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Gestão de ativos de TI: solução para empresas eficientes.

Você sabe o que softwares, links de dados, servidores e sistemas têm em comum no mundo da TI? São alguns dos ativos fundamentais para as operações de quase todos os tipos de empresas e, por consequência, devem ter um modelo de gestão para cumprir a missão de servir ao negócio, um verdadeiro desafio para um contexto de atualizações cada vez mais rápidas e complexas.

A gestão de ativos de TI, também conhecida como ITAM, do inglês IT Asset Management, consiste na reunião de práticas corporativas que incorporam os ativos de TI nas unidades de negócios dentro da organização. Isso quer dizer, em outras palavras, que não se trata apenas de um inventário em uma planilha, mas de um monitoramento preciso que tem início antes mesmo do ativo ser adquirido.

Todos os componentes físicos e virtuais devem ser mapeados e organizados de tal maneira que se saiba a localização de cada notebook, que usuários usam determinadas licenças – e quando elas vão expirar, quais componentes estão interligados e até quando um novo data center deverá ser contratado para o aumento da demanda. É este mapeamento que gera o CMDB (Configuration Management Database).

Fazem parte das boas práticas de ITAM, além do mapeamento minucioso de cada ativo:

#1 – Controle do ciclo de vida

A gestão eficiente de softwares, hardwares e sistemas depende de compreender suas participações em cada fluxo de atribuições, localização e durabilidade. Saber e controlar o ciclo de vida gera uma previsibilidade de recursos financeiros que serão alocados, do planejamento ao descarte, para manter o bom funcionamento de toda a TI de uma empresa.

#2 – Automatização de alertas

A boa notícia é que grande parte do monitoramento pode ser automatizado a partir do ITAM, criando alertas que identifiquem qual ação é necessária ao tipo de ativo específicos, liberando a equipe para outras atividades e para chamados de suporte imprevistos.

#3 – Manutenções e suporte programados

Um dos objetivos de implementar o ITAM é a redução de custos com manutenções de urgência e de riscos com interrupções do funcionamento dos ativos. A prevenção é o caminho, fazendo manutenções e criando rotinas de suporte que mantenham tudo rodando bem. 

O ITAM não é uma solução que funciona isolada, muito pelo contrário. Para entregar tudo o que pretende deve estar vinculada a uma solução mais abrangente, como o ITSM (ou Gerenciamento de Serviços de TI). Enquanto o ITAM se concentra no gerenciamento dos aspectos financeiros, contratuais e logísticos de um ativo de TI ao longo de seu ciclo de vida, o ITSM se concentra na entrega de serviços.  

Para completar a infraestrutura, para lidar com as rotinas das atividades diárias, entra em cena um subconjunto de ITSM, o Gerenciamento de Operações de TI (ITOM), incluindo todas as tecnologias e aplicativos. O ITOM fica responsável por abarcar atividades como gerenciamento de aplicativos, gestão de mudança, gerenciamento de operações, processos e funções de controle, práticas escalonáveis, medições e controle, todas elencadas no ITIL (Information Technology Infrastructure Library), framework mais comum de soluções ITSM.

Benefícios

Conheça agora 4 benefícios que toda empresa pode obter a partir da Gestão de Ativos de TI:

  1. Redução de custos: a Gestão de Ativos de TI permite um controle mais preciso e eficiente dos ativos da empresa, evitando gastos desnecessários com softwares e hardwares que não estão sendo utilizados ou que estão próximos do vencimento.
  2. Melhoria da produtividade: ao contar com uma TI eficiente e bem gerenciada, os colaboradores têm acesso a tecnologias atualizadas e podem focar em suas atividades, sem ter que lidar com problemas de hardware e software desatualizados ou quebrados.
  3. Redução de riscos: a Gestão de Ativos de TI permite uma melhor visibilidade dos ativos da empresa e seu estado atual, minimizando os riscos de perda ou roubo de equipamentos, além de garantir a conformidade legal.
  4. Tomada de decisões estratégicas: com informações precisas sobre a infraestrutura de TI da empresa, os gestores podem tomar decisões mais bem embasadas e estratégicas para o negócio, garantindo que a TI esteja alinhada com os objetivos e necessidades da empresa.

Quer contar com uma excelente parceria nesta jornada? Conheça a plataforma 4Biz, desenvolvida pela Run2Biz, ela é a solução que sua empresa precisa para a melhor gestão de sua TI. Agende com um de nossos consultores e saiba mais.

Low-code: tendência nas empresas competitivas

Os times de TI são desafiados todos os dias para encontrar alternativas para desenvolver softwares e aplicativos que atendam os usuários de maneira rápida e efetiva. Os longos e trabalhosos códigos de programação estão com os dias contados na trajetória da Transformação Digital: chegou a era do low-code.

As plataformas de low-code são a tendência e sua empresa precisa conhecer este novo caminho de programação e desenvolvimento de soluções tecnológicas. Afinal, cerca de 76% das maiores corporações vão optar por essa abordagem para construção de seus softwares e aplicativos nos próximos dois anos, de acordo com um levantamento do Gartner, empresa mundialmente conhecida por sua especialidade em pesquisa e consultoria em TI.

Chega o Low-Code

O termo low-code – baixo ou pouco código, em tradução livre – ganhou destaque a partir de 2014, quando a Forrester Research usou o conceito em seu relatório ao se referir às novas plataformas de desenvolvimento de aplicativos direcionadas aos usuários. A ausência dos complexos códigos inspirou uma “filosofia digital” cujo propósito é a criação de programas sem a necessidade de conhecimento de programação, de maneira mais intuitiva e simples. O crescimento será significativo, segundo Gartner, até 2025, essa solução estará presente em 65% dos app desenvolvidos.

O caminho foi aberto há mais de duas décadas pelas soluções de código aberto usadas por ferramentas acessíveis para um grande número de pessoas, como design para web de blogs e outras possibilidades que dispensavam um conhecimento de um especialista qualificado. A simplificação e acessibilidade impulsionaram a produtividade e a criatividade na elaboração de interfaces visuais com lógicas básicas e recursos de arrastar e soltar no lugar de complexas linhas de programação que demandam tempo, alto investimento financeiro e ampla perícia.

“As plataformas de low-code convergem agilidade, eficiência e produtividade, pilares imprescindíveis para qualquer empresa ter uma gestão inteligente e se destacar na era da Transformação Digital”, explica Emauri Gaspar, Co-founder e CTO da Run2Biz. A empresa oferece aos seus clientes a Plataforma 4Biz, um Ecossistema Multiplataforma Low Code de Alto Desempenho, que entrega uma experiência única de Transformação Digital, aproximando times de TI e de Negócio da sua empresa para maximizar, de maneira acelerada e descomplicada, o poder das Soluções Digitais. “Os resultados garantem aplicações poderosas e diferenciadas em todas as áreas do negócio. Com a plataforma 4Biz é possível, num curto período de tempo, ver a entrega de soluções crescer acima de 500% quando comparado aos processos tradicionais”, detalha.

Benefícios

Entenda os principais benefícios que estão chamando a atenção das equipes de TI com a utilização do low-code da Plataforma 4Biz:

1 – Agilidade no desenvolvimento

Com códigos simplificados e blocos reutilizáveis, as plataformas de low-code são capazes promover integrações diretas que conectam soluções tecnológicas, seja por meio de APIs e serviços web.

2 – Produtividade

Menor tempo de desenvolvimento, ajustes e correções em toda cadeia de desenvolvimento de aplicações, integrações e qualquer outra solução digital necessária para o dia a dia da empresa.

3 – Redução de custos

Sem a necessidade de desenvolvedores com profundo conhecimento e com ampla conexão com uma diversidade de ferramentas, os custos de criação e manutenção de apps e programas são reduzidos. Menos gastos e mais entregas são tudo o que qualquer empresa competitiva busca atualmente.

4 – Melhoria na experiência do usuário

As adaptações às demandas do usuário podem ser aceleradas com as plataformas low-code. Adequações que fazem diferença para satisfação dos clientes e para imagem da empresa.

Por quê adotar a Plataforma 4Biz?

Separamos 5 principais vantagens para adotar o poder low-code da Plataforma 4Biz:

Baixo TCO

A Plataforma 4Biz possui o menor custo total de propriedade no mercado hoje (Total Cost of Ownership).

Liberdade

Você pode escolher qual será o seu ambiente computacional (Cloud ou On-Premise).

500% de Aceleração

Maximize o valor de tecnologias legadas diversas (a exemplo de CRM, ITSM, ERP e mais), entregando projetos antecipadamente, acima de 500% mais rápido que os modelos tradicionais de desenvolvimento.

Rede Ampla

Nos parceiros Run2biz você dispõe de vários profissionais disponíveis para te apoiar.

Características Técnicas

Conheça, a seguir, o potencial de soluções contidas no Ecossistema da Plataforma 4Biz:

Trabalhar de maneira mais inteligente

Como você acompanhou neste artigo, a busca das organizações por soluções low-code é crescente e contínua. E são justamente soluções como as desenvolvidas pela Run2biz que fazem as empresas atenderem seus consumidores e desenvolverem aplicações de maneira mais rápida, eficaz, minimizando erros, otimizando tempo e reduzindo diversos custos operacionais. “É fazer mais com menos, aproveitando ao máximo o investimento feito em Tecnologia pelas empresas em suas trajetórias”, comenta Emauri Gaspar, cofundador da Run2biz. 

A carteira de clientes da Run2biz inclui organizações como a J.Macêdo, Ninecon, Service IT, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Copasa, Hospital da Criança de Brasília, Overclockers (México), entre outras que totalizam mais de 10 milhões de usuários finais.

Entre em contato com o nosso time de especialistas para conhecer mais detalhes sobre nosso Ecossistema de soluções low-code e como elas podem ajudar seu negócio a se beneficiar dessa tendência que já é realidade para grandes empresas que buscam uma Transformação Digital inteligente. Agende seu horário!

Cloud híbrida e IA: agentes impulsionadores da transformação digital

A convergência da rápida digitalização dos negócios e soluções ganham agentes impulsionadores de peso: a já conhecida Inteligência Artificial (IA e suas múltiplas aplicações) e a Cloud Híbrida. Para entender como o que já está acelerado pode se tornar ainda mais veloz e eficiente – e poderá trazer oportunidades para seu negócio –, continue lendo este artigo.

O sinal de alerta foi dado por Arvind Krishna, CEO e presidente da IBM, durante o IBM Think Digital, no início de 2020, logo após os primeiros indícios da pandemia da Covid-19. No evento, ele afirmou “cloud híbrida e a inteligência artificial são forças dominantes que direcionam a transformação digital de hoje”.

Na prática, o que Krishna quis dizer é que, para se encaixar ao grande volume de dados a serem gerenciados, analisados e monitorados e à disponibilidade e à agilidade que os usuários internos e externos exigem, as equipes de TI deverão lançar mão de alternativas que, até então, foram usadas modestamente.

Conheça cada uma delas e como vão influenciar suas escolhas de investimentos em TI daqui por diante.

Cloud Híbrida

A Cloud Híbrida é uma combinação de plataformas de nuvens pública e privada que operam em conjunto, permitindo que a organização aproveite as vantagens desses dois tipos de soluções e selecionem cada qual conforme propósitos específicos.

Assim, é possível aprimorar os recursos existentes de maneira econômica e rápida, como garantir a segurança de dados em ambiente privado, ampliar a largura de banda, mais processamento ou armazenamento em picos de demandas temporários.

Em geral, a infraestrutura da Cloud Híbrida consiste em uma rede, servidores e softwares de virtualização.  A hospedagem dos dados fica nos servidores que os exibem virtualmente na rede, os softwares virtuais possibilitam o acesso dos usuários aos recursos remotamente e modelam as entregas conforme o fluxo de demanda, maximizando os recursos.

Para coordenar e automatizar todos os processos, as aplicações de AIOps (Artificial Inteligente for IT Operations, em inglês, ou Inteligência Artificial para Operações de TI) são as mais indicadas.

Edge Computing

No contexto que o CEO e presidente da IBM abordou, a IA atinge outro patamar, bem acima do que já é visto com a Internet das Coisas (IoT) ou os Chatbots. Trata-se do chamado Edge Computing que, associado à tecnologia 5G, vai representar um salto digno de ficção científica.

A proposta se baseia em um conceito simples: aproximar a capacidade de processamento e os dados do local onde serão usados pelos clientes por meio de micro datacenters – ou mesmo, plataforma de cloud computing.

Entretanto, o Edge Computing tem altos níveis de complexidade no gerenciamento desse fluxo, percebidos, em especial, na oferta de serviços ao usuário razão pela qual tem sido conhecido como a próxima etapa da IoT.

As aplicações do conjunto dessas tecnologias serão percebidas muito em breve nos serviços oferecidos por meio de smartphones, automóveis e outros dispositivos móveis. Entre as vantagens estão a otimização do tempo de resposta, aumento da velocidade do processamento de informações, análise instantânea de dados, redução de custos com soluções IoT, minimiza fluxo de dados, amplia a segurança, o compliance e a integração de equipamentos novos e antigos.

Agora que você já sabe quais são os impulsionadores da transformação digital do momento, prepare sua empresa para esse salto tecnológico. Agende um horário com um de nossos consultores e conheça as soluções que a Run2Biz disponibiliza para empresas que querem sobreviver à evolução do mercado.

Como transformar os desafios dos clientes em alegrias

A pandemia da Covid-19 provocou um aumentou no orçamento para a transformação digital e levou empresas a mudar seus modelos de negócios para se adaptar à nova realidade do mercado. Ao contrário do que ocorria antes, não são as empresas as protagonistas da mudança, a condução está sendo feita pelos clientes e suas demandas.

A alteração do foco não é novidade, estava acontecendo gradualmente e ganhou impulso com o contexto pandêmico. Acompanhe a leitura deste artigo e terá ótimos insights!

Ser ou não ser Tecnologia: eis a questão

A tecnologia passou a ser o meio de relacionamento mais importante das corporações. Segundo a Sirius Decisions, 67% da jornada do comprador é realizada por meios digitais e a experiência do cliente se tornou um diferencial superior ao preço ou o produto/serviço ofertado.

Em pesquisa recente, a CEI Survey concluiu que 86% dos clientes pagam mais para ter uma experiência positiva. Portanto, não há outra alternativa que não seja promover a transformação digital consistente em todos os setores da empresa.

A essencial presença no digital

Muitas organizações entenderam o recado do mercado e passaram a investir. Entre 2018 e 2021, os investimentos em transformação digital atingiram US$ 7 trilhões, em todo o mundo, de acordo com o IDC. A expectativa é que esse volume cresça ainda mais em razão das adaptações urgentes promovidas pela crise da covid-19.

E a jornada do cliente dita a estratégia. Para acompanhar esse novo tipo consumidor, sua empresa deve adotar a Tecnologia com mais zelo para oferecer uma experiência inigualável ao cliente.

Os especialistas são unânimes em afirmar que não se trata só de fidelizar, mas engajar a ponto de transformar o comprador em um ativo de divulgação.

E esses clientes têm maior probabilidade de:

  • Experimentar um novo produto ou serviço de sua marca preferida;
  • Indicar sua marca para seus amigos, familiares e conexões;
  • Fazer uma compra com sua marca preferida, mesmo quando um concorrente tem um produto ou preço melhor.

Para transformar o desafio em oportunidades para empresa e alegrias para o cliente você precisa entender alguns pontos:

O novo cliente (digitalmente) consciente

As novas tecnologias digitais causaram uma mudança nas expectativas dos clientes, resultando em um novo tipo de comprador moderno. Os consumidores de hoje estão constantemente conectados, são nativos e sabem o que podem fazer com a tecnologia.

Por esse motivo, eles costumam avaliar as organizações em primeiro lugar pela experiência digital e depois pelo produto.

Reestruture a jornada do cliente

Com os clientes ganhando controle sobre a forma como as empresas oferecem as experiências, é hora de construir novas vivências que atendam às suas demandas.

Uma vez que toda jornada impacta na percepção geral de uma marca, adotar uma abordagem que se concentre no relacionamento com os clientes é uma medida acertada.

Personalize a experiência do cliente

Os compradores desejam que as organizações os tratem como pessoas importantes e conheçam suas preferências pessoais e histórico de compras. De acordo com a Accenture, 75% dos clientes admitem ter maior probabilidade de comprar de uma empresa que:

  • Reconhece-os pelo seu nome;
  • Conhece seu histórico de compras;
  • Recomenda produtos com base em suas compras anteriores.

Ofereça uma experiência multicanal

A tecnologia capacitou os clientes a conseguirem o que desejam, quando e como desejam. Mais da metade de todos os consumidores agora espera uma resposta do atendimento ao cliente dentro de uma hora, mesmo aos fins de semana. 

Com tudo acontecendo em tempo real, estar disponível por meio de multicanais é um diferencial competitivo com alta possibilidade de retorno.

A Run2biz desenvolve facilidades tecnológicas que ajudam sua empresa a ter, na infraestrutura de TI, o necessário para oferecer melhores experiências aos clientes, seja no ITSM, na automação de workflows, Inteligência Artificial preditiva, entre outros. Navegue em nossa seção “Soluções” e saiba mais.

Hiperautomação: saiba tudo sobre o tema

Os planos de transformação digital das empresas precisaram sair do papel rapidamente com a pandemia da Covid-19. Um avanço sem precedentes na automação de processos e investimentos em gestão de TI. Quase 90% dos negócios brasileiros adotaram iniciativas nessa direção apenas em 2020, de acordo com o Índice de Transformação Digital da Dell Technologies 2020.

Aquelas que deram os primeiros passos para sobreviver à competitividade do mercado perceberam que agora que o pior do contexto pandêmico já passou não é hora de relaxar. Isso quer dizer que as organizações saem de um patamar de um conjunto de tecnologias de automação “pontuais” e passam a adotar estratégias mais conectadas, integradas e maduras.

O que é hiperautomação?

A hiperautomação é uma tendência identificada em 2019 pela consultoria Gartner e peça-chave para transformação digital. De acordo com a consultoria, a hiperautomação – ou automação de processos robóticos (RPA, sigla em inglês), ou automação inteligente de processos (iBPMS, em inglês) – é uma “abordagem que permite às organizações identificar, examinar e automatizar rapidamente tanto processos quanto possíveis”.

Em outras palavras, é a eficientização das operações por meio da automação inteligente. Um processo contínuo, com ciclos de ganhos e aprimoramentos, combinando um ecossistema de ferramentas e soluções tecnológicas avançadas e configuradas para um novo jeito de trabalhar, mais sofisticado e com mais geração de valor.

A projeção é de um crescimento de 23% no mercado mundial de softwares de hiperautomação até 2022, uma cifra acumulada de quase US$ 600 bilhões. As tendências indicam que até 2024 as empresas vão adotar plataformas que permitem a hiperautomação e reduzirão seus custos operacionais em até 30%.

Muitos são os benefícios de implementar a hiperautomação, entretanto, alguns merecem destaque: 

  • Processos e tarefas executadas automaticamente;
  • Consistência nos dados, com informações instantâneas e precisas;
  • Controle sobre a distribuição de trabalho e atribuições em equipes;
  • Otimização de processos e visibilidade em tempo real;
  • Redução progressiva dos custos dos processos;
  • Maior produtividade e colaboração de equipes;
  • Redução de erros humanos, maior conformidade e risco reduzido.

Hiperautomação na prática

As plataformas de hiperautomação são variadas e partem da infraestrutura existente. A abordagem não é um projeto que percorre um caminho linear e absolutamente claro ou que se inicia agora e tem duração de seis meses ou um ano, trata-se de uma jornada. Trata-se de um processo contínuo de melhoria, que pode ser feito em etapas ou integralmente.

Alguns exemplos ajudam a ilustrar como a hiperautomação é benéfica – e essencial – para os tempos atuais. O ecossistema integrado e conectado possibilita que sejam feitas avaliações de crédito e gestão de fraudes em instituições financeiras, atendimento ao cliente em situações padronizadas de suporte e vendas, gestão de campanhas de marketing em publicidade digital, gestão de estado de saúde de pacientes internados ou em homecare, apenas para citar alguns casos.

A presença digital é essencial. Mais ainda no mundo pós-pandemia que se desenha, com a retomada das atividades econômicas. Todas as empresas se tornaram empresas de tecnologia em algum grau para serem capazes de atender às demandas que clientes e usuários impõem naturalmente a partir da maior digitalização, uma nova era digital que a pandemia impôs e que ficará depois de vencido o vírus.

Muitos são os desafios e decisões a serem tomadas, por isso, a Run2Biz se empenha em oferecer aos seus clientes uma jornada estruturada para hiperautomação que é capaz de encurtar e acelerar o processo desse ecossistema.

Quer saber mais? Acesse aqui o ebook que preparamos com tudo o que você precisa saber sobre Hiperautomação e dê os primeiros passos nesta jornada.

6 Tendências tecnológicas para 2022

Os anos de 2020 e 2021 colocaram em debate (e em prática) mudanças que muitos acreditavam que demorariam a se tornar realidade. Ficou provado que “novo normal” está conectado à tecnologia, a novos hábitos de consumo e inovações realmente fora da caixa.

A Transformação Digital é a locomotiva que ganhou velocidade carregando as tendências de TI e negócios para esse e os próximos anos. Algumas empresas saíram na frente, prepararam os times e investiram em infraestrutura de TI e terão mais chances de durar no mercado, outras precisarão de um esforço extra na corrida de adaptação.

David Groombridge, VP Analista do Gartner, recentemente declarou: “Os CEOs sabem que devem acelerar a adoção de negócios digitais e estão buscando rotas digitais mais diretas para se conectar com seus clientes. Mas, de olho nos riscos econômicos futuros, eles também querem ser eficientes e proteger as margens e o fluxo de caixa.”

Todos os anos, o Gartner identifica tendências de tecnologia que são indispensáveis para os negócios. Para 2022, as palavras de ordem são flexibilidade, digitalização, mobilidade e eficiência. 

Essas tendências estratégicas permitirão aos CEOs oferecer crescimento, digitalização e eficiência – e posicionar CIOs e executivos de TI como parceiros estratégicos na organização.

Acompanhe a leitura deste artigo que vamos falar sobre as 6 principais tendências para 2022. A número 6 é a mais falada no momento!

#1 Malha de segurança cibernética

Nunca se falou tanto sobre Cybersecurity como nos últimos tempos. Assim, a malha de segurança cibernética surge como uma arquitetura flexível e combinável que integra serviços de segurança amplamente distribuídos e díspares.

Ela permite que as melhores soluções de segurança autônomas trabalhem juntas para melhorar a segurança geral enquanto aproxima os pontos de controle dos ativos que protegem. Pode também verificar de forma rápida e confiável a identidade, o contexto e a conformidade nos ambientes (cloud ou internos).

#2 Computação que aprimora a privacidade

A computação que aprimora a privacidade protege o processamento de dados pessoais em ambientes não confiáveis – o que é cada vez mais crítico devido à evolução das leis de privacidade e proteção de dados, bem como às crescentes preocupações dos consumidores.

Ela utiliza uma variedade de técnicas de proteção da privacidade para permitir que o valor seja extraído dos dados, ao mesmo tempo que atende aos requisitos de conformidade.

#3 Plataformas nativas em nuvem

As plataformas nativas em nuvem são tecnologias que permitem construir novas arquiteturas de aplicativos resilientes, elásticas e ágeis – permitindo que você responda mais rapidamente às mudanças digitais.

Elas melhoram a abordagem tradicional de mudança para a nuvem, que hoje falha em aproveitar todos os benefícios da cloud e com frequência acabam adicionando complexidade à manutenção.

#4 Inteligência de Decisão

Trata-se de uma abordagem prática para melhorar a tomada de decisão organizacional. Ele modela cada decisão como um conjunto de processos, usando inteligência e análises para informar, aprender e refinar as decisões.

A inteligência de decisão pode apoiar e aprimorar a tomada de decisão humana e, potencialmente, automatizá-la por meio do uso de análises aumentadas, simulações e IA.

#5 Gestão de Mudança

Gestão de mudanças (do inglês Change Management) é o suporte automatizado para desenvolvimento, implementação e manutenção de componentes do sistema (a exemplo da regeneração inteligente, versionamento, controle de estado, controle de biblioteca, gerenciamento de configuração, gerenciamento de rotatividade, entre outros).

O “modelo tradicional” de gestão de mudanças não serve mais. O que até então seria uma abordagem eficiente de implementação de ITSM não vai gerar o resultado desejado porque existirão outras opções bem mais adequadas em muito pouco tempo. É urgente que as empresas olhem para a Gestão de Mudança (e para as melhorias trazidas pela ITIL v4), a fim de minimizar riscos ou qualquer impacto negativo no processo enquanto (e depois) que as mudanças ocorrem.

#6 Hiperautomação

Tão falada e talvez a principal tendência para 2022, a Hyperautomation permite escalabilidade, operação remota e disrupção do modelo de negócios.

A hiperutomação é uma abordagem disciplinada e orientada a negócios que as organizações estão usando para identificar, examinar e automatizar com velocidade o maior número possível de processos de negócios e TI. Ela envolve o uso orquestrado de várias tecnologias, ferramentas e plataformas (IA, Machine Learning, RPA, ferramentas low-code/no-code, entre outras).

A Run2biz é uma empresa que simplifica a Tecnologia da Gestão de Serviços na TI e outros departamentos para empresas que querem estar presentes no futuro. Sempre de olho nas tendências, oferecemos na plataforma 4Biz o que há de melhor em soluções tecnológicas simplificadas, modernas, inteligentes e que são eficientes e econômicas para os negócios que desejam durar. Clique aqui e conheça a Run2biz.

Data for Good: Responsabilidade social e tecnologia na pandemia

A pandemia provocada pela Covid-19 fez emergir uma preocupação maior das empresas com o bem-estar das pessoas, em especial, aquelas que estão em condição de vulnerabilidade social. A responsabilidade social já era um tema relevante no planejamento estratégico de qualquer negócio e com a recessão econômica e o desemprego, o tópico ficou ainda mais proeminente. 

Nesse cenário, as tecnologias têm se mostrado importantes aliadas na busca por soluções para situações inéditas tanto para os negócios quanto para a comunidade. Diversas empresas brasileiras se uniram para promover ações de arrecadação e doações de álcool em gel, máscaras, alimentos e outros artigos importantes para famílias de baixa renda e hospitais de campanha. 

Além de itens de primeira necessidade, dados e soluções tecnológicos se tornaram essenciais para enfrentar a pandemia. É o caso do Movimento Data for Good, “uma comunidade intersetorial criada com objetivo de orientar ações sociais por evidência e dados”. Em outras palavras, é um movimento social que tem como propósito fortalecer o ecossistema de inovação que usam dados para o bem das comunidades. 

Conexões para o bem

Segundo a Social Good Brasil, responsável pelo movimento no País, é importante criar conexões de interesses, causas e talentos, criar oportunidades de parcerias e colaboração entre participantes das comunidades e empresas que estejam apoiando a solução de desafios sociais. O Data for Good ainda é pouco conhecido no Brasil, mas nos Estados Unidos, por exemplo, tem o engajamento da Fundação das Nações Unidas e a Fundação Rockerfeller, que investem e apoiam o tema. 

Alguns exemplos podem ilustrar como a tecnologia de dados colabora com as comunidades. A Microsoft usa a ciência de dados para aprimorar o sistema de saúde. A partir de informações anônimas de pacientes hospitalizados foi possível traçar melhores tratamentos. Uma das conclusões da iniciativa foi identificar que muitos pacientes com depressão retornavam aos hospitais. Sendo assim, um programa de cuidados com a saúde mental foi implementado, impactando positivamente nos orçamentos das empresas de saúde. 

Outro projeto que ganhou destaque foi a plataforma “Operação Serenata de Amor” que usa a ciência de dados para fiscalizar os gastos públicos e dar transparência dessas informações para a população. Os dados de gastos de deputados federais são coletados por uma inteligência artificial chamada Rosie e enviados para um site chamado Jarbas. Assim, a população pode acompanhar se o gasto é suspeito ou não. O objetivo é conscientizar as pessoas sobre o uso dos recursos públicos. 

Fortalecimento da marca

Além de fazer o bem, se aliando a projetos como os integrados ao Movimento Data for Good, é muito positivo para o fortalecimento da imagem da empresa a promoção de ações de responsabilidade social. Sob o ponto de vista de alguns especialistas, é um diferencial competitivo. 

De acordo com pesquisas recentes da Edelman, 85% dos consumidores preferem escolher por marcas socialmente responsáveis, 70% estariam dispostos a pagar mais por seus produtos e serviços e 55% recomendariam a amigos e parentes. O levantamento leva em conta um momento anterior à pandemia, mas ilustra bem como os consumidores passaram a se posicionais e que, portanto, merece atenção das empresas. 

A Run2biz ajuda seus clientes na governança de TI e no melhor uso de dados que permitam contribuir para o bem do negócio e também para o social, potencializando os resultados da marca. 

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8 razões para ter uma central de serviços compartilhados na sua empresa

A competitividade de um negócio está diretamente ligada ao quanto se está focado em seu core business, otimizando o fluxo das atividades de apoio.  Por essa razão, 90% das 100 maiores empresas do mundo usam Centros de Serviços Compartilhados (CSC), de acordo com a revista Fortune. 

Os CSC são estruturas organizacionais que reúnem algumas das principais atividades de apoio da empresa em um centro autônomo. O objetivo é aprimorar a eficácia organizacional por meio da centralização de funções que não são o coração do negócio, mas que impactam diretamente nas rotinas da empresa, e com isso conquistar uma série de benefícios em curto e longo prazos.

Os setores Financeiro, Marketing, de Compras, de Recursos Humanos, de Atendimento ao Cliente são alguns que podem compor a CSC.  A integração vai depender do propósito da empresa tendo em vista que o modelo é flexível. Por exemplo, um mesmo Service Desk de suporte pode atender tanto às demandas de clientes internos – como o pedido de compras de materiais –, quanto externos, como quando há solicitação de assistência técnica. 

8 razões de uma CSC na sua empresa

Conheça algumas das razões para implementar CSC em sua empresa e ser mais produtivo e competitivo no mercado:

1. Organização mais efetiva da empresa

Ao implementar um modelo de serviços compartilhados, toda a organização será dividida em equipes menores, cada qual com uma função clara e estabelecida estrategicamente. 

2. Padronização de processos 

O CSC possibilita que os processos de toda a empresa sejam padronizados. Desse modo, as equipes que estão envolvidas na solução das demandas trabalham com o máximo de eficiência e sinergia.

3. Experiência mais personalizada

A importância da experiência do cliente é cada vez mais relevante e uma integração em toda a empresa traz isso de modo sólido.

4. Otimização da qualidade do serviço prestado

Um dos pilares da implementação do CSC é a pesquisa de satisfação com clientes internos e externos. Por intermédio dela é possível monitorar o feedback e distinguir quais os pontos que devem ser aperfeiçoados.

5. Apoio de dados 

As equipes saberão precisamente no que estão se concentrando e poderão conduzir essas análises e transformá-las em um plano de continuidade e progresso para planos futuros. Além disso, é possível ter um panorama mais claro do estado e direcionamento da empresa como um todo, descartando tarefas e informações irrelevantes.

6. Redução de custos

Por meio de técnicas de gestão de processos e da integração dos setores, é possível otimizar o serviço prestado, evitando tarefas desnecessárias e retrabalho. Assim, há abertura para reduzir custos.

7. Foco no crescimento do negócio

Como os CSCs concentram as atividades de apoio, as áreas que estão empenhadas no core business do negócio ficam livres para investirem tempo e energia na entrega e no crescimento dos resultados.

8. Comunicação aprimorada

A implementação de um CSC amplia a colaboração entre os departamentos, promovendo a troca de informações, tendo como resultado a rapidez e efetividade nos processos.

A Run2biz aprimora e padroniza facilmente as operações de CSC de seus clientes a partir de modelos de processos pré-montados com base nas melhores práticas de governança do mercado. Agende um horário com um de nossos consultores e saiba como podemos ajudar empresas como a sua.

Organização, governança e métricas são pilares da eficiência e produtividade. Saiba como alcançá-los com o 4Biz Service Management.

Do fracasso ao sucesso em projetos de ITSM

Empresas de todos os tamanhos e áreas de atuação desejam ter uma solução de TI capaz de reunir adequadamente processos e projetos, gerando bom fluxo de valor pelas atividades desempenhadas. Entretanto, boa parte delas lidam com a frustração do fracasso em seus projetos de ITSM (Gestão de Serviços de TI).  

O ITSM é um conjunto de estratégias e ferramentas que acompanham e coordenam todo o ciclo de vida das atividades da área de TI e, consequentemente, do negócio, com objetivo de aprimorar a maneira com que se entrega e se gerenciam os serviços de TI, podendo inclusive contar com a utilização de softwares especializados. 

Um dos principais objetivos das empresas, ao utilizar soluções de ITSM, é assegurar, entre tantos elementos, que os processos, os colaboradores e as tecnologias se alinhem de forma devida aos objetivos do negócio e seja criado um ciclo contínuo e saudável de geração de valor. Resumidamente, estamos falando de sair de uma TI reativa para uma TI diretamente ligada à estratégia de negócios da empresa.

As intenções de boa governança são as melhores, entretanto, há alguns gargalos e pontos críticos que podem colocar tudo a perder. Conheça alguns dos principais desafios a serem superados para levar projetos de ITSM ao sucesso:  

1 – Ceticismo

Toda mudança, principalmente organizacional, implica em romper padrões e crenças, e não seria diferente com um projeto de ITSM. Assim como todo processo de diagnóstico, planejamento e implantação pode esbarrar na suspeita de que será mais uma situação fracassada, em especial, se outras tentativas de gestão de serviços já tenham sido feitas.  

2 – Plano idealizado

As potencialidades de um projeto de ITSM fazem brilhar os olhos de qualquer CIO e é comum que o leque seja explorado além da própria capacidade de aplicação. Como se trata de uma escolha estratégica – como todas que envolvem a TI – e com aplicação e melhoria contínua, surge a necessidade de se desapegar de um plano idealizado. 

3 – Mito da solução rápida

As boas perspectivas de atender às necessidades primárias do negócio criam uma ansiedade para que o ITSM seja uma solução de rápida implantação nas organizações que não possuem uma estrutura de gestão de serviços. Este imediatismo vai contra a necessidade de um planejamento detalhado e minucioso dos objetivos e metas, levando em consideração a infraestrutura e as demandas atuais da empresa, além do escopo que será atendido pelo ITSM.

4 – Implementação definitiva

Outro equívoco que sabota as potencialidades do ITSM é considerar que, uma vez implementado, o projeto está concluído. Nada poderia estar mais distante da realidade. Ainda que as etapas de diagnóstico e planejamento tenham sido feitas com maestria, surgirão demandas após a implementação.  

5 – Hábitos sem atualização

É importante se conectar às novidades e atualizações nas melhores práticas. O ITIL 4, por exemplo, surgiu como uma maneira de melhor atender organizações que pretendem automatizar, simplificar e implementar (com sucesso), projetos de ITSM. As práticas Agile e DevOps, agora incorporadas ao framework, estão resultando em um processo experimental contínuo e focados na Gestão de Serviços e entrega de valor ao usuário final.

Rumo ao sucesso

Você já percebeu que diversas são as barreiras que podem levar projetos de ITSM ao fracasso, e ainda existem outras. O importante é ter em mente que na atual corrida frenética pela transformação digital, será um diferencial competitivo de grande valor aproveitar-se de estruturas que aumentam a produtividade e a entrega de valor e de resultados na Gestão de Serviços.   

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Saiba o motivo das tecnologias emergirem durante o isolamento social

O mundo testemunha mudanças sem precedentes desde o início de 2020. Um surto viral em Wuhan, na China, ganhou proporções pandêmicas, alterou rotinas, paralisou os mais diversos setores da economia e isolou pessoas. Por outro lado, acelerou bruscamente o uso das tecnologias, fazendo com que estas se tornassem o centro das transformações. 

Os ecossistemas empresariais e individuais foram sujeitos a uma abundância de demandas imediatas que precisaram ser atendidas para garantir a sobrevida diante de um inimigo invisível e assustador. Dessa revolução instantânea, surgiu o “novo normal” com atitudes, comportamentos e soluções que marcam toda uma geração. Boa parte delas, em especial aquelas sustentadas pela tecnologia, devem permanecer no presente e no pós-pandemia. 

A razão é mais simples do que se imagina: todo o planeta está absolutamente conectado. O mesmo motivo que fez com que a Covid-19 proliferasse pelo mundo é o que torna possível superar os desafios de atual momento. Essa lógica aplicada aos mais diversos serviços, produtos e relações sustenta as operações das empresas e mantém as pessoas unidas, mesmo que cada um em sua casa. 

Emersão das tecnologias

A tecnologia emergiu expondo seu leque de possibilidades de respostas do mundo off-line dentro de um contexto virtual: aplicativos de delivery de comida expandiram para redes de supermercado e comércio local, as vendas on-line de produtos mudaram o mercado logístico, professores e alunos reunidos em frente aos computadores nas salas de aula virtuais. Para muitos, o universo digital ainda era uma área pouco experimentada e distante, mas sem poder perder tempo e sem alternativas, foi preciso aprender e começar imediatamente a transformação digital. O que era tendência futura virou presente necessário.

A quarentena imposta para se proteger do avanço da infecção promoveu inovações e o acesso a novos conhecimentos motivando mudanças comportamentais. Um bom exemplo é o trabalho remoto. Várias empresas anunciaram, ao longo do ano de 2020, que os resultados positivos da nova modalidade de expediente fizeram com que o que era temporário se tornasse permanente. Uma das consequências foi o investimento maciço em equipamentos e aplicações e sistemas compatíveis com as necessidades dos colaboradores a partir de suas casas. 

Estratégia anti-isolamento

As equipes de TI e todo o seu aparato despontaram como estratégicos e fundamentais, deixando o papel coadjuvante de outros tempos. Os consumidores, angustiados e ansiosos com o isolamento social, se tornaram mais exigentes e atentos. O diferencial competitivo mudou de foco, não basta um atendimento imediato, disponível e ágil, também precisa ser humano e acompanhar toda a jornada, por toda a experiência de compra de um produto ou de um serviço. 

Um dos legados da pandemia da Covid-19 é a implosão definitiva da crença de que o mundo estava dividido em dois: real e virtual. Ainda é cedo para projeções elaboradas, afinal, se mesmo antes da emergência sanitária, os acontecimentos pareciam frenéticos e as consequências imprecisas, agora, as especulações demandam ainda mais cautela. 

O certo é que, quando o isolamento social deixar de ser necessário, as tecnologias continuarão seu protagonismo, devidamente consolidado, e vão colaborar para que empresas engajadas possam oferecer aos seus clientes uma experiência de consumo mais atrativa e satisfatória e, aos seus colaboradores, uma modalidade de trabalho diferenciada. Nos dois casos, colaborando para o bem-estar e para qualidade de vida daqueles que farão com que mundo emerja de uma das maiores crises da história.  

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