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Como reduzir o estresse com a gestão de TI? Saiba mais!

gestão de ti

Reduzir o estresse com a gestão de TI é o desejo e até mesmo o sonho de muitos gestores. Atingir esse objetivo, no entanto, muitas vezes parece ser algo distante, especialmente em razão da grande complexidade que é inerente a essa área.

Mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, é possível diminuir o estresse com a gestão de TI, sendo que, para tanto, é necessário buscar as melhores estratégias capazes de trazer melhorias na área, a fim de reais ganhos dentro da empresa como um todo.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema e descobrir quais estratégias podem ser adotadas para diminuir o estresse com a gestão de TI, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Veja!

Automatizar e orquestrar processos

Uma maneira rápida e eficaz de diminuir o estresse com a gestão de TI é por meio da automação e orquestração de processos. Nesse caso, há a substituição das atividades humanas realizadas de forma repetitiva por automação de software.

Ao automatizar e orquestrar processos, o risco de erro humano é reduzido drasticamente e, ainda, níveis melhores de agilidade são atingidos. Com isso, o gestor tem mais tempo para realizar atividades de maior relevância e valor agregado.

Dessa maneira, a automatização dos processos é capaz de aumentar a performance de toda a equipe, bem como satisfazer às necessidades dos clientes, uma vez que é possível atuar de forma mais rápida no aprimoramento da qualidade dos serviços.

Integrar os sistemas da empresa

Uma outra forma de reduzir o estresse com a gestão de TI é realizando a integração entre os sistemas da empresa. Trata-se, na realidade, de uma forma de apoiar a automação e a orquestração de processos — fator que possibilita ganhos como a modernização de interfaces e a diminuição de erros.

Vale salientar, no entanto, que nesse caso não é preciso que a companhia lance mão de investimentos extras, uma vez que a ideia principal é justamente manter e potencializar os investimentos que já foram feitos em sistemas e softwares diversos.

Realizar a terceirização de toda ou parte da TI

A terceirização da TI, seja em parte ou totalmente, é uma medida que altera a rotina da companhia positivamente, uma vez que a deixa mais produtiva, flexível e ágil. Além disso, ainda é capaz de proporcionar uma significativa redução de custos.

Cada empresa deve analisar as suas necessidades, especialmente se deve e qual área a ser terceirizada. De forma geral, esse tipo de procedimento costuma gerar grandes benefícios. A terceirização faz com que tanto o gestor quanto o colaborador da empresa contratante tenham mais tempo para focar no que é prioridade — o que é capaz de diminuir os custos do negócio e aumentar o desempenho da área.

Essa medida, inclusive, é uma excelente opção para momentos de crise, uma vez que os colaboradores e seus encargos não estão sob a responsabilidade da empresa que contrata a terceirização. Com isso, a companhia economiza bastante no tocante aos custos trabalhistas, que por sinal são bem elevados no Brasil.

Promover o autosserviço

Mais uma boa maneira de reduzir o estresse com a gestão de TI é por meio do autosserviço, uma vez que a necessidade de indivíduos serem contratados para receberem pedidos de algumas ações e executá-las em outras posições mais produtivas é eliminada.

O próprio solicitante preenche as informações de que precisa, especialmente em razão da utilização de automações e integrações, na maior parte das vezes já se torna possível completar a operação desejada. Essa medida, além de reduzir o estresse com TI, gera economia, pois não é necessário ter uma pessoa para realizar essa função, além de ser mais rápido e satisfatório ao solicitante que, por sua vez, não precisa esperar por muito tempo.

Autoatendimento e chatbots

Vale ressaltar ainda que o autosserviço é bastante útil dentro de toda a cadeia de valor. Por essa razão, pode ser aplicado, por exemplo, para fornecedores, colaboradores e clientes. Dentro do conceito do autosserviço também há o autoatendimento que, por sua vez, é capaz de reduzir do estresse com o setor. No setor de TI muitas pessoas entram em contato não apenas na solicitação de serviços, mas também na resolução de dúvidas.

Para solucionar esse problema, é possível utilizar um software eficaz que utiliza ferramentas de diálogo automatizadas. Também conhecidas por chatbots, essas soluções ajudam a guiar o usuário e, nos casos em que são integradas às automações, elevam consideravelmente o seu desempenho. 

Virtualize servidores

A virtualização consiste em uma técnica que tem como objetivo a execução de trocar um ou mais servidores físicos por virtuais. Um exemplo que ajuda a entender melhor a virtualização é a utilização da nuvem, uma vez que os dados que eram guardados em um servidor físico são transferidos para um ambiente virtual. Este, por sua vez, conta com diferentes vantagens, como a possibilidade de backup automático, bem como a criptografia dos dados.

A Cloud Computing, por exemplo, conta com serviços importantes que apoiam na automação e, sem dúvidas, diminuem o estresse com a gestão de TI. Isso ocorre porque o risco de perder dados diminui consideravelmente e, por outro lado, a segurança dos dados é aumentada. Além disso, mais um de seus benefícios é a redução de custos relacionados com armazenamento e os dispositivos de hardware necessários ao servidor físico.

SaaS

Dentre desse conceito também há o SaaS (Software as a Service). Essa é mais uma opção interessante de diminuir o estresse com TI, passando a pagar por aquilo que efetivamente é utilizado em um sistema de gestão de serviços da TI (ITSM). Isso acaba de uma só vez com preocupações com servidores, bancos de dados, módulos de sistemas, etc.

Agora que você já sabe como reduzir o estresse com a gestão de TI, deve ter percebido que se trata de uma tarefa mais simples do que você imaginava, não mesmo? Então, coloque as nossas dicas em prática o quanto antes para que seja possível usufruir de todos os seus benefícios e atingir o resultado desejado.

Se você gostou do assunto deste post e também deseja saber como reduzir os custos na área da TI, continue em nosso blog e confira todos os detalhes sobre o tema!

5 dicas rápidas e eficientes para implementação de ITOM (IT Operations Management)

O que é ITOM (IT Operations Management), ou seja, Gerenciamento de Operações de TI?

A gestão de operações de TI (ITOM) é a área da TI que efetivamente planeja, organiza, coordena e controla os recursos de TI. Ou seja, ela deve gerenciar com eficácia vários atributos da operação, como pessoas, equipamentos, informações, aplicações, conectividade, tecnologia e outros. 

gestão de operações de TI é um componente vital na operação de uma organização. E é por isso que é tão importante assegurar que você tenha um forte processo de gestão operacional na sua TI. Afinal, uma boa gestão operacional oferece uma perspectiva muito mais completa sobre consumo de serviços por outras áreas da empresa, sobre como os recursos estão dimensionados e como estes estão apoiando o sucesso da empresa e, mais do que isso, é fundamental na identificação das áreas que podem ser melhoradas e promover um processo contínuo e saudável dentro da empresa.

A gestão de operações de TI define a maneira como a área deve abordar serviços e suporte. Ou seja, seu principal objetivo é garantir a disponibilidade de serviços (composição de vários elementos – ativos) quando e onde forem necessários.

É importante ressaltar que o ITOM abrange:

  • Gerenciamento de Rede e Conectividade
  • Gerenciamento de Serviços
  • Gerenciamento de Nuvem
  • Data Center
  • Gerenciamento de Aplicações
  • Gerenciamento da Segurança (principalmente dos dados)
  • Gerenciamento da Continuidade de Negócios

Por que ITOM é importante para empresas?

A gestão de operações de TI (ITOM) é de fundamental importância para as empresas pois a crescente necessidade de serviços de TI sob demanda, alta disponibilidade de sistemas e aplicações e mudanças nos negócios levam a fundir a operação de TI com a operação da empresa. O que de fato é correto dizer pois, sem sistemas e aplicações, praticamente poucas empresas e organizações sobreviveriam atualmente.

Disponibilidade é o novo poder. Serviços que podem ser disponibilizados através de portais, apps mobile, aplicações, ou outros, precisam estar disponíveis, onde e quando forem necessários.

5 dicas rápidas e eficientes

Para facilitar o processo de implementação de ITOM na sua empresa, separamos aqui neste post 5 dicas rápidas e eficientes para você usar na sua empresa:

Descoberta e inventário de hardware e software

É importante realizar o processo de descoberta de dispositivos (servidores, desktops, notebooks, dispositivos de rede, entre outros) dentro de seu parque de tecnologia. Essa descoberta pode ser feita por softwares de varredura ou manualmente, mas o mais importante é realizar e manter esse controle.

Após a descoberta de todos os dispositivos, é importante saber quais softwares são usados e onde estão distribuídos dentro do parque de tecnologia. Neste caso, pela complexidade dos parques de TI atualmente, é uma tarefa que provavelmente será feita por software de coleta.

Mantenha o CMDB atualizado

Após realizados a descoberta e o inventário de hardware e software, é preciso manter o processo anterior em execução constante, sempre gerando novas entradas na lista ou indicando a saída ou possível saída de elementos (remoção de software ou hardware).

É importante estabelecer relações ou conexões entre os itens de configuração, ou seja, para sairmos de uma lista inventariada para um CMDB (Configuration Management DataBase), é necessário estabelecer corretamente as relações entre os itens, principalmente quando estes formam ativos de valor, ou seja, suas composições geram serviços para a empresa.

Saia da TI de combate a incêndios para o monitoramento ativo — promova o gerenciamento de eventos

Estabelecido o CMDB, é necessário gerenciar o que ocorre com os vários itens de configuração, tendo claramente seus impactos sobre os serviços. E o que cada estado (ou alerta) em um item de configuração pode representar para a disponibilidade dos serviços.

Para estabelecer esse monitoramento ativo e coerente, a dica é focar nos estados ou alertas significativos, ou seja, os sinais que podem representar que algo não está indo bem e pode gerar um problema em breve.

Ao saber que tipos de alertas podem chegar e o que pode ocorrer, estabeleça planos de ações/respostas a serem executados quando algo acontecer. Esses planos precisam conter orientações precisas, bem como indicar fontes de conhecimento para operadores que terão a missão de recuperar os ativos (ou serviços) ao seu estado original.

O gerenciamento de eventos é um aliado importante das operações de TI, principalmente na missão de agir proativamente e reduzir tempos de inatividade.

Promova automação

A automação da operação, ou seja, softwares que realizam o disparo de outros softwares, controlando suas respostas e seguindo um fluxo de execução orquestrado, representam hoje uma fonte imensa de ganhos, pois podem ser usados para criação de ambientes novos, seja para ciclos DevOps, ou outros, bem como para recuperação de ambientes, caso o gerenciamento de eventos necessite acionar a automação.

Isso independente se sua infraestrutura é interna, na nuvem ou híbrida — a automação só traz ganhos pois remove fatores humanos que poderiam gerar inconsistências nos processos, além de trazer maior agilidade. 

Alinhar ITOM com as estratégias de negócio vinculadas

É importante alinhar a gestão de operações com as estratégias ou operações de negócio vinculadas, ou seja, saber claramente que determinados serviços de tecnologia estão suportando um conjunto de operações vitais do negócio. Isso é fundamental para o alinhamento da TI com o negócio e consequente maior engajamento entre as partes.

Atualmente, TI e demais departamentos estão em constante aproximação, seja para contribuir no melhor desempenho da empresa, seja para buscar soluções melhores aos clientes— tudo isso é parte natural do processo de quebra dos silos internos, buscando uma corporação melhor e mais eficiente. Então, nada mais natural do que ITOM estar alinhado de perto com as necessidades da empresa.

Principais benefícios da gestão operacional de TI

  • Maior disponibilidade: Com o gerenciamento adequado, seus níveis de disponibilidade de serviços essenciais melhorarão consistentemente. Isso é sem dúvida, um grande valor para a empresa.
  • Eliminação de riscos: Com o gerenciamento adequado, suas respostas aos alertas que ocorrem no dia-a-dia serão precisas e você eliminará riscos inerentes do processo de uso de componentes tecnológicos.
  • Satisfação de clientes e usuários: Com o gerenciamento adequado, a visibilidade do trabalho da equipe de operações de TI será traduzida em transparência e reconhecimento por seus usuários e clientes. Esse é um ponto extremamente importante na remoção de silos nas empresas — o reconhecimento de valor que cada área promove para outras.

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Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz.

Organizar a TI é possível e não é difícil. Descubra como!

Qualquer negócio atualmente precisa de uma TI atuante, que apoie as áreas de negócio na busca pela eficiência, que apoie o negócio na oferta da melhor experiência e forneça jornadas integradas (física e online) aos clientes e, principalmente, apoie na inovação pela busca por novas oportunidades de negócio ou crescimento. Parece complicado, não é? Mas é possível, e vamos explicar aqui neste artigo.  Acompanhe!

Deixe de apagar incêndios 

Atualmente, os departamentos de TI são reativos e ficam em constante estado de combate a incêndios, gerenciando incidentes a todo momento, em vez de planejar proativamente os recursos de TI e a investigação e mitigação das falhas. 

Neste estado, você fica refém do acaso e em constante risco por não estar no controle da situação. Deste modo, não consegue ajudar sua empresa pois primeiramente você é que precisa de ajuda. 

Defina seu relacionamento com o negócio 

Este é um ponto muito importante. Qual seu papel dentro da organização e na relação com os demais departamentos? E o que a empresa espera da TI?  

Definir de forma colaborativa o papel da TI na organização é um passo importante na clareza de que resultados a TI precisa apresentar e como ela colabora para o sucesso da organização. 

Organize a rotina 

  1. Faça um inventário do parque de tecnologia. Você precisa saber o que precisa gerenciar em termos de ativos de hardware e software. Cada elemento dentro do parque representa um ativo (cada servidor, dispositivo de rede, licença de software, entre outros). 
  1. Defina como estes ativos se combinam e se somam para gerar valor. Neste caso, essa combinação para geração de valor forma os serviços que serão disponibilizados a clientes e usuários.  
  1. Estabeleça como os serviços serão consumidos pelos clientes e garanta que os serviços estejam disponíveis aos clientes e usuários, nas janelas de tempo determinadas. Exemplo de serviço: disponibilização de e-mail corporativo. 
  1. Estipule como os clientes e usuários podem solicitar atividades relacionadas a disponibilização de serviços, como por exemplo: solicitar a inclusão de novo usuário para e-mail corporativo. Essas solicitações precisam ter meios fáceis para serem feitas, como portais ou aplicativos mobile, e precisam ter o fluxo de trabalho controlado, bem como processos de aprovação, caso necessite e também processos de validação, pois pode se tratar de instalação de novo software ou algo similar e precisará passar por mecanismos de conformidade. Além disso, é importante realizar os acordos de níveis de serviços para estes serviços, controlando as expectativas com seus usuários/clientes. Exemplo: Incluir novo usuário no e-mail corporativo, precisa ser feito em até 8 horas após sua solicitação e passa por aprovação do RH. 
  1. Determine como os incidentes vinculados aos serviços disponibilizados chegam até suas equipes de TI, e com base na importância ao negócio que cada serviço tem, defina os acordos de tempo para resolução destes incidentes. Exemplo: O sistema de e-mail está indisponível e precisa ser recuperado em até 2 horas. 
  1. Apoie suas equipes de TI mantendo os conhecimentos necessários para manter a operação em uma base centralizada e de fácil consumo. Manter uma base de conhecimento permite que qualquer pessoa possa executar procedimentos ou operações seguindo conhecimentos registrados. Exemplo: Registre o procedimento necessário para recuperar o sistema de e-mail quando ele ficar indisponível. 
  1. Faça a gestão das mudanças e saiba o que precisa ser alterado, quando precisa ser alterado, e tenha aprovações quando se tratar de mudanças mais significativas e que trazem riscos a operação. Mantenha o histórico — saber sobre as mudanças é essencial para manter a estabilidade da TI. Exemplo: Saber quando será aplicada uma nova versão do servidor de e-mail e antecipar testes prévios e o que será feito caso ocorra algum problema no meio da operação, objetivando o máximo de controle. 

Monitore a rotina 

Faça o monitoramento dos serviços disponibilizados aos clientes e usuários. Saiba, antes deles, quando ocorrerá uma indisponibilidade. Desta forma, você trabalha de modo proativo, sem contar que assim você mantém o controle e não fica à mercê do acaso

Existem inúmeros softwares que realizam monitoramento (exemplo: Nagios, Zabbix, entre outros), ou seja, tecnologia monitorando tecnologia e indicando imediatamente quando anomalias são identificadas. Isso é importante pois, desta forma, ao final de um período você saberá seu índice de disponibilidade frente à janela de tempo estipulada.  

É preciso monitorar também os cumprimentos dos prazos acordados com seus clientes e usuários. As suas equipes precisam entregar respostas nos prazos necessários ao bom funcionamento do negócio. Para isso é importante usar ferramentas que gerenciam todos estes acordos e determinam prazos automaticamente com base nas suas configurações, bem como é importante orquestrar o fluxo de trabalho das equipes.  

Avalie seus resultados 

É importante comparar os resultados alcançados com o que você determinou de alvo junto ao seu relacionamento com o negócio. Identificar onde você não atingiu os resultados esperados e promover melhorias e ajustes, bem como analisar resultados qualitativos como, por exemplo, relatórios de satisfação de usuários

Comunique resultados e ações de melhoria 

Após avaliar seus resultados, promova reuniões com os membros da organização que são clientes dos serviços da TI e apresente os resultados e planos de melhoria. Transparência é fundamental na organização da TI, qualquer departamento de TI que deseja alto nível de  otimização de suas operações precisa contar com uma comunicação eficiente. 

Decida por utilizar práticas validadas globalmente 

É importante adotar práticas adotadas e validadas por várias empresas ao redor do mundo. Isso reduz tempo de experimentação e ajuda muito no caminho do sucesso. Entre as práticas adequadas para sua TI, considere algumas: ITIL 4, Lean, DevOps e SCRUM.  

  • ITIL 4: o framework ITIL é um conjunto de boas práticas para operação, suporte e infraestrutura de TI. 
  • Lean: Lean IT, ou TI enxuta, é a adaptação dos conceitos originados da filosofia Lean e do Sistema Toyota de Produção para a área de TI, de forma que ela possa ser integrada corretamente ao negócio para fornecer valor mais rapidamente aos clientes e demais interessados, bem como focar no que realmente é importante, eliminando desperdícios e gargalos.  
  • SCRUM: é um framework de gerenciamento de projetos e desenvolvimento ágil de produtos com objetivo de entregar o mais alto valor possível. Atualmente é utilizado em mais de 60% dos projetos ágeis em todo o mundo. 

O ITIL4 é importante para suportar os serviços de TI, bem como sua infraestrutura. O SCRUM é importante para o gerenciamento de projetos e produtos e o Lean deve ser um norte para manter toda a operação enxuta, livre de desperdícios e com olhar na eficiência. 

  • DevOps: é um termo criado para descrever um conjunto de práticas para integração entre as equipes de desenvolvimento de softwares, operações e de apoio envolvidas (como controle de qualidade) e a adoção de processos automatizados para produção rápida e segura de aplicações e serviços, além da constante entrega de valor ao cliente final. 

Caixa de TextoApós adotar estas boas práticas, com certeza você terá mais clareza no seu dia a dia. Mas é claro que não é tão rápido, uma vez que você precisa treinar as equipes e preparar toda a área para a adoção das boas práticas

É importante contar com ferramentas de gestão de TI que sustentem a adoção das melhores práticas e permitam que o trabalho flua facilmente sem criar barreiras no processo de adoção e implantação. 

Pratique a cocriação de valor 

Aprenda com feedbacks praticando a cocriação de valor e com a experimentação. Utilize MVPs (Minimum Viable Product ou Mínimo Produto Viável) no seu relacionamento com o negócio e evolua constantemente. Mantenha o foco nos resultados que a tecnologia gera e não puramente na tecnologia pela tecnologia.  

A empresa Run2biz tem a missão de fornecer ferramentas para organizar a TI, apoiando os vários gestores ao redor do mundo a alcançarem sucesso e maior visibilidade e eficiência.  

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Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz, e Vinicius Gravito, Arquiteto de Soluções da Run2biz.

Como é a organização da TI na revolução 4.0? Entenda!

A Indústria 4.0 

A quarta revolução industrial, ou indústria 4.0, é um conceito que se refere ao uso de tecnologias para maior automação e inteligência das operações industriais com ganho de produtividade. Para tal, são usadas tecnologias como sensores, Internet das Coisas, Big Data, Machine Learning e computação em nuvem. 

No site http://www.industria40.gov.br/, temos a seguinte definição: “A quarta revolução industrial se caracteriza por um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico.” 

“O objetivo final da Indústria 4.0 é ter seu processo 100% autônomo e robotizado, sem a necessidade de interpretação humana sobre os processos. As mudanças e as atualizações poderão ser decididas e executadas pelas próprias máquinas e robôs.” — trecho retirado do artigo: A Quarta Revolução Industrial – Como ela afetará o seu negócio?  

Apesar de não ser um termo novo, sendo usado pela primeira vez em 2012, se mostra bastante desconhecido no Brasil e carece de maior consciência nas empresas brasileiras. Segundo dados de 2018, apresentados pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), menos de 2% das organizações do país estão verdadeiramente inseridas nesse conceito, o qual tem capacidade para movimentar US$ 15 trilhões nos próximos 15 anos, também de acordo com a ABDI. 

A digitalização do processo produtivo deve atingir 21,8% das indústrias brasileiras em uma década, de acordo com pesquisa realizada em 2017 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).  

A Inovação 4.0 

O termo Inovação 4.0 reconhece um momento que demanda novos processos de gestão da inovação. Os processos de gestão da inovação já vêm sendo discutidos nos últimos anos, e sempre foi tema importante nos ambientes de startups, mas ganhou muita força ultimamente nas organizações ao redor do mundo. A crise causada pela pandemia deu uma “sacudida” em muitas empresas, forçando movimentos rumos à inovação e exigindo maior adaptação à experimentação e ao risco. 

Inovação é a ação ou o ato de inovar, ou seja, modificar antigos costumes, manias, legislações, processos etc.; efeito de renovação ou criação de uma novidade.  

O Consumidor 4.0 

Esse novo consumidor 4.0 não quer apenas produtos, apesar de bons produtos serem fundamentais, ele quer algo mais completo, quer conveniência, quer melhor experiência (pois é mais conectado), tem relação fácil com a tecnologia e como consequência, é mais exigente. 

Muitas empresas se dizem centradas no cliente, mas fundamentalmente, apenas afirmação e desejo não são suficientes para orientar empresas rumo ao novo desafio. Empresas realmente centradas no cliente são tecnologicamente capazes de observá-los de perto, conhecer suas jornadas, seus comportamentos — tudo isso analisando dados. Para isso, o uso de tecnologias como IoT, Big Data e Machine Learning são fundamentais. 

A Transformação 4.0 

A transformação 4.0 é o processo de adequação da experiência e conveniência esperada pelos novos comportamentos dos consumidores — por meio de monitoramento e análise — e trazendo maior compreensão do uso de produtos e serviços e das jornadas integradas (física e online), permitindo maior refinamento de suas ofertas e ajustes contínuos, garantindo ao mesmo tempo o foco na relação humana, tão importante neste processo. 

A Revolução 4.0 

O termo revolução 4.0 está muito ligado ao conceito da Indústria 4.0, mas é melhor conectar este termo a todo esse movimento 4.0 que surgiu, o que mostra um olhar mais amplo em um mundo que se transformou com a nova geração de consumidores, com novos comportamentos, com novas exigências e necessidades, com novas tecnologias exponenciais e transformadoras e, que com certeza, está mudando relações de consumo, bem como a forma e o futuro do trabalho.  

organização da TI na revolução 4.0 

Agora que você conheceu um pouco mais sobre os componentes da revolução 4.0, descubra qual é o papel da TI nesta revolução. Continue a leitura. 

Inovação e transformação digital não são papéis exclusivos da TI, elas servem como apoiadores, facilitadores e, com certeza, integradores. O papel de promoção da revolução 4.0 é da organização como um todo e os seus executivos devem disseminar uma cultura adequada.  

Em um artigo da MITSloan Magazine, “Building Digital-Ready Culture in Traditional Organizations, cuja tradução mais adequada é Construindo uma cultura “pronta para o digital” nas organizações tradicionais, é dito que colocar a empresa em forma digital não significa abandonar tudo o que a fortaleceu, pois muitas empresas tradicionais confundem o processo de estarem prontas para o digital com processos de empresas nascidas digitais.  

É importante entender as características de cada empresa e como elas operam, por exemplo:  

  1. Ao analisar simplesmente a operação da Amazon e entendê-la como uma empresa que lança novos negócios rapidamente — e impulsiona repetidos ganhos de eficiência nas operações — é apenas um olhar sobre uma perspectiva, pois de outro ponto de vista, ela é menos admirada pelo que pode ser visto como uma relação intransigente com parceiros e colaboradores. 
  1. Uber, se analisada igualmente, é reverenciada por sua capacidade de inovar serviços com agilidade. Mas muitos observadores estão consternados com a maneira que ela talvez explore motoristas. 

O que já é forte nas empresas tradicionais deve ser potencializado com o digital, criando meios para alcançar consumidores mais exigentes e sedentos por conveniência e novas experiências. Um exemplo disso é a Nike, que lançou em 2018 a loja Nike House of Innovation, na Quinta Avenida, em Manhattan, onde busca mexer com as emoções, cativando e envolvendo todos os sentidos de seus clientes. Além do fato de a Nike criar inúmeros aplicativos que são integrados a sensores nos tênis e demais artigos esportivos, que mais tarde combinam essas capturas em grandes “Big Datas” que são processados por Machine Learning e no final oferecem experiências além de uma simples fabricante de artigos esportivos.  

O papel da TI, neste contexto, é conectar a Industria 4.0 com o Consumidor 4.0, sendo o consolidador da transformação 4.0 e da cultura do “pronto para o digital”. Lembrando que este mindset é de toda organização, porém consolidado pela TI. É nela que são concentradas todas as estratégias de captura de dados, é ela a mantenedora dos dados, bem como promotora da automação inteligente, integração de legados e complementação dos gaps do ERP e CRM dentro da organização. Também, neste contexto, hoje possui papel estratégico fundamental como membro do conselheiro das empresas (das que precisam estar prontas para o digital).   

Algumas adaptações na TI para promoção da revolução 4.0:  

  • Entender os quatro principais valores da cultura digital: impacto, velocidade, abertura e autonomia. 
  • Adotar ou refinar várias práticas críticas, incluindo experimentação rápida, auto-organização, tomada de decisão baseada em dados e uma obsessão por clientes e resultados. 
Acima, podemos ver como a TI se organiza na revolução 4.0

Apoiar e promover conveniência e maior experiência aos clientes, melhorando o desempenho operacional, alinhado às expectativas e necessidades dos clientes e suportando inovação e transformação por meio da experimentação e feedback como forma contínua de cocriação de valor. Esse é, sem dúvida, um resumo da orientação da TI nesta revolução. E neste contexto, vamos batizá-la de TI 4.0

Premissas e previsões a serem consideradas 

Abaixo listamos algumas premissas e previsões do Gartner (artigo: Predicts 2020 – Resilience in Industrie 4.0 for Advanced Manufacturing Builds on Data and Collaboration Models), que são importantes para a indústria 4.0 e para o momento de pandemia. 

  • Até 2024, após a pandemia da COVID-19, mais de 30% dos fabricantes (indústrias) terão mudado seus modelos de negócios, em comparação com apenas 10% antes da crise. 
  • Até 2022, metade de todos os programas de transformação da Indústria 4.0 falharão porque não estarão vinculados, acompanhados e medidos por estratégias de gerenciamento de mudanças pela liderança. 
  • Em 2023, metade de todas as implementações bem-sucedidas de inteligência artificial (IA) na indústria serão conduzidas por uma colaboração do CIO (Chief Information Officer) com o CDO (Chief Data Officer). 
  • Até 2021, metade dos fabricantes (indústrias) não terão se recuperado dos impactos da pandemia do COVID-19 devido à análise inconsistente das dependências do ecossistema. 

Conclusão 

A transição ou mudança de cultura é um ponto de muita atenção. Pode ser o sucesso ou a falha de muitas empresas, principalmente neste momento de pandemia e depois dela. 

A revolução 4.0 é a revolução do “valor”. Para promover valor as empresas precisarão tornar suas operações eficientes e focar a energia que antes estava direcionada na operação, em cuidar agora da compreensão do cliente, permitindo a inovação e adequação/transformação rápida e constante como forma de pensar e agir. 

E você está pronto para a TI 4.0? Visite o  nosso site e saiba  mais sobre  a Run2biz.  

Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz

Você reconhece o papel da TI Estratégica no Gerenciamento de serviços?

Para se manter firme no mercado, qualquer empresa enfrenta os grandes desafios da atualidade: a alta competitividade, as mudanças tecnológicas e o alto nível de exigência do público. Há muitos recursos que possibilitam que essa luta ocorra com vantagens para o lado dos negócios e também para o cliente. Um deles é uma plataforma de gerenciamento de serviços de TI, ou ITSM — Information Technology Service Management.  

Se você já ouviu falar sobre melhoria contínua, sabe que não basta estar confortável em uma posição para se manter seguro. Resumidamente, trata-se do esforço contínuo de toda a equipe de uma empresa para que os processos possam se tornar sempre melhores. Isso otimiza o tempo, reduz o desperdício e aprimora a qualidade dos serviços e a experiência do cliente.  

O que esse assunto tem a ver com a TI Estratégica? Na verdade, tudo! No cenário de Indústria 4.0 em que vivemos, a área de TI é uma das mais importantes estratégias para incrementar a performance da companhia. Por isso, prezar pela melhoria contínua dentro dessa área é como garantir os pilares em uma construção. Eventualmente, a transformação digital será uma obrigação para todos, mas, por enquanto, é um enorme diferencial.  

Como o gerenciamento de serviços de TI pode te ajudar  

Para compreender como os sistemas de gerenciamento de serviços de TI colaboram com a melhoria contínua na prática, perceba quais são as principais vantagens que eles oferecem:  

  • transparência nos procedimentos internos;  
  • simplificação e agilidade na comunicação das equipes;  
  • redução do custo operacional;  
  • aumento na produtividade e eficiência.  

Esses benefícios dão a sustentação para uma TI estratégica, onde o ITSM deve ser um alicerce. Dentre as funcionalidade de um ITSM, vale destacar a gestão de ativos, service desk qualificada e um Centro de Operações de Rede (NOC) bem monitorado, entre outros. Adicionalmente, são importantes também a disponibilização de chatbot para autoatendimento e a implementação de Inteligência Artificial para Gestão de Operações (Aiops) – capaz de, por exemplo, analisar e prever situações de indisponibilidade e restaurar serviços a partir de um assistente virtual.  

Assim que uma plataforma de gerenciamento de serviços de TI é implementada, a empresa tem impactos que vão do financeiro até a relação entre colaboradores e fornecedores. Primeiro porque a automação dos processos reduz gastos de todos os tipos, inclusive de tempo. Consequentemente, os funcionários ganham mais eficiência, aumentando a produtividade.  

Além disso, caso já exista outro sistema em funcionamento, você pode ter acesso às vantagens da integração de softwares. As aplicações se tornam ainda mais multifuncionais, aproveitando investimentos feitos anteriormente.   

Adicionalmente, os dados e processos podem receber uma camada extra de segurança ao ser compartilhados (requisitos importantes para a LGPD, por exemplo). Tudo vai depender do que for acordado com os responsáveis pela integração, é claro, mas é interessante perceber como as possibilidades são extensas.  

Escolhendo o melhor sistema de gestão de TI  

O mercado está cheio de alternativas para o gerenciamento de serviços de TI, mas nem todas valem o investimento da mesma maneira. É importante verificar o que cada fornecedor oferece e analisar o que mais se encaixa em seu negócio e atenda às suas necessidades. Além disso, não deixe de estudar todas as maneiras possíveis que a tecnologia a ser inserida poderá trazer inovações e aumentar a produtividade, para extrair o máximo possível da sua aquisição.  

Agora que você entendeu tudo que um bom ITSM tem a oferecer, descubra uma plataforma que, além de integrar Tecnologias, conecta Pessoas e sustenta o trabalho inteligente. Pode ser a peça que falta para te ajudar no seu processo de melhoria contínua e na concretização de um TI Estratégica.   

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Por Everton Pinheiro, Gerente de Comunicação na Run2biz