esse paradigma precisou ser superado para que as aulas e o calendário escolar continuassem.

Esta nova realidade não dá qualquer pista de que irá embora junto com a vacinação em massa e o fim da pandemia. A tendência é exatamente o contrário, afinal, o uso de recursos inovadores de gamificação, machine learning, Inteligência Artificial (AI) e plataformas de ensino à distância e aulas remotas, mostraram sua eficiência dentro da sala de aula e da casa de alunos e professores. A adaptação precisou ser abrupta, mas, ainda assim, o upgrade do processo educacional veio para ficar e as instituições de ensino.

Transformação digital

Com a ruptura e a necessidade de adaptação, a transformação digital tomou conta da pauta de educadores, gestores e professores. O chamado blended learning, como também é chamada a educação híbrida com uso de tecnologias, passou de diferencial das instituições de ensino para essencial na sobrevivência no mercado tão competitivo.

Os recursos tecnológicos continuarão sendo importantes como meio de conexão entre os alunos e o aprendizado. Porém, a partir de agora, será possível perceber a ampliação e a consolidação da tecnologia nas estratégias de desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos estudantes, e caberá a cada instituição de ensino escolher entre ficar ou não parada no tempo.

Algumas tendências deste contexto merecem destaque em 2021. Confira: 

1) Gamificação

Os jogos digitais são uma excelente solução para aumentar o engajamento dos estudantes – aspecto crítico no processo educacional. Por meio da gamificação são desenvolvidas e aperfeiçoadas habilidades como a criatividade, competitividade, resolução de problemas e trabalho em equipe.

2) Inteligência Artificial (AI)

A Inteligência Artificial tem múltiplas aplicações no contexto educacional. Além de colaborar para a oferta de conteúdos conforme o desenvolvimento do aluno, por exemplo, com o machine learning, ainda é capaz de ajudar os professores a se focarem no ensino individualizado e apoiá-los de maneira mais efetiva no processo de ensino-aprendizagem. Dessa maneira, pode deixar que as máquinas cuidem das tarefas repetitivas que tanto tomam tempo dos docentes.

Por outro lado, o gerenciamento de dados e de demandas administrativas também são atendidas com sistemas de gestão de serviços de TI, como AIOps (Artificial Inteligence for IT Operations), que mantém disponível a todos os sistemas e as ferramentas de TI necessárias em qualquer lugar e preservando a segurança das informações. 

3) Tecnology Analytics

A tecnologia analítica une aplicativos e ferramentas diversas que convertem dados de maneira objetiva e em tempo real. Na área pedagógica, abre um leque de possibilidades de monitoramento do diagnóstico educacional para personalizar o ensino a partir dos dados do Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Já na gestão administrativa, contribui para coordenar o uso dos recursos e automação de processos gerenciais.

A Run2biz pode ajudar a sua instituição de ensino na transformação digital com soluções como a Tasker e Simon. Agende seu horário com um de nossos consultores e conheça nossas soluções.

Tendências de TI e negócios para 2021

O ano de 2020 colocou em debate (e em prática) mudanças que muitos acreditavam que demorariam a se tornar realidade. Agora 2021 chega com a certeza de que o “novo normal” está conectado à tecnologia, a novos hábitos de consumo e inovações que vão além da vida doméstica. A transformação digital é a locomotiva que ganha velocidade carregando as tendências de TI e negócios para esse e os próximos anos. 

Enquanto as pessoas tiveram que ficar em suas casas, isoladas socialmente em razão da pandemia da Covid-19, os negócios invadiram os lares com o home office e o delivery dos mais diversos tipos de produtos e serviços. Contexto que despertou a urgência das empresas serem flexíveis ao modelo de trabalho e ao atendimento aos clientes, garantindo a produtividade, eficiência, e, claro, a segurança de dados. 

Algumas saíram na frente, prepararam os times e investiram em infraestrutura de TI e terão mais chances de subsistir, outras precisarão de um esforço extra na corrida de adaptação. As palavras de ordem são flexibilidade e mobilidade. 

A partir de agora, o home office é realidade para muitas empresas e vai permanecer mesmo depois que a pandemia for superada. Em home office, os colaboradores precisam ter os mesmos recursos e suporte para executar suas tarefas e aproveitar os benefícios de trabalhar mais próximos à família. Por isso mesmo, as tendências de TI e negócios para 2021 se baseiam em direcionar a transformação digital para o contexto híbrido e remoto. 

Softwares em nuvem

Em casa, as equipes precisam lidar com softwares, arquivos e sistemas que, até então, só estavam nos hardwares e servidores físicos da empresa. Não mais. Uma das tendências mais fortes do Cloud Computing é ter todos os recursos em nuvem para que possam realizar suas atividades remotamente, de qualquer lugar. Isso beneficia muito a fluidez do fluxo de trabalho e a assiduidade dos projetos, independente da área. Além disso, a colaboração entre os integrantes do time funciona melhor com ferramentas de comunicação na nuvem.

Cloud Containers

Outro obstáculo do trabalho em casa é ter equipamentos com configurações e sistema operacional que suportem as estruturas de softwares e sistemas. A solução está nos Cloud Containers, que permitem o desenvolvimento de um sistema operacional totalmente virtual. A tecnologia é leve e se adapta facilmente, pois não exige muito espaço de armazenamento. Uma grande vantagem para instalar e executar aplicativos que estão nos servidores em nuvem. 

ITSM móvel

Longe do escritório, os colaboradores também precisam de suporte de TI sob o risco de perder produtividade e prejudicar todo o fluxo de trabalho. Em 2021, o Gerenciamento de Serviço de TI (ITSM) ganha um atributo extra: a mobilidade. O ITSM tem por objetivo aprimorar a maneira com que as empresas abordam, entregam e gerenciam os serviços de TI e esses benefícios precisam sair das paredes físicas da empresa e estar em todos os lugares. 

DataOps

Assim como as tarefas precisam continuar sendo executadas, onde quer que os colaboradores estejam, a organização, a convergência e o monitoramento dos dados corporativos devem continuar. Essa é a razão pela qual a metodologia DataOps deve estar presente. Na prática, são combinados os conceitos do Ágil, do DevOps e do Controle de Processos Estatísticos para promover boas práticas que diluem barreiras e complexidades existentes nos processos de gestão estratégia e tomada de decisões. Conheça a soluções da plataforma 4Biz da Run2biz para essas e outras tendências de TI e negócios para 2021. 

4 fases do ciclo de geração de valor pela IA nas empresas

A mídia tem falado muito sobre Inteligência Artificial, principalmente em como as empresas precisam fazer uso desta nova onda tecnológica. Só que no meio deste tanto de informação, ainda falta clareza sobre um ponto: como gerar valor real para minha empresa e atingir os resultados desejados? Se você quer conhecer exemplos práticos, continue a leitura deste post que vamos mostrar 4 fases do ciclo de geração de valor pela IA nas empresas!

No artigo da MITSloan Magazine “How Leading Organizations Are Getting the Most Value From IT” (em português: “Como as organizações líderes estão obtendo o máximo valor da TI”), é dito o seguinte: “Muitas das decisões de investimento mais importantes que os CEOs enfrentam atualmente estão relacionadas à tecnologia. Esse não foi o caso há alguns anos. Mas agora toda empresa é, de fato, uma empresa de tecnologia e todo CEO, um CEO de tecnologia.”

Hoje, decisões de tecnologia não são mais exclusivas dos executivos de TI, envolvem toda a organização, não só na decisão, mas na execução também. A transformação digital não é exclusiva da TI, é uma necessidade de toda a organização.

Então, continue lendo, pois independente de sua posição, Inteligência Artificial é assunto para todos.

APRENDA, MELHORE, INOVE E ENGAJE

Aprender, melhorar, inovar e engajar são as quatro fases que lhe permitirão ir ao infinito e além!

APRENDA – Análise de grande volume de dados e produção de insights

Com certeza um dos pontos mais importantes da IA é sua incrível capacidade de gerar valor pelo insight de grande volume de dados. Essa capacidade, obviamente apoiada pelo conceito de Big Data, pode ser usada para entender o comportamento de consumidores, individualmente, em grupos ou o todo. Com isso podemos prever situações e comportamentos e melhorar produtos, ou seja, podemos potencializar nossa capacidade operacional de acordo com os insights obtidos, e isso com o intuito de além de melhorar desempenho, obter maior lucratividade e se posicionar melhor em segmentos competitivos.

Em si, apesar de estarmos falando do potencial e dos valores gerados pela IA, uma coisa é fundamental: dados. Sem os dados não existe IA que funcione, então, antes de iniciar qualquer projeto de IA, verifique se possui ou conseguirá produzir os dados necessários para que se consiga gerar valor com seus projetos de IA.

Um dos pontos importantes neste processo de aprendizagem é descobrir sua relação com seus clientes, identifique quem entrega maior retorno e passe a atendê-los com mais atenção. Descubra quem tem potencial de comprar mais e crie modelos de engajamento. Enfim, aprenda para se tornar mais eficiente.

MELHORE – Transformação das cadeias de valor (transformação operacional)

Primeiramente, é importante entender o conceito de cadeia de valor: Uma cadeia de valor representa o conjunto de atividades desempenhadas por uma organização desde as relações com os fornecedores e ciclos de produção e de venda até à fase da distribuição final. 

O valor entregue a um cliente, seja ele através de produto ou de serviço é, portanto, o resultado do trabalho de toda uma cadeia, ou seja, todos que participaram com atividades ou insumos (desde matéria prima, fabricação ou transformação, embalagens, marketing, venda, suporte, atendimento ao cliente, entre outras) e que no final faz da saída algo que tem sentido para o cliente e representa grande valor.

Agora que você entendeu o que representa a cadeia de valor, imagine o potencial de utilização de IA neste contexto. São inúmeras as possibilidades, desde o uso de ferramentas de workflows cognitivos que fazem uso de algoritmos de machine learning, ajudando em cada etapa do processo produtivo, até o uso de computação visual para validação de etapas ou a própria qualidade do produto. 

Há um grande potencial de ampliação da competitividade e diferenciação pela transformação das atividades operacionais com o uso de IA. Todas as atividades operacionais podem ter apoio por IA, independentemente do tipo de atividade. Melhorias podem ser aplicadas desde a completa automação até o apoio ao ser humano envolvido.

INOVE – Transformação nos modelos de negócio 

Reunindo todos os insights com a análise de dados e com o poder transformacional na operação, surgem agora possibilidades de inovação. O processo de experimentação e validação, com apoio de IA, é mais eficiente e permite que novos modelos sejam testados rapidamente. E é o que os novos consumidores estão esperando pois estão sedentos por novidades, bem como estão mais exigentes, querendo produtos de melhor qualidade.

Um exemplo interessante da transformação no modelo de negócio é a Nike, que lançou em 2018 a loja Nike House of Innovation, na Quinta Avenida em Manhattan, onde busca mexer com as emoções, cativando e envolvendo todos os sentidos de seus clientes. Além também de a Nike criar inúmeros aplicativos que são integrados a sensores nos tênis e demais artigos esportivos, que mais tarde combinam essas capturas em grandes “Big Datas” que são processados por Machine Learning e, no final, oferecem experiências além de uma simples fabricante de artigos esportivos. Esse é sem dúvida um exemplo da transformação de um modelo de negócio baseado em artigos esportivos que migra para um modelo de negócio das experiências.

Independentemente de qual seja seu modelo de negócio, a inovação é algo que pode ser atingido com o uso adequado de ferramentas certas.

ENGAJE – Melhores experiências aos clientes (transformação da experiência)

As experiências serão transformadas. Com os insights produzidos pela análise de dados, bem como o aprendizado em tempo real adquirido com os usuários e clientes a medida que usam apps, web sites ou sites de vendas, podemos moldar ofertas e descontos, criando maior engajamento e não só ampliando as possibilidades de vendas, mas a fidelização e o encantamento de clientes e usuários.

As experiências são o poder atual de diferenciação no mercado competitivo, e existem várias formas de oferecer experiências, seja no momento da compra, seja no atendimento ao usuário, seja no pós-venda, ou no outbound (ações proativas de acesso aos compradores), mas principalmente oferecendo canais rápidos, simples e eficientes de o próprio usuário realizar seus serviços (trocas, devoluções, etc.) e suas interações com a empresa.

O uso de chatbots é um canal inicial para conectar de forma fácil e eficiente essa experiência com o cliente. Tenha em mente que o uso de chatbot não é apenas para a redução de custos operacionais – apesar de ser um benefício importante – não deve ser o objetivo principal, pois de nada resolve reduzir custos piorando a experiência do cliente. Alinhe ambas as estratégias, mas foque em oferecer experiência adequada ao seu cliente.

Também é importante entender que chatbot é o caminho que muitas empresas estão usando atualmente como ponto de partida, mas a jornada de experiência do cliente é maior e mais completa e envolve muitos outros fatores que devem se somar, para promover melhores experiências, como exemplo: soluções adequadas de atendimento ao usuário sob o conceito de multicanais, fluxos internos de trabalho integrados à toda a cadeia de valor, machine learning preditivo influenciando gostos e formas de interação, entre outros. 

Várias técnicas de IA podem ser somadas para alcançar o objetivo de engajar o cliente com sua empresa ou marca.

Conclusão

A inteligência é o ativo mais importante nas organizações modernas, e digo isso, pois a inteligência humana combinada com a inteligência artificial, trazem hoje infinitas possibilidades. Seja pela entrega da capacidade de predição e precisão da IA que potencializam significativamente as ações proativas, seja pela capacidade criativa do ser humano, que através de insights, consegue propor novos modelos e validá-los rapidamente com apoio de dados. 

Estamos iniciando a era da Inteligência, a soma de IH + IA. Use esse poder com moderação!

Gostou das dicas? Visite o nosso site e conheça mais sobre a plataforma 4Biz para melhoria de desempenho de sua organização

Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz

5 tendências de inovação para melhorar a Gestão de Negócios

Gestão de Negócios é determinante para o sucesso de qualquer empresa. É ela quem dita o que acontecerá com a companhia a curto, médio e a longo prazo, seja um crescimento fantástico, uma estagnação não desejada ou, pior ainda, uma queda nos resultados. 

Atualmente, o  mercado  está cada  vez  mais  competitivo e  não há espaço para uniformidade. É preciso inovar, trazer soluções e novas formas de resolver problemas da atualidade. 

Ficar parado é algo que deve passar longe de qualquer empresa que queira crescer e se desenvolver no cenário atual. Afinal, até mesmo empresas gigantes morreram nos últimos anos por não inovar, como Blockbuster, Kodak, MySpace e Atari. 

Aumentar o lucro reduzindo custos, aumentando eficiência ou implementando processos de reengenharia não basta. Não há como criar mais lucro sem a geração de novas receitas e estas só são possíveis por meio das inovações. 

Nessa perspectiva, a gestão da inovação é a estruturação de um processo concreto de criação de soluções, dentro de uma cultura sistemática e contínua de fomento ao pioneirismo. Baseando-se em estratégias inventivas e criativas relativas à criação ou ao aprimoramento de ferramentas e serviços, essa prática gerencial busca novos caminhos para alcançar um determinado objetivo dentro do negócio. Abaixo listamos 5 tendências de inovação para o seu negócio. 

1. Inteligência Artificial aprimorada 

A automatização de processos em empresas é uma etapa inevitável quando se investe em inovação. Isso pode ser confirmado com a crescente utilização da Inteligência Artificial (IA) pelas mais diversas organizações. Essa tecnologia surge para automatizar principalmente processos que dependeriam de uma análise humana. 

Resumidamente, é um sistema capaz de reconhecer elementos (que podem ser imagens ou palavras) e aprender com eles. A ideia é que a IA seja capaz de raciocinar de maneira similar a uma pessoa, aprimorando sistemas e trazendo inovações. 

Quando uma organização trabalha com uma equipe para desenvolver um modelo e uma metodologia, as iniciativas de ciência de dados podem ser automatizadas, criando eficiências que estão intimamente ligadas a uma meta ou métrica desejada. No setor de armazenamento, a ciência de dados apresenta oportunidades lucrativas com inúmeras aplicações. 

Neste ponto entra a integração de sistemas, que é imprescindível para que a IA seja utilizada da melhor forma possível. No dia a dia, qualquer dado impreciso ou incorreto pode afetar o aprendizado da IA. Portanto, todo cuidado é importante nessa etapa. 

2. Nuvem distribuída 

Cloud Computing (Computação em Nuvem) é um espaço virtual para armazenamento de arquivos. 

Em um levantamento realizado pela Statista, a previsão é que o mercado de serviços públicos de nuvem cresça 17% em 2020, atingindo cerca de 266,4 bilhões de dólares em tamanho e exceda 350 bilhões de dólares até 2022. 

No sistema de nuvem distribuída, o provedor de origem distribui os dados para diferentes locais, sendo responsável pela segurança, operação e governança dos mesmos, além das atualizações dos serviços. O modelo representa uma mudança significativa em relação ao que temos hoje, que é centralizado. 

Empresas que demandam acesso quase instantâneo a dados para atender seus clientes podem ser beneficiadas pela Nuvem Distribuída, visto que a tecnologia entrega uma infraestrutura adequada

Em razão da demanda de coleta e processamento de uma grande quantidade de dados ao mesmo tempo, esse tipo de datacenter também ajuda no suporte de uma maior expansão de IoT e Edge Computing, trazendo vantagens em relação a redução de níveis de latência e de custos de conectividade. 

3. Blockchain 

O Blockchain é uma tecnologia de banco de dados, primariamente utilizado pelo Bitcoin, de forma que esse registro seja protegido devido à sua condição criptografada e descentralizada. 

Longe do que muitos consideravam, ele não está somente vinculado ao setor financeiro. E, ainda que ultimamente tenha sido amplamente atrelado a este mercado, o Blockchain é uma tendência tecnológica que pode beneficiar muitos outros setores, considerando sua natureza favorável à empresas que necessitam registrar suas informações de maneira segura e transparente. 

Assim como a tecnologia em nuvem, o Blockchain tem a descentralização como forma de tornar transações e dados mais seguros. Dessa forma, essa é uma tecnologia de banco de dados distribuídos permanente e inviolável. 

4. Multiexperiência 

A multiexperiência está relacionada a diversos dispositivos e aplicativos dos quais os indivíduos compartilham em sua trajetória como usuários digitais, assim, novas formas de interação vêm sendo acrescentadas, conforme temos o lançamento de novos dispositivos, como smartphones, assistentes de voz, smartwatches. 

De acordo com um estudo realizado pela PwC, para 89% dos consumidores brasileiros, a experiência é fator primordial na decisão de compra. Pensando nela, hoje, a tendência é que a multiexperiência seja o destaque na jornada do cliente

Além de possibilitar o atendimento omnichannel (multicanais com informações centralizadas), a multiexperiência oferece consistência. Isso significa que os consumidores têm a mesma qualidade em sua experiência nos diversos pontos de contato, seja pelo website, pelas redes sociais, em um atendimento por voz, etc. 

5. Hiperautomação 

A hiperautomação consiste em compreender como mecanismos de automação se relacionam e como podem ser combinados para simplificar o trabalho em todas as etapas. Essa tendência surgiu com a automação de processos robóticos, conhecida como RPA. 

RPA, machine learning, inteligência artificial e ferramentas de gerenciamento de processos de negócios inteligentes permitem que o processo de entender e desenvolver automações atenda às reais necessidades do modelo de negócio e traga mais valor e resultado para a empresa

É preciso entender que o uso da tecnologia deve estar focado nas pessoas, já que a tecnologia impacta diretamente consumidores, empregados, parceiros e, de forma geral, a sociedade. Por ser centrada em pessoas, a tecnologia deve e pode assumir grande parte das tarefas de trabalho e/ou operacionais

Conclusão 

Em uma era marcada pelo uso massivo de tecnologias de ponta, a gestão da inovação surge como um pré-requisito para que as organizações sejam capazes de produzir de acordo com as demandas mercadológicas. Isso inclui tanto atender às exigências sociais e ambientais de caráter legal vigentes quanto satisfazer às expectativas e necessidades dos clientes. Sem inovar de forma sistematizada, alcançar essas metas se torna impossível. 

Uma  nova  era   surge  diante   dos   nossos  olhos,  e  estamos   participando  dela  ao  vivo.  Você gostaria que sua empresa largasse na frente no comando dessa revolução tecnológica? Entre em contato com a gente!

Por Renato Calhau, Coordenador de Inteligência de Mercado na Run2biz.