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Não perca a cabeça com a TI: 3 problemas comuns

Os recursos tecnológicos são uma das criações mais extraordinárias da humanidade e já não é possível visualizar como seriam os negócios – e a vida – sem os computadores, sistemas, softwares e smartphones. A presença é tão constante e marcante que quando algo deixa de funcionar o pandemônio se instala e as consequências podem ser desastrosas e muito prejudiciais. Para que não se perca a cabeça com a TI, existem muitos pontos a considerar e 3 problemas comuns que vamos te contar neste artigo. Continue a leitura para conhecer!

Na contramão dos tais pandemônios, hoje felizmente boa parte dos problemas mais recorrentes na TI de uma empresa já pode ser prevista e evitada com boas práticas de gestão. Razão pelos quais os modelos de gerenciamento de serviços tradicionais foram deixados para trás e entrou em cena a metodologia definida como ITSM (Information Technology Service Management, em inglês, ou Gerenciamento de Serviços de Tecnologia da Informação).

O que é ITSM?

O ITSM é um conjunto de estratégias, ferramentas e softwares que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades do setor de Tecnologia (e, consequentemente, da empresa), com objetivo de aprimorar a maneira com que se aborda, entrega e gerencia os serviços de TI. Um investimento cheio de benefícios para os negócios, de ponta a ponta.

O processo de ITSM é desenhado em razão das necessidades e perspectivas do usuário. Portanto, as solicitações são melhor conectadas, a assistência é aperfeiçoada e os resultados se expandem. É um procedimento que procura um panorama sobre o todo.

Desse modo, os profissionais de TI disponibilizam às organizações transparência em contextos como a conexão de serviços, as soluções ágeis e satisfatórias e a proteção de dados. Consequentemente evitam problemas e, quando aparecem, podem agir rapidamente para minimizar danos.

Confira os três problemas mais comuns que fazem a TI da sua empresa perder a cabeça:

#1 – Subestimar a Segurança de Informação

A intensa conexão dos diversos sistemas e usuários expõe vulnerabilidades que ameaçam a segurança dos dados preciosos de uma empresa. O ITSM pode colaborar não só identificando os ativos críticos como as potenciais ameaças que o negócio pode sofrer. São parte importante dessa questão os processos de Gerenciamento de Ativos, Mudança e Problema.

Uma vez realizada a modelagem desses aspectos, são implementadas políticas de proteção complementares, evitando que os ataques sejam bem-sucedidos ou, caso ocorram, não gerem danos maiores.

#2 – Falta de Backup Eficiente

O backup é parte do universo de segurança de dados e da continuidade da prestação de serviços de TI. Por outro lado, é um recurso que precisa estar ativo constantemente, dado ao volume de informações geradas que precisam ser acessadas, restauradas e arquivadas para o bom funcionamento do fluxo de trabalho.

Sem uma gestão eficiente – que pode ser articulada com uma boa ferramenta de ITSM – sua empresa tem um enorme risco de prejuízos significativos que só serão constatados no pior momento. Um verdadeiro pecado!

#3 – Ausência de Workflows Automatizados

Um dos grandes benefícios da tecnologia de ITSM em uma empresa é retirar das costas da TI a responsabilidade de atividades rotineiras, maçantes e manuais. Ao criar fluxos de trabalho automatizados é possível não só readequar o quadro de profissionais quanto direcioná-los para funções criativas e estratégicas.

Com a automação de workflows, o trabalho em qualquer departamento da empresa flui de maneira mais ágil. Além disso, há uma redução potencial de erros e imprecisões nas rotinas, além do acréscimo de benefícios na transparência e na segurança. Muitas vantagens para não considerar implementar imediatamente em sua empresa!

A Run2biz desenvolveu o 4Biz Service Management, que é uma plataforma ITSM/ESM para gerenciar os serviços da empresa com eficiência e segurança. Ela é baseada em governança e métodos ágeis e automatiza as rotinas do trabalho com a flexibilidade que os negócios modernos precisam. Clique aqui e saiba mais sobre a 4Biz!

5 desafios no Autoatendimento

5 desafios no autoatendimento

O atendimento é um pilar primordial das empresas sustentáveis e promissoras. O autoatendimento, por sua vez, é um avanço da modalidade e pressupõe que o próprio usuário ative a demanda e seja auxiliado por assistentes virtuais, chatbots ou tenha acesso a uma ajuda humana que dispõe de todas as informações e soluções em poucos passos. Se este tema é importante para você, continue a leitura e conheça 5 desafios no autoatendimento.

Velocidade e satisfação

Oferecer respostas rápidas e assertivas aumenta consideravelmente a satisfação e engajamento dos clientes – sejam eles internos, como os colaboradores, e os externos. Apesar dos benefícios significativos, muitos são os desafios da equipe de TI dentro de casa. Neste artigo listamos cinco desses desafios e explicamos como driblá-los.

O trabalho híbrido provocou um salto na implementação do autoatendimento no service desk, razão pela qual tem representado um catalizador da transformação digital e da automação dentro das empresas.

Possibilitar que os próprios usuários encontrem as soluções para suas demandas foi considerada a mudança mais recorrente na carga de trabalho por três anos seguidos, alavancado pelo trabalho híbrido, segundo The Hackett Group 2022 Key Issues Study.

Já em um levantamento do Gartner, foi constatado que cerca de 65% dos CIOs observaram aumento no uso de assistentes virtuais e chatbots e 79% consideram que a tendência é de crescimento.

Confira os 5 desafios principais do autoatendimento

#1 – Educar os colaboradores

Nem sempre o santo de casa faz milagres. Implantar o autoatendimento entre os colaboradores requer um período de divulgação e comunicação constante para doutrina-los a encontrar as soluções de suas demandas por meio do autoatendimento. Para sanar esse gap, podem ser elaborados tutoriais ou um FAQ que dê acesso ao catálogo de serviços para manter todos na mesma página, além de usar a inteligência artificial a favor da plataforma.

#2 – Acessibilidade

Os colaboradores esperam ter a mesma satisfação que o cliente quando se trata de autoatendimento: respostas rápidas e assertivas. Longos tutoriais, artigos e documentos de suporte criam ruído na comunicação que podem ser evitados com um autoatendimento recheado de conhecimentos objetivos e completos em uma plataforma intuitiva e acessível de qualquer lugar ou ambiente.

5 desafios no autoatendimento

#3 – Personalização ao público

A linguagem do suporte de TI nem sempre é acessível a todos os colaboradores. A apresentação das informações também pode ser confusa a ponto de dificultar o entendimento e colocar a perder os objetivos do autoatendimento. Uma boa pesquisa para saber as demandas frequentes e um layout intuitivo e segmentado vão ajudar a engajar todos os usuários e resolver esse desafio.

#4 – Base de conhecimento atualizada

À medida que a complexidade do negócio avança, a base de conhecimento do suporte deve ser atualizada para continuar correspondendo às expectativas, o que nem sempre acontece. O risco de tornar o autoatendimento obsoleto deve ser evitado tratando as informações de suporte em um elemento vivo e em constante evolução. Ferramentas de machine learning colaboram para essa demanda.

#5 – Monitoramento da plataforma

A plataforma de autoatendimento de colaboradores é um hub de serviços compartilhados e, por isso, oferece um grande leque de dados que costumam ser ignorados pela equipe de TI. Informações preciosas para garantir o propósito de produtividade tanto do setor de tecnologia quanto dos colaboradores das demais áreas. Com os dados gerados é possível otimizar o serviço prestado e encontrar melhorias para as métricas estratégicas do negócio.

Por onde começar?

Quer saber como ter um portal de autoatendimento aí na sua empresa? Confira as soluções contidas na plataforma 4Biz e implemente uma central de requisições para os departamentos, assistente virtual, notícias, conhecimentos, sistemas, e-mail e documentos em um único lugar!

4 vantagens da terceirização na TI

A transformação digital foi acelerada pela pandemia. Empresas que apenas planejavam a digitalização tiveram que antecipar seus projetos e outras precisaram investir para continuar funcionando. O resultado foi uma conta que não fecha: um grande volume de vagas nas áreas de TI e um baixo volume de profissionais qualificados. A saída foi procurar soluções de terceirização para não parar no tempo e perder competitividade.

O gap foi contabilizado pela Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). Em 2019, antes da crise sanitária provocada pela Covid-19, a tendência de crescimento na procura por profissionais com perfil tecnológico era de 8% a 9% por ano. Assim, na projeção daquele momento, seriam necessários 421 mil especialistas para ocupar todas as vagas que seriam abertas nos cinco anos seguintes, ou seja, até 2024. Para atender a essa expectativa seria necessário que 70 mil estudantes se formassem na área por ano, porém, apenas 46 mil estavam sendo capacitados anualmente e sem a experiência necessária para complexidade das funções.

Se a escassez já era considerável, a partir de 2020, o gargalo afunilou ainda mais e as empresas têm tido dificuldade em conquistar e reter os profissionais disponíveis no mercado. Por isso lançam mão da contratação para projetos pontuais, também chamado de outsourcing.

Os gestores muitas vezes encontram uma resistência à terceirização em razão do sentimento de perda do controle. Mas nos casos em que a parceria é bem estruturada, isso não deve ocorrer. Basta selecionar de maneira criteriosa os serviços a serem terceirizados.

Vantagens da terceirização

Conheça as principais vantagens da terceirização das equipes de TI:

1. Redução de custos

Seja para oferecer mão de obra especializada ou ferramentas de hardwares ou softwares, as empresas terceirizadas – e remotas – representam uma redução de custos operacionais, como recrutamento e treinamento de equipe ou, ainda, compra e manutenção de equipamentos – opção que pode representar uma economia em torno de 25% nesse quesito.

2. Acesso a profissionais qualificados

Empresas de TI que terceirizam seus serviços têm um quadro de profissionais mais qualificado e atualizado. Com o Agile e o ITIL v4 em alta, esses especialistas certificados estarão à disposição, oferecendo o melhor de seus conhecimentos por custos pré-definidos em contrato.

3. Foco no core business

Negócios de sucesso precisam direcionar todo o esforço para suas atividades fins. Assim, a terceirização em projetos ou para atividades meios são uma excelente alternativa, em especial para empresas de pequeno e médio porte que encontram o melhor custo benefício “alugando” equipes e equipamentos de TI.

4. Aumento da produtividade

Com uma equipe dedicada e altamente capacitada a atender demandas específicas de TI com agilidade, os demais setores se tornam mais produtivos e eficientes, inclusive o time de TI que poderá direcionar esforços para aspectos estratégicos, deixando o operacional para a empresa terceirizada.

E se essa provedora de Tecnologia está antenada com as novidades, o cliente se beneficiará da automação e hiperautomação de atividades com todo o suporte que IA e Machine Learning trouxeram para o momento pós-covid19.

Agora que você já sabe quais são as principais vantagens da terceirização da TI para seu negócio, agende um horário com um de nossos consultores e conheça as soluções que a Run2Biz oferece aos seus clientes com a chancela das melhores práticas de mercado e a implantação por nossos respeitados parceiros.

Do fracasso ao sucesso em projetos de ITSM

Empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação desejam ter uma solução de TI capaz de reunir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas. Entretanto, boa parte delas lidam com a frustração do fracasso em seus projetos de ITSM (Gestão de Serviços de TI).  

O ITSM é um conjunto de estratégias e ferramentas que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades da área de TI e, consequentemente, do negócio, com objetivo de aprimorar a maneira com que se entrega e se gerenciam os serviços de TI, podendo inclusive contar com a utilização de softwares especializados. 

Um dos principais objetivos das empresas, ao utilizar soluções de ITSM, é assegurar, entre tantos elementos, que os processos, os colaboradores e as tecnologias se alinhem de forma devida aos objetivos do negócio e seja criado um ciclo contínuo e saudável de geração de valor. Resumidamente, estamos falando de sair de uma TI reativa para uma TI diretamente ligada à estratégia de negócios da empresa.

As intenções de boa governança são as melhores, entretanto, há alguns gargalos e pontos críticos que podem colocar tudo a perder. Conheça alguns dos principais desafios a serem superados para levar projetos de ITSM ao sucesso:  

1 – Ceticismo

Toda mudança, principalmente organizacional, implica em romper padrões e crenças, e não seria diferente com um projeto de ITSM. Assim como todo processo de diagnóstico, planejamento e implantação pode esbarrar na suspeita de que será mais uma situação fracassada, em especial, se outras tentativas de gestão de serviços já tenham sido feitas.  

2 – Plano idealizado

As potencialidades de um projeto de ITSM fazem brilhar os olhos de qualquer CIO e é comum que o leque seja explorado além da própria capacidade de aplicação. Como se trata de uma escolha estratégica – como todas que envolvem a TI – e com aplicação e melhoria contínua, surge a necessidade de se desapegar de um plano idealizado. 

3 – Mito da solução rápida

As boas perspectivas de atender às necessidades primárias do negócio criam uma ansiedade para que o ITSM seja uma solução de rápida implantação nas organizações que não possuem uma estrutura de gestão de serviços. Este imediatismo vai contra a necessidade de um planejamento detalhado e minucioso dos objetivos e metas, levando em consideração a infraestrutura e as demandas atuais da empresa, além do escopo que será atendido pelo ITSM.

4 – Implementação definitiva

Outro equívoco que sabota as potencialidades do ITSM é considerar que, uma vez implementado, o projeto está concluído. Nada poderia estar mais distante da realidade. Ainda que as etapas de diagnóstico e planejamento tenham sido feitas com maestria, surgirão demandas após a implementação.  

5 – Hábitos sem atualização

É importante se conectar às novidades e atualizações nas melhores práticas. O ITIL 4, por exemplo, surgiu como uma maneira de melhor atender organizações que pretendem automatizar, simplificar e implementar (com sucesso), projetos de ITSM. As práticas Agile e DevOps, agora incorporadas ao framework, estão resultando em um processo experimental contínuo e focados na Gestão de Serviços e entrega de valor ao usuário final.

Rumo ao sucesso

Você já percebeu que diversas são as barreiras que podem levar projetos de ITSM ao fracasso, e ainda existem outras. O importante é ter em mente que na atual corrida frenética pela transformação digital, será um diferencial competitivo de grande valor aproveitar-se de estruturas que aumentam a produtividade e a entrega de valor e de resultados na Gestão de Serviços.   

Se você viu semelhanças entre os cinco pontos trazidos neste material e a realidade em seu trabalho ou empresa, recomendamos a leitura do e-book 6 Motivos que levam Projetos de ITSM ao Fracasso. Clique no banner abaixo e faça o download do seu guia completo!   

Tenha equipes de TI remotas mais velozes

O contexto pandêmico e a necessidade de dinamismo nas equipes remotas de TI impõem um desafio para as empresas: como serem eficientes e velozes com custo mais barato e em processos menos burocráticos? O impasse passa pela decisão de contratar um time de outsourcing de TI ou montar o próprio, nos dois casos, trabalhando em home office.

Pensando no protagonismo da transformação digital, muitas empresas – inclusive grandes corporações – têm dado preferência em investir em seleção, capacitação e soluções para ter colaboradores em seus quadros, evitando, assim, terceirizar. Outra razão que motiva essa decisão é a percepção estratégica para o negócio que a área de TI passou a ter nos últimos anos

Independentemente da escolha, a gestão remota da equipe precisa ser efetiva em qualquer localização geográfica que seus integrantes estejam. A figura de um líder nesse direcionamento é primordial para atingir os objetivos desejados. 

Conheça atitudes de líderes de TI bem-sucedidos: 

  • Desempenhar liderança intensa e objetiva;
  • Oferecer suporte constante aos colaboradores;
  • Reservar um horário presencial, sempre que possível. Ou, como opção, momentos reservados como cada integrante;
  • Aproveitar diversificadas plataformas de comunicação;
  • Selecionar profissionais unindo as capacidades pessoais com o perfil dos cargos;
  • Incentivar e impulsionar o feedback.

Desafio na gestão de equipes remotas

Se o gestor da equipe de TI tem desafios com todos trabalhando em um mesmo ambiente, seus pontos de atenção se multiplicam com os colaboradores dispersos em home officeDois aspectos são críticos: a autogestão dos integrantes e capacidade do gestor em confiar na rotina autônoma dos profissionais. 

Em casa, cada um pode administrar seu horário e fluxo de atividades, sob o risco de perder o controle sobre o ritmo de trabalho, impactando diretamente nas entregas e na produtividade. Por outro lado, preocupados em evitar desvios, muitos gestores têm dificuldade em estabelecer uma relação de confiança sem uma supervisão contínua.

Para lidar com a gestão de equipes remotas e os possíveis impasses de autonomia e confiança é importante estabelecer um sólido trabalho em benefício da comunicação e da concordância entre gestor e os colaboradores

Sob a perspectiva prática, o líder pode adotar algumas atitudes, agora, junto à sua equipe:

  • Fortalecer a cultura da empresa direcionando para autonomia e confiança entre os integrantes;
  • Investir em soluções tecnológicas como ITSM (IT Service Management ou gestão de serviços de TI) que reúne pessoas, processos e tecnologia em um fluxo produtivo;
  • Procurar e estimular a transparência na rotina e nas relações de trabalho;
  • Gerar um plano de trabalho para cada colaborador e a equipe como um todo;
  • Reunir a equipe fora do horário do trabalho e com temas diversos para fortalecer as relações interpessoais;
  • Separar acertadamente as funções e as entregas individuais e monitorar dando apoio para plena execução.

Engajamento e motivação

Junto com todos esses comportamentos está uma das tarefas mais complexas de um gestor no contexto remoto e autônomo: manter seu time motivado e engajado. Por essa razão, algumas orientações para os colaboradores são bastante indicadas: 

  • Organização do espaço de trabalho em casa com o necessário para reduzir distrações e ao mesmo tempo estimular a produtividade; 
  • Planejamento da rotina de atividades individuais com otimização do tempo, objetivando prevenir excesso de trabalho; 
  • Capacitação do profissional para competências e habilidades que visam preservar a saúde mental e funcional em home office.

A Run2biz tem soluções para sua empresa se adaptar e tornar as equipes de TI remotas mais velozes. Agende um horário e conheça nossos produtos e serviços.  Aproveite e leia o e-book “Tempos de home office: como fazer a gestão de equipes e de ativos?”.

Cultura data driven: entenda o que é e tire suas dúvidas!

cultura data driven

Muitos já estão acostumados com um modelo de trabalho baseado em uma certa estrutura hierárquica onde as pessoas dos níveis mais altos tomam decisões e os respectivos departamentos executam conforme a visão da governança. No entanto, a cultura data driven rompeu esse comportamento e vem ajudando grandes negócios a crescer.

Atualmente, a tecnologia é vista como uma grande parceira dos processos de mudanças de uma empresa. Com foco na melhoria contínua, muitos gestores procuram boas práticas que os induzam a enxergar oportunidades e aproveitar de maneira correta os dados conquistados ao longo da sua prestação de serviço com o cliente.

Nos tópicos abaixo você conhecerá a fundo este termo que já é conhecido como uma das principais tendências no setor de TI. Continue conosco até o final e veja o quanto sua corporação se beneficiará com ela. Boa leitura!

O que é a cultura data driven?

Com a transformação digital, empresas de diversos segmentos começaram a lidar com um grande número de dados, gerados não só pela prospecção de clientes ou por aqueles que já são fiéis a sua marca, mas no dia a dia dos colaboradores pertencentes aos diferentes setores da corporação.

Todas essas informações são muito valiosas e devem seguir o que é proposto pelas regras contidas na LGPD, caso contrário a empresa não fará um controle correto nem mesmo garantirá a segurança de cada informação contida nos sistemas integrados. Logo, é imprescindível, atualmente, aprender sobre a cultura data driven.

Seu conceito gira em torno da capacidade do gestor tomar decisões assertivas com foco nos dados presentes na sua base, não mais em achismos ou suposições feitas pelos responsáveis. Ele é ótimo aos que desejam apostar em tendências como a inteligência artificial e, claro, no Big Data. 

Os principais pilares da cultura data driven

A essência da cultura de dados é sustentada por cinco pilares que garantem a qualidade dos serviços, a tomada de decisões eficientes e o intuito de construir uma liderança focada em um pensamento estratégico, não apenas no operacional. Veja abaixo quais são eles e o significado de cada um.

Pessoas

A capacitação dos profissionais de TI deve ser feita com base no crescimento da empresa a longo prazo. Afinal, este é um investimento que preparará sua marca a dar passos bem mais consistentes rumo ao futuro.

Na cultura orientada a dados, “Pessoas” é o pilar que garantirá a qualificação dos membros em Big Data e nos demais assuntos que agregam valor a essa área. Por exemplo, algoritmos, Machine Learning, Internet das coisas e outras competências que façam dele um verdadeiro cientista de dados pronto para elevar o seu diferencial competitivo.

Processos

Bem sabemos que um processo dependo do outro e se eles não forem modelados com retirada dos gaps e demais retrabalhos, a empresa diminui as chances de alcançar o objetivo desejado.

A cultura data driven é responsável por promover a integração dentro do ambiente de trabalho. Logo, todos poderão ter acesso às informações por meio de um sistema de acessibilidade em nuvem que traz agilidade nos atendimentos e melhora a performance do grupo nos processos e fluxos de trabalho.

Ativos digitais

A experiência do usuário é muito importante que seja analisada, pois é um dos principais aspectos que colaboram para o engajamento. Ao realizar a gestão dos ativos digitais o setor poderá melhorar os aspectos dos serviços e garantir a redução de erros e a ótima velocidade na apresentação das informações, seja de uma plataforma, ferramenta ou aplicativo.

Dados

A indústria 4.0 tem a intenção de aprimorar o que já foi apresentado na Revolução Digital e trazer inteligência as máquinas. Esse pilar da cultura data driven permite não só a administração de dados dentro e fora do ambiente online, mas a transparência na hora da coleta e o correto procedimento que garante a segurança dos titulares.

Tecnologia

A tecnologia garantirá a implementação de ferramentas dentro das empresas, ajudando-as a conquistar os objetivos desejados. O intuito é que homens e máquinas passem a entender melhor o comportamento do consumidor para propor soluções que estejam alinhadas com as necessidades do público-alvo.

Os benefícios da cultura data driven

Além da realização de um planejamento estratégico focado nos anseios do seu público-alvo, a cultura data driven permite que a equipe de TI realize a otimização de processos e passe a automatizá-los a fim de aperfeiçoar a gestão do tempo e colaborar na produtividade do time.

Vale mencionar que este investimento permitirá uma redução de custos dentro da sua empresa. Afinal, você terá mais exatidão na tomada de decisão e livrará sua corporação de gastos desnecessários resultantes de gaps, retrabalhos ou investimentos em ações que não condizem com sua marca.

Como aplicar a cultura data driven

Antes de aplicar a cultura data driven, procure estruturar o seu tratamento de dados conforme ao que é proposto pela LGPD, que recentemente entrou em vigor no Brasil. Logo, use esse tempo para começar a implantação, porque essa medida permite mudanças bastante positivas no seu negócio.

Em seguida, automatize processos e promova o correto uso de ferramentas como o seu ERP com os seus colaboradores. Se possível aposte nas metodologias ágeis, que buscam diminuir os variados tipos de desperdícios e aperfeiçoam as suas entregas. Adote também a segmentação de clientes com base no Big Data na precisão da sua busca em meio às informações.

É importante, ainda, contar com o apoio de uma plataforma que permita a boa execução de tarefas, workflows e gestão de serviços. Por exemplo, a 4Biz, da Run2biz, fornece dados e métricas que dão suporte à sua equipe de TI, melhora a gestão do seu time e dos diversos departamentos da corporação. É um investimento a médio prazo que trará grandes vantagens ao seu negócio.

A importância da tecnologia para esse conceito

Com o apoio de uma plataforma de gestão de serviços você poderá implantar a cultura data driven e trazer grandes melhorias no seu negócio. Por exemplo, a construção de análises preditivas, a análise do ROI quanto ao investimento em uma determinada ação, a criação de um planejamento de riscos e até campanhas de marketing focadas em informações mais confiáveis.

Como você notou, a cultura data driven conta com total apoio da tecnologia e é necessário que sua empresa invista cada vez mais na otimização dos seus recursos e ferramentas. Portanto, comece o seu processo de mudança e nunca deixe aprimorar seus conhecimentos quanto aos assuntos relacionados a sua área.

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Fique por dentro das principais tendências para infraestrutura de TI

infraestrutura de ti

A área de tecnologia sofre com constantes mudanças, afinal, o ramo sempre busca por inovação a fim de aumentar a sua excelência operacional. Por essa razão, é fundamental que os profissionais da área atentem às novidades e tendências de infraestrutura de TI.

É importante entender sobre o tema porque o mercado está cada vez mais competitivo e aqueles que conhecem acerca das soluções inovadoras contam com chances muito maiores de se destacarem.

Para ajudar você a se atualizar sobre o assunto, preparamos este post com as principais tendências para infraestrutura de TI. Continue a leitura para conferir todos os detalhes!

IBNS

O IBNS — em inglês, Intent-Based Networking — é um software que tem como objetivo configurar a rede de informática de um estabelecimento conforme os seus objetivos. Por meio de sua utilização é possível otimizar a agilidade e a disponibilidade dos recursos tecnológicos.

O software também é capaz de realizar um diagnóstico das necessidades tecnológicas de cada companhia — inclusive daquelas que ainda não iniciaram a sua implementação. Além disso, consegue propiciar os ajustes que se fizerem necessários, especialmente com o objetivo de atender às demandas da empresa.

O sistema, resultado de anos de pesquisa e desenvolvimento da Cisco, tem o objetivo de reinventar o trabalho em rede.

Por isso, a chegada dos IBNSs é tão revolucionária. E ela só se tornou possível graças à evolução do aprendizado de máquina (machine learning), que, em certa medida, substitui a inteligência dos profissionais e torna mais fácil processar dados e reconhecer padrões.

Opções em nuvem distribuída / Possibilidades de expansão de I&O (Infraestrutura e operações)

Segundo o Gartner, vários provedores de serviços de nuvem pública em hiper escala agora oferecem opções para permitir o consumo de alguns de seus serviços a partir do local físico preferido de um cliente (por exemplo, o próprio data center do cliente). Os exemplos incluem Amazon Web Services (AWS) Outposts, Google Anthos e Microsoft Azure Stack Hub. Essa tendência pode abrir novas oportunidades para organizações com restrições de localização específicas para atender durante a adoção da nuvem.

É preciso se atentar a necessidade e definir claramente os objetivos a serem alcançados, bem como realizar as devidas adequações no ambiente atual e todo o processo de integração. Para líderes de infraestrutura e operações, é crucial que as diferenças das ofertas convencionais de nuvem pública sejam analisadas minuciosamente para determinar a verdadeira adequação.

Inteligência Artificial (Assistentes Operacionais Inteligentes)

Apesar de a inteligência artificial já ser bastante comentada e, inclusive, até mesmo utilizada por algumas empresas, a tendência é que ela seja cada vez mais incorporada aos softwares e operações corporativas.

A sua utilização permite que as atividades repetitivas, aquelas que contam com variáveis controláveis e raciocínio lógico padronizado, sejam automatizadas para que elas não dependam mais da intervenção humana. Um famoso exemplo acerca da utilização dessa tecnologia são os chatbots ou chatops.

Nesse sentido, a tendência é que o profissional da área de TI concentre seus esforços em aperfeiçoar os parâmetros e as configurações que possibilitam que a inteligência artificial tome as ações e decisões para as quais seja direcionada.

Um dos principais objetivos da utilização desse recurso, além da redução de custos, é que a inteligência artificial é capaz de seguir regras objetivas e opera de maneira imparcial, isenta de preconceitos e emoções.

Além disso, os outros colaboradores podem utilizar as suas habilidades para atender e solucionar os casos mais complexos em que a inteligência artificial é ineficiente — aqueles que não estão previstos nos protocolos e processos empresariais — e, especialmente, para participarem mais ativamente dos processos de gestão da TI que requerem atenção humana.

AIOps

Mais uma das tendências para infraestrutura de TI é o AIOps, do acrônimo em inglês “Artificial Intelligence for IT Operations”. É um termo que visa nomear a aplicação de recursos de inteligência artificial na operação de TI.

AIOps é, na realidade, uma nova maneira de gestão de tecnologia que utiliza técnicas de Inteligência Artificial (como Machine Learning) e Ciência de Dados utilizando como base os dados gerados pela própria operação com o propósito de automatizar tarefas críticas de TI.

Dessa maneira, se trata de uma solução que consegue analisar, armazenar e gerir dados do ambiente digital com algoritmos especializados de Machine Learning e os transformar em informações e dados relevantes para a operação de TI, agindo proativamente e trazendo mais segurança para a operação.

Segundo o Gartner, até 2023, os líderes de I&O que gerenciam ativamente e reduzem o débito técnico alcançarão tempos de entrega de serviço pelo menos 50% mais rápidos.

Intelligent edge

A cada dia há um número maior de dispositivos — como celulares, computadores, máquinas, robôs, sensores e tablets — que se conectam à infraestrutura de TI.

Nesse sentido, esses dispositivos podem ser considerados como o passo inicial do processamento de dados. Isso porque é por meio deles que os dados podem ser gerados e captados para, posteriormente, trafegarem nas redes de informática até alcançarem os bancos de dados e servidores de destino.

A intelligent edge, por sua vez, faz com que haja a necessidade de descentralizar o poder computacional. Dessa maneira, cada dispositivo é capaz de processar localmente os dados que gera. Com isso, eles transitam somente para processamentos mais refinados nas redes receptoras ou armazenamento, diminuindo o volume de processamento.

Assim, se trata de uma estratégia mais inteligente de gerenciamento de dados que foi pensada especialmente para que os requisitos de infraestrutura sejam distribuídos entre a organização e todos os usuários envolvidos.

Novos modelos de serviço e suporte de IoT

A indústria já enfrentou diferentes fases e, hoje em dia, a sua transformação está relacionada com conceitos de inovações tecnológicas dos campos de tecnologia da informação, controle e automação.

Nesse sentido, quando ativos, sistemas e máquinas são conectados, as organizações agregam inteligência aos seus sistemas de produção. A tendência é que esse processo de produção se torne cada vez mais eficiente por meio da IoT (Internet das Coisas).

A IoT possibilita que haja a automação completa, com sistemas de inteligência artificial, dispositivos inteligentes e sensores com acesso à internet para que máquinas tomem decisões a partir dos dados coletados na indústria 4.0.

Com isso, as atividades operacionais tendem a ser centralizadas nos objetos conectados e a inteligência humana, por sua vez, pode se voltar para as atividades que estão relacionadas com o pensamento e a criatividade.

A IoT está se tornando uma força disruptiva que impacta os aplicativos em todo o portfólio de TI. No entanto, ao contrário de iniciativas comuns de TI, as soluções de IoT ainda são incipientes e geralmente exigem uma combinação de fornecedores para criar uma solução completa.

E, como cada projeto de IoT normalmente tem suas próprias características exclusivas (como localização de dispositivos), há uma grande probabilidade de que pelo menos uma das partes envolvidas não terá maturidade na solução precisa que está sendo implementada.

Segundo o Gartner, em 2023, os implementadores de IoT terão que reestruturar suas soluções de segurança porque 70% dos provedores atuais terão renomeado, reposicionado, comprado ou desaparecido.

Arquitetura de automação (Repensar a estratégia de automação)

Para dar suporte aos negócios digitais, os líderes de I&O devem planejar para demandas imprevisíveis, entregar qualidade previsível e simplesmente fazer mais com menos; assim, a automação está rapidamente se tornando um facilitador fundamental para suas equipes.

Segundo o Gartner, nos últimos anos, detectou-se uma faixa significativa de maturidade de automação entre os clientes: a maioria das organizações está se automatizando em algum nível, em muitos casos reorientando as equipes para tarefas de maior valor. No entanto, os investimentos em automação geralmente são feitos sem uma estratégia ampla em mente.

De acordo com pesquisas do Gartner, em 2025, mais de 90% das empresas terão um arquiteto de automação (contra menos de 20% em 2020).

Agora que você já conhece as principais tendências para a infraestrutura de TI, deve ter percebido que adotá-las em uma empresa é capaz de gerar um relevante diferencial competitivo, não é mesmo? Por isso, busque implementar essas infraestruturas de TI o mais rápido possível para que você possa usufruir de seus benefícios e, ainda, sair na frente de seus concorrentes.

Se você deseja adotar as tendências para a infraestrutura de TI em sua empresa, entre em contato conosco e descubra como podemos ajudar!

Como alcançar a eficiência operacional da TI? Entenda!

Vetor de eficiência operacional da ti

Alcançar a eficiência operacional da TI é o grande desejo dos gestores da área de tecnologia, uma vez que o seu conceito está diretamente relacionado a buscar pelo melhor desempenho para a companhia, ampliando a sua capacidade, mas sem prejudicar a qualidade de seus serviços ou produtos.

Contudo, para garantir a eficiência operacional é necessário procurar por soluções que contribuem significativamente para melhorias na gestão como um todo e, ainda, contar com uma equipe capaz de gerenciar com excelência a tecnologia da empresa.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema e descobrir como alcançar eficiência operacional nos processos de TI da empresa, continue a leitura deste post que vamos apresentar todos os detalhes. Veja!

Aposte constantemente em inovação

Apesar de parecer uma frase clichê, é, sim, verdade que a inovação é a chave para o sucesso, afinal, a melhor forma de garantir eficiência nas operações e se destacar dos demais é encontrando novas formas de melhorar a execução dos processos.

A inovação é importante porque ela garante competitividade — fator que aumenta o faturamento da companhia —, além de reduzir custos, tornar os processos mais ágeis e ampliar carteira de clientes.

No entanto, é válido ressaltar que a inovação pode se dar de diferentes formas, como por meio de uma nova ferramenta para executar processos ou pelo lançamento de um produto ou serviço.

Mapeie processos operacionais

Mais um dos pilares da eficiência operacional da TI é o mapeamento de processos operacionais e, para realizá-lo, o recomendado é dar início a sua estratégia de eficiência operacional fazendo um levantamento de todos os procedimentos, tarefas e ferramentas executadas na rotina da TI, considerando o que, como e por que cada operação é realizada.

A sua importância se dá porque uma das bases da eficiência operacional é a padronização de processos que, por sua vez, também é base para a gestão estratégica, uma vez que o principal objetivo é aprimorar as etapas produtivas a fim de obter melhores resultados.

Por meio do mapeamento de processos é possível observar oportunidades de otimização, uma vez que o gestor passa a ter uma visão geral da produtividade de sua equipe e, com isso, modelar o fluxo de atividades a fim de melhorar a performance e a competitividade.

Ao mapear os processos operacionais é possível obter as seguintes vantagens:

  • redução de atrasos em entregas e retrabalhos;
  • redução dos custos e automação das rotinas;
  • eliminação das atividades desnecessárias;
  • alteração dos procedimentos para torná-los mais rápidos;
  • alcance de maior controle e monitoramento;
  • padronização considerando as melhores práticas produtivas a fim de gerar mais transparência;
  • aumento da satisfação do cliente em relação ao produto ou serviço;
  • definição dos papéis dentro do processo.

Identifique gargalos

Mais um dos passos que aumenta a eficiência das operações da companhia é a identificação de gargalos. Essa situação acontece nos casos em que um elemento presente no processo produtivo limita a execução ou a produção dos processos.

Dessa maneira, é importante identificar os gargalos que estão relacionados às operações e, nos casos em que ocorre, geram gastos desnecessários e prejudicam a execução do trabalho em seu máximo potencial.

Mapeie fluxos de trabalho que podem ser automatizados

Hoje em dia, a maneira mais prática e segura de alcançar a eficiência operacional da TI é realizando investimentos em tecnologias de automação, pois esse procedimento faz com que os profissionais da área de TI não fiquem sobrecarregados com tarefas repetitivas e rotineiras.

Assim, para dar início a automação é necessário mapear os fluxos de trabalho que podem ser automatizados e, depois colocar em prática o planejamento para que a equipe de TI tenha mais tempo para realizar atividades que são, de fato, produtivas, como buscar por novas maneiras de otimizar e novas estratégias tecnológicas.

Crie um plano para redução de custos

Para alcançar a eficiência operacional é necessário que os recursos sejam melhores aproveitados. Dessa maneira, antes de determinar quais processos podem ser automatizados, reestruturados ou eliminados é necessário buscar refletir sobre os custos operacionais de cada investimento feito pela área.

Trata-se de uma medida importante porque, identificando investimentos mal aproveitados ou que não fazem mais sentido para a companhia, o gestor conta com mais recursos para investir em soluções que, de fato, ajudam no dia a dia do trabalho da área de TI.

Um exemplo de custos que não envolvem o trabalho diretamente e que, muitas vezes, podem ser eliminados são as licenças desnecessárias ou uma infraestrutura que poderia migrar para a cloud.

Tenha acesso a métricas e Dashboards em tempo real que apoiam a tomada de decisões

Dashboards e acesso às métricas em tempo real são primordiais na tomada de decisões, especialmente porque na leitura e análise de dashboards é possível perceber quantos chamados aguardam resolução, o tempo médio de atendimento, colaboradores sobrecarregados, os gargalos em determinados processos e vários outros indicadores.

Com base nessas informações a equipe de TI consegue procurar por soluções que demonstrem essa transparência e facilitem o trabalho e a performance dos colaboradores como um todo.

Conte com boas ferramentas na Gestão da TI para a eficiência operacional

Por fim, também é fundamental que a empresa realize investimentos em boas ferramentas na Gestão da TI para alcançar a eficiência operacional. Nesse caso, o ideal é que as soluções disponibilizadas para a equipe sejam avaliadas regularmente, especialmente para eliminar soluções que não são adequadas e inserir novas ferramentas capazes de tornar o trabalho mais rápido e eficiente.

É imprescindível que o gestor tenha consciência que ao utilizar as ferramentas adequadas o setor de TI conseguirá cumprir prazos, atingir metas e ajudar as demais áreas da companhia com mais facilidade.

Nesse sentido, é válido ressaltar que não é eficaz buscar pela otimização se a infraestrutura da companhia não possibilita aumento real da eficiência de ferramentas, equipamentos e processos.

 Agora que você já sabe como alcançar a eficiência operacional da TI, coloque as nossas em dicas em prática quanto antes para atingir os resultados desejados e, consequentemente, beneficiar também toda a empresa.

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Entenda como o Digital Workplace contribui para a experiência digital

Você sabe como o Digital Workplace é capaz de contribuir para a experiência digital dos colaboradores e clientes de uma empresa? A realidade é que nos últimos anos, especialmente em razão do desenvolvimento da tecnologia, ganhamos diferentes formas de melhorar o contato de uma companhia com os seus parceiros.

A nossa metodologia de trabalho e a maneira com que desempenhamos diferentes funções também se adaptou com a expansão da tecnologia. Esta, por sua vez, passou a ser utilizada para ajudar na rotina e nas relações de trabalho. Dessas inovações surgiu o Digital Workplace.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema e descobrir, de fato, o que é o Digital Workplace e como ele contribui para a experiência digital, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Confira!

O que é o Digital Workplace?

O Digital Workplace é, na realidade, um ambiente virtual que foi criado em razão da fusão entre tecnologias e ferramentas específicas. Ele permite que seja montado um ambiente digital em que o colaborador consegue trabalhar de maneira remota, sempre que houver necessidade, com acesso por meio de qualquer tipo de dispositivo.

Com isso, essa nova tecnologia permite novas formas de trabalho e, ainda, possibilita que os colaboradores envolvidos trabalhem com mais agilidade e engajamento, aumentando sua produtividade. Esse formato de trabalho, quando bem planejado e executado, conta com diferentes benefícios tanto à companhia quanto aos profissionais, refletindo até mesmo em seus clientes, que vão contar com um atendimento mais ágil e eficaz.

Dessa forma, as empresas podem contar com funcionários mais engajados. Além disso, ela pode otimizar as jornadas de trabalho, reduzindo seus custos. Os colaboradores, por sua vez, também têm vantagens com esse modelo, pois eles passam a contar com ferramentas de produtividade e autogestão aplicadas em suas rotinas.

Como o Digital Workplace melhora a experiência digital?

Agora que você já sabe o que é Digital Workplace, vamos apresentar, a seguir, como ele contribui para melhorar a experiência digital do usuário e no gerenciamento da jornada. Confira!

Promoção de melhor comunicação

É possível, ainda, promover uma melhor comunicação, por meio de ferramentas que permitam a colaboração entre as pessoas e o compartilhamento de informações em um ambiente de trabalho digital eficiente. O ideal é que isso ocorra de maneira simplificada. Assim, em vez de contar com diferentes canais de comunicação, por exemplo, é melhor reunir toda a comunicação no mesmo local para que o trabalho seja mais ágil.

Maior segurança aos usuários

Muitas empresas apresentam dados confidenciais e que não devem ser acessados por seus concorrentes ou departamentos distintos. Contar com um Digital Workplace ajuda a facilitar a gestão correta dos dados e documentos de uma companhia. Além disso, é possível definir quais são as informações que podem, ou não, serem compartilhadas por funcionários no ambiente digital da companhia — fator que proporciona ainda mais segurança.

Maior engajamento

O Digital Workplace pode contar com diferentes alternativas e soluções de conhecimento. Dessa maneira, a organização passa a ter inúmeros recursos interativos que são capazes de melhorar a comunicação e agilidade dos seus profissionais, incluindo gamificação.

A tendência é que uma empresa que conhece a importância do engajamento profissional e cria novas formas de realizá-lo periodicamente, por meio de recursos tecnológicos, colha bons frutos, uma vez que seus colaboradores passam a apresentar melhores resultados.

Essa questão também é capaz de influenciar de maneira direta no engajamento e na motivação dos colaboradores que, por sua vez, devem exercer os seus trabalhos mais motivados. Como consequência, os maiores talentos da companhia sentem motivação para continuarem suas carreiras na empresa.

Melhorias na usabilidade

A usabilidade também é um fator muito importante no Digital Workplace. Nos casos em que ela é bem executada, consegue dar mobilidade a todos os usuários, tanto colaboradores quanto clientes. Em um ambiente digital adequado, os profissionais conseguem trabalhar de maneira simultânea em todas as plataformas que a companhia utiliza, por meio da integração de softwares.

Dentro de um Digital Workplace, os usuários também têm a mesma experiência de navegação em qualquer dispositivo, uma vez que o acesso pode se dar tanto por meio de computadores quanto smartphones ou tablets.

Melhoria da produtividade

Em geral, há um aumento da produtividade. Isso ocorre porque o Digital Workplace é um ambiente que conta com processos bem alinhados e explicados, o que facilita o entendimento para o colaborador que, consequentemente, tem o seu desempenho melhorado.

Existem casos em que as equipes ainda não estão familiarizadas com o Digital Workplace. Na maior parte das vezes, basta apenas uma simples reunião para explicar de maneira detalhada sobre o seu conceito, funcionamento e objetivo de implantá-lo. Dessa forma, todos se alinham em um mesmo propósito e aprendem a utilizar a ferramenta.

O aumento da produtividade dos colaboradores, por sua vez, é um fator extremamente relevante para a companhia, uma vez que impacta de maneira direta e positiva no seu faturamento.

Melhor orquestração dos trabalhos das equipes

Conforme citamos, por meio do Digital Workplace, é possível que o trabalho seja acessado de qualquer lugar e em diferentes dispositivos. Dessa forma, o colaborador adquire mais flexibilidade nas situações em que isso for possível.

Esse tipo de flexibilidade costuma gerar uma melhor orquestração dentro dos times. Além disso, proporciona experiências positivas a todos. Basta que cada um saiba qual a sua função para que o trabalho em equipe flua, já que cada profissional consegue executá-la no melhor momento, realizando as suas atividades com maior foco e dedicação.

Maior economia de recursos

Com a possibilidade de autosserviço, por sua vez, o Digital Workplace também impacta de maneira positiva na economia de recursos. O autosserviço proporciona a colaboradores e até mesmo aos clientes que resolvam, sozinhos, questões mais simples. Esse é um fator que contribui para a empresa alcançar o melhor ROI possível — além de melhorar a experiência digital.

Devido à necessidade de muitos colaboradores terem de trabalhar remotamente, é de grande importância contar com uma ambiente virtual capaz de proporcionar um maior engajamento, agilidade e produtividade dentro do negócio. Portanto, é certo afirmar que o Digital Workplace veio para ficar.

Se você deseja conhecer ainda mais sobre Digital Workplace assista o nosso Webinar sobre o tema ou entre em contato conosco!

Conheça a tecnologia que você usará em breve e aumentará ao máximo sua performance corporativa

A tecnologia que muitas empresas estão usando e em breve você usará é o “Cognitive Workflow”, uma tecnologia que usa o melhor da orquestração de processos aplicando inteligência artificial. 

Então, o que é Cognitive Workflow e como ele mudará meu desempenho? 

Um fluxo de trabalho apoiado por várias tecnologias, como por exemplo Internet das Coisas (IoT), Machine Learning, Blockchain, Face Recognition, Processamento de Linguagem Natural (NLP) e Automação robotizada de processos (RPA – Robot Process Automation), que automatiza muitas tarefas apoiado por inteligência, principalmente em tarefas que antes só podiam ser feitas por humanos. 

Uma ferramenta de Cognitive Workflow, além de realizar as tarefas de um Workflow tradicional, incorpora e fornece suporte cognitivo para as operações do fluxo de trabalho de um determinado departamento ou setor. 

Integração de sistemas legados, ferramentas diversas em cloud, análise de informação desestruturada, IA, RPA, entre outros, cria uma era, onde essa convergência de tecnologias produz recursos de automação que elevam drasticamente o valor ao negócio e vantagem competitiva para as empresas. 

Por exemplo, um workflow de avaliação de algum documento jurídico pode ser apoiado por um Cognitive Workflow, onde os documentos podem ser analisados por machine learning e classificados quanto ao seu grau de alerta, pontos de atenção, entre outros. Isso gera um apoio importante de eficiência à etapa manual de avaliação pela equipe jurídica. 

Outro exemplo de Cognitive Workflow é com relação ao uso em controles de qualidade (de qualquer setor ou indústria), onde podem ser utilizadas várias tecnologias, como computação visual, que analisam imagens em tempo real e apoiam no processo decisório. Os ganhos qualitativos, eficiência, produtividade e redução de custos são absurdos. 

Então, posso entender que Cognitive Workflow é para potencializar ao máximo o resultado de meus trabalhos? 

Sim, isso mesmo! Potencializar o trabalho ao máximo. Introduzir o conceito de trabalho inteligente e somar a inteligência humana e artificial, automações, integrações e eliminação de redundâncias em prol de desempenhos extraordinários. 

Permitir agilidade e flexibilidade para que as organizações mudem e evoluam facilmente e rapidamente. 

Posso facilmente introduzir um Cognitive Workflow em minha empresa? 

Sim, pode. Existem várias ferramentas modernas atualmente. Primeiro, necessita de um software que orquestre e suporte as características necessárias. Segundo, depende do mapeamento dos processos. Terceiro, necessita de equipe preparada para aplicar esta tecnologia em prol da melhoria. Quarto, estabelecer monitoramento e um processo de melhoria continuada. 

Onde encontro softwares de Cognitive Workflow? 

A plataforma 4Biz é um exemplo de Cognitive Workflow, por possuir produtos e adotar tecnologias de IA, chatbot, RPA, entre outras.  Seja bem-vindo a nova era da produtividade! 

Por Emauri Gaspar, Cofounder da Run2biz.